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[INÉDITO] ONDE ESTÁ CLARISSA? (1978)

Featured Replies

Postado

Onde está o episódio? Está estreando no Untitled+5.gif

:ruim_tv:

Postado

Esse episódio cairia feito uma luva com dublagem MAGA 92.

Postado
Agora, Baixinho disse:

Esse episódio cairia feito uma luva com dublagem MAGA 92.

Não seja por isso: 

Digo... :assobiando:

Postado

Remake melhor do que o episódio tradicional de 75.

Nesse a dublagem e a sonoplastia ficou excelente, um dos melhores svdc até agora. 

Postado

Gostei bastante dessa versão! O cenário é bem melhor do que a versão de 75.

Dublagem perfeita! Daniel cada vez melhor e os outros também ficaram em sincronia.

Postado

Eu achei bacana essa versão. Principalmente pelo cenário que é bem interessante. Foi essencial, principalmente na cena do pântano.

 

Ri demais do Chapolin fazendo referência ao Quico, ao pegar a bola. :lol:

 

No mais, ainda é inferior a versão de 1975, ainda mais com a dublagem monstra de 1984.

 

Postado
7 horas atrás, IgorBorgesCH disse:

Ri demais do Chapolin fazendo referência ao Quico, ao pegar a bola. 

Ah, trouxeram até a bola do Quico... E uma TV pra ver o chaves! 

:muttley:

Editado por Professor Inventivo
Muttley

Postado
6 horas atrás, IgorBorgesCH disse:

Ri demais do Chapolin fazendo referência ao Quico, ao pegar a bola. :lol:

Haha, e foi meio inesperado, eu pensei na hora no Quico, mas não esperava que o Muller fosss fazer a referência :lol:

Postado
1 minuto atrás, JF CHmaníaco disse:

Haha, e foi meio inesperado, eu pensei na hora no Quico, mas não esperava que o Muller fosss fazer a referência :lol:

No original o Roberto também faz essa referência. :P

Postado
Agora, Cortal Cristado disse:

No original o Roberto também faz essa referência. :P

Jura? Nunca vi no original :P

Postado
3 minutos atrás, JF CHmaníaco disse:

Jura? Nunca vi no original :P

Sim, olha aí nos 16:54 

 

 

Postado

A versão de 75 é muito melhor e ainda conta com uma das melhores dublagens da Maga em Chapolin :s_success: Mas esta versão não é ruim só é desnecessária mesmo, tem cenas engraçadas :legal_tv:

Ah, e nos créditos deste episódio teve um esqueleto e ninguém morreu ou seja, na terceira parte dos piratas, pode ser apenas um esqueleto que encontraram assim como na versão de 82.

Postado

Mais um episódio que o Chapolin começou colorado e acabou cor de rosa devido ao lixo do lote de 97.

Remake 100% igual é sempre desnecessário, porém esse ficou muito bom, no mesmo nível da versão de 75 que talvez leva uma pequena vantagem por ter uma das melhores dublagens do Gastaldi.

Nessa versão de 78 toda a dublagem deu show, e BGMS do Valette foram super bem escolhidas.

Gostei bastante do episódio e da dublagem dele.

Postado

Episódio hilário e a dublagem excelente! :legal_tv:

Foi um remake desnecessário, por ser quase igual ao ''Selva'' mas ficou melhor, valeu a pena.

''Trouxeram até a bola do Quico'' ''Uma TV pra ver o Chaves!''

:muttley::muttley::muttley::muttley::muttley::muttley::muttley::muttley::muttley:

Editado por Chapolineto

Postado

Remake desnecessário mas legal pelo menos. Dublagem ficou show demais.

Porém acho a versão de 75 melhor, e ainda tem uma das melhores dublagens da MAGA.

