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QUADRINHOS & GIBIS

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2 minutos atrás, José Antonio disse:

Aqui as imagens também não abrem, parece ser um problema com o certificado de segurança do pictr.

E o que isso significa, o site não é seguro? :o 

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1 minuto atrás, Victor235 disse:

E o que isso significa, o site não é seguro? :o 

Significa que há algo errado com o certificado que o site usa, ele pode estar configurado incorretamente e está sendo rejeitado por alguns navegadores.

Tenta acessar usando o Firefox e vê se retorna um erro pra você.

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25 minutos atrás, Victor235 disse:

curtiu o post com a reação do "espanto"?

Ah, porque foi uma postagem diferente. :P

26 minutos atrás, Victor235 disse:

Nunca li esta. Como é uma "gang-banda"?

São Rockeiros que formam uma banda, mas também são tipo uma gangue de maloqueiros. Não sei se o termo existe de verdade, pelo menos é assim que citam.

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14 minutos atrás, José Antonio disse:

Significa que há algo errado com o certificado que o site usa, ele pode estar configurado incorretamente e está sendo rejeitado por alguns navegadores.

Tenta acessar usando o Firefox e vê se retorna um erro pra você.

Por aqui abriu normalmente.

Porém, lembro que há alguns dias atrás as imagens não abriram aqui durante um tempo. Depois, voltou.

7 minutos atrás, Ramyen Chapatin disse:

Ah, porque foi uma postagem diferente. :P

Ah sim, tentarei fazer todo domingo (uma vez por semana) um post de gibi sem ser do Zé Carioca.

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Indexei o número # 909, do Mickey (Maio de 2018). O gibi trouxe a história "Mickey no Espelho", onde um sósia do Mickey aparece na cidade e começa a resolver os casos policiais de forma brilhante, antes mesmo que o Mickey resolva. Ele se torna o novo "queridinho" da polícia, o que deixa o Mickey com cíumes. Muito boa a HQ, recomendo a leitura:

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Já que a história se passa em meio as Festas Juninas, poderiam ter deixado para o mês que vem. E olha que bonézinho de maricas :P :

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Na seção de cartas, anunciam novos volumes para a Coleção "Anos de Ouro do Mickey", com "As Aventuras de Esquálidus", pena que isso talvez nunca saia. :(

 

Editado por Ramyen Chapatin

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Personagens diferentes e histórias que estavam sem imagem no Inducks de Zé Carioca # 2022, de abril de 1995:

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@Usagi chan

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• Duquesa
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• Júlio
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• Gauchinho Voador, nos traços de Gustavo Machado
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• Burrinho Voador, nos traços de Gustavo Machado
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• Minuano
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• Novelo
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• Jaimes the chauffeur
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- Pagaram só uma moeda por tantos itens e ainda acabaram levando a tela também (ainda que naquela época o preço das coisas fosse menor, acho que só a caixa de lápis já custava mais do que o máximo valor de uma moeda):

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Editado por Victor235

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Pois é. Embora na época isso custasse menos (o gibi mesmo custa R$1,40), uma caixa de lápis de cor não custaria tão pouco.

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Confira o que saiu em Zé Carioca # 659, de Junho de 1964. Embora nos números anteriores, os Zés Fraudes estavam com tudo, nesse o Zé não dá as caras em nenhum momento, nem em tiras:

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Em "A Ilha do Tesouro", Tio Patinhas fala em dançar o "Twist", uma dança típica dos anos 60.

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O Patrono do Bisavô de Pluto foi José Bonifácio: :lol:

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  • Este é um post popular.

Poxa, essa tirinha do Donald é um tanto triste se pararmos para pensar.

Gostei da capa dessa revista.

Eu "conheço" essa dança, a primeira vez que ouvi falar foi numa crônica, em que o escritor falava de uma senhora que não sabia nada de tecnologia e coisas assim, e confundiu Twitter com Twist. 

 

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Pois é, Usagi. Realmente é uma capa legal, diferente do que estamos acostumados.

A tirinha é mais para brincar mesmo, já que com certeza, seus sobrinhos e a Margarida festejariam com ele.

