Postado 14 de Abril de 2018 8 anos Autor 7 minutos atrás, Ramyen Chapatin disse: Esteve inspirado, hein... Deu até vontade de ler a história agora. Nunca li essa. Saidenberg era demais mesmo. Parabéns pelo excelente post. Se ver esse gibi no sebo, comprarei sem hesitar. Pois é, tive vontade de escrever uma análise maior sobre esta história, que tem muitos elementos que merecem comentários. Comprei-o aí, quem sabe exista outro número dele lá (isso não é raro de acontecer). Sim, sem dúvida foi/é um dos melhores roteiristas. Obrigado 8 minutos atrás, Ramyen Chapatin disse: Já sobre o Nadinhas, seu primeiro nome nos quadrinhos foi Gautério mesmo (ver Zé Carioca 1013). Acho que o primeiro nome do personagem era um trocadilho com a palavra "gaudério".
Postado 14 de Abril de 2018 8 anos NOTÍCIAS - Zé de Itu: Em Zé Carioca # 1603 (Julho de 1982), aparece um primo curioso do Zé. É o Zé de Itu. Um Papagaio grandão que vem da cidade onde tudo é grande. Zé Carioca diz não conhecê-lo, porém ele conhece o Zé. A piada final é dizer que por ser de Itu, ele teria mais cobradores (e maiores) que o Zé. Ainda na HQ " Zé x Zé de Itu", o Zé de Itu ao ver um orelhão, cita que é orelhinha perto do de Itu. Fui pesquisar e realmente existe um Orelhão gigante na praça matriz de Itu. É um ponto turístico da cidade instalado pela TELESP em 1973. Aliás em Itu, há uma loja que vende coisas em tamanho exagerado para os turistas levarem de lembrança. Mais uma coisa legal que aprendo nos gibis. Curiosamente, é desconhecido quem fez essa interessante história. Ainda na edição, mandei scans faltantes de uma história e um personagem: Na clássica HQ "Um Gaúcho De Fibra, Tchê!": - Toríbio:
Postado 14 de Abril de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS Em "Fantasia... ou não?" (Zé Carioca # 2089, de novembro de 1997), Zé Carioca sonha com Beethoven. Porém, no sonho ele demora a descobrir quem se tratava, mesmo que o compositor já havia dito "acontece que fui eu que fiz essa música". Em outra cena, o papagaio confunde raio com relâmpago. Personagens diferentes da edição: • Dona Maristela • Dr. Éceu Passado • Túlio, Júlio e Múlio - Diálogo com o leitor:
Postado 15 de Abril de 2018 8 anos @Victor235 Essa cidade é conhecia por ter tudo em tamanho grande, uma vez numa história da Mônica sobre fenômenos da natureza, fazem uma brincadeira com isso, passa uma brisa mas o cara acha que foi um vento, aí outro diz: "Normal, em Itu até a brisa é grande".
Postado 15 de Abril de 2018 8 anos Li essa do Zé com o Beethoven esses dias. Achei meio fraquinha. NOTÍCIAS Li Zé Carioca # 1605 (Agosto de 1982), o terceiro dos que comprei com o Gilciliano. Já mandaram todas as scans de histórias, porém só quero destacar algo: Na HQ "O Roubo do Cristo Redentor", o vilão cujo nome não é mencionado, que na HQ pinta o Cristo Redentor com tinta invisível, me lembra muito algum vilão de HQs ou até mesmo de desenhos. Só que não estou me lembrando quem é:
Postado 15 de Abril de 2018 8 anos Autor 4 horas atrás, Usagi chan disse: @Victor235 Essa cidade é conhecia por ter tudo em tamanho grande, uma vez numa história da Mônica sobre fenômenos da natureza, fazem uma brincadeira com isso, passa uma brisa mas o cara acha que foi um vento, aí outro diz: "Normal, em Itu até a brisa é grande". Foi o @Ramyen Chapatin que comentou sobre o Zé de Itu (lerei esse gibi em breve, tá na minha fila aqui), mas a cidade é famosa por isso mesmo. Tem até aquele Orelhão grande nela. Vivem fazendo piadas sobre isso. 2 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Já mandaram todas as scans de histórias, porém só quero destacar algo: Isso é meio raro, quase todos que entro faltam pelo menos duas ou três imagens. Editado 15 de Abril de 2018 8 anos por Victor235
