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NOTÍCIAS
Jovem Pan reúne ídolos do pop em tema de fim de ano
9 de dezembro de 2015

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Nos últimos dias, a rádio Jovem Pan recebeu alguns grandes nomes da música pop nacional para gravar seu tema de fim de ano, o tradicional “Cartão de Natal da Jovem Pan”. Desta vez, a música contará com as participações de Ludmilla, Falcão (O Rappa), Jota Quest e Seu Jorge.

Segundo o diretor de programação da Pan, Marcelo Eduardo, a faixa foi inspirada no hit “Uptown Funk”, de Mark Ronson e Bruno Mars. “Esse ano o tema é divertido, dançante, repleto de elementos de disco music e do funk, com muito groove. Tem cordas e metais misturados a uma base com sonoridade atual, inspirada no sucesso ‘Uptown Funk’, música que abriu o ano bombando nas paradas do mundo todo”, explica.

Os artistas foram escolhidos justamente para combinar com a proposta da música. “A escolha das vozes parte da ideia do que temos para a música e arranjos. A partir daí convidamos os artistas que achamos que funcionam bem dentro daquela ideia. A química fluiu perfeitamente neste ano, todos se encaixaram de forma incrível na base que montamos”, explica Marcelo.

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Foto: Divulgação
PORTAL SUCESSO

Editado por Victor235

  • 4 semanas depois...
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Saiu a lista das músicas mais ouvidas das rádios brasileiras em 2015, incluindo as rádios segmentadas de pop e adulto contemporâneo.

Apesar da abrangência, 75% da lista, incluindo todas as primeiras colocações, são sertanejas. Das 30 primeiras colocações, apenas duas não são de artistas sertanejos.

O pop internacional foi o único gênero, fora o sertanejo, a colocar músicas entre as 50 primeiras colocadas. A primeira colocação brasileira não sertaneja foi Anitta, em 51º.

Em mais um ano, o que já acontece ano após ano, o sertanejo mostra sua força. Mesmo assim ainda há quem duvide que esses "universitários" que estão cantando há 10 ou 20 ano, juntamente com toda a história centenária do gênero representam a verdadeira música popular brasileira.

Confira a tabela completa: http://www.universosertanejo.com.br/wp-content/themes/universosertanejo/images/Top100.pdf

Editado por Victor235

  • 1 mês depois...
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Depois do ranking por faixas musicais, foi divulgado agora a somatória de cada artista entre os 50 mais tocados das rádios em 2015. A lista traz coisas interessantes como Zé Neto & Cristiano em 22º, duas aparições do Eduardo Costa (com e sem o Leonardo), Jorge & Mateus somente em 15º, Jads & Jadson na frente do Victor & Leo, Henrique & Diego em 4º e muitos artistas sertanejos.

Confira: http://www.portalsucesso.com.br/noticias/sertanejos-dominam-lista-dos-mais-tocados-de-2015

  • 4 semanas depois...
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Vale postagem por ser algo atípico em relação a outras praças:

NOTÍCIAS
Pop rock domina lista de mais tocadas em Recife (PE)

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A cada nova aferição da Crowley – responsável pelo Top Brasil Semanal, divulgado com exclusividade pelo Portal SUCESSO! – um dado fica mais claro: pelo menos no que diz respeito às execuções em rádios, Recife (PE) é a cidade mais pop rock do país. Entre todas as regiões pesquisadas, a capital pernambucana é a que mais coloca artistas desse segmento entre as 10 mais tocadas.

Para dar uma ideia, na última aferição (de 28/02 a 05/03), a banda Capital Inicial apareceu na liderança do ranking. Essa é a única capital na qual a banda liderada por Dinho Ouro Preto aparece entre as 10 primeiras posições. Recentemente, a banda NX Zero também emplacou o single “Pedra Murano” no ranking. Em nenhuma outra grande cidade brasileira, uma banda de rock ficou entre as mais tocadas na última semana.

Nas últimas três aferições da Crowley em Recife, a primeira posição mudou de mãos três vezes. Porém, sempre se mantendo no pop rock. Antes do Capital Inicial, a liderança foi de Calvin Harris, com “How Deep Is Your Love” (21/02 a 27/02), e Omi, com “Cheerleader” (14/02 a 20/02).

Anitta reina absoluta entre os principais artistas das rádios recifenses. Na última semana, a cantora apareceu em três posições diferentes entre os dez primeiros colocados: “Blecaute”, parceria com Jota Quest e Nile Rodgers, ocupou a 3ª posição, enquanto seus dois últimos singles, “Bang” e “Essa Mina É Louca” (part. Jhama), posicionaram-se em sétimo e oitavo, respectivamente. O outro brasileiro no Top 10 é o funkeiro Biel. Com apenas 19 anos idade, o paulista colocou o hit “Química” na nona posição.

