Postado 10 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor 1 hora atrás, E.R disse: Esse post da caça ao tesouro ficou tão bom, que fiz questão de fazer like nos 2 fóruns. Valeu pelo reconhecimento, @E.R. Deu um trabalhão pra montar o post 1 hora atrás, Maylene disse: Bom, na cena seguinte à imagem que postei, o pai da Mônica alertou aos meninos que ele é bandido. Vi a expressão de assustado do Cebolinha, enquanto o bandido tava dando um chega pra lá nos meninos pra tomar a arma que estava na mão do Cebolinha. Então Mônica atirou o bolo no bandido pra defendê-los. Estranho o Cebolinha sequer saber que aquilo era uma arma.
Postado 12 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA LOMBADA QUADRADA - #02] O gibi de hoje é Almanaque Disney # 289, lançado em agosto de 1995. O almanaque começa com "O ouro mutável", história de 51 páginas. Tio Patinhas se gaba por ter comprado "todas as fontes de ouro do mundo", mas logo se desespera ao saber que as minas estão originando outros tipos de metais, menos valiosos do que o ouro. Os patos vão verificar pessoalmente o que estava acontecendo com uma das minas e descobrem uma cidade subterrânea com um povo que acabou sendo descoberto após a exploração das minas. Por isso, um "pajé inventou uma magia que permitia transformar a aparência do ouro em outros metais". Oras, o caso pode ter sido resolvido para esta mina, mas e as demais, que também estavam produzindo outros metais? Na página 43, Donald diz que vai se render e levanta uma bandeira. Ao invés de verde, pintaram a flâmula de azul. "O enigma do foguete" me enganou. Comecei a lê-la com mais atenção pensando que se tratasse daqueles enigmas de uma página do Mickey. Porém, era uma HQ normal e maior. Nela, Prof. Tiraprosa foi chamado de Prof. Mirandus. No final de "Hakuna Matata", Rafiki "dialoga" com o narrador e anuncia outra história: Já numa tira "Baby Disney", Patetinha faz um bolo de aniversário "pra revista do Mickey". Na seção de cartas, um leitor sugere uma história em que Huguinho, Zezinho e Luisinho matam um perigoso urso. Considerando que os gibis não costumam nem citar essa palavra, a sugestão foi bem estranha. Na resposta, disseram ao leitor que "uma das regras dos escoteiros é preservar a natureza, e não matar animais". Em "As algemas de ouro", podemos ver uma máquina automática de vender jornais na rua. A pessoa insere uma moeda e retira o periódico. Nunca vi uma máquina destas, deve ser coisa da Dinamarca, que produziu a história. Neste gibi, republicaram uma HQ de 32 páginas que tinha saído em AD # 259, pouco mais de dois anos antes. Também saiu uma HQ holandesa curta do Quincas, "Coelho a jato". Apesar de Quincas e Marco Elho serem praticamente idênticos, Quincas passou barro em Marco para que ele ficasse parecido com ele e pudesse enganar João Honesto e Zé Grandão. Imagens do "Maravilhas da Natureza" que estavam em falta no Inducks: Editado 12 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 13 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA LOMBADA QUADRADA - #03] Um gibi bem legal que comprei no leilão do Pece foi o Almanaque do Peninha (1s) # 01, lançado em agosto de 1981. Apesar de ser um almanaque, o número trouxe apenas histórias inéditas para a época. A primeira delas, "Acampamento de dar pena", é italiana, e as demais são nacionais. Na trama, de 1969, Peninha derruba uma grande árvore saudável por inteiro apenas para conseguir lenha. Das dez histórias deste almanaque, eu já havia lido sete. Com exceção de uma tira, todas as HQs foram republicadas posteriormente. As imagens que ilustram esse post são provenientes do scan disponibilizado no blog Quadradinhos Patópolis. Na segunda história do almanaque, Peninha encontra e "protege" o povo dos Pigmeus Anões: A dúvida de Morcego Vermelho ao ser chamado por Coronel Cintra em "Aprendendo com os animais": Em "O rei dos macacos", Pena das Selvas vence Kerchá, vira "o rei dos macacos" e encontra a Tribo dos