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Pesquisa diz que são-paulino, palmeirense e santista vai mais ao estádio que corinthiano

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Assistir a um jogo de futebol no estádio não é um programa típico do torcedor paulistano. Pesquisa nacional do Datafolha, realizada no final de novembro, mostra os moradores da cidade como os menos dispostos a torcer por seu clube nas arquibancadas.

Só 15% dos entrevistados na capital paulista disseram ir aos estádios, mesmo sendo só de vez em quando. Esse número fica razoavelmente abaixo da média nacional (21%) e distante da registrada por cariocas (27%) e soteropolitanos (28%).

O Datafolha ouviu 11.786 pessoas em 390 municípios de 25 Estados. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Na questão do hábito dos torcedores de ir ao estádio ou acompanhar os jogos pela TV, uma resposta não exclui a outra.

E quem puxa o desprezo dos paulistanos é justamente o corintiano, tido como "o mais fiel dos torcedores".

Só 23% dos seguidores do clube alvinegro afirmam que têm o costume de freqüentar estádios, contra 24% dos são-paulinos, 25% dos palmeirenses e 26% dos santistas.

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Comparado com o que acontece com grandes de outros Estados, a apatia paulistana pelas arenas de futebol fica ainda mais evidente. No Rio de Janeiro, 30% dos flamenguistas apontam um campo de futebol como programa. No Nordeste, 36% dos seguidores do Bahia expressam a mesma opinião.

O resultado da pesquisa encontra respaldo na bilheteria nos Brasileiros do ano passado. Tanto o Flamengo, na primeira divisão do campeonato, como o Bahia, na terceira, registraram média de cerca de 40 mil torcedores por partida. O grande paulistano que mais se aproximou disso foi o São Paulo, com 29 mil pagantes por confronto. O Corinthians computou 20 mil fãs por jogo.

A pesquisa do Datafolha de novembro último confirma que os grandes clubes cariocas são mais populares do que os paulistas em outros Estados. E revela também que os moradores do RJ são mais fiéis aos clubes da casa do que os de SP.

Entre os entrevistados no RJ, 80% dizem torcer por Flamengo, Vasco, Botafogo ou Fluminense. Em SP, a preferência somada por Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos alcança a marca de 70%.

Nas dez unidades da República tabuladas pelo Datafolha no assunto, somente no RS a fidelidade aos principais clubes locais é maior do que a registrada no RJ - 84% dos gaúchos dizem ser seguidores do Grêmio ou do Internacional, ambos sediados na capital, Porto Alegre.

Em nenhum outro Estado as agremiações locais respondem por mais de 50% das preferências. Em Minas Gerais, 47% dos entrevistados apontaram o Atlético-MG ou o Cruzeiro como time de sua preferência.

No Nordeste, em alguns casos é mínima a participação dos times da casa na popularidade entre os torcedores.

No Ceará, por exemplo, somente 16% dizem torcer por uma das duas potências do Estado (Fortaleza e Ceará).

E, nesses casos, os corações desses brasileiros pendem mais para os clubes cariocas do que para as equipes paulistas.

No Distrito Federal, 48% dos entrevistados indicaram uma agremiação do Rio como a preferida. Os times paulistas ficaram com apenas 19%.

Na Bahia, são 30% os seguidores do quarteto de grandes cariocas - os quatro grandes de SP detêm 18% da preferência.

Vantagem grande a favor dos paulistas somente no vizinho Paraná, onde o Corinthians é o time mais popular (15%) e os times de São Paulo somam 38% das preferências, contra apenas 7% das agremiações cariocas.

Para os clubes paulistas, serve de consolo o fato de que dois representantes do Estado (Corinthians e São Paulo) conseguem, cada um, ostentar 1% da preferência no RJ, enquanto o Flamengo é a única agremiação de lá a atingir a marca em solo paulista.

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Polícia Militar, TV, especialista em marketing e dirigente de clube são unânimes ao apontar razões que explicam a ausência do torcedor nos estádios: o desconforto e o risco.

""Pelas nossas observações, quem vai ao estádio, em sua maioria, é o pessoal das classes D e E, que tem no futebol sua diversão e fica na geral e na arquibancada", afirma o major Armando Tadeu Camargo, 43, comandante do 2º Batalhão de Choque da Polícia Militar, que chefia o policiamento nos estádios.