No mais, só dá sucessos internacionais no ranking. São cinco posições ocupadas por nomes como Omi, Adele, Calvin Harris, Drake e Justin Bieber. Confira:

1 “Olhos Vermelhos” – Capital Inicial

2 “Cheerleader” – Omi

3 “Blecaute” – Jota Quest part. Anitta e Nile Rodgers

4 “Hello” – Adele

5 “How Deep Is Your Love” – Calvin Harris

6 “Hotline Bling” – Drake

7 “Bang” – Anitta

8 “Essa Mina É Louca” – Anitta part. Jhama

9 “Química” – Biel

10 “Sorry” – Justin Bieber

PORTAL SUCESSO
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Deixaram o Safadão e as bandas de forró no chinelo :lol:

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#ChupaSafadão

Simbora pra Recife. :B): kkkk

  • 2 meses depois...
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NOTÍCIAS
Levantamento conclui que rádios estrangeiras já não conhecem a nova produção musical brasileira
Publicado em: 27/04/2016

Conheça iniciativas para tentar promover a nossa arte lá fora

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A internet inaugurou uma nova fase na divulgação da nossa música pelo mundo. Mas o retorno financeiro modesto propiciado por muitos serviços de streaming e a ausência de consenso sobre a inclusão desse tipo de reprodução on-line na categoria execução pública (o que potencializaria os ganhos dos autores) fazem do rádio o canal ainda mais lucrativo de difusão. E não é só: diferentes pesquisas publicadas no segundo semestre do ano passado mostram que o rádio ainda é o canal preferido da maioria dos americanos (61%) e também dos brasileiros (64%) para descobrir novas músicas. A crise das grandes gravadoras, porém, afetou os mecanismos de envio de novidades musicais nacionais a radialistas estrangeiros, como mostra um estudo da Brasil Música & Artes (BM&A), organização dedicada à promoção da nossa arte. A conclusão a que a entidade chegou não é das mais animadoras: a música nacional “parou no tempo” para muitos ouvintes lá de fora.

“Eu já trabalhei em gravadoras, e, durante anos, montamos um banco de dados de rádios estrangeiras, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. Vários desses radialistas são meus amigos. Ano passado, enviei e-mail para 200 deles, e o retorno foi o seguinte: eles basicamente não sabem mais o que se passa no mercado musical brasileiro”, afirma David McLoughlin, responsável pelo segmento internacional do projeto Brasil Music Exchange, criado pela BM&A. “Um desses radialistas, o Tom Schnabel, tem um programa muito conhecido em Los Angeles chamado 'Rhythm Planet' e promoveu uma discussão sobre a Karol Conka (apontada como um dos próximos grandes 'estouros' pela revista 'Rolling Stone'). Mas é exceção. A maioria dos radialistas ficou para trás. Há uma década ainda havia as gravadoras enviando coisas para eles. Já não. Só conhecem coisas antigas. Tocam Gilberto Gil, Caetano Veloso, Milton Nascimento, talvez até Céu ou Vanessa da Mata. Mas, se você pergunta se conhecem Karina Bur, Emicida, Criolo, não sabem quem são. Se não tocam música brasileira, vão tocar do Mali, do Senegal, da Argentina, de onde for. Alguns países estão mais articulados nessa difusão”, ele completa.

A música francesa, por exemplo, dispõe da plataforma Francodufision, que permite a radialistas do mundo todo acessar e baixar novos conteúdos, com informações detalhadas sobre os artistas e até a contextualização das cenas e dos movimentos musicais a que pertencem. É um esforço coletivo que, na opinião de especialistas, também pode ser feito individualmente. Manter bons canais no YouTube e no SoundCloud é o mínimo. Mas, segundo McLoughlin e Leandro Ribeiro da Silva, gerente do projeto BME, não basta. É preciso provocar os radialistas, ainda grandes lançadores de tendência. Por meio do BME, eles planejam enviar pacotes de novos conteúdos de artistas nacionais periodicamente a algumas das mais importantes rádios americanas e europeias, a fim de fazer a roda girar e criar outra vez uma cultura entre os radialistas de atenção à música brasileira.

“Na minha opinião, as grandes gravadoras não são insubstituíveis nesse papel de difusão da nossa música. Os artistas é que devem se adaptar aos novos tempos”, pondera Silva. “É preciso correr atrás. O nosso projeto, por exemplo, vai oferecer essa ponte com os radialistas. A cada dois meses, incialmente, enviaremos dez álbuns a esses curadores. Já temos 50 e poucas rádios cadastradas no nosso banco de dados interessadas em receber o material. Aos poucos, vamos aumentando.”

McLoughlin cita o caso da banda brasileira Far From Alaska, de Natal. Eles cantam em inglês e fizeram uma turnê ano passado nos Estados Unidos, inclusive passando pelo festival South By Southwest, de Austin, no Texas. Por meio da BM&A, contrataram uma empresa de Chicago especializada em rock para promover seu trabalho em rádios universitárias americanas. O pacote de divulgação de três meses ficou em apenas US$ 4.500 e multiplicou a visibilidade da banda nos EUA, além de lhe garantir bom público na turnê. “É preciso ter em mente que o artista deve fazer um investimento para se tornar conhecido”, diz Silva.

