Postado 19 de Fevereiro de 2019 7 anos Eu tinha um gibi, deve ser almanaque, na qual tinha essa história "Tá na hora". Eu adoro ela, e a piadinha do "Caiu da cama e machucou a testa" 7 horas atrás, Maylene disse: Spoiler Resumo da historinha no link abaixo, em sua republicação no almanaque: http://www.forumch.com.br/topic/17988-quadrinhos-gibis/?page=423&tab=comments#comment-700119 Para vc ver como ela foi várias vezes republicada, tanto que eu tenho um almanaque com ela.
Postado 19 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor 13 horas atrás, Maylene disse: Bidu até chegou a recomendar ao Bugu a tomar chá de... picão (???) 13 horas atrás, Maylene disse: Personagens esses que estão praticamente sumidos hoje. Talvez porque a TV não cumpre hoje em dia o mesmo papel que tinha nesta época. Analogamente, seria como ter hoje um personagem viciado em celular/internet.
Postado 20 de Fevereiro de 2019 7 anos 33 minutos atrás, Victor235 disse: Talvez porque a TV não cumpre hoje em dia o mesmo papel que tinha nesta época. Analogamente, seria como ter hoje um personagem viciado em celular/internet. Tem um personagem que cairia bem em histórias que envolva internet: Bloguinho. Mas também sumiu, assim como Teveluisão. Hoje em dia poderiam fazer historinhas com eles agora com esse negócio de aplicativos de streaming; no caso do Teveluisão, numa smartv.
Postado 20 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA RENATO CANINI - #03] Em dezembro de 2016, o @Ramyen Matusquela enviou imagens das histórias e comentou sobre Zé Carioca # 1129, lançado em junho de 1973. Na época do post, ele ressaltou que "O Guia Turista é uma das poucas HQs de Saidenberg e Canini que não foram republicadas nos anos 2000". Exatamente um ano depois, a história foi republicada em Zé Carioca # 2439. Apresentando o Rio de Janeiro, os personagens da HQ cantam músicas como "Rio" (Roberto Menescal), "Copacabana" e "Corcovado" (Tom Jobim). Rachei do Zé Carioca com a plaquinha em forma de seta e o escrito "A rua Mauá fica pra lá". Nesta história, vemos o Pedrão com traços bem diferentes do habitual, mais baixo e de cavanhaque (segundo o Inducks, é ele mesmo): No final da história, há uma espécie de "quebra da quarta parede", com Nestor "olhando" para o leitor ao fazer uma constatação crítica sobre Zé Carioca: Em "... fica assim de gavião!", esta constatação de Pateta deveria estar num balão de pensamento, não de fala. Do jeito que fizeram, ele acabou relevando desnecessariamente seu segredo na frente do Prof. Gavião. Nesta história, descobrimos que a bateria do Lampadinha tem que ser trocada diariamente: Por alguma razão, a última página da HQ "A porta do insucesso" foi delimitada num espaço menor, tendo as bordas desta página ficado mais largas. ----- Editado 20 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 21 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor [SEMANA RENATO CANINI - #04] Dos gibis que arrematei no último leilão do Pece, Peninha (1s) # 10, de janeiro de 1983, merece destaque. Neste número foi publicado um dos 20 trabalhos de Renato Canini na Disney que eu não tinha em minha coleção. Canini bolou o roteiro de "A doença do sono", história do Pena das Selvas. Os desenhos são de Verci de Mello, a arte-final é de Átila de Carvalho e as letras ficaram por conta de Nilton Kiyoshi Morise. As imagens que ilustram este post foram retiradas do scan disponibilizado no site A Gibiteca. Os africanos que guiam um cientista e seu assistente usam o pronome de tratamento "buana". Segundo o dicionário Collins, "bwana" equivale a "mestre" e "senhor", sendo um termo respeitoso utilizado em partes da África. Outra