Ele diz ainda que outros fatores afastam o torcedor. ""Aumento no preço do ingresso, aliado à dificuldade de acesso aos estádios, já que muitos moram na zona leste, os desestimula. Há exceções, como os são-paulinos, público de dois tipos de jogos: clássicos e finais. E tem a questão da violência."

Elton Simões, diretor responsável pelos canais "pay-per-view" da Globosat, que exibe torneios nacionais, não crê que o maior número de jogos oferecidos pela TV influa no público nos estádios.

""Nossas pesquisas indicam que a maioria dos assinantes reside a mais de 100 km do local onde as partidas de seu clube são realizadas. Então, o "pay-per-view" serve a uma população que não poderia ir aos estádios", diz Simões. ""Violência, insegurança e falta de conservação e conforto inibem a ida do torcedor aos locais dos jogos."

Até dirigente de clube concorda que as condições das arenas e os serviços oferecidos nele não são ideais. "É questão de racionalidade [não ir ao estádio]. A pessoa tem o trabalho de comprar o ingresso, deslocar-se ao estádio, passar pela catraca, buscar seu assento. E o que encontra? Banheiros em más condições, perigo de brigas...", enumera o vice de marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg.

Se a falta de público é encarada como problema, por uma outra ótica Marco Aurélio Klein, especialista em marketing esportivo e professor da Faculdade Getúlio Vargas, vê um nicho de oportunidades.

""Pelos números do Datafolha, pouca gente vai ao estádio, porém muitos acompanham futebol pela TV. Isso significa que existe demanda reprimida por futebol. Há excelentes oportunidades para o futebol, caso ele se organize e proporcione acessibilidade, qualidade e conforto."

"O futebol é hoje entretenimento. Se houver conforto, as pessoas irão aos estádios. Veja os cinemas: no passado, tapetes rasgados, iluminação e som ruins afugentavam o público."

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Sempre que dá, vou ao Moruntri apoiar o Tricolor, eu fui 3 vezes ano passado e pretendo ir esse ano na Libertadores principalmente :)

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Sempre que dá, vou ao Moruntri apoiar o Tricolor, eu fui 3 vezes ano passado e pretendo ir esse ano na Libertadores principalmente :)

Eu fui a 7 jogos do Flamengo no Maracanã em 2007, além de ter assistido também Botafogo x Grêmio no estádio. :joinha:

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Em 2007 eu só fui em um jogo.

Não é sempre que costumo ir aos estádios, não gosto de ir sozinho se não eu ia mais vezes. No ano passado fiz planos com um amigo para a gente ir a vários jogos, então fomos em um jogo do Paulistão, pouco tempo depois comecei a trabalhar e me faltava tempo. E o pior aconteceu, esse meu amigo ficou doente e morreu.

Eu acredito que se o Pacaembu fosse maior, esse percentual seria muito maior. Os últimos 2 anos tb foram muito ruins e afastaram muita gente dos estádios. Não adianta ser fiel, fase ruim muitas vezes acaba gerando brigas de torcida com protestos e tal e muitos torcedores preferem não se arriscar.

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Eu vou muito aos estadios, a competição que eu mais vo éa Serie B, Copa do Brasil e Paulista. A serie A ano passado só fui em 3 jogos se não me engano.

Acho q esse ano não irei em nenhum jogo na serie A :rolleyes:

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o ano de 2007 foi o melhor pra mim em termos de ida ao Maracanã, contando meus ingressos aqui deu 14 jogos.

sem explicação ver o Maracanã com 90 mil pessoas de novo... :reverencia:

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Eu acredito que se o Pacaembu fosse maior, esse percentual seria muito maior.

Eu acho que não. Em quantos jogos nos últimos o Pacaembu esteve realmente lotado?

