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[2025] Audiências CH

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Com a exibição de ontem. atingimos a mesma quantidade de exibições de dezembro, então já dá para fazer um comparativo entre os meses:

 

Chaves (16 exibições):


Audiência média em dez/24: 4,3

Acima de 5 pontos: 1 dia

Entre 4 e 5 pontos: 12 dias

Entre 3 e 4 pontos: 2 dias

Abaixo de 3 pontos: 1 dia

 

Audiência média em jan/25: 3,9

Acima de 4 pontos: 6 dias

Entre 3 e 4 pontos: 10 dias

 

Chapolin (14 exibições)


Audiência média em dez/24: 4,2

Acima de 4 pontos: 10 dias

Entre 3 e 4 pontos: 4 dias

 

Audiência média em jan/25: 3,4

Acima de 3 pontos: 13 dias

Abaixo de 3 pontos: 1 dia

 

Lembrando que em janeiro começou o BBB e os jogos de futebol voltaram, talvez por isso a queda na audiência média (principalmente de Chapolin que compete mais diretamente). De qualquer forma, as séries parecem ter estabilizado a audiência ao longo desses dias.

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NOTÍCIAS

:emosbt:

De volta à programação diária do SBT desde dezembro após mais de quatro anos fora do ar, "Chaves" já voltou a se destacar na TV.

As histórias do menino do barril alcançaram o posto de maior audiência entre os programas exibidos de segunda a sexta.

Segundo dados de audiência levantados pela coluna desde o último dia 1º de janeiro, "Chaves" tem média de 4,1 pontos na Grande São Paulo até agora. Cada ponto equivale a 191 mil telespectadores.

"Chaves" tem apenas 20 minutos na programação. O seriado mexicano vai ao ar das 20h45 às 21h05, na maioria dos dias, sem intervalos comerciais.

No entanto, mesmo com os resultados, não há projeto de aumento do seu espaço.

O SBT não deseja depender da série para aumentar seus números, como já aconteceu no passado.

Há alguma resistência em relação à grande exposição do clássico humorístico.

Existe também reclamações de fãs. O SBT passou a usar inteligência artificial para restaurar a imagem de "Chaves". O resultado tem desagradado telespectadores por cortes e frames deformados.

Fonte : https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/outro-canal/2025/01/chaves-vira-maior-audiencia-do-sbt-mesmo-com-apenas-vinte-minutos-diarios-no-ar.shtml

 

Postado
5 minutos atrás, E.R disse:
NOTÍCIAS

:emosbt:

De volta à programação diária do SBT desde dezembro após mais de quatro anos fora do ar, "Chaves" já voltou a se destacar na TV.

As histórias do menino do barril alcançaram o posto de maior audiência entre os programas exibidos de segunda a sexta.

Segundo dados de audiência levantados pela coluna desde o último dia 1º de janeiro, "Chaves" tem média de 4,1 pontos na Grande São Paulo até agora. Cada ponto equivale a 191 mil telespectadores.

"Chaves" tem apenas 20 minutos na programação. O seriado mexicano vai ao ar das 20h45 às 21h05, na maioria dos dias, sem intervalos comerciais.

No entanto, mesmo com os resultados, não há projeto de aumento do seu espaço.

O SBT não deseja depender da série para aumentar seus números, como já aconteceu no passado.

Há alguma resistência em relação à grande exposição do clássico humorístico.

Existe também reclamações de fãs. O SBT passou a usar inteligência artificial para restaurar a imagem de "Chaves". O resultado tem desagradado telespectadores por cortes e frames deformados.

Fonte : https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/outro-canal/2025/01/chaves-vira-maior-audiencia-do-sbt-mesmo-com-apenas-vinte-minutos-diarios-no-ar.shtml

 

Uma pena que o destaque dele não sirva de absolutamente nada para emissora, que provavelmente pensou que ele iria dobrar a audiência sem divulgação alguma e com uma edição muitas vezes beirando o execrável.