Babuínos: Em "Baila comigo", Muki Rhana, um milionário hindu, dá um baile beneficente à fantasia. Patinhas vai à festa vestido de Morcego Vermelho e Peninha teme que seu tio possa correr perigo no caminho. Por isso, o Morcego original passa a acompanhar os passos de Patinhas fantasiado e vê que ele quase foi atropelado por um homem vestido de viking (posteriormente chamado de "sujeito vestido de príncipe valentão"). No Inducks, alguém cadastrou o cara que se fantasiou de Capitão Raio como sendo um personagem: Segundo o Inducks, o roteirista de "Os gripilantras" é desconhecido. Com essa piada, há grande chance de ser o Cazalbé Nesta história também brincam com a condição "antropomórfica" dos personagens Disney: E aparece o médico Dr. Diago Nóstiko: ----- De novo esse negócio de figurinhas com sabor... Estranho o estado de SP ficar de fora deste lançamento: Editado 13 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 13 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA LOMBADA QUADRADA - #04] Em um leilão postado pelo Andrei, arrematei o número #48 da versão latina do Disney Especial, lançado em abril de 1995 com o tema "Los Conductores". O número ainda não estava cadastrado no Inducks. Indexei lá e também enviei a capa para o Guia dos Quadrinhos. De suas 20 histórias, 12 eu já havia lido em português. Apesar destas histórias já terem sido publicadas várias vezes no Brasil, muitas delas eram inéditas na América Latina. Pelas informações disponíveis, ao menos na Colômbia, apenas "Cosas que pasan" já havia sido publicada anteriormente, em 1980, com o título "Una licencia ¿para qué?". Contudo, muita coisa da América Latina ainda falta ser indexada. Sempre que consigo alguma edição destas a primeira coisa que faço é verificar se foi indexada e, em caso negativo, cadastro tudo no Inducks. Em "Mujeres conductoras", Margarida dirige e participa de uma corrida mesmo admitindo que nunca aprendeu a dirigir, portanto, não tem carta. No cartaz que anuncia a corrida, lemos "Gran Carre". Acho que deveriam ter escrito "Gran Carrera". Na época, os latinos eram bem relaxados ao adaptar as traduções brasileiras para o espanhol. Simplesmente apagavam caracteres, colocavam letras espremidas em meio a outras, faziam de tudo para poupar o trabalho de reescrever/redesenhar textos e logotipos. Por outro lado, na história "Nada por reclamar" a adaptação relaxada foi boa, dando "ares" estilizados ao logo da loja "SÓlo Originales". Quanto à história da corrida, em dado momento Margarida bate a frente de seu carro, que fica amassado e depois aparece intacto. A pata acaba vencendo a corrida e Donald, culpado, faz esta expressão: A personagem Clara de Ovos não foi colorizada nesta história: Com a leitura em espanhol, conheci algumas expressões e palavras como "cierra el pico" (feche a boca/bico), "pillos" (patifes), "soga" (corda), "alabar" (louvar), "buzón" (caixa postal), "tiesto" (panela), "tragacésped" (forma como chamaram um cavalo de Pateta - literalmente, "cortador de grama"). Já esta outra não entendi: Na história "Los Maximonstruos", erraram o nome do personagem Superpateta no cabeçalho da página: "Supeptribi" ao invés de "Supertribi". Como é frequente nas histórias americanas do Superpateta, ninguém liga muito para a preservação da identidade do herói. Nesta, Pateta se transforma em super dentro de uma lata de lixo, às vistas de Clarabela, e depois ainda revela o segredo dos super-amendoins: "yo hago mil kilómetros con un maní". A propósito, Clarabela está bem grossa nessa história. Apesar desta história ser americana, um de seus personagens foi cadastrado oficialmente no Inducks como "Professor Big". Em espanhol, seu nome é Profesor Zan: Em "La industria de los sombreros voladores", é utilizada, entre aspas, a palavra "pior", com i (como em português). O termo tem algum sentido em espanhol? Nesta história, novamente deixaram uma palavra sem completar ("vola-"). "Trampa veloz", de Lobão com os