Editado por Quico Irônico
Burro

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Atividades

  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    A Bundesliga consolidou nos últimos anos uma relação estratégica com o mercado brasileiro e hoje se posiciona como a liga europeia mais assistida no Brasil. Esse avanço ocorre em paralelo à renovação e ampliação de acordos de mídia com Globo e SporTV, além de CazéTV, Canal Goat e XSports. Os novos pacotes passam a valer a partir da temporada 2026/2027 e têm duração de três anos, ou seja, até 2028/2029, ampliando ainda mais a presença multiplataforma da competição. O movimento está ancorado em resultados recentes. Na última temporada, a liga alemã registrou 170 milhões de visualizações ao vivo ao longo do calendário, média de 5 milhões de visualizações ao vivo por rodada em sua rede de distribuição no Brasil, que reúne canais fechados, abertos e plataformas digitais. O volume representa um crescimento de 811 % em relação ao desempenho de uma década atrás, indicando a expansão consistente da audiência global do Campeonato Alemão. No ambiente digital, o desempenho também foi relevante : somadas, as plataformas de mídia social ultrapassaram a marca de 500 milhões de visualizações de vídeos na última temporada, ampliando o alcance internacional da competição. Como consequência dessa estratégia, a base de fãs da liga no Brasil dobrou entre 2018 e 2025, saltando de 12 milhões para 24 milhões, indicador que reforça o crescimento sustentado da marca no mercado local. Para entender esse processo de expansão, o MKTEsportivo conversou com Robin Austermann, vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao detalhar a origem da estratégia no Brasil, o dirigente explicou que a liga percebeu limitações no alcance da TV por assinatura e decidiu diversificar a presença em outras plataformas. “Quando analisamos o mercado brasileiro, entendemos que a TV paga sozinha não seria suficiente para alcançar todo o potencial de público. O Brasil é um país continental, com diferenças regionais importantes e uma audiência muito conectada ao digital. Por isso, optamos por abrir novas frentes de distribuição, combinando TV fechada, canais abertos e plataformas digitais. A partir de 2023, aceleramos esse movimento e conseguimos ampliar de forma consistente o nosso alcance”, afirmou. Antes de detalhar os números mais recentes de audiência e alcance, o executivo contextualizou a estratégia adotada pela liga nos últimos anos para consolidar presença no mercado brasileiro. Segundo ele, a ampliação da distribuição, a diversificação de plataformas e a aproximação com parceiros locais fizeram parte de um planejamento estruturado para aumentar relevância e exposição no Brasil. O dirigente ressaltou que o movimento não se limitou à venda de direitos de transmissão, mas envolveu posicionamento de marca e construção de relacionamento com o torcedor brasileiro, criando as bases para os resultados que passaram a aparecer nos relatórios mais recentes de desempenho. “Nós vemos que os resultados estão realmente pagando, nós somos agora a Liga Europeia mais assistida no Brasil. Isso não aconteceu por acaso, mas por uma estratégia clara de estar presente onde o torcedor está. O Brasil se tornou o nosso maior mercado internacional fora da Alemanha, e isso reforça que a decisão de ampliar a distribuição foi correta. Para o próximo ciclo, mantemos essa lógica, porque ela mostrou ser sustentável e eficiente”, completou o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao abordar o cenário de mídia no país, o dirigente destacou que o desenho de distribuição da liga parte de uma leitura específica sobre o comportamento do público local. Para ele, o Brasil reúne perfis variados de consumo, o que exige um modelo menos engessado e mais adaptável às diferentes rotinas do torcedor. Nesse contexto, a estratégia passa por equilibrar presença em múltiplos formatos, evitando concentrar todo o conteúdo em um único canal e, ao mesmo tempo, preservando o potencial de monetização. A avaliação é de que a combinação de plataformas amplia o alcance sem comprometer posicionamento ou receita. “O mercado brasileiro é muito dinâmico e não existe apenas uma forma de consumir futebol. Há quem acompanhe pela TV tradicional, outros preferem o streaming e muitos transitam entre as duas opções. Não acreditamos que a exclusividade total seja sempre