Postado 21 de Maio de 2007 18 anos Mais uma da série: esse assunto me fascina!!! Pedra da Gávea, a esfinge brasileira Ana Diniz O Egito tem suas pirâmides. O México as tampas de Palenque. A Ilha de Páscoa é vigiada pelos gigantes moais. Machu Pitchu guarda uma enigmática arqueologia. E o Brasil? Na Cidade Maravilhosa pode estar a maior esfinge do mundo. Isso se, algum dia, a ciência puder provar que a Pedra da Gávea é uma esfinge disfarçada na Baía de Guanabara, conhecida como o “Gigante Adormecido”. Loucura? Especulação? Misticismo? Realismo fantástico? Essa hipótese é antiga. Não foi postulada por místicos ou leigos, mas por arqueólogos, historiadores e até mesmo por um brilhante jornalista e político, que governou o estado da Guanabara de 1960 e 1965: Carlos Lacerda. Diante das inscrições ditas “fenícias” que recobrem a Pedra da Gávea, ele foi até a Ilha Rasa, o local mais propício para se obter a visão total da gigantesca figura, conhecida como o “Gigante Adormecido” e afirmou: “A palavra rasa que denomina a ilha (que de rasa não tem nada), significa "de onde se vê Ra" (o gigante). Essa leitura coloca as inscrições petroglíficas da Pedra da Gávea mais íntimas com a civilização egípcia do que com a fenícia, como supõe a maioria dos especialistas. O perfil inteiro do “Gigante Adormecido” pode ser visto da ilha de onde se vê RA". O corpo tem 20 km de comprimento deitado em berço esplêndido ao longo de sete bairros litorâneos do Rio de Janeiro: Barra da Tijuca, São Conrado, Leblon, Ipanema, Copacabana, Botafogo e Urca. Os arqueólogos brasileiros contemporâneos, jamais se deram o trabalho de prosseguir os estudos deixados por seus colegas do século 19 a respeito da estranheza das esculturas localizadas nesta cordilheira. Setenta arqueólogos de quase dois séculos morreram jurando que as formações bizarras não eram produto da erosão e se constituíam em trabalhos devidamente assinados pelas inscrições enigmáticas. O pesquisador Eduardo B. Chaves, após enumerar uma grande quantidade de estranhezas ligadas ao complexo do “Gigante Adormecido”, conclui: "É preciso alertar a quem de direito para o fato de uma civilização avançadíssima, talvez até extraterrestre, ter possivelmente estado no Brasil e nos haver deixado um monumento arqueológico de fazer inveja aos mais famosos do mundo". Sua tese se respalda em documentos escritos e orais. Um deles dá conta de um diálogo entre os colonizadores portugueses e os índios. - De onde vocês vieram?, indagaram os colonizadores. A resposta foi curta e inquietante: “Das estrelas". Comparando os textos do egípcio "Livro dos Mortos" com as inscrições petroglíficas da Pedra da Gávea, que integra o complexo do “Gigante Adormecido”, Eduardo B. Chaves decodificou: “Osíris é o próprio Gigante Adormecido e o seu complexo, uma homenagem a ele ou a constatação indelével de que uma raça de seres evoluídos (super seres?) viveu aqui no Brasil, milênios antes dos portugueses”. Guardiã carioca - Essas inscrições são geralmente atribuídas aos fenícios praticamente desde a época de dom João VI. A revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, na folha 66 do primeiro volume traz a seguinte carta: “Em uma das montanhas do litoral do Rio de Janeiro, ao sul da Barra, há uma inscrição em caracteres fenícios, já muito destruídos pelo tempo e que revelam antiguidade. Essa inscrição foi vista e observada por um conhecedor das línguas orientais que, ao vê-la, concluiu que o Brasil tinha sido visitado por nações conhecedoras da navegação que aqui estiveram antes dos portugueses”. A esfinge gigantesca parece ter a função de guardiã da Baía de Guanabara, protegendo a cidade fundada pelos super seres. A cabeça do “gigante” é a Pedra da Gávea junto com sua vizinha, a Pedra Bonita e os pés, o Pão de Açúcar. A Pedra Bonita, Corcovado, Morro Dois Irmãos, Lagoa Rodrigo de Freitas estão na composição do seu corpo e possuem as suas próprias histórias e rico