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Notícias sobre jogadores e/ou treinadores de futebol em geral


Пауло Витор

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Пауло Витор

Luis Tejada, o maior artilheiro e ídolo da seleção panamenha e que também disputou a Copa do Mundo em 2018, faleceu aos 41 anos por vítima de parada cardíaca quando jogava uma partida de veteranos no dia 28 de janeiro desse ano.

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Chapolin Gremista
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FUTEBOL

A volta da campanha histérica contra os jogadores brasileiros

Articulista do UOL retoma ataques contra os direitos democráticos da população

 

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Em artigo intitulado Mentiroso, Dani Alves deve ser o 1º a pagar caro por desrespeitar mulheres, publicado pelo portal UOL/Folha de S. Paulo, uma tal Alicia Klein retomou a campanha histérica contra jogadores de futebol brasileiros que supostamente teriam se envolvido em escândalos sexuais. No artigo, Klein menciona os casos do técnico Cuca e do lateral direito Daniel Alves, clamando para que ambos tenham seus direitos suspensos.

A tese de Alicia Klein é a de que a “palavra” da mulher “vale menos” na sociedade. E que, por isso, seria uma vitória para as mulheres caso os profissionais do futebol fossem punidos. Diz ela:

“Anossa palavra sempre vale menos. O nosso conhecimento. Nossos feitos. Já perdi as contas de quantas vezes fui instada por homens a provar que entendia de futebol, não satisfeitos com o fato de eu dizer que sim, nem com o fato de eu ser contratada por dois dos maiores veículos de comunicação do país para falar de futebol. Sem falar nas vezes em que meus nãos foram atropelados.”

O problema da mulher na sociedade capitalista não é que sua “palavra” “vale menos”. O problema é que a mulher é um setor oprimido, um setor que cumpre um papel social que é visto como um papel inferior: cuidar do lar, cuidar da família etc. E é por ser inferior socialmente que a mulher tem, portanto, uma maior dificuldade de se impor socialmente.

Alicia Klein ignora essa realidade e tenta imputar a opressão da mulher a um tipo de preconceito contra as mulheres. A opressão não viria de uma necessidade econômica, não viria da forma como a sociedade é organizada. A mulher estaria em uma posição desfavorável simplesmente porque haveria um “preconceito” dos homens. Fossem todos os homens educados por Alicia Klein, a mulher, para ela, não seria mais oprimida. É verdadeiramente ridículo.

No que Klein propõe transformar a luta das mulheres na luta contra o “preconceito” dos homens, e não na luta contra os problemas materiais que fazem da mulher um ser inferior do ponto de vista social, resta a ela defender, inevitavelmente, medidas repressivas. Afinal, para ela, o problema não seria resolvido com uma mudança no conjunto da sociedade, mas com a mudança das ideias das pessoas. E se Klein pretende usar o Estado para mudar as ideias das pessoas, necessariamente terá de usar a repressão.

Essa ideia fica ainda mais nítida quando ela diz que:

“Daniel Alves deve ser o primeiro de sua estirpe a pagar caro por desrespeitar uma de nós (caso julgado culpado). Oxalá não seja o último.”

O problema, portanto, seria a “estirpe” dos jogadores de futebol. Seria um problema dos indivíduos, não um problema social. É uma política, portanto, que leva inevitavelmente ao fortalecimento da repressão.

E a defesa da repressão é tamanha que Alicia Klein acaba não apenas sendo uma defensora da repressão como solução para os problemas sociais, mas vai além e defende a demolição de qualquer Estado democrático de direito. É por isso que, com todas as letras, Alicia Klein quer que Cuca seja punido, ainda que não tenha sido condenado em nenhum processo juridicamente constituído:

“Bom, o caso Cuca você pode entender melhor aqui, mas em resumo: ele foi condenado pelo estupro de uma menina de 13 anos e teve essa condenação anulada recentemente porque o julgamento à revelia não é mais permitido na Suíça (na época, réus podiam ser julgados mesmo sem advogados presentes). O mérito não foi avaliado, portanto, ele não foi inocentado.”

