Postado 29 de Dezembro de 2018 7 anos Autor @Tio Trambique, você de fato não entende as tiras ou está brincando ao marcar todas elas com "Confuso"?
Postado 29 de Dezembro de 2018 7 anos @Victor235 Eu não entendo. Só essa última que eu entendi porque se eu não entendesse estaria errado em chegar ao ponto de estar enganado, pois imagina só que horror seria se eu estivesse confuso.
Postado 29 de Dezembro de 2018 7 anos Autor O Anjinho encontrou-se com o coisa-ruim só pra aproveitar o "calor" e se esquentar.
Postado 29 de Dezembro de 2018 7 anos Autor NOTÍCIAS Um mês antes de meu nascimento, chegava às bancas Almanaque do Mickey (1s) # 07. Na história "Mundo cão", é utilizada a expressão "parada de mão" como equivalente à "plantar bananeira". Em "Mui amigos" e "Iscas pra tubarões" foi nítida a adaptação que a Editora Abril fez na última páginas das histórias. Quando elas foram publicadas pela primeira vez, tais páginas foram "encolhidas" para a inclusão do Expediente no rodapé. No almanaque, foi feito o caminho inverso, tendo sido esticado o último quadro das histórias. Em "Nas garras da gripe", Fuinha (aqui chamado de Escovinha) disfarça-se de enfermeira: Confira quais histórias saíram neste almanaque, a partir de imagens scaneadas por Néia e João: @Usagi White -----
Postado 29 de Dezembro de 2018 7 anos Tinha respondido à citação que o @Victor235 fez no outro fórun, mas vou postando a imagem aqui também, falando das instruções do 3D Virtual. Retirei de um gibi do Cascão que havia postado nos tempos do Photobucket. Essas historinhas/capas nesse estilo estão presentes nos gibis da turminha de 1994, 1995.
Postado 29 de Dezembro de 2018 7 anos @E.R Legal! Eu tenho um almanque com essa tirinha, é bom ter ampliado a imagem e descobrir o ano em que foi publicada.
Postado 29 de Dezembro de 2018 7 anos Autor 11 horas atrás, Maylene disse: Tinha respondido à citação que o @Victor235 fez no outro fórun, mas vou postando a imagem aqui também, falando das instruções do 3D Virtual. Retirei de um gibi do Cascão que havia postado nos tempos do Photobucket. Essas historinhas/capas nesse estilo estão presentes nos gibis da turminha de 1994, 1995. Instruções bizarras. "Escorregue os olhos", "fique meio vesguinho"... Luan Santana deve ter conseguido Ainda não entendi, quem sabe num gibi "físico" (sem ser scan de computador) dê certo.
Postado 30 de Dezembro de 2018 7 anos Autor Em maio, encontrei em uma banca de outra cidade o retorno de um número de Almanaque do Mickey (2s). Trata-se do #12, lançado em fevereiro de 2013. Na história "Em busca da cidade soterrada", de Carl Fallberg e Jack Bradbury, vemos um trocadilho feito por Pateta e a palavra "bortuguês" escrita numa tenda: Em "Na terra dos esquimós", de 1954, Bafo é preso após tentar roubar presas de marfim conseguidas por esquimós. Se a história fosse criada em dia, os próprios caçadores das presas também poderiam ser punidos.
Postado 30 de Dezembro de 2018 7 anos Autor Já conhecia o Gilciliano de longa data, devido ao seu site e às suas tradicionais cartas enviadas a gibis antigos. Admiro a organização do mesmo em relação aos quadrinhos. Porém, nunca havia comprado da ECRGO. Neste fim de ano, encontrei no site mais de 30 "Zé Carioca" que eu não tinha. Grande acervo, atendimento e os gibis vieram ordenados. Fica a recomendação
Postado 31 de Dezembro de 2018 7 anos Autor Li outro volume da segunda série do Almanaque do Mickey. Desta vez foi o #31, lançado em abril de 2016. Em "O iate... (glup!)", Pateta ganha um iate em uma promoção de um supermercado. O prêmio, porém, não passa de uma dor-de-cabeça para ele. Trata-se de uma velha embarcação cheia de dívidas a serem pagas. Só pela ancoragem do barco Pateta já começou devendo 60 mil patacas. Mesmo assim, Pateta insiste em tentar fazer o iate andar. Nisso, ele acaba batendo em outro barco, cujo dono cobra 15 mil pelos gastos com o conserto do mesmo. Mickey então atualiza o saldo: "Lá se foram 85 mil!". 60.000 + 15.000, porém, resultam numa dívida de 75.000 patacas (e não 85.000) para o Pateta. Por falar em dinheiro, a tradução da história "Mickey e o Telepateta" faz um trocadilho com o antigo Banco Real. O banco citado na história tem o nome Banco Irreal.
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