referência cultural pode ser vista na expressão "beque de fazenda", que Canini brincou colocando como sendo o método da tribo dos Caçadores de Canela. Segundo um blog do jornalista Heródoto Barbeiro, o termo se refere a jogos de futebol de várzea que aconteciam em fazendas de café. Dois jogadores se destacavam, o "goleador" e o "beque", responsável por parar investidas do time adversário. Segundo o texto, "qualquer um achava que não sendo goleador podia ser o beque, conhecido na época do Charles Miller como back. Os ruins de bola tinham a missão de dar chutão para frente, tirar a bola de capotão, de couro cru e pesadona, da área. Por isso eram apelidados de beques de fazenda". • J. J. G. (cientista) • Acácio from B 820121 (pois não me parece ser o Acácio tradicional) • Caçadores de Canela (tribo) A dupla de bandidos Bigode & Boné aparece na história "Solução de soluçar". Os personagens falam em "comprar um uniforme do Xipes" e três páginas depois aparece uma propaganda da Trevus com fantasias, inclusive uniforme da série Chips. Em "Os piratas do rio", vemos outra referência cultural. Os Metralhas se vestem de piratas para praticar roubos e um deles diz "Avante, brigada ligeira!", pensando ser um lema/canto de pirataras. Segundo a Wikipédia, a carga da "Brigada Ligeira" foi uma honrosa carga de cavalaria da armada britânica no decorrer da Batalha de Balaclava, na Guerra da Crimeia. Um poema de Alfred Tennyson fez esta honraria passar para a história. - Erros de colorização: Imagens boas do Gansolino em "Hipnotizar dá trabalho": ----- @Maylene @E.R @Arenagak @Usagi White
Postado 21 de Fevereiro de 2019 7 anos Magali nº 45, Editora Globo - Março de 1991 Historinhas Magali - O gato comeu! E cadê o gato? Magali e seu pai procuram o Mingau. De início o pai procura pelas árvores, onde encontra um gato no alto de uma delas, e o tira de lá, e Magali afirma que não é o Mingau. Depois um cara aparece pra se livrar do gato de sua sogra, e leva seu gato a eles, que Magali recusa. Ao voltarem pra casa, eles encontram o Mingau, que está preso num cano da calha. Então o pai usa óleo de cozinha para fazê-lo escorregar e sair do cano. Depois de resolvido, porém, quando Magali abraçava seu gato, este escapou dela, pois estava cheio de óleo, e foi para no alto de uma árvore, começando tudo de novo. Magali - A justiceira Magali aparece em cada situação pra defender os indefesos. E quando Cebolinha e Cascão aparecem fugindo da Mônica, Magali deixa que eles apanhem, afirmando pra eles que são dois contra um. A Magali é boa de bola, hein! Magali - Estátuas Cada personagem da turminha bota uns aos outros imóveis pra tomar o sorvete, que está inicialmente na mão da Magali. A sequência: Magali, Cascão, Cebolinha, Mônica. Até que veio o Dudu tirar o sorvete da Mônica, que acaba deixando cair no chão, despertando os outros, que foram perseguir o Dudu. Cascão procurando o Dudu atrás do quadrinho. Magali - O romântico Quinzinho leva um fora da Magali, após ouvir dela que nunca lhe deu uma flor. Depois, quando ele avistou uma flor, viu Titi chegar primeiro e o viu dando a flor pra Aninha. Depois tenta pegar uma flor num beiral de uma casa, que acaba apanhando da dona. E viu também uma moça regando as flores numa outra casa. Ele foi à floricultura, mas não tinha mais flores. Então ele foi pedir à sua mãe uma flor, que depois levou uma couve-flor pra Magali. Ela não gostou do presente, mas logo foi agradecê-lo, depois de ter comido a couve-flor. Magali - Delícia de palmito Resumo no link abaixo, em sua republicação no almanaque: http://www.forumch.com.br/topic/17988-quadrinhos-gibis/?page=422&tab=comments#comment-699913 Anúncios