Sobre a pesquisa:

. Reparem que, quanto maior a torcida, menor o percentual de torcedores no estádio. A explicação é simples: em um grande jogo, daqueles que lotam o estádio, os times com menor torcida conseguem reunir um percentual menor de torcedores do que os de maior torcida. Digamos que num São Caetano x Corinthians, se os ingressos forem divididos meio a meio, o São Caetano consegue reunir uns 20% de seus torcedores no estádio, enquanto que o Corinthians, mesmo lotando seu espaço, não conseguiria reunir 1% dos torcedores lá. Por isso considero haver um empate técnico em comparecimento de torcida aos estádios. Aliás, dizer que a torcida do Santos é a torcida paulista que mais comparece é ridículo, só ver o número de torcedores santistas que compareciam à Vila no Brasileirão...

. Sobre o fato de apenas 70% dos paulistas torcerem por times locais, levem em conta que se tivermos 70% de paulistas em São Paulo é muito :P

Ah, e quem fizer piadinhas sobre os 24% do São Paulo vai levar :ban:

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Ah pra mim essas pesquisas são bobeira ..

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E quem é a torcida mais fiel do Brasil? :assobiando:

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A nossa torcida, Lucas :D

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Ah, e quem fizer piadinhas sobre os 24% do São Paulo vai levar :ban:

Mas é engraçado como o numero 24 percegue o time do morumbi.... :assobiando:

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isso eu sempre disse, a torcida do Cortinhians é comum...

é a maior de SP, mas não tem nada de mais fiel q as outras...

Ah pra mim essas pesquisas são bobeira ..

uhahuauhahuhuahuahuahhuahuahuuhahuahuhuahua... :lol: :lol:

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Ah, e quem fizer piadinhas sobre os 24% do São Paulo vai levar :ban:

Mas é engraçado como o numero 24 percegue o time do morumbi.... :assobiando:

seria bom seu professor de português te perseguir aqui no FUCH :assobiando:

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Eu acredito que se o Pacaembu fosse maior, esse percentual seria muito maior.

Eu acho que não. Em quantos jogos nos últimos o Pacaembu esteve realmente lotado?

Lotado mesmo poucas vezes. Nos jogos finais sempre havia a expectativa de lotar, muita gente sabe que o estádio não é tão grade e por isso sempre tinha torcedor imaginando que não ia encontrar engressos. Vamos supor se a capacidade do Pacaembu fosse de 60 mil, um espaço maior passaria mais credibilidade ao torcedor, daria mais confiança para ir ao estádio e enfrentar as dificuldades imaginando que irá conseguir seu lugar.

isso eu sempre disse, a torcida do Cortinhians é comum...

é a maior de SP, mas não tem nada de mais fiel q as outras...

Ah pra mim essas pesquisas são bobeira ..

uhahuauhahuhuahuahuahhuahuahuuhahuahuhuahua... :lol: :lol:

Não concordo que o Corinthians tenha uma torcida comum!

Não adianta ser fiel, torcedor antes de tudo é um ser humano, ele vive de emoção, de motivação. No brasileiro houve um período que o Corinthians não estava bem, mas a torcida imaginava que o time ficaria numa colocação média, sem disputar nada, e isso não passa nenhuma motivação para a torcida ir ao estádio. A Fiel só mostrou sua força quando a coisa apertou. Nesse ponto a torcida do Corinthians é igual a outras torcida, o que diferencia é que além de ser uma das maiores, é que o torcedor tem uma identificação especial com o clube, é uma paixão que não dá para explicar. Outros clubes como o São Paulo, o Santos, o Palmeiras, o Vasco, o Botafogo, etc., podem ter torcedores com as mesmas características, mas o Corinthians tem mais torcedores com essas características, o que dá esse rotulo. O que acontece no Corinthians, eu acredito que acontece nas torcidas do Flamengo, do Bahia, do Santa Cruz.

O Corinthians (ou o Flamengo) acaba sendo uma das maiores referencias neste quesito pela sua grandeza.

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Bom para ser bem simples, nós amamos e apoiamos o Flamengo dessa maneira porque temos consciência que sem nós a torcida rubro-negra, o Flamengo não existe.