o melhor caminho. Quando você combina diferentes plataformas, consegue alcançar audiências complementares e ampliar o valor comercial da liga sem necessariamente perder relevância em nenhum canal”, explicou. Ao comentar sobre o posicionamento da liga no país, o executivo ampliou a análise para além dos números de audiência e contratos comerciais. Segundo ele, o Brasil se destaca não apenas pelo tamanho do mercado, mas pela intensidade da relação do público com o futebol, algo que influencia diretamente as estratégias de aproximação adotadas pela entidade. Robin Austermann ressaltou que há pontos de convergência entre o perfil do torcedor brasileiro e o modelo cultivado na Alemanha, especialmente no que diz respeito à centralidade do fã dentro do ecossistema do esporte. Essa identificação cultural, na avaliação do dirigente, é um dos pilares da conexão construída nos últimos anos. “O que nós vemos no Brasil é o maior interesse no futebol do mundo. Existe uma cultura muito forte de apoio aos clubes, de presença nos estádios e de engajamento constante. Isso se conecta com o que também valorizamos na Alemanha, que é o protagonismo do torcedor. Quando aproximamos essas duas culturas, criamos uma relação que vai além da simples transmissão de jogos”, declarou. A aproximação entre os mercados também envolve a presença física dos clubes. No último ano, equipes alemãs como o Bayer Leverkusen e o RB Leipzig realizaram pré-temporadas no Brasil, com amistosos e ativações locais. Para Robin Austermann, esse tipo de iniciativa reforça o vínculo institucional e comercial. “Trazer os clubes para o Brasil faz parte de uma estratégia mais ampla de conexão com o torcedor. Não se trata apenas de jogar uma partida, mas de promover encontros, ações com parceiros e experiências que aproximem as marcas do público local. Além disso, há um histórico relevante de jogadores brasileiros na Bundesliga, o que cria uma ponte natural entre os dois países e facilita esse diálogo”, afirmou o executivo. O intercâmbio também alcança o campo institucional. No início do ano, representantes da CBF e de clubes brasileiros estiveram na Europa para conhecer modelos de organização e governança da LaLiga, Premier League e Bundesliga. Robin Austermann avaliou que a troca tende a ser positiva para ambos os lados. “Nós não enxergamos outras ligas como concorrentes diretas, mas como parte de um ecossistema global do futebol. Sempre há algo a aprender e também a compartilhar, seja em gestão financeira, estrutura de liga ou relacionamento com torcedores. O Brasil e a Alemanha têm semelhanças importantes na forma como o futebol está inserido na sociedade, e isso cria um ambiente favorável para cooperação”, disse. Por fim, o executivo reforçou que o planejamento internacional da liga não está baseado em movimentos reativos ao mercado, mas em um projeto de longo prazo. Segundo ele, a prioridade tem sido consolidar uma atuação própria, com metas definidas e expansão gradual em mercados considerados estratégicos. “Estamos seguindo a nossa própria estratégia, estamos olhando para nós mesmos e não muito para os outros. O nosso foco é construir uma presença consistente, que combine direitos de mídia, produção de conteúdo local e relacionamento com parceiros. O Brasil é peça-chave dentro dessa visão internacional, e queremos continuar ampliando as conexões entre os dois mercados de forma estruturada e sustentável”, concluiu o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Fonte : https://www.mktesportivo.com/2026/03/bundesliga-dobra-base-de-fas-no-brasil-e-consolida-o-pais-como-principal-mercado-fora-da-alemanha/
  2. gustavo lins
    gustavo lins respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Mas quando passa em uma afiliada não é provável que passe nas outras?
  3. Green Jerry
    Green Jerry respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Olhando o guia da primeira página, esse episódio não está presente ainda, talvez deve ter sido exibido em um dos dias que não tiveram anotações
  4. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Valette em Exibições Internacionais
    Chaves: México - Segunda-feira, 02 de março de 2026 Horário de Brasília 17:30 - O primo do Seu Madruga (1975) 18:00 - Tocando violão (1975)
  5. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Pitron272 em Exibições Internacionais

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