Se não me falha a memória, Chaves somente teve um intervalo em sua primeira semana e sem anunciantes, e desde então apenas Chapolin possui comerciais (herdados da reprise de "As Aventuras de Poliana").

Se a emissora quisesse realmente lucrar com anúncios nos intervalos de CH, provavelmente já teriam feito através de planos comerciais (apesar de terem sido mostrados na Internet os planos das duas séries, possivelmente decidiram não promocioná-los porque não queriam mantê-los na grade de programação de maneira definitiva de qualquer jeito, e assim também aproveitariam uma desculpa e criariam um pretexto à mais para não parecerem tão mal com a saída de CH do horário nobre em março).

Postado

Eu tenho uma sensação de que "Chaves" vai continuar na grade noturna do SBT em março, pois tem apenas 20 minutos e é um tapa-buraco.

Já o "Chapolin" acredito que vai sair da grade noturna ou no mês que vêm ou em março, aí eu não sei se irá para outro horário de segunda-feira ou sexta-feira (talvez no horário do almoço, no lugar de "Um maluco no pedaço") ou se irá para o sábado à tarde, tirando 20 ou 25 minutos do atual horário do "Sábado Série".

A grade de sábado do SBT, de qualquer jeito deve mudar em breve, com uma possível saída do "Circo do Tiru" e com novos programas como o do Lucas Guimarães, talvez até o "Casos de Família" e até uma possível contratação do Rodrigo Faro (se ele aceitar um modelo de contrato que seja vantajoso para o SBT).

A atual direção do SBT tem contratado profissionais que eram das emissoras concorrentes e que ficaram sem contrato com elas (como fez com Datena, Tiago Leifert, deve fazer parceria com o Boninho e não duvido que o Rodrigo Faro também venha nesse pacote de reforços).

Nessa semana também falaram de uma possível volta do Mauricio Manfrini para a "Praça É Nossa". De fato, o SBT precisa aumentar seu investimento em bons profissionais para tentar resgatar um pouquinho de qualidade em seus programas.

Qualidade que anda em falta no SBT, especialmente de 2020 em diante.

Editado por E.R

Postado
5 horas atrás, E.R disse:

Eu tenho uma sensação de que "Chaves" vai continuar na grade noturna do SBT em março, pois tem apenas 20 minutos e é um tapa-buraco.

Já o "Chapolin" acredito que vai sair da grade noturna ou no mês que vêm ou em março, aí eu não sei se irá para outro horário de segunda-feira ou sexta-feira (talvez no horário do almoço, no lugar de "Um maluco no pedaço") ou se irá para o sábado à tarde, tirando 20 ou 25 minutos do atual horário do "Sábado Série".

A grade de sábado do SBT, de qualquer jeito deve mudar em breve, com uma possível saída do "Circo do Tiru" e com novos programas como o do Lucas Guimarães, talvez até o "Casos de Família" e até uma possível contratação do Rodrigo Faro (se ele aceitar um modelo de contrato que seja vantajoso para o SBT).

A atual direção do SBT tem contratado profissionais que eram das emissoras concorrentes e que ficaram sem contrato com elas (como fez com Datena, Tiago Leifert, deve fazer parceria com o Boninho e não duvido que o Rodrigo Faro também venha nesse pacote de reforços).

Nessa semana também falaram de uma possível volta do Mauricio Manfrini para a "Praça É Nossa". De fato, o SBT precisa aumentar seu investimento em bons profissionais para tentar resgatar um pouquinho de qualidade em seus programas.

Qualidade que anda em falta no SBT, especialmente de 2020 em diante.

Se o Rodrigo Faro for contratado, provavelmente ocupará o espaço que foi do Raul Gil ou dividirá o horário de domingo com o Celso. Ou ainda ficar no horário do Tirulipa, caso este saia.

Editado por HOMESSA

Postado

Se o Rodrigo Faro for para o SBT, acredito que a emissora vai acabar com uma das sessões do "Cinema em Casa", poderia fazer uma grade assim no sábado.

