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Netflix , Amazon Prime Video, HBO Max e Paramount +

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https://exame.com/tecnologia/a-netflix-com-o-pe-no-chao-resultado-deve-ter-desaceleracao-de-assinantes/

Na Netflix, chegou a hora de por o pé no chão. A empres, que se beneficiou do momento de isolamento social e das pessoas terem que ficar em casa, trouxe 10 milhões de assinantes em todo o mundo há um ano, mas as expectativas são de números mais mundanos nos resultados do segundo trimestre de 2021.

É esperado que a empresa tenha 1 milhão de novos assinantes, abaixo do que teve nos primeiros três meses de 2021.

O faturamento da Netflix deve subir, porém, com alta de 19% ante o mesmo período do ano passado, em torno de 7,3 bilhões de dólares.

A Netflix está estabelecida no segmento de streaming e tem uma plataforma sólida e que os usuários confiam e consideram simples e eficiente, mas não está mais sozinha nesse mercado. Nos últimos anos, a profusão de concorrentes como Disney+ e, mais recentemente HBO+, levou usuários para outros serviços, com muitos deles decidindo quais serviços assinar.

A chegada da concorrência também pulverizou o catálogo, com estúdios revendo acordos de cessão dos direitos de transmissão de séries e filmes.

Analistas de Wall Street estão otimistas com a Netflix até o final deste ano, porque a empresa deve dar continuidade a séries de sucesso, além de lançar títulos esperados, como The Witcher.

Mas manter-se afiado e atento às demandas dos espectadores é essencial para o longo prazo. A Disney+ alcançou 100 milhões de assinantes 16 meses após o lançamento — uma marca que a Netflix, que pavimentou esse mercado, levou anos para ter. O caminho até aqui foi de sucesso, mas continuar com ele demandará qualidade técnica e de produção.
 

 

  • 3 semanas depois...
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https://canaltech.com.br/entretenimento/netflix-quer-o-proximo-filme-de-christopher-nolan-e-fara-qualquer-coisa-por-isso-191207/

A Netflix tem interesse no próximo filme do diretor Christopher Nolan.

Em uma recente entrevista à Variety, o produtor e diretor de filmes originais da Netflix, Scott Stuber, falou que a indústria cinematográfica está sofrendo uma revolução e comentou sobre lançar o próximo filme do diretor.

O produtor disse que “quando [Nolan] vier com seu novo filme”, a Netflix estaria interessada em saber se pode “ser um lar” para a obra, além de indiretamente questionar o diretor sobre o que eles precisam “fazer para que isso aconteça”.

 

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Tô esperando o HBO Max aparecer com uma promoção melhor e mais agradável, tipo o Telecine que oferece vários meses grátis. Só assim para eu conseguir assistir Thundercats e SilverHawnks completos...quando eu baixava,eu achei os desenhos porém estavam faltando muitos episódios.

 

  • 1 mês depois...
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https://www.uol.com.br/splash/noticias/ooops/2021/10/05/ibope-2021-tv-aberta-segue-ladeira-abaixo-e-streaming-brilha.htm

Embora ainda seja bastante relevante no país, dado que é a única forma de entretenimento domiciliar para boa parte dos brasileiros (que estão ou na linha da miséria ou pouco acima dela), as TVs abertas continuam a ver seu público murchar a cada dia que passa.

É o que mostram dados exclusivos de um estudo obtido por esta coluna com a comparação de público das TVs abertas, paga e do streaming entre janeiro e setembro deste ano e de 2020.

Os números foram medidos pela Kantar Ibope, mas o estudo é de terceiros.

Tanto em pontos de ibope como em "share" (a participação de cada TV ou mídia no universo de aparelhos ligados ("share"), nas 24 horas do dia, os números mostram que Globo, SBT, Band e RedeTV e TV paga perderam ainda mais público.

A Record foi a única que não caiu, mas cresceu pouco.

Na média de ibope do país (15 maiores regiões metropolitanas), cada vez menos TVs estão sintonizando tanto TVs abertas como pagas.

As porcentagens vão de -2% para a Globo (repetindo, janeiro-setembro de 2021 comparado com 2020), até -22% para a RedeTV.

O SBT perdeu 13% de seu "share" em um ano. A Band, 11%. Os canais pagos, 16%.