Porquinhos, inicia-se com um splash panel formado por um gradiente de cores que varia entre tons de vermelho e laranja. Em "¿Y la placa?", descobrimos que Pigmalion, o porco de Chiquinho & Francisquinho, é chamado de Vavá em espanhol. Seu nome em português é Tatá. Outras adaptações foram Secret Agent Z-P (como Agente Secreto K-IU) e Tio Zero (como Tío Cero), ambas da história "El método caballeroso del Tío Cero". Voltando à história "Nada por reclamar", Mickey e Pateta trabalham no departamento de reclamações de uma loja de departamentos e se deparam com um caso de extravio de mercadorias. Os personagens procuram o chefe de segurança, que trabalha numa sala que tem um cartaz na parede oferecendo recompensas para quem descobrir mercadorias roubadas. Porém, o homem se queixa de estar sem o que fazer e se assusta quando Mickey e Pateta lhe informam a constatação de roubos no estoque da loja. Ao ouvir os dois cochichando sobre o cartaz, o "jefe de seguridad" ri fazendo cara de mal, dando a entender que ele está em conluio com os bandidos. Porém, no final da história ele aparece à procura dos ladrões e ao lado do dono da loja, que dava a recompensa pela captura deles. Não entendi qual era a desse personagem na história. Em "Un golpe de suerte", Peninha diz que a limousine de Tio Patinhas é o carro mais caro do mundo. Depois, Tio Patinhas chama Donald e Peninha de "chicos". Por fim, em "Cosas de loros" economizaram na tinta preta (detalhe que essa é a mesma história que na publicação brasileira, "Papagaiadas", já de arquivo digital, @Fabão havia dito que as cores estavam muito claras): ----- Editado 13 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 14 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor NOTÍCIAS Em tempo: Turma da Mônica original visita escola em MG após versão humilde ter virado meme na internet https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/08/turma-da-monica-original-visita-escola-em-mg-apos-versao-humilde-ter-virado-meme-na-internet.ghtml
Postado 15 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA LOMBADA QUADRADA - #05] Almanaque Disney # 290, lançado em setembro de 1995, foi outro ótimo gibi que ganhei do Borba. Ele começa com "A cidade de gelo", história italiana de duas partes que traz Indiana Pateta contracenando com Mickey, Minnie e Clarabela. Para preservar a lombada quadrada do meu exemplar, usarei imagens digitalizadas por Appie do blog Quadradinhos Patópolis para ilustrar esta postagem. Nesta primeira história, Indiana Pateta descreve sua atividade: Com a estátua à esquerda e as prateleiras de livros à direita dela, a pista estaria "à leste de Buda sobre os mosaicos", não? O texto diz que está à oeste. Isso depende de um referencial, e segundo o que foi desenhado a posição me parece errada em relação à descrição. Tira: @Usagi White Em "É aquela água", a roupa de Donald fica azul após o pato levar ser atingido por um raio: @Fabão História-passatempo: Por último, "Tio Patinhas e as Duas Mil e Uma Noites", história da sub-série "O Agente Qua Qua 7", aqui chamado de "QQ7". Observem a revista na mesa de Tio Patinhas: Há muitas quebras da quarta parede neste almanaque: Quadros destacados: Na seção de cartas, vemos que ter o nome publicado nelas fazia os leitores terem popularidade entre outros leitores: ----- Editado 15 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 16 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA LOMBADA QUADRADA - #06] Outro gibi que arrematei recentemente no leilão do Pece foi o Almanaque do Peninha (2s) # 06, lançado em dezembro de 1990. De suas dez histórias, sete eu nunca havia lido. Em "O homem certo no cargo certo", Peninha cita um ditado interessante: "ausência de imagem, ausência de imaginação". Em "Três patos e uma moto", somos apresentados ao "aqualung", objeto que um personagem pretendia usar em uma "caça submarina". Neste gibi, Peninha trabalha como crítico em duas histórias. Em uma o pato é contratado como crítico de TV. Em outra, vira crítico de cinema. Num cartaz que aparece desenhado nessa história, descobri que o plural de "gângster" é "gângsteres". - Personagens diferentes que aparecem neste almanaque: • Hudinão the fish • Juvenal from B 820020 • Chefe & Pamonha