lendário. A esfinge da Gávea mostra o rosto de um homem, um velho com barbas e possui o corpo de um animal. Na sua cabeça uma espécie de capacete. Especula-se que o gneisse tenha sido usado como matéria-prima da cabeça esculpida, embora o seu corpo seja constituído pelo granito, rocha que constitui a cordilheira. O Brasil e o Egito talvez devessem desvendar juntos um enigma: que foram os construtores da Grande Pirâmide e da esfinge carioca, escultura de pesa toneladas e está cravada a 842 metros acima do nível do mar? Mesmo que a cabeça tivesse sido esculpida no granito ambiente, quem e com quais meios realizou a façanha de mover uma escultura que mede 286 metros de comprimento para o alto de uma montanha? Falo cósmico - O Corcovado seria o falo do “Gigante Adormecido”, onde coincidentemente está situado o Monumento à Criação que mostra uma mulher grávida encostada na montanha, bem aos pés do Cristo Redentor. Intervenção feita há menos de um século. Segundo o historiador português, Vitor Manuel Adrião, o Corcovado e o Pão de Açúcar fazem uma triangulação com a Pedra da Gávea, “representação do quinto Senhor, Vênus. O Corcovado tem 700 metros de altura e acolhe a estátua do Cristo Redentor (representação do quarto Senhor, Terra). Aí havia antes de 1831 uma famosa pedra santa, que presumo ser algum ícone ou altar sobrevivente da proto-história. O Pão de Açúcar é a representação do terceiro Senhor, Marte”, pontua. O pesquisador Eduardo B. Chaves informa o Pão de Açúcar possui "patas submersas". Um campeão de caça submarina relatou-lhe que viu em uma destas "patas", algumas inscrições. Elas foram traduzidas por Ladislau de Souza Melo e Neto, diretor geral do Museu Nacional do Rio de Janeiro, membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e catedrático em ciências naturais: “Somos filhos da terra de Canaã. Sobre nós pesa a desventura e a maldição. Em vão invocamos os nossos deuses. Eles nos abandonaram e assim morreremos desesperados. Hoje é o décimo aniversário do infausto dia em que chagamos a estas margens. O calor é atroz, a água é podre, o ar cheio de repugnantes insetos. Os nossos corpos estão cobertos de chagas. Ó deuses, ajudai-nos! Tiro, Sidon e Baal". Mais que comprovar a origem desses enigmas e inscrições ancestrais, o homem deveria se preocupar em descobrir os motivos que levaram esses seres, a deixar um legado que faz crer na existência de uma ordem mundial e cósmica orquestrada com uma finalidade bem definida. Fonte:http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/cadernos/jb_ecologico/2005/03/04/jorjbe20050304035.html fotos: Fotos do "portal", tirada de baixo para cima. Repare-se que se encontra embutido na rocha circunvizinha. Diferentes ângulos da "cabeça". Em 1972, escaladores da Equipe Neblina escalaram o "Paredão do Escaravelho" - a parede do lado leste da cabeça - e cruzaram com as inscrições que estão a 30 metros abaixo do topo, em lugar de acesso muito difícil. Apesar do Rio ter uma taxa anual de chuvas muito alta, as inscrições ainda conservavam-se quase intactas. Em 1963 um arqueólogo e professor de habilidade científica chamado Bernardo A. Silva Ramos traduziu-as como: LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT Que lidas ao contrário: TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL Ou: TIRO, FENÍCIA, BADEZIR PRIMOGÊNITO DE JETHBAAL
Postado 22 de Maio de 2007 18 anos Da praia de Ipanema, se não me engano, você olha para a Gávea e vê uma pessoa deitada olhando pro Céu. Eu já li um livro que diz que é um Curumim que gostava de olhar pras estrelas após a morte de sua irmã, e lá ele se petrificou. É obra da natureza, com certeza.. =P
Postado 23 de Maio de 2007 18 anos É obra da natureza, com certeza.. =P Que nada. É obra do Niemeyer [praça]
Postado 23 de Maio de 2007 18 anos É obra da natureza, com certeza.. =P Que nada. É obra do Niemeyer [praça] Eu poderia ter sido BANIDO do FUCH sem ter lido essa.....