Em pontos a perda nos nove primeiros anos de 2021 são respectivamente : RedeTV (-25%), canais pagos (-19%), SBT (-16%), Band (-14%) e Globo (-6%). Aqui a Record teve um ligeiro ganho de 4%.

Porém, a Globo segue numa posição de absoluta folga em relação à concorrência: um terço das TVs brasileiras segue sintonizando o canal da família Marinho 24 horas por dia. Isso mesmo : são quase 33% de "share" nas 24 horas do dia.

Na faixa mais valiosa das TVs para a publicidade, o tal horário nobre, não foi diferente.

Quase todo mundo perdeu TVs ligadas, com exceção da Record (que cresceu 11%) e dos serviços de streaming, que cresceram incríveis 33%.

Entre 18h e meia-noite, a Globo perdeu 4% de "share"; o SBT perdeu 12%; a Band viu sumir 15%; a RedeTV, 21%; os canais pagos caíram 14%.

Importante notar que, entre 2021 e 2020, o total de TVs ligadas no país nas 24 horas também oscilou para baixo : de 38% para 37%.

Enquanto isso, os serviços de streaming (inclusive Globoplay) continuam com fôlego. Na comparação 2021 com 2020, o "share" desses serviços cresceu nada menos que 34%.

Em pontos, os streamings subiram 29% (+1,4 ponto ponto de ibope) no país : passaram de 4,7 pontos no ano passado para 6,1 pontos neste, em média.

 

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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/mercado/gafe-do-cade-abre-caixa-preta-da-netflix-e-revela-numero-de-clientes-no-brasil-67188

Uma gafe do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) revelou a base de assinantes da Netflix no Brasil, número até então tratado como uma "caixa preta" pela plataforma de streaming.

Segundo um documento que deveria ficar privado, mas foi colocado em modo público em um processo, a Netflix tem uma base de 19 milhões de clientes no país.

A falha aconteceu durante a manifestação da associação Neo TV, que representa pequenas operadoras de TV paga do Brasil que detêm juntas 2,5% do mercado. A Neo entregou ao Cade um texto em que criticava a fusão entre Warner e Discovery. Nele, citava que o argumento de que a Netflix seria uma concorrente da TV paga não é válido no Brasil ainda.

"É verdade que as plataformas de streaming conquistaram muitos clientes nos últimos anos, mas também é nítido que parcela relevante dos consumidores considera os serviços OTT como complementares à TV por assinatura -- a Netflix, por exemplo, já foi capaz de conquistar 19 milhões de assinantes no Brasil sozinha", informava o documento.

 

  • 6 meses depois...
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Com os altos valores de seus planos de assinatura, a Netflix agora estuda alternativas e opções mais baratas. A ideia é disponibilizar novos pacotes em valores mais acessíveis, com anúncios, conforme antecipado pelo co-CEO Reed Hastings em reunião para acionistas.

“Quem me conhece, sabe que tenho sido contra a complexidade de propagandas e um grande fã da simplicidade da assinatura. Mas, ainda assim, sou um fã ainda maior da escolha dos consumidores. E permitir aos consumidores que gostariam de ter preços menores e são tolerantes a anúncios obterem o que querem, isso faz sentido. Pensem nisso como nós estando bem abertos a oferecer preços ainda menores com propagandas como opção para o consumidor. Não acho que tenhamos muitas dúvidas de que o formato funciona. Tenho certeza de que vamos só entrar e descobrir como fazer, em vez de testar e aí talvez fazer, ou não”.

No Brasil, a Netflix disponibiliza três planos : Básico (R$ 25,90), Padrão (R$ 39,90) e Premium (R$ 55,90).

Fonte : https://cinemacomrapadura.com.br/noticias/611241/apos-perda-de-assinantes-netflix-estuda-planos-mais-baratos-com-anuncios/

 

  • 3 semanas depois...
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Netflix disse recentemente aos funcionários que uma nova categoria de assinatura, com anúncios, de preço mais baixo da empresa pode chegar até o final do ano de 2022, de acordo com um relatório do New York Times na última terça-feira.

Fonte : https://www.cnnbrasil.com.br/business/assinatura-da-netflix-com-anuncios-pode-chegar-ate-o-final-do-ano-diz-relatorio/

 

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O ESTADO DE S.PAULO

Depois de perder usuários pela primeira vez em mais de uma década, a Netflix confirmou ontem a demissão de 150 funcionários.