A participação direta em feiras musicais também é desejável. Em algumas delas, é possível “vender” a própria música a formadores de opinião de todo o mundo. Tida como a maior da América Latina, a ExpoMusic terá sua 33ª edição de 21 a 25 de setembro em São Paulo. Em Medellín, na Colômbia, a Circulart é a de maior reverberação para o resto do subcontinente latino-americano. A próxima edição será em novembro. E a principal do mundo, Midem, no balneário francês de Cannes, de 3 a 6 de junho, espera reunir outra vez mais de seis mil representantes de dezenas de países, que participam de encontros e debates e celebram muitos contratos. Todas elas ainda têm inscrições abertas, e mais informações podem ser obtidas por meio dos sites.
UBC - UNIÃO BRASILEIRA DE COMPOSITORES
  • 2 semanas depois...
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Falam que não.

Mas ainda é o rádio o maior responsável pelo sucesso e difusão dos artistas.

Mesmo os novatos que fazem sucesso na internet, só deslancham após... a música tocar no rádio.

No mercado musical, o rádio ainda é o meio mais importante. Sem ele, nada de sucesso, nada de show lotado.

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Ouço muito rádios por um aplicativo, muitas músicas que tenho eu procuro para baixar depois que ouço no rádio.

:)

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Não gosto mais de ouvir música pelo rádio, mas ainda prefiro ouvir jornal pelo rádio do que ver pela TV. 

  • 1 mês depois...
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  • 1 mês depois...
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E essa agora, antena de rádio no boné?

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(via Margarida (1s) # 07, de outubro de 1986, veja mais no tópico de gibis)

  • 3 meses depois...
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(via Zé Carioca # 1777, de maio de 1986 - mais no tópico de gibis)

  • 1 mês depois...
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Volvió el Panorama Gigante de Noticias de Radio Colonia 550 AM después de 1 año de la última emisión

 

  • 2 semanas depois...
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Melhor rádio aqui no Rio de Janeiro é a rádio Mix.

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    A Bungie pode estar prestes a enfrentar uma nova onda de demissões em larga escala. A Bloomberg já havia falado sobre isso, e agora segundo informações divulgadas pelo jornalista francês Sylvain, o estúdio deve promover cortes significativos durante o verão no hemisfério norte, com pelo menos 50 % dos funcionários correndo risco de perder seus empregos. Atualmente, a Bungie conta com cerca de 800 colaboradores, o que significa que aproximadamente 400 pessoas poderiam ser afetadas caso os cortes realmente se concretizem. A situação estaria diretamente ligada ao momento delicado vivido pelos dois principais projetos do estúdio. No caso de "Destiny 2", o game recebeu recentemente sua última grande atualização, encerrando o ciclo de novos conteúdos. Apesar da mobilização da comunidade, com petições, não há qualquer sinal de um "Destiny 3". "Marathon", por sua vez, não conseguiu entregar os resultados esperados. O shooter não alcançou o desempenho comercial que a Sony e a Bungie esperavam. Com "Destiny 2" em fase de encerramento e "Marathon" abaixo das expectativas, surgem dúvidas sobre a necessidade de manter uma estrutura tão grande. Há meses circulam rumores de que a Bungie poderia passar por uma reestruturação profunda, e as novas informações reforçam a possibilidade de cortes severos no estúdio. Caso as demissões sejam confirmadas, a Bungie se juntará à crescente lista de empresas de games que vêm reduzindo equipes em 2026. Fonte : https://meups.com.br/noticias/bungie-demissoes-em-larga-escala/
  5. Helenaldo
    Helenaldo respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    França 3 x 1 Senegal 2002 foi vingado com honras e méritos... Mais uma partida onde a seleção francesa praticou o seu velho futebol dos últimos anos, resolvendo o jogo quando querem, nem sempre vai dar certo, mas ontem contra os senegaleses, tudo conspirou a favor, e o Mbappé fez história. Iraque 1 x 4 Noruega A estreia do Haaland em copas do mundo, e o cometa já deixou dois como cartão de visitas ainda na primeira etapa, a copa dos noruegueses será bem interessante. Argentina 3 x 0 Argélia Já agradeceram pelo privilégio de ver o Messi em ação? A última copa do mestre e logo na estreia, um hat trick para colocá-lo na história das copas, e ironicamente também pelo vermelho não dado pela arbitragem que poderia ter mudado a história desse jogo. A Argélia até tentou uma resenha no começo do jogo, mas depois que o Messi fez o primeiro, a Argentina controlou o jogo e o ET fez seu nome de novo. Áustria 3 x 1 Jordânia Último jogo do dia, não tão empolgante como os demais, mas que valeu pelos dois golaços que teve e também por manter a média de três gols por jogo na terça. A seleção da Jordânia é fraquíssima, para a Áustria foi um bom coletivo, jogo de verdade vai ser na semana que vem contra a Argentina. Uma terça feira memorável na história das copas, ter num mesmo dia Mbappé, Haaland e Messi em ação já era promessa de gols, mas quem iria imaginar que cada um fosse deixar pelo menos dois, e o Messi colocar a partida no bolso com um hat trick? É CR7, o sarrafo tá alto para mais tarde, menos de dois é fiasco....

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