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Em "Alergia, alergia" (Zé Carioca # 1339, de julho de 1977), para livrar Patinhas de uma possível alergia a dinheiro, seus sobrinhos guardam num cofre o dinheiro que estava mais próximo a ele. Segundo Patinhas, apenas "o caixa" conhecia a combinação do cofre que foi usado. Ele estava aberto, Donald e Peninha colocaram o dinheiro lá dentro e depois o fecharam. Aí vem uma dúvida besta minha: para se fechar um cofre, é necessário colocar senha também?

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Já em "Mas... que descarado!", o Azarado-1313 leva sua tradicional bengalada ao falar uma "palavra proibida" (geralmente "polícia", "tira", "delegado", "prisão", etc). Mas o que a palavra "legal" tinha de mais neste contexto?

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História até então sem imagem nacional no Inducks:

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@Usagi chan

 

7 horas atrás, Ramyen Chapatin disse:

Pois é. Embora na época isso custasse menos (o gibi mesmo custa R$1,40), uma caixa de lápis de cor não custaria tão pouco.

Segundo o @Fabão, a inflação do período foi 356,8%, de modo que 1 real de abril de 95 equivale a R$ 4,57 de hoje, sendo então possível a compra de uma caixa de lápis de cor.

Editado por Victor235

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Comprei esse gibi com o Gilciliano. Sem olhar no Inducks, parece que nesse número saiu a gozadíssima "Zé da Tuba". 

40 minutos atrás, Victor235 disse:

Já em "Mas... que descarado!", o Azarado-1313 leva sua tradicional bengalada ao falar uma "palavra proibida" (geralmente "polícia", "tira", "delegado", "prisão", etc). Mas o que a palavra "legal" tinha de mais neste contexto?

Sempre pensei que é por causa que os Metralhas só gostam de coisas "ilegais".

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1 minuto atrás, Ramyen Chapatin disse:

Comprei esse gibi com o Gilciliano. Sem olhar no Inducks, parece que nesse número saiu a gozadíssima "Zé da Tuba". 

Exatamente. Só não destaquei isso porque já tinha falado desta história em outro post.

1 minuto atrás, Ramyen Chapatin disse:

Sempre pensei que é por causa que os Metralhas só gostam de coisas "ilegais".

Também cheguei a pensar nisso, mas no caso era um "legal" de "da hora".

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Pois é, mas já vi várias HQs em que a palavra "Legal" é proibida.

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Personagens diferentes que aparecem nas histórias de Zé Carioca # 2017, lançado em fevereiro de 1995:

• Primo Rogério
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• Raul from B 940090
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• Seu Caetano
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• Rosângela Prantos
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• Heitor from B 940082
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• Acácio
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• David Copéfrio
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• Zé das Conchas
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Atividades