Postado 22 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor NOTÍCIAS "Tio Patinhas # 193, de agosto de 1981" [SEMANA CANINI # 05] Essa edição do Tio Patinhas trouxe dois brindes. Em anexo o Jornalzinho da Patada (que obviamente não veio no meu exemplar) e um envelopinho do "Achou, ganhou", esse sim presente no meu exemplar: O número trouxe um raro trabalho de Renato Canini, roteirizando uma HQ dos Irmãos Metralha em que eles tentam descobrir pra onde Tio Patinhas mudou a Caixa-Forte. Pra isso eles, inspirados em uma história do "cabo maravilha" (qual a referência?), vão pedir ao Pardal que invente um arco-íris fazendo assim com que no final dele apareça um tesouro, no caso a caixa-forte. Um dos Metralhas vai disfarçado ao consultório do Pardal, porém o arco-íris só iria ficar pronto dentro de alguns dias. Aí notei um furo na história. O Pardal e o Lampadinha só descobrem que o Metralha esqueceu uma pasta com documentos que os identificariam como Metralhas, depois de vários dias que ele os tinha visitado. O Pardal pode ser distraído, mas não ia notar essa pasta enorme no meio da sua poltrona por tantos dias? Outra história interessante da edição é "A expedição em busca do zunzum", um remake da HQ "Em busca do pássaro-projétil", ambas desenhadas por Tony Strobl. As histórias são bem parecidas, porém o final é diferente. Enquanto Tio Patinhas se dá bem na segunda, nessa ele acaba se dando mal. Ainda na edição, há uma republicação de uma HQ de 1954, "Em busca de petróleo". Nela aparece o personagem diferente que não recebeu nome no Brasil, porém está cadastrado como "Mr. Casinghead": Post produzido por @Ramyen Matusquela Editado 22 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 22 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor 15 horas atrás, Maylene disse: Na segunda tira sim parece um quadrinho "3D", apesar de não ser. Observe a bola no segundo quadro da tira, parece que foi chutada para "cima" da página.
Postado 23 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor NOTÍCIAS Lançamento: Quadrinhos Disney pela Culturama A Editora Culturama, de Caxias do Sul, fez um evento inédito para este lançamento, reunindo artistas, jornalistas, influenciadores e a sua própria equipe para anunciar e revelar as tais primeiras capas da nova fase dos Quadrinhos Disney em terras verde-amarelas. Após uma recepção muito bonita, tivemos um pronunciamento emocionado do Diretor Geral Fábio Hoffman e outros diretores e gerentes. http://oquadrinheiroveio.com.br/lancamento-quadrinhos-disney-pela-culturama/
Postado 23 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor NOTÍCIAS "Zé Carioca # 1205, de dezembro de 1974" [SEMANA CANINI # 06] Comentarei aqui sobre uma ótima HQ de Renato Canini (com roteiros de Saidenberg), que saiu em Zé Carioca # 1205 (já comentado na íntegra pelo Victor outrora). Em "Um Natal Inesquecível", vemos uma situação engraçada. Zé está sem dinheiro, como sempre, na véspera de natal. Ele então começa a receber pouco a pouco a visita de seus primos (Zé Paulista, Zé Queijinho, Zé Jandaia e Zé Pampeiro) para a ceia e ele fica sem jeito de dizer que não terão comida. Ele então dá uma desculpa pra sair e tentar arrumar um emprego pra descolar uma graninha (O Nestor distrai os primos contando uma história que o Zé foi abduzido por discos voadores ). Ele consegue um serviço de entregas, dá duro o dia todo e consegue a grana. Mas no final seus primos descobrem e dizem que estão todos bem de vida e que Zé não precisava ter feito o esforço. História muito boa de dois grandes mestres Disney. Post produzido por @Ramyen Matusquela Editado 23 de Fevereiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 23 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor Em 10/09/2016 às 19:59, Ramyen Matusquela disse: Em 16 de Outubro de 1962, chegava as bancas ''Zé Carioca 571''. A edição saiu na íntegra no Anos de Ouro do Zé 4, mas essa é a edição original. A primeira história é a já tradicional ''Zé Fraude''. Nessa ele substitui o Donald e o Zico e Zeca, os sobrinhos do Donald. Pelo menos atualizaram o três ali no último quadrinho, que no original seria quatro. A Aventura retrata o Zé se envolvendo com Gângsters enquanto decide dar uma escapada do guia turístico que não fica muito tempo nos lugares que ele quer ver. A aventura é boa, merece um 10 e poderia sair de novo. Em seguida ''Barulho no Clube dos Malvados'' com desenhos de Murry. Muito boa, o Lobinho cansado dos pesadelos do pai por comer demais no clube, acaba pondo o Zé Grandão - que sempre era enganado pelos malvados recebendo uma pequena porcentagem da propriedade do clube como forma de pagamento - para dar um jeito nos marmanjos. Nota 8. Saiu recentemente no Big. Tirinha. Cara de Idiota. Banzé(figura carimbada nos anos 60) é o protagonista da HQ ''O Marujo Voador''. É boazinha, vai um 7. Mais Murry agora numa aventura mais curta do Mickey. Saiu no Big 1. Propaganda do Ludovico que apareceria daí por diante nos gibis do Donald, com os traços de Strobl que desenhou várias HQs dele nos anos 60. Daí eu entendo porque os gibis do Zé não tinham histórias do Zé. Era muita coisa de outros personagens e poucos títulos aqui. Informações da Edição: Gostaram das scans? Comprei esse gibi do Rodrigo (aliás, um dos poucos que sobraram após sua despesa :vamp: ). Os destaques desta edição ficam com a HQ "fraude" "Zé Carioca vai à França" e com a propaganda de estreia do personagem Ludovico, na época chamado de Ludovico Sabetudo. Na história do Banzé, podemos ver um papagaio alaranjado. Em dado momento, ele pega um ovo e diz "Assim que eu engolir êste fruto galináceo, levantaremos âncora". Seria "futuro", não? Na propaganda do Band-Aid, Pedrinho Sabido e Cláudia viajam para o Amazonas e desta vez é Pedrinho quem se machuca. O personagem cortou o dedo ao verificar como se dá a extração de borracha numa seringueira. Alguns termos usados nas histórias desta edição também são interessantes, como "despegando", "ladino" e "esfaimado".
Postado 24 de Fevereiro de 2019 7 anos Em 22/02/2019 às 00:26, Victor235 disse: Na segunda tira sim parece um quadrinho "3D", apesar de não ser. Observe a bola no segundo quadro da tira, parece que foi chutada para "cima" da página. Não tenho certeza se é isso mesmo que entendi, mas aí vai o post: Isso acontece quando não dá pra caber os elementos dentro de um mesmo quadrinho. Aí eles colocam um elemento transitando pra fora do quadrinho. ----------------- Chico Bento nº 7, Editora Globo - Abril de 1987 Historinhas O mistério da casa roubada Chico acorda no meio do campo acreditando que sua casa foi roubada. Acompanhado com o Zé Lelé, Chico procura informações pela vila, inclusive com o Saci, e nada. Até que Chico encontra sua casa e volta feliz, e lá sua mãe conta que ele estava sonâmbulo e que andou até o pasto, quando seu pai levou a cama pra lá. À noite, depois de esclarecido, Chico tenta dormir, mas sofre de insônia. Chico berrando de dor... com a boca fechada? Chico Bento - O paquerador Papa-Capim - A lenda da feia criança branca Aqui é contada a história de Jaci, uma menina branca, loira e de olhos azuis, encontrada pela tribo dos índios e criada na aldeia deles, mas que tinha dificuldade de se enturmar por lá, pois era desprezada por ser diferente dos demais. Ela