SÁBADO

:emosbt:

6:00 Sábado Animado
11:15 Lucas Toon
12:00 Chapolin
12:25 Sábado Série
12:45 Programa Lucas Guimarães
13:45 Cinema em Casa
15:45 Rodrigo Faro
19:45 SBT Brasil
20:45 Esquadrão da Moda
22:15 Sabadou com Virginia
0:00 Notícias Impressionantes

-

Agora, se o Rodrigo Faro não for para o SBT, a grade de sábado poderia ser essa :

SÁBADO

:emosbt:
6:00 Sábado Animado
11:15 Lucas Toon
12:00 Chapolin
12:25 Sábado Série
13:30 Programa Lucas Guimarães
14:30 Cinema em Casa (primeira sessão)
16:30 Cinema em Casa (segunda sessão)
18:30 Casos de Família
19:45 SBT Brasil
20:45 Esquadrão da Moda
22:15 Sabadou com Virginia
0:00 Notícias Impressionantes

-

Esse programa do Lucas Guimarães pode ser que flope muito e não dure muito tempo no ar, aí poderia entrar o Casos de Família no lugar ou aumentar a duração do Sábado Série.

Editado por E.R

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Audiências consolidadas de 23/01/2025:

  • Chaves - 3.6
  • Chapolin - 3.1

Chaves foi a segunda maior audiência do SBT no dia, atrás apenas do empate entre Programa do Ratinho (3.8) e A Praça É Nossa (3.8). Já Chapolin ficou em quarto lugar dentre os números da emissora, atrás também do SBT Brasil (3.2).

Postado

Audiência consolidada de 24/01/2025:

  • Chaves - 3.7

Chaves foi a maior audiência do dia no SBT, empatando com o SBT Brasil e superando todos os outros programas exibidos antes e depois dele na grade de programação do dia da emissora.

Postado

 

 

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Audiências consolidadas de 27/01/2025:

  • Chaves - 4.6
  • Chapolin - 3.4

Chaves foi a maior audiência do SBT no dia, empatado com o SBT Brasil. Já Chapolin ficou em quinto lugar dentre os números da emissora, atrás também do Programa do Ratinho (4.0), Tá na Hora com Datena (3.7) e A Caverna Encantada (3.6).

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Audiências consolidadas de 28/01/2025:

  • Chaves - 4.3
  • Chapolin - 3.2

Chaves foi a maior audiência do dia no SBT, superando todos os outros programas exibidos antes e depois dele na grade de programação da emissora. Já Chapolin ficou em sétimo lugar dentre os números da emissora, atrás também do SBT Brasil (4.2), Programa do Ratinho (4.0), Fofocalizando (3.5), Cine Espetacular – Fogo contra Fogo (3.4) e A Caverna Encantada (3.3).

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Audiências consolidadas de 29/01/2025:

  • Chaves - 4.0
  • Chapolin - 3.5

Chaves foi a segunda maior audiência do dia no SBT, atrás apenas do SBT Brasil (4.1). Já Chapolin ficou em quinto lugar dentre os números da emissora, atrás também de Quando Me Apaixono (3.7), A Caverna Encantada (3.7), Fofocalizando (3.6) e Programa do Ratinho (3.6).

Postado

 

Postado

Audiências consolidadas de 30/01/2025:

  • Chaves - 4.1
  • Chapolin - 3.6

Chaves foi a segunda maior audiência do dia no SBT, atrás apenas do empate entre SBT Brasil e Programa do Ratinho (4.4). Já Chapolin ficou em quinto lugar dentre os números da emissora, atrás também de Tá na Hora com Datena (3.8), A Praça É Nossa (3.8) e A Caverna Encantada (3.7).