Um torcedor adversário resumiu bem como que funciona depois de vir ao Maracanã assistir a um jogo do Flamengo

"A torcida do Flamengo não é normal. Sabe quando a gente pula e canta? Então, a gente faz isso olhando pros amigos, pra torcida né? Cara... eles cantam olhando pro campo! Parece que querem berrar pro jogador ouvir. Quando você chega no Maracanã, você tem medo do Flamengo. Você sai de São Paulo imaginando um time que vive brigando pra não cair. Quando entra no Maracanã, você tem a nítida sensação que vai encontrar o maior time do mundo. Aquela camisa cresce na sua frente, parece que não existe nada além do Flamengo durante 90 minutos. Eu nunca vi nada igual. Eles amam o time...".

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  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Thomas em Fórum Único Chespirito
    Créditos : Fly CHAPOLIN - episódios/quadros com dublagem Rio Sound 2025 comprados pelo SBT e ainda não exibidos no ciclo 2024, 2025 e 2026 : 1- O quarto errado / O prêmio da loteria / Os duendezinhos (1973) 2- Marretada no totem / O exame / O descobrimento da tribo perdida (1973) 3- A mão do bandido (1973) 4- A fronteira / Um passageiro encrenqueiro / Os fantasmas (1973) 5- Operação de salvamento / Problemas de peso / A lenda da Chorona (1973) 6- Um aluno e tanto / Presente de grego (1973) 7- A lata de suco / Trapaças no restaurante / O índio Pele Vermelha (1973) 8- Uma investigação perigosa (1973) 9- Fila e fichas no hospital / Duas vezes Chapolin (1973) 10- Médicos birutas / O mini disco voador (1973) 11- Dando um fim no Chapolin (1973) 12- Um hotel nada agradável (1973) 13- Quando os brinquedos voam (1973) 14- O gato e o chimpanzé / Um defunto bastante morto (1973) 15- Proibido mexer com bombas em horas de serviço! (1973) 16- E livrai-nos também dos distraídos! / Livrai-nos dos metidos, Senhor! (1973) 17- A pérola / Um robô desparafusado (1973) 18- Um brinde aos recém-casados / Os microfones ocultos (1973) 19- A invasão dos marcianos (1974) 20- O caso dos homens que eram idênticos (1974) 21- A bela adormecida era um senhor muito feio, segunda parte (1974) 22- Os búfalos, os caçadores e outros animais (1974) 23- Paquera à moda antiga / Nas fotografias pequeninas, o Chapolin aparece de corpo inteiro! (1974) 24- Ladrão que rouba ladrão está traindo o sindicato (1974) 25- Dom Chapolin de la Mancha (1974) 26- Um abrigo para o Doutor Chapatin / A corneta paralisadora (1974) 27- O relógio perdido / Ratos vemos, intenções não sabemos (1974) 28- O retorno da corneta paralisadora (1974) 29- Presídio de segurança mínima (1974) 30- Festival de fantasias, parte um (1974) 31- Festival de fantasias, parte dois (1974) 32- O anel mágico (1974) 33- Remédios das dores da angústia (1974) 34- A maldição da bola de cristal (1974) 35- Precisamos fechar / Não me amole, mosquito! (1974) 36- Ainda que a cela seja de ouro, não deixa de ser chato ficar preso! (1974) 37- Uma herança explosiva (1975) 38- O idioma do amor / Vagabundos vemos, trabalhos não sabemos (1975) 39- Tostão atrai tostão... mas também ladrão! (1975) 40- Chamem o meu advogado! / Um bandido bastante morto (1975) 41- A lei da Marreta Biônica (1975) 42- Desativando a bomba (1975) 43- Onde manda Satanás, não tem vez um pobre diabo! (1975) 44- Irmão meio biruta / A história de Guilherme Tell (1975) 45- O relógio da espiã (1975) 46- Quem perde a guerra, pede água! (1976) 47- O lobisomem que uivava em português (1976) 48- As bombas fazem muito mal em jejum (1976) 49- O roubo da múmia (1976) 50- Troca-troca de cérebros (1976) 51- Quem disse que Sansão não tinha um jeito de tonto? (1976) 52- Recuperando o documento (1976) 53- A velha mina abandonada (1976) 54- Cuidado com o gato! / Um morto que não é brincadeira (1976) 55- Examinando os astronautas / Confusão nas estrelas (1976) 56- O homem das cavernas, segunda parte (1976) 57- O homem