Não se trata, portanto, de nenhuma luta em defesa das mulheres. Mas sim de uma “luta” contra os direitos democráticos e, não por acaso, contra jogadores brasileiros, que são perseguidos pelo imperialismo, o maior fator de opressão sobre as mulheres no mundo.

https://causaoperaria.org.br/2024/a-volta-da-campanha-histerica-contra-os-jogadores-brasileiros

 

 

 

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Chapolin Gremista
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FUTEBOL

Daniel Alves pode passar mais um mês na prisão esperando veredito

Nessa quarta-feira (7), chegou ao fim o último dia de julgamento do caso de Daniel Alves, na Espanha

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Nessa quarta-feira (7), chegou ao fim o último dia de julgamento do caso de Daniel Alves, na Espanha. A sentença do juiz, entretanto, ainda não foi proferida, mesmo após os três dias de discussão.

A previsão é de que o veredito seja definido em até 30 dias. Até lá, Alves continuará preso preventivamente, medida que foi tomada pelas autoridades espanholas de maneira arbitrária em janeiro de 2023, há mais de um ano.

Enquanto o Ministério Público da Espanha pede a prisão de nova anos do jogador brasileiro, a advogada da mulher que o acusa, Ester Garcia, solicitou que Daniel Alves receba uma pena de 12 anos. Ao mesmo tempo, a defesa do craque pediu sua liberdade condicional e absolvição no caso.

https://causaoperaria.org.br/2024/daniel-alves-pode-passar-mais-um-mes-na-prisao-esperando-veredito/

 

 

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Antonio Oliveira é o novo técnico do Corinthians.

 

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Chapolin Gremista
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OLINDA

Militar assassina jogador de futebol no Carnaval

O caso mostra como a situação econômica da maioria dos jogadores brasileiros os deixa sem perspectiva alguma

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a noite da última quinta-feira (8), Keven Paulo Santos da Silva, de apenas 18 anos, foi assassinado após tentar assaltar um militar do Exército. O caso ocorreu na abertura do Carnaval de Olinda, em Pernambuco, Keven tinha passagens pelas divisões de base de Internacional e Santa Cruz.

Segundo informações da Polícia Civil, o jogador foi baleado quando o militar reagiu ao assalto no Sítio Histórico de Olinda. Keven, que estava acompanhado, portava uma arma falsa. Ambos foram levados a uma unidade de atendimento da região, mas ele não sobreviveu.

Ao longo de sua carreira, Keven não conseguiu emplacar no futebol. Ele jogou pelas divisões de base do Internacional. Então, foi para o Santa Cruz, chegando a subir para a divisão profissional em 2023. Entretanto, foi dispensado na metade do ano passado e foi para o Serra Branca, da Paraíba, onde também não ficou, decidindo largar o futebol.

O caso mostra como a situação econômica da maioria dos jogadores brasileiros os deixa sem perspectiva alguma. Caso isolado ou não, fato é que Keven, após não obter sucesso no futebol, escolheu praticar um assalto para se sustentar.

E isso parte do fato de que, no Brasil, por conta de toda a sabotagem que o imperialismo, não se valoriza mais a base. Os jogadores são, em sua maioria, operários que, após passar por essa categoria, continuam sendo operários, salvo as raras exceções daqueles que conseguem alguma coisa e passam a jogar consistentemente em clubes profissionais.

https://causaoperaria.org.br/2024/jogador-e-assassinado-apos-tentativa-de-assalto/

 

 

 

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Chapolin Gremista
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ENTREVISTA

O que Danilo explicou sobre o futebol brasileiro

"Se a Seleção Brasileira ganha, foi todo mundo, se a Seleção Brasileira perde, foi o Neymar"

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Ojogador Danilo, ex-Santos e atual capitão da Juventus, de 32 anos, concedeu entrevista ao TNT Sports e disse coisas interessantes sobre o futebol brasileiro que valem a pena serem debatidas neste Diário Causa Operária.

Fernando Diniz
Sobre a passagem de Fernando Diniz na seleção, Danilo afirmou que ele “humanamente ele é diferente. Um cara que tenta entender singularmente a opinião, o sentimento, né, o feeling de cada um para depois juntar isso e fazer e fazer o ponto forte”.

Continuou: “ele [Diniz] ele é um cara que faz, que tenta fazer com que o jogador volte como, você falou no começo do nosso bate-papo, que o jogador volte a ter aquela sensação que ele tinha quando criança, que é quando ele jogava a bola né, no campinho da rua com os amigos, na escola tem aquela aquela sensação de beleza (…) eu jogo num clube profissional grande com pressão com torcida com grana envolvida com tudo, mas cara, eu eu jogo futebol para para ter boa sensação, para para me divertir. Essa é a principal característica do Diniz”.