Postado 16 de Fevereiro de 2019 7 anos [SEMANA ARENAGAK COMICS] Finalmente consegui ler o exemplar de Pato Donald #1460 (edição 969) que comprei na Pacobello em dezembro de 2017. Ao tirar o gibi da embalagem, veio a surpresa: as fichas ainda estavam encartadas no gibi! Elas se soltaram da revista quando as manuseei, já que o grampo está bem enferrujado. Spoiler Conteúdo da edição: Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler
Postado 16 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor 15 horas atrás, Arenagak disse: [SEMANA ARENAGAK COMICS] Gostei da referência Que bom que vai voltar a postar, Arena 15 horas atrás, Arenagak disse: Finalmente consegui ler o exemplar de Pato Donald #1460 (edição 969) que comprei na Pacobello em dezembro de 2017. Ao tirar o gibi da embalagem, veio a surpresa: as fichas ainda estavam encartadas no gibi! Que sorte. Se vendessem especificamente destacando as fichas, custaria uma nota. 15 horas atrás, Arenagak disse: Comentei essa edição esses dias.Além das 4 partes da saga mencionada, foram publicadas também outras histórias neste especial. Editado 16 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 16 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA LOMBADA QUADRADA - #07 - POST ESPECIAL] No ano passado, adquiri num leilão o raro encadernado Seleção Disney (1s) # 01. Trata-se de um título no qual a Editora Abril juntava vários gibis diferentes, sem suas respectivas capas, numa nova encadernação. Antes dos 30 números de "Seleção Disney (Encadernada)" lançados entre 1997 e 1999, porém, foi lançado um único número, experimental, em 1985, com capa quase dura. Outra curiosidade é que o desenho da contracapa é o que seria a parte de trás da própria ilustração da capa. Este volume trouxe a encadernação de Tio Patinhas Especial # 02 - Verão e Almanaque do Mancha Negra # 01, lançados no final de 1984. Para não danificar a lombada quadrada do meu exemplar, usarei scans destas edições baixadas do site A Gibiteca e do blog Che Guavira para ilustrar este post. Para começar, o especial de verão de "Tio Patinhas" não tem muitas HQs do personagem. O milionário aparece em apenas 4 de 13 histórias. Em um quadro de "A Laranjada Mecânica", esqueceram de colorir o Prof. Gavião, o que o deixou parecido com suas primeiras aparições no Brasil: Na página 5 da história "O supercampista" aparece uma referência ao Mickey na televisão assistida por Donald: Tira que estava até hoje sem nenhuma imagem mundial no Inducks, apesar de já ter sido publicada 11 vezes em 6 países diferentes: @Usagi White Na história "Na ilha dos ovos de ouro", não coloriram as velas de uma embarcação, de maneira que ficaram como se fossem transparentes: "Déjà vu" no mesmo gibi: Por fim, o "Almanaque do Mancha Negra" trouxe em sua única edição histórias de várias nacionalidades (Brasil, Dinamarca e Estados Unidos). O desenho de abertura do almanaque refere-se à história "O caso das quatro manchas". Nesta história, aparece o personagem diferente Dr. Eleutério Corujão: Hoje em dia a trama "O caso do polvo ladrão" seria contestada por defensores de animais: Letreiro desproporcional em uma vitrine que aparece na história "O caso das pérolas gigantes": Nesta história aparece o personagem diferente Prof. Marinho, do Instituto Oceanográfico: Os scans das HQs e propagandas de gibis que saíram nesta edição (lembrando que desta vez não foram tirados por mim): ----- @Usagi White @Arenagak @Maylene @E.R @James Revolti