Editado por Doutor Chimoltrúfio

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"Chaves" voltou a dar 4 pontos de média na semana.:)

Chupa site Na Telinha !:lingua:

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Atividades

  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Victor235 em Todos Atentos Olhando pra TV
  2. TIO JOÃO
    TIO JOÃO respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Não sei qual horário que dá boa audiência para o Chaves além do extinto horário das 20h45m?
  3. E.R

    SBT

    E.R respondeu ao tópico de Raphael em Todos Atentos Olhando pra TV
    O sábado à noite do SBT passará a ser ocupado por uma nova temporada do Viva a Noite, comandado pelo apresentador Luis Ricardo. Fonte : https://jornaldebrasilia.com.br/entretenimento/katia-flavia/sbt-encerra-sabadou-e-aposta-no-retorno-do-viva-a-noite-aos-sabados/
  4. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    A Bundesliga consolidou nos últimos anos uma relação estratégica com o mercado brasileiro e hoje se posiciona como a liga europeia mais assistida no Brasil. Esse avanço ocorre em paralelo à renovação e ampliação de acordos de mídia com Globo e SporTV, além de CazéTV, Canal Goat e XSports. Os novos pacotes passam a valer a partir da temporada 2026/2027 e têm duração de três anos, ou seja, até 2028/2029, ampliando ainda mais a presença multiplataforma da competição. O movimento está ancorado em resultados recentes. Na última temporada, a liga alemã registrou 170 milhões de visualizações ao vivo ao longo do calendário, média de 5 milhões de visualizações ao vivo por rodada em sua rede de distribuição no Brasil, que reúne canais fechados, abertos e plataformas digitais. O volume representa um crescimento de 811 % em relação ao desempenho de uma década atrás, indicando a expansão consistente da audiência global do Campeonato Alemão. No ambiente digital, o desempenho também foi relevante : somadas, as plataformas de mídia social ultrapassaram a marca de 500 milhões de visualizações de vídeos na última temporada, ampliando o alcance internacional da competição. Como consequência dessa estratégia, a base de fãs da liga no Brasil dobrou entre 2018 e 2025, saltando de 12 milhões para 24 milhões, indicador que reforça o crescimento sustentado da marca no mercado local. Para entender esse processo de expansão, o MKTEsportivo conversou com Robin Austermann, vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao detalhar a origem da estratégia no Brasil, o dirigente explicou que a liga percebeu limitações no alcance da TV por assinatura e decidiu diversificar a presença em outras plataformas. “Quando analisamos o mercado brasileiro, entendemos que a TV paga sozinha não seria suficiente para alcançar todo o potencial de público. O Brasil é um país continental, com diferenças regionais importantes e uma audiência muito conectada ao digital. Por isso, optamos por abrir novas frentes de distribuição, combinando TV fechada, canais abertos e plataformas digitais. A partir de 2023, aceleramos esse movimento e conseguimos ampliar de forma consistente o nosso alcance”, afirmou. Antes de detalhar os números mais recentes de audiência e alcance, o executivo contextualizou a estratégia adotada pela liga nos últimos anos para consolidar presença no mercado brasileiro. Segundo ele, a ampliação da distribuição, a diversificação de plataformas e a aproximação com parceiros locais fizeram parte de um planejamento estruturado para aumentar relevância e exposição no Brasil. O dirigente ressaltou que o movimento não se limitou à venda de direitos de transmissão, mas envolveu posicionamento de marca e construção de relacionamento com o torcedor brasileiro, criando as bases para os resultados que passaram a aparecer nos relatórios mais recentes de desempenho. “Nós vemos que os resultados estão realmente pagando, nós somos agora a Liga Europeia mais assistida no Brasil. Isso não aconteceu por acaso, mas por uma estratégia clara de estar presente onde o torcedor está. O Brasil se tornou o nosso maior mercado internacional fora da Alemanha, e isso reforça que a decisão de ampliar a distribuição foi correta. Para o próximo ciclo, mantemos essa lógica, porque ela mostrou ser sustentável e eficiente”, completou o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao abordar o cenário de mídia no país, o dirigente destacou que o desenho de distribuição da liga parte de uma leitura específica sobre o comportamento do público local. Para ele, o Brasil reúne