Ainda, sobre a confusão na CBF, afirmou o zagueiro que “na Seleção Brasileira ele não teve, é, não teve tempo, não teve ambiente, não teve nada para poder fazer com que as coisas funcionassem, porque realmente tava uma bagunça incrível. Ninguém sabia de nada, ninguém sabia o que ia acontecer, imagina para o treinador não saber se ele vai continuar amanhã ou depois, não saberia se vai contar com com apoio de A ou de B. Uma confusão danada. E era impossível que ele fizesse com que o trabalho dele funcionasse”.

Jogo posicional

O entrevistador abre o debate sobre o jogo posicional, que seria uma forma de jogar mais rígida, parecida com a europeia, e que seria um problema para o desenvolvimento do futebol brasileiro, tal como o conhecemos. Em sua resposta, o que é possível entender é que a pressão para esse tipo de jogo é gigantesca, e, de fato, será muito difícil a seleção se colocar fora desse esquema.

O capitão da Juventus, sobre o tema, afirma: “facilita primeiro a bola chegar lá na frente pros jogadores que realmente tem habilidade, o poder de fazer a diferença nos espaços curtos. O Guardiola sempre falou que é assim: a gente a gente não é superior a ninguém, a gente só toca melhor a bola e se posiciona melhor. Em termos da Seleção Brasileira, fazer com que a bola chegue de uma maneira mais limpa, melhor, pro Neymar pro Vinícius Júnior, pro Rodrigo pro Rafinha pro Anthony pro Gabriel Jesus que é a galera que tem ginga. Então, assim, eu não vejo o futebol posicional como esse grande vilão, até porque pensando num segundo momento que é quando esses caras vão perder a bola, que vai acontecer, e é muito mais fácil defender do que atacar”.

Jogador não liga para Seleção?

Na imprensa existe uma campanha de que o jogador da seleção não liga para o time nacional, não se importa em estar lá, vestindo a camisa da canarinho. Diz, Danilo: “não é verdade, em nenhum momento de nenhuma maneira. Porque é aquele negócio, quando o brasileiro, cara, você nasce, e onde você quer jogar? Você quer jogar na seleção brasileira, não tem como. Você quer vestir a camisa amarela, você quer estar representando o país do futebol, é impossível dizer ao contrário”. O que faltou foi “um pouco mostrar o dia a dia do jogador, mostrar um pouco aquilo que é o jogador e fazer com que as pessoas entendam. Falar ‘pô aquele ali é um atleta hoje da Seleção Brasileira renomado joga no clube x da Europa e tal, mas dentro dele ali também ainda tem os mesmos sonhos de quando ele era moleque’”.

Seleção Brasileira é, sim, temida.

Outro desmentido feito por Danilo foi como os outros jogadores, os europeus, veem a seleção brasileira. Eles veem com “muito respeito, muito respeito e até um certo temor ainda (…) Porque é aquilo, eles estão dentro do futebol e entendem… o que é o potencial de cada jogador. Quando você olha pra seleção brasileira em cada posição você vê jogadores de um potencial enorme. Vários jogadores em cada posição” 

E completa: “É diferente de outras seleções que tem um aqui um ali outro aqui outro aqui. O Brasil tem bons jogadores em todas as posições. É muito respeitado porque em todas as posições tem muitos jogadores de um nível alto”.

Neymar

Sobre o nosso craque, Danilo, que também quer ser campeão em 2026, afirmou que “Neymar é muito mais responsabilizado do que os outros. Quer dizer, se a Seleção Brasileira ganha, foi todo mundo, se a Seleção Brasileira perde, foi o Neymar que não jogou nada (…) assim, normalmente, no dia a dia, a gente sente junto com ele a pressão que vem em cima dele. Não tô aqui para julgar se é se é justa ou não, se o comportamento dele é justo ou não, mas é a pressão que é, não tem o que falar”. 

A entrevista de Danilo é interessante para mostrar que boa parte do que é dito sobre o futebol brasileiro e sobre os jogadores não passa da política da imprensa capitalista, que visa apresentar uma versão dos acontecimentos para favorecer os interesses daqueles que mandam no futebol.

https://causaoperaria.org.br/2024/o-que-danilo-explicou-sobre-o-futebol-brasileiro/

 

 

 

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Chapolin Gremista
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COLUNA

Fim da linha: Neymar está gordo!