Postado 16 de Abril de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS Após a ótima "Superpato, o intrépido vingador", as outras duas histórias de Almanaque do Superpato # 05, de outubro de 1987, trabalharam com um elemento que não acho necessário: a revelação da identidade do herói. Em "Superpato, o insuperável", Huguinho, Zezinho e Luisinho dizem conhecer o segredo do Tio, de que ele é o Superpato. Para piorar, Donald se veste e testa suas habilidades não no esconderijo localizado sob seu armário, e sim num quarto do porão de sua casa, que pode facilmente ser espiado pelos sobrinhos e por outros através de uma janela no chão de seu quintal. Totalmente desnecessário isto para uma história curta e mais humorística. Ela poderia transcorrer de modo diferente em seu roteiro, sem precisarem "queimar" a questão do segredo. Estas histórias francesas, no geral, me parecem bem despreocupadas com os padrões do universo Disney. Parece que os roteiristas franceses faziam o que bem entendiam, ao contrário dos de outros países, que seguem certas "máximas" padrão. Já "A volta do Superpato", bem mais cuidadosa que a história francesa, em vez de desperdiçar esses elementos do nada, encontrou uma saída: Superpato se "aposentou" e o próprio Donald contou o segredo a seus parentes, mas depois voltou atrás e os fez tomar o Car-can, o caramelo cancelador de lembranças, que apagou de suas mentes a memória sobre a identidade do Superparto. Ou seja: já que pro roteiro fazer sentido numa parte dele os parentes precisavam conhecer a identidade do herói, ao menos a história teve todo um cuidado de mencionar isso e conseguir reverter a situação em seguida. Já na história francesa, uma coisa que deve ser guardada e se tivesse que ser usada no mínimo deveria ser numa grande trama, cujo segredo seria justamente seu tema principal, foi usada apenas como parte de uma história boba que poderia ter caminhado de outra forma. Na italiana, só não sei porque Donald contou o segredo também ao Gastão, e muito menos porque seu primo usava o uniforme do herói quando descobriu isso. Editado 16 de Abril de 2018 8 anos por Victor235
Postado 16 de Abril de 2018 8 anos Em 09/04/2018 às 15:13, Usagi chan disse: @Maylene quase não a reconheci, vc tá sem avatar. Saudades! Vc não vai mais postar nada da turma da Mônica? Eu adoro os seus posts. Ainda não decidi qual avatar usar pra esse ano, então resolvi deixar sem. Pretendo arranjar mais revistas da turminha. Enquanto isso, vou preparando scans de mais três extras da mesma pra fazer postagens aqui e no outro fórum.
Postado 16 de Abril de 2018 8 anos Autor Propaganda - Manual da Maga & Min (1973) (via Zé Carioca # 1133, de julho de 1973)
Postado 16 de Abril de 2018 8 anos Se não me engano, já trouxe essa edição completa aqui. Muito boa, com a HQ em que Zé vai parar no Reino da Pindaíba, e aquela em que um ET supera a sorte do Gastão.
Postado 17 de Abril de 2018 8 anos NOTÍCIAS Li o quarto dos gibis comprados com o Gilciliano. Continuando a sequência, é o Zé Carioca # 1607 (Agosto de 1982). A HQ de capa é muito boa, e eu já a conhecia de um Zé Carioca recente. Só que agora ao ler novamente pude perceber outro detalhe. Quando os agentes da ANACOZECA creem que serão demitidos, falam em receber os bilhetes azuis. Fui pesquisar e essa era uma expressão usada antigamente. A folha de demissão vinha num papel de cor azul. Daí então, surgiu a expressão. Outras imagens, incluindo uma HQ do Mickey que ainda não tinha nenhuma imagem mundial. Na HQ "Sublime Vocação": - Onofre:
Postado 18 de Abril de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS @Usagi chan Personagens diferentes que aparecem em Zé Carioca # 2083, de agosto de 1997: • Ali Porlá • Hassan Nhadão • Murilo • Túlio • Tião Parafuseta Editado 18 de Abril de 2018 8 anos por Victor235
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