Postado 17 de Fevereiro de 2019 7 anos 14 de fevereiro passou, mas nesse almanaque tem algumas historinhas de paqueras, que mostro aqui: Almanaque do Cascão nº 9, Editora Globo - Março de 1990 Historinhas O testamento do Capitão Feio - Cascão recebe visita de uma criatura do esgoto, recebendo a notícia da morte do Capitão Feio. Esse, que se diz advogado do superpoderoso, conta que quando ele se divertia no lixão, um de seus disparos refletiu num espelho e acertou seus olhos, que acaba perdendo a direção e caiu dentro de uma máquina numa fábrica de sabão, e assim, triturado em vários sabonetes fedorentos. Depois de contado, ele mostra o testamento ao Cascão, pois ele foi escolhido pra dar continuidade à obra, pois tinha algo em comum com o Capitão Feio. Cascão não queria a herança, mas era tarde, pois tinha assinado o testamento, e assim ganhou superpoderes. Logo depois, a criatura avisa ao Cascão que tem um rival pra assumir esses poderes, e logo surge uma enorme criatura do esgoto, chamada Esgotão. O final deixo em spoiler: Cascão luta contra o Esgotão usando os poderes do Capitão Feio, mas apanha dele e cai na fábrica de sabão onde Capitão Feio caiu. Cascão avista um amontoado de sabão, que o dono do local diz estarem estragados, e Cascão usa todo o poder nos sabonetes, assim, revivendo o Capitão Feio. Assim, Capitão Feio derrota Esgotão e o joga de volta para o esgoto, e, além de tirar os poderes do Cascão, deixa um presente pra ele antes de voltar para o esgoto: uma enorme estátua do Cascão como o Capitãozinho Feio, na porta da fábrica de sabão. Um extraterrestre no cemitério - Um etê estava invadindo o cemitério, quando a turma de lá recebe ele pensando que é o Iti, etê do filme (referência...). Depois de algumas tiradas, o etê foge deles e se depara com um outro etê, que é o Iti, e bate nele. Não é mole ser super-heroi - Cascão aparece vestido de Superomão, mas recebe chacota dos meninos, e ele se afasta deles. Depois, Cascão avista um homem, que gritava por socorro, falando que o banco estava sendo assaltado, e Cascão foi lá no banco impedir isso. Lá, os bandidos ouviram a polícia e usaram o Cascão de refém e fugiram do banco com ele e com o dinheiro roubado. Eles iam atravessar um rio, mas Cascão tenta fugir da água, que acaba derrubando eles com sua super-corrida. Assim os bandidos foram capturados pelos policiais, que estes falavam que o menino parecia um super-heroi pela sua corrida. Perto dali, Cascão avista a Mônica com medo de um ratinho, mas deixa a tarefa para o Superomão, pois estava cansado de bancar super-heroi. Crianças brincando com situações perigosas não são mais permitidas. Quem ama o feio, bonito lhe parece! - A cachorrinha da direita fica gamada ao ver o Bidu passar por elas e tenta se aproximar dele, mas Bidu tenta se afastar dela e disse na cara dela que quer conhecer sua amiga. Assim, Bidu apanha dela e logo depois fala que está bonita. O bichinho mais fofo do mundo - Cascão encontra um sapo e o leva contigo, até tenta arranjar um lugar onde ele pode deixar o bichinho, mas daria incômodo com a família, e até mesmo com a Mônica quando o colocou no carrinho de boneca dela. O sapo então encontra um lugar pra ficar num laguinho, deixando o Cascão com sensação de abandono (até contou o ocorrido pro Cebolinha). O pavão - Zé Lelé ouve uma menina falar dele e fica triste ao ouvir que ela não o namoraria pelo jeito que se veste. Depois ouviu Chico e Hiro, que estavam avistando um pavão, falando de suas penas em sua cauda e diziam que sua pena dava elegância a uma pessoa. Pensando em conquistar aquela garota, Zé Lelé arranca as penas da cauda do pavão e as leva em sua casa pra colocá-las em seu bumbum, tentando de vários modos. No fim, após ter conseguido o feito, Zé Lelé sai de casa pensando na garota, mas acaba capturado e levado ao zoológico, na gaiola do pavão, onde tinha uma pavoa interessada nele. Hoje em dia não são mais permitidos maus tratos aos animais. O terror do canudinho - Esses homens estavam carregando explosivos, mas num descuido de um deles, um explosivo rolou morro abaixo até cair dentro do canudo do Cascão, que no momento estava sendo rendido numa brincadeira com Cebolinha