Neymar e sua trajetória não são analisados à luz da objetividade, querem desmoralizá-lo, rebaixá-lo, diminuí-lo

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Há mais de quatro meses, Neymar vinha se recuperando de uma grave lesão no joelho. Na última quarta (14), ele voltou às atividades no seu clube, o Al-Hilal, e uma foto divulgada aos quatros ventos virou tema de discussão em praticamente todos os programas esportivos no Brasil. Na foto, Neymar estaria acima do peso.

Sentindo o cheiro da carniça, as hienas da imprensa esportiva nacional (melhor dizendo: estrangeira) caíram matando. “É um fim de carreira”, “é um jogador em declínio”, “é incontratável (sic)”, “é um jogador sem mercado, que ninguém quer”, “ele não quer mais jogar futebol” ― poderíamos aqui elencar um sem número de colocações que, em resumo, decretam o fim da trajetória de Neymar como jogador, todas colhidas de comentários dos “especialistas” abrigados nos monopólios da imprensa capitalista.

A campanha contra o mais talentoso jogador brasileiro do último período não dá descanso e aproveita qualquer brecha. Alguns jornalões, como O Globo, fazem do limão uma limonada. Valem-se do episódio recente para listar “todas” as ocasiões em que Neymar estaria acima do peso, com fotos ilustrativas e assim por diante. Campanha é campanha!

Neymar está há mais de quatro meses parado. O sobrepeso não deveria ser motivo de escândalo, portanto. Quando se trata de Neymar, porém, nada segue os padrões da normalidade. Porque estamos diante de uma campanha. Neymar e sua trajetória não são analisados à luz da objetividade, da sobriedade, da racionalidade. Há o interesse em desmoralizá-lo, rebaixá-lo, diminuí-lo, antes de qualquer outra coisa. As análises sobre o jogador, nesse sentido, subordinam-se a esse interesse.

Isso é assim porque Neymar ainda é uma realidade. Neymar ainda tem um papel fundamental a cumprir, especialmente na seleção brasileira. E os inimigos da cultura popular, os capachos do capital estrangeiro, ao atacarem o craque, reconhecem esse fato. A máxima é batida, mas verdadeira: ninguém bate em cachorro morto. 

https://causaoperaria.org.br/2024/fim-da-linha-neymar-esta-gordo/

 

 

 

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Chapolin Gremista
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ESPANHA

Daniel Alves é condenado a quatro anos e meio de prisão

Inés Guardiola, advogada do jogador brasileiro, afirmou que a defesa entrará com recurso contra a decisão

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Nessa quinta-feira (22), Daniel Alves, ex-jogador da Seleção Brasileira, foi condenado a quatro anos e meio de prisão por agressão sexual pela Justiça da Espanha. Além disso, Alves terá que passar um período de cinco anos em liberdade vigiada após sair da prisão e terá de pagar uma indenização de 150 mil euros (cerca de R$805 mil) por danos morais e físicos. Ambas as partes ainda podem recorrer da decisão proferida pela juíza Isabel Delgado Pérez, da 21ª Seção da Audiência de Barcelona.

Na decisão de Pérez, a Justiça espanhola afirma que “ficou provado que a mulher não consentiu e que existem elementos de prova, além do testemunho da denunciante, para entender comprovada a violação”.

“O tribunal considera provado que ‘o acusado agarrou abruptamente a denunciante, a jogou no chão e, a impedindo de se mexer, a penetrou pela vagina, apesar de a denunciante ter dito que não, que queria ir embora’. E entende que ‘isso cumpre o tipo de ausência de consentimento, com uso de violência, e com acesso carnal’”, diz um trecho da decisão.

Inés Guardiola, advogada do jogador brasileiro, no entanto, afirmou que a defesa entrará com recurso. “Neste momento só posso dizer que vamos recorrer da sentença. Continuo acreditando na inocência do Sr. Alves. Tenho que estudar a sentença, mas posso adiantar que vamos recorrer. Alves está inteiro. Como vocês entenderão, quatro anos e seis meses é melhor que os nove e 12 que a acusação pedia, mas acredito na inocência do Alves e vamos recorrer. Defenderemos sua inocência até o fim”, afirmou Guardiola.

https://causaoperaria.org.br/2024/daniel-alves-e-condenado-a-quatro-anos-e-meio-de-prisao/

 

 

 

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