perfis variados de consumo, o que exige um modelo menos engessado e mais adaptável às diferentes rotinas do torcedor. Nesse contexto, a estratégia passa por equilibrar presença em múltiplos formatos, evitando concentrar todo o conteúdo em um único canal e, ao mesmo tempo, preservando o potencial de monetização. A avaliação é de que a combinação de plataformas amplia o alcance sem comprometer posicionamento ou receita. “O mercado brasileiro é muito dinâmico e não existe apenas uma forma de consumir futebol. Há quem acompanhe pela TV tradicional, outros preferem o streaming e muitos transitam entre as duas opções. Não acreditamos que a exclusividade total seja sempre o melhor caminho. Quando você combina diferentes plataformas, consegue alcançar audiências complementares e ampliar o valor comercial da liga sem necessariamente perder relevância em nenhum canal”, explicou. Ao comentar sobre o posicionamento da liga no país, o executivo ampliou a análise para além dos números de audiência e contratos comerciais. Segundo ele, o Brasil se destaca não apenas pelo tamanho do mercado, mas pela intensidade da relação do público com o futebol, algo que influencia diretamente as estratégias de aproximação adotadas pela entidade. Robin Austermann ressaltou que há pontos de convergência entre o perfil do torcedor brasileiro e o modelo cultivado na Alemanha, especialmente no que diz respeito à centralidade do fã dentro do ecossistema do esporte. Essa identificação cultural, na avaliação do dirigente, é um dos pilares da conexão construída nos últimos anos. “O que nós vemos no Brasil é o maior interesse no futebol do mundo. Existe uma cultura muito forte de apoio aos clubes, de presença nos estádios e de engajamento constante. Isso se conecta com o que também valorizamos na Alemanha, que é o protagonismo do torcedor. Quando aproximamos essas duas culturas, criamos uma relação que vai além da simples transmissão de jogos”, declarou. A aproximação entre os mercados também envolve a presença física dos clubes. No último ano, equipes alemãs como o Bayer Leverkusen e o RB Leipzig realizaram pré-temporadas no Brasil, com amistosos e ativações locais. Para Robin Austermann, esse tipo de iniciativa reforça o vínculo institucional e comercial. “Trazer os clubes para o Brasil faz parte de uma estratégia mais ampla de conexão com o torcedor. Não se trata apenas de jogar uma partida, mas de promover encontros, ações com parceiros e experiências que aproximem as marcas do público local. Além disso, há um histórico relevante de jogadores brasileiros na Bundesliga, o que cria uma ponte natural entre os dois países e facilita esse diálogo”, afirmou o executivo. O intercâmbio também alcança o campo institucional. No início do ano, representantes da CBF e de clubes brasileiros estiveram na Europa para conhecer modelos de organização e governança da LaLiga, Premier League e Bundesliga. Robin Austermann avaliou que a troca tende a ser positiva para ambos os lados. “Nós não enxergamos outras ligas como concorrentes diretas, mas como parte de um ecossistema global do futebol. Sempre há algo a aprender e também a compartilhar, seja em gestão financeira, estrutura de liga ou relacionamento com torcedores. O Brasil e a Alemanha têm semelhanças importantes na forma como o futebol está inserido na sociedade, e isso cria um ambiente favorável para cooperação”, disse. Por fim, o executivo reforçou que o planejamento internacional da liga não está baseado em movimentos reativos ao mercado, mas em um projeto de longo prazo. Segundo ele, a prioridade tem sido consolidar uma atuação própria, com metas definidas e expansão gradual em mercados considerados estratégicos. “Estamos seguindo a nossa própria estratégia, estamos olhando para nós mesmos e não muito para os outros. O nosso foco é construir uma presença consistente, que combine direitos de mídia, produção de conteúdo local e relacionamento com parceiros. O Brasil é peça-chave dentro dessa visão internacional, e queremos continuar ampliando as conexões entre os dois mercados de forma estruturada e sustentável”, concluiu o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Fonte : https://www.mktesportivo.com/2026/03/bundesliga-dobra-base-de-fas-no-brasil-e-consolida-o-pais-como-principal-mercado-fora-da-alemanha/
  5. gustavo lins
    gustavo lins respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Mas quando passa em uma afiliada não é provável que passe nas outras?

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