e Xaveco. Eles estavam brincando de guerra com canudinhos. Estes viram o explosivo cair no canudo dele e ficaram com medo, de que qualquer movimento dele acabaria em explosão. Cascão, não sabendo que tem explosivo em seu canudo, aproveita que eles estão apavorados e tenta dar o troco neles, mas não saia nada. Achando que o canudo estava entupido, Cascão bateu e agitou o canudo várias vezes, até que isso escapou dele e caiu num ponto distante deles, e explodiu. Cascão pensou que foi um trovão e saiu correndo, terminando assim. Também não são mais permitidos hoje em dia crianças brincando com coisas perigosas. O Tonico não sou eu! - Rolo estava sendo confundido por uns caras, que o chamavam de Tonico, e que estavam furiosos com ele, um por cobrança de dívida, outro por roubar a namorada dele, e Rolo apanha dos dois. Depois veio uma moça, que também confunde ele com o Tonico e o abraça e o beija. E quando Rolo achou isso agradável, veio o próprio Tonico bater nele e levar a namorada. Tonico tinha aparência igual a do Rolo (mas vestindo roupa social). Olha a chuva! - Uma historinha muda do Cascão procurando um lugar pra se esconder da chuva. Não conseguindo, ele chora de desespero. Lá em cima, Anjinho tocava seu tambor, e fica sem entender o que há lá embaixo. Um dia de caça O monstro da lata de lixo - Cascão usa seu disfarce de monstro pra apavorar essa menina, de nome Cleusinha, e fazer ela rolar ladeira abaixo, correr no lixão, pisar na lama, sujando-se toda. Assim ele a convidaria a ir ao cinema. Naquela época ainda não tinha sido criada a Cascuda. Sangue, sangue, sangue! - Zé Vampir avista um hospital que armazena um banco de sangue e bola um plano pra conseguir sangue pra se alimentar. Ele invade o hospital fingindo que está ferido, e a recepcionista pede pra ele ficar numa longa fila. E, ao chegar sua vez, preenche uma longa ficha, recebida de uma outra recepcionista, e entrega ao médico, e quando Zé Vampir ia ser atendido pela enfermeira, tocou o sinal de almoço e ela saiu. Quando ela voltou do almoço, tirou o sangue dele, mas Zé Vampir fala pra ela que queria receber sangue. E quando ela falou que tinha que passar pelo mesmo processo, tudo de novo, mas na outra fila, ele desmaiou e ela o levou para a emergência, terminando assim. Azar ou sorte? - Cascão avista uma garrafa com um papel dentro, acreditando que nela consta um mapa do tesouro, mas Cebolinha passou por ele para pegá-lo. Ambos queriam a garrafa para si e tentam pegá-la, mas numa dessas, um choque de cabeça deixou os dois inconscientes. Nesse meio de tempo, um outro menino pegou a garrafa e leu o papel, que é uma mensagem de uma garota feia esperando uma resposta do outro lado do rio. Cebolinha e Cascão acordaram no momento em que o menino atirou a garrafa de volta pro rio, e lá estavam os três tristes com o pensamento: "Que azar!" Grafitti - Bidu se depara com o cenário pichado, e vê que Bugu está envolvido nisso e foi se meter, mas apanha dos demais cachorros. Porém, depois, viu Bugu passando por ele, reclamando dos cachorros fazerem pichações manifestando contra o próprio Bugu. Só namoro garoto limpo! - Cascão tenta paquerar essa garota, mas esta se recusa por ele estar sujo, até viu um garoto limpo e achou bonito. Sentindo-se mal com a resposta dela, ele estava prestes a se jogar no rio, sendo impedido por Titi, que este dizia que vai poluir o rio se Cascão se jogasse ali. Como agradecimento, Cascão desabafa com o Titi sobre a garota e este bola um plano: usar tinta cor-de-pele pra encobrir a sujeira e pentear o cabelo com uma escova. Quando Cascão foi tentar paquerar novamente a garota, ela não o reconheceu e ele, furioso, tirou o disfarce na frente dela e foi embora. Sentindo-se mal com isso, a garota se apresentou novamente ao Cascão, inteiramente suja. Anúncios Na próxima postagem voltarei à programação normal, com as historinhas da Editora Globo, mas vez ou outra aparece alguma historinha da Abril em algum almanaque.