  1. trapezista tchecoslovaco
    trapezista tchecoslovaco respondeu ao tópico de Eu acho... em Fórum Único Chespirito
    Na verdade gente, verificando o relato do Leandro Morena aparentemente já encontramos todas as dublagens possíveis. Digo isso porque "uma epidemia de pintores parte 2" também saiu do ar em 1986, voltando redublado em 1992, seguIsso explica, por exemplo, o SBT estreiar e exibir normalmente Pintores Amadores (1973) entre 1988 e 1992. Todas as dublagens perdidas que faltam ou são inéditas no SBT, ou foram exibidas somente entre 1984-1986. Alguém ter um VHS nessa época já era difícil, mais difícil ainda esse alguém ser fã de CH ao ponto de manter tais gravações por tantos anos. Todas a gravações que temos são de 1988 pra frente porque são de um período em que CH decolou em fama e VHS já não era mais luxo no Brasil (apesar de ainda ser caro). Estamos já no limite. Pra mim, o nível de dificuldade de encontrar gravações entre 1984-1986 no Brasil é o mesmo do SBT exibir tais dublagens novamente na TV. Só um milagre. PS: Pelo relato do Leandro, o episódio da cruz vermelha (1979) só foi exibido uma única vez em 1984, retornando só em 1992, já redublado. Esse é praticamente impossível de encontrar uma gravação.
  2. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Venda da Esquina
    Twenty One Pilots e Zara Larsson foram confirmados como atrações do dia 13 de setembro do Rock in Rio 2026, último dia da edição. A dupla americana faz sua estreia no Rock in Rio como o show de encerramento do ano no Palco Mundo. Já a cantora sueca retorna ao festival, no qual se apresentou em 2024, no Palco Sunset. Fonte : https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2026/05/12/rock-in-rio-2026-anuncia-twenty-one-pilots-e-zara-larsson.ghtml
  3. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Venda da Esquina
    A partir do dia 30 de maio de 2026, os ônibus municipais do Rio de Janeiro não vão aceitar mais pagamento em dinheiro. Com a mudança, o acesso aos modais será feito exclusivamente pelo Jaé ou pelo Riocard, neste último caso apenas para usuários do Bilhete Único Intermunicipal (BUI). Também nesta data, a integração do Bilhete Único Carioca será feita exclusivamente pelo cartão Jaé preto. O cartão avulso do Jaé (verde) deixará de ser aceito nas integrações tarifárias do Bilhete Único Carioca (BUC) e do Bilhete Único Margaridas (BUM). A decisão da Prefeitura do Rio de Janeiro de extinguir o pagamento em dinheiro nos ônibus municipais tem gerado debates sobre os impactos para milhões de passageiros que utilizam diariamente o transporte público. A mudança, de acordo com a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), faz parte do processo de modernização do sistema de transporte público municipal. Em entrevista para O DIA, o professor Victor Hugo Abreu, especialista em planejamento de transporte urbano e docente da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), alerta que a medida pode trazer desafios, sobretudo para pessoas em situação de vulnerabilidade social, idosos, turistas e passageiros com pouco acesso a meios digitais ou a cartões eletrônicos. Para ele, embora a modernização do sistema de bilhetagem represente um avanço operacional, porém é fundamental garantir alternativas acessíveis para que nenhum usuário seja impedido de utilizar o transporte público. "Parte da população ainda utiliza o dinheiro físico como principal meio de pagamento no cotidiano, especialmente trabalhadores informais, desempregados e pessoas que não possuem conta bancária ou smartphone", observa o especialista. O professor da UFRJ analisa que há risco de dificultar o acesso ao transporte para esse público, especialmente durante o período de transição. "Idosos podem enfrentar dificuldades de adaptação tecnológica, turistas podem não conhecer previamente o funcionamento do sistema Jaé, e usuários de baixa renda podem encontrar obstáculos relacionados à aquisição e recarga dos cartões. Em cidades com elevado fluxo turístico, como o Rio de Janeiro, a eliminação completa do pagamento em espécie exige uma rede ampla e eficiente de pontos de atendimento e recarga para evitar exclusão temporária de passageiros", explica. Para que a medida seja compatível com o direito à mobilidade urbana, o professor da Escola Politécnica da UFRJ avalia que é necessário implementar mecanismos efetivos de inclusão e acessibilidade. "O transporte público é um serviço essencial e não pode criar barreiras desproporcionais de acesso. Portanto, a substituição do dinheiro físico precisa ser acompanhada por políticas públicas que garantam ampla distribuição de cartões, facilidade de recarga, atendimento presencial, canais acessíveis de suporte e alternativas para usuários sem acesso digital. Caso contrário, existe o risco de ampliar desigualdades no acesso ao transporte coletivo", alerta. O engenheiro civil do setor de Transporte da Universidade Federal Fluminense (UFF), Levi Salvi, também aponta que alguns idosos ainda têm dificuldades em lidar com tecnologia e pessoas de baixa renda não têm acesso a rede bancária de cartões eletrônicos de pagamento. Levi Salvi entende que a medida pode ser polêmica em alguns aspectos, pois o acesso ao transporte público é um direito de todos, e o pagamento com dinheiro em espécie no Brasil é garantido por lei. Por outro lado, ele esclarece que existe a possiblidade de uso do dinheiro em espécie para recarga do bilhete eletrônico, que seria um argumento para cumprir este direito. Fonte : https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2026/05/7250458-o-que-dizem-os-especialistas-sobre-fim-da-circulacao-de-dinheiro-nos-onibus-no-rio.html
  4. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    Juventus campeão da Série A2 2026 do Campeonato Paulista.🏆
  5. Andy
    Bom, quem sabe, né😅

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