das cavernas, terceira parte e conclusão (1976) 58- A sessão espírita (1976) 59- Tudo passa... / Não se diz estuata, se diz menumento! (1976) 60- Mais vale mulher jovem, rica e bonita do que velha, pobre e feia (1976) 61- O cofre do pirata (1976) 62- O matador de ratos, parte dois (1977) 63- Antiguidade não é o mesmo que velharia (1977) 64- O monstro do cemitério (1977) 67- A caranguinha / Os automóveis se afinam em dó maior (1977) 68- O julgamento / Lá no teto havia um buraquinho, que pingava muito, que pingava pouquinho! (1977) 69- O bandido ferido (1977) 70- Proibido pisar no piso (1977) 71- Obedeça às ordens do médico! / Uma injeção difícil (1977) 72- Marreta Biônica calibre 45 (1977) 73- Sansão perdeu o cabelão (1977) 74- O selo que desapareceu (1977) 75- O preço do doutor / A pintura invisível (1977) 76- Os animais que viajavam em discos voadores (1977) 77- Em sala de emergência, tudo é possível! / A mão misteriosa (1977) 78- O cadáver morto de um defunto que faleceu ao morrer (1977) 79- O poço (1977) 80- Tudo sobe, até os aviões, parte um (1977) 81- Os bebês não vêm mais de Paris; agora, vêm de Júpiter (1977) 82- Futebol, lá vou eu! / E de saúde, como vai o morto? (1977) 83- Os do Norte correm muito e os do Sul ficam para trás (1977) 84- Não são todos os que estão, nem estão todos os que são (1977) 85- Branca de Neve e os sete Tchuim Tchuim Tchum Claim, parte três (1978) 86- Onde está Clarissa? 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(1990) 02- O mistério da velha mina abandonada, da época do século XVII, e que está a ponto de desmoronar (1990) 03- O pequeno grande artista (1990) 04- Sob o domínio de um relógio (1990) 05- A volta dos vivos-mortos (1990) 06- Uma festa joinha, joinha (1990) 07- O mistério do cemistério... digo... do cemitério (1990) 08- Que cachorrada, cunhado! (1990) 09- Atirei o pau no gato (1991) 10- Chapolin e a arma secreta (1991) 11- Salvem o meu bebê! (1991) 12- Uma morte mal morrida (1991) 13- Visita ao planeta desconhecido (1991) 14- Pode ser a gota d'água (1991) 15- Balas, pra que te quero? (1991) 16- Os escavadores da ossada perdida (1991) 17- O caso do bilhete premiado (1991) 18- O plasma vital corre perigo (1991) 19- A invasão dos duendes (1991) 20- Dois centavos que valem cem milhões (1991) 21- A enrascada do ventríloquo (1991) 22- Enfrentando o lobisomem (1991) 23- As memórias do velho capitão (1991) 24- O roubo da bola de cristal (1991) 25- ssinatura premiada (1991) 26- O mestre dos disfarces (1992) 27- Mulher tirana, marido banana! (1992) 28- A Chave do Problema (1993 - reprise de 1990)
  2. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Raphael em Todos Atentos Olhando pra TV
    GABRIEL DE OLIVEIRA - O DIA No dia 8 de fevereiro de 2026, a Globo vai exibir um compacto dos melhores momentos do Superbowl, a final da NFL, logo após o "Big Brother Brasil".
  3. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Victor235 em Venda da Esquina
  4. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Games
    A Nintendo anunciou e lançou uma atualização gratuita de conteúdo para Donkey Kong Country Returns HD. Na versão 1.1.0, jogadores de Switch e Switch 2 agora podem jogar como Dixie Kong com suas habilidades do rabo de cavalo no modo single-player e no co-op local. . Agora é possível jogar como Dixie Kong. A ação dela ao pular é diferente da do Diddy Kong. . Ao jogar sozinho, ao pegar um barril, você pode alternar entre Diddy Kong ou Dixie Kong como personagem que aparece. . Ao jogar com duas pessoas, o Jogador 2 pode alternar entre Diddy Kong ou Dixie Kong pressionando o direcional analógico (o L Stick, no caso de usar dois Joy-Con 2 ou Joy-Con) no mapa do mundo. . Agora há suporte ao idioma Português do Brasil.
  5. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    Flamengo 1 x 0 Vasco

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