cresceu, sendo amiga dos bichos da floresta, mas ainda era desprezada na tribo, pois as outras índias casavam, menos ela, até que ela foge da aldeia, desabafando com o deus Tupã, e se suicida no rio. Logo depois, Tupã tira ela do rio e a leva ao céu, virando uma enorme e brilhante estrela (que nós chamamos de Lua), e os índios passaram a admirá-la. A historinha termina com Jurema perguntando se isso tudo é lenda e Papa respondendo que não sabe, mas que a história foi contada há muito tempo e voltam pra aldeia. No último quadrinho, apareceu um balão de pensamento vindo da Jaci, adorando ouvir sua história. Num almanaque que eu havia postado tempos atrás, tinha uma historinha do Papa conversando com a Jaci. Chico Bento - Roubar goiaba já era? Após levar mais um tiro de sal do Nhô Lau enquanto roubava goiabas, Chico recebe uma dica do Zé da Roça, que é pedir goiabas ao Nhô Lau. Então, Zé mostrou ao Chico como se faz, e ganha algumas goiabas dele. Chico foi fazer o mesmo e também ganhou goiabas. Após afirmar que foi fácil conseguir goiabas desse jeito, Chico foi devolver as goiabas ao Nhô Lau, dizendo que assim não tem graça e sugere voltar ao modo antigo. Chico Bento - As faladoras Chico trabalha no campo durante o dia, com um intervalo para almoçar em casa, e toda vez que andava de um lugar para outro, ele vê duas meninas dialogando, e elas estavam lá o dia inteiro. Até que à noite, ao avistar novamente as meninas falando, Chico dá uma bronca nas duas, pra elas fazerem algo mais útil ao invés de ficarem só falando. No dia seguinte, Chico depara com as meninas indo trabalhar no campo, e ainda por cima, falando. Chico Bento - O chefe Esses dois comparsas confundem o Chico com o chefe deles, seguindo o que o Chico faz: roubar as frutas dos vizinhos da vila, como as goiabas do Nhô Lau. Até que veio o chefe, baixinho e de aparência semelhante ao do Chico, combinando com eles um assalto à banco, mas que acabam se dando mal. Na prisão, os comparsas sentiram que deveriam ter seguido o Chico e ficarem só roubando goiabas. Informativos Anúncios
Postado 24 de Fevereiro de 2019 7 anos [SEMANA ARENAGAK COMICS] Em janeiro do ano passado, encontrei mais um exemplar da série de gibis promocionais "Um presente Nestlé-Chambinho pra você!" em um sebo que eu nunca tinha ido antes. A série, que durou 4 números (Zé Carioca #1975-A, Mickey #524-A, Pato Donald #2011-A e Margarida #178-A), trazia histórias republicadas e anúncios e passatempos do Chambinho. Já tinha falado aqui, há um tempo atrás, sobre a edição do Pato Donald desta coleção. A história de abertura trouxe dois personagens que estavam sem imagem no Inducks: Maquiador Nanico: Sr. Billion: Resto do conteúdo da edição: Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler Spoiler Editado 24 de Fevereiro de 2019 7 anos por Arenagak
Postado 25 de Fevereiro de 2019 7 anos Autor 7 horas atrás, Maylene disse: Chico acorda no meio do campo acreditando que sua casa foi roubada. O teto e as paredes foram dar um passeio. 2 horas atrás, Arenagak disse: Em janeiro do ano passado, encontrei mais um exemplar da série de gibis promocionais "Um presente Nestlé-Chambinho pra você!" em um sebo que eu nunca tinha ido antes. A série, que durou 4 números (Zé Carioca #1975-A, Mickey #524-A, Pato Donald #2011-A e Margarida #178-A), trazia histórias republicadas e anúncios e passatempos do Chambinho. Já tinha falado aqui, há um tempo atrás, sobre a edição do Pato Donald desta coleção. Boa, Arena. Tenho a do Zé. 2 horas atrás, Arenagak disse: Criativa forma de separar o expediente para enviar somente a tira ao Inducks
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