Postado 17 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor 49 minutos atrás, Maylene disse: Grafitti - Bidu se depara com o cenário pichado, e vê que Bugu está envolvido nisso e foi se meter, mas apanha dos demais cachorros. Porém, depois, viu Bugu passando por ele, reclamando dos cachorros fazerem pichações manifestando contra o próprio Bugu. Você ou o Gusta chegaram a pegar também o gibi em que esta história saiu originalmente, né?
Postado 18 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA RENATO CANINI - #01] A partir de hoje, começa a "Semana Canini", uma ideia do Jonas para comemorarmos o aniversário de nascimento de Renato Canini. Caso estivesse vivo, o quadrinista completaria 83 anos na próxima sexta-feira (22/02). Por isso, ao longo desta semana iremos comentar gibis que contenham histórias dele, marcando seu dia com um quiz de perguntas e respostas (o quiz será num grupo do Facebook). Esta será uma forma de homenagearmos o trabalho deste grande artista que marcou gerações e continua vivo em nossa memória, tal como fizemos com o quiz sobre o roteirista Ivan Saidenberg. Quanto aos posts sobre as histórias, neste primeiro veremos como Canini ilustrou o processo de uma viagem no tempo. Curioso? Segue aí: Zé Carioca # 1081, lançado em julho de 1972, destaca-se por um encarte publicitário de quatro páginas anunciando o lançamento do "Manual do Tio Patinhas". Confira nas imagens digitalizadas por Vargas do Grêmio e tratadas por Luiz Dias: PS: qual é o "país onde só é pobre quem quer"? O gibi começa com "A cadeira misteriosa", que além do roteiro do Saidenberg destaca-se por estes efeitos desenhados por Canini, com a função de simbolizar uma espécie de viagem no tempo: Zé Carioca cita "cola-tudo": Erro de colorização - Zé Carioca com o bico verde: Em "Fique rico depressa", Donald debocha do participante de um reality-show e fala como se fosse algo banal e de conhecimento geral o fato de que "o papel de arroz é feito do cerne de uma árvore nativa em Formosa". Esta informação, porém, é difícil de ser encontrada até mesmo no Google, que de primeira mostra resultados mais genéricos como "arbusto nativo da China". A Ilha Formosa ou Ilha de Taiwan é localizada ao sudeste da China continental. Desde 1945, tem estado sob o regime político da República da China. Os nomes causam alguma confusão: Formosa é Taiwan, uma ilha, mas a própria República da China, diferente da República Popular da China (a China que conhecemos) se chama Taiwan. Bonés de Huguinho, Zezinho e Luisinho maravilhosamente pintados: Ainda nesta edição: @Usagi White ----- Editado 18 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 19 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA RENATO CANINI - #02] Em Zé Carioca # 1085, de agosto de 1972, foi publicada pela primeira vez o clássico "Herdeiros trapaceiros". Na história, J. Alves Pólio procura Zé Carioca para avisar sobre o "passamento" de Coronel José do Engenho, parente do Zé que deixou um bilhão para ser dividido entre seus herdeiros. Este foi um ótimo pretexto para Ivan Saidenberg e Renato Canini reunirem os primos de Zé Carioca. Zé Pampeiro, por exemplo, chega "dos pagos do Sul". Esta história também marca a primeira aparição do "famoso" Zé Jandaia, cujo Zé Carioca nem conhecia. Ele afirma que já foi "rastreador" no Ceará. No que consiste essa profissão? Porém, tudo não passava de um plano do advogado Alves Pólio arquitetado com o herdeiro Jonas. A dupla jogou o coronel num fosso e pretendia eliminar os demais herdeiros "no mesmo saco de gatos". Por conta disso é que reuniram todos os primos do Zé Carioca no mesmo lugar, uma ilha de propriedade do coronel. José do Engenho, porém, tinha seus truques e saiu muito vivo da história. Bem bolado o truque do charuto aceso na mesa, o que deu a indicação de que o coronel não havia morrido. Dois anos depois, ele foi mencionado novamente em "O sumiço dos herdeiros". Nesta outra trama, Zé Fornalha e Zé Catimba, sobrinhos-tortos do coronel, se disfarçam para tentar eliminar Zé Carioca e seus primos e assim herdar a fortuna de José do Engenho sozinhos. • Fera the dog Também nesta edição (imagens - Chutinosaco Scans): @Usagi White Editado 19 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 19 de Fevereiro de 2019 7 anos Este é um post popular. Mônica nº 92, Editora Globo - Agosto de 1994 Historinhas Começando pela historinha de abertura em que são apresentados os irmãos Nimbus e Do Contra, com Cebolinha bolando mais um plano contra Mônica envolvendo os dois. Penadinho - O barulho mora ao lado Penadinho sofre com o barulho da festa no túmulo vizinho e foi lá reclamar, mas acaba entrando na festa também. Alminha também foi lá reclamar depois. Mônica - A caronista Uma historinha de confusão com Mônica e Cebolinha, com ela querendo carona no carrinho dele. Chico Bento - A criatura da Atlântida Chico pensa em assustar os amigos usando uma fantasia de criatura da Atlântida. Então, ele pede à professora seu cartaz com a figura dele (2º quadrinho) e depois mostra pra sua mãe, pedindo pra fazer uma fantasia. Depois de pronto, Chico parte pra assustar Zé Lelé, que estava pescando, mas apanha dele, por este pensar que o peixe estava engolindo o Chico. Então ele tira a fantasia e foi embora com Zé Lelé explicando o porquê disso, deixando a fantasia pra trás. Mais tarde, uma criatura da Atlântida pegou a fantasia e levou pro reino deles, pensando que é um deles. Mônica - Água fresca Mônica pede a seu pai pra montar a piscina, que ele até recusa, mas cede. Depois de montado e enchido de água, com Mônica se divertindo lá, seu pai também foi à piscina, depois sua mãe, depois seus amigos... Até que Mônica não aguenta e sai da piscina e foi sentar numa pedra, onde estava Cascão se abanando com um leque. Cascão elogia a Mônica por ter saído da água e dá outro leque à ela. Franjinha - Faro fino Franjinha mostra pro Titi como o Bidu localiza os amigos farejando uma pegada deles. Até que no fim, Bidu desmaia ao farejar uma pegada e Franjinha afirma que aquela é do Cascão. Pai da Mônica - Está na hora Bidu - Amarelando Uma historinha do Bugu invadindo a historinha do Bidu. Bidu, pra mantê-lo longe dele, diz que Bugu está amarelo, que está com hepatite, que deve ficar de repouso por um bom tempo. Após ter conseguido se livrar dele, Bidu acabou ficando amarelo, e foi se juntar com Bugu. Bidu até chegou a recomendar ao Bugu a tomar chá de... picão (???) Teveluisão - Na frente da televisão Zé Luís tenta manter Teveluisão longe da tv, dizendo que faz mal ficar muito tempo vendo televisão, levando ele pra passear, pra visitar as amigas e convidá-las a irem ao cinema com eles. Na casa delas, o próprio Zé Luís ligou a tv enquanto aguardavam elas se arrumarem. Aguardavam... Aguardavam... Terminando assim. Personagens esses que estão praticamente sumidos hoje. Rita e Jotalhão - Um jantar à luz de velas Resumo da historinha no link abaixo, em sua republicação no almanaque: http://www.forumch.com.br/topic/17988-quadrinhos-gibis/?page=423&tab=comments#comment-700119 Mônica em cima do muro Mônica fala pra Magali que seu pai a colocou em cima do muro e agora tem medo de descer. Magali até oferece ajuda, mas teme um acidente e foi procurar uma escada. Depois, Mônica pede ajuda ao Cebolinha e Cascão, mas acaba virando alvo da brincadeira dos meninos e se irrita, até que Magali volta com o pai da Mônica e coloca ela no chão. Depois, Mônica bate nos meninos, que foram parar em cima do muro. Uma boa sacada a historinha inteira mostrando a parte de cima do muro. Mônica dá o recado (Correio da Mônica) Anúncios
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