Segundo o serviço de streaming, a maioria dos cortes foi nos Estados Unidos. 

O mais recente relatório financeiro da empresa revelou uma queda de 200 mil assinantes na plataforma, número que reflete a suspensão do serviço de streaming na Rússia, por conta da invasão à Ucrânia, e a competição de mercado com outros serviços, como Disney+, por exemplo.

Desde então, a Netflix afirmou que seria necessário ajustar um corte de gastos.

“Nosso crescimento de receita mais lento significa que também estamos tendo de diminuir o crescimento de custos como empresa”, disse um porta-voz da Netflix, em comunicado.

“Essas mudanças são impulsionadas principalmente pelas necessidades de negócios e não pelo desempenho individual, o que as torna especialmente difíceis”, afirmou.

Várias áreas teriam sido atingidas, como a divisão de criação de séries e filmes.

De acordo com as informações, as demissões envolveram desde assistentes até diretores importantes dentro da empresa.

 

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Serviços de vídeo / streaming mais acessados no Brasil, no primeiro trimestre de 2022 :

1. YouTube
2. Netflix
3. Globoplay
4. Amazon Prime Vídeo
5. Twitch
6. Disney+
7. HBO Max

 

  • 3 semanas depois...
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A Netflix perdeu 200.000 assinantes no último trimestre e está atualmente na casa dos 221 milhões de assinantes.

O Hollywood Reporter conversou com várias fontes, desde executivos a produtores e agentes com vínculos com a empresa, para pintar um cenário da gigante do streaming que está tentando se recuperar.

A empresa, em resposta aos seus acionistas em Wall Street, tomou medidas de corte de custos, como a demissão de mais de 150 funcionários, ou 2% de sua força de trabalho. 

A Netflix quer se concentrar em fazer filmes melhores e ter um ritmo menor de lançamento.

O co-chefe da Netflix, Ted Sarandos, falou sobre alguns filmes lançados nos últimos anos pela empresa : “Estamos lançando alguns dos filmes mais populares e assistidos do mundo. Nos últimos meses, lançamos filmes como Don’t Look Up e Red Notice.” 

“Os filmes pequenos não vão desaparecer”, disse uma fonte.

Ted Sarandos apontou “filmes de grandes eventos” como "Entre Facas e Segredos 2" como uma forma de impulsionar o crescimento da Netflix. 

"Gray Man", estrelado por Ryan Gosling e Chris Evans, filme orçado em mais de US$ 200 milhões, dirigido pelos irmãos Anthony Russo e Joe Russo, chegará à cinemas selecionados nos Estados Unidos no dia 15 de julho antes de estrear na Netflix em 22 de julho de 2022. 

A frequência de lançamentos de filmes vai dimunir e a empresa quer privilegiar a qualidade, ao invés da quantidade, embora ainda tenha meta de ter um filme novo por semana no serviço de streaming.

Projetos caros como o filme "O Irlandês", do diretor Martin Scorsese, ainda podem continuar acontecendo, mas a empresa será cada vez mais seletiva para garantir que esse tipo de projeto dê retorno financeiro e garanta mais assinantes.

A nova era da Netflix parece ser marcada por uma palavra : disciplina.

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Fonte : https://www.hollywoodreporter.com/business/business-news/netflix-movies-knives-out-gray-man-red-notice-1235156868/

 

  • 3 semanas depois...
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O filme "Spencer" estreia no catálogo da Amazon Prime Video no dia 1 de julho de 2022.

 

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Em resposta à perda de mais de 200 mil assinantes no último trimestre, a Netflix confirmou que passará a exibir anúncios na plataforma ainda em 2022.

A informação foi anunciada por Ted Sarandos, CEO da Netflix, durante sua participação no Festival de Cannes, na França.

“Deixamos um grande segmento de clientes fora da mesa, que são as pessoas que dizem: ‘Ei, a Netflix é muito cara para mim e não me importo em ver anúncios'”, disse, que completou : "não estamos adicionando uma camada de anúncios à Netflix como você a conhece hoje".

Ao que tudo indica, a plataforma passará a oferecer opções de planos mais baratos, buscando reverter a queda de assinantes. 

Fonte : https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,netflix-deve-ganhar-anuncios-publicitarios-ainda-em-2022,70004101400

 

  • 4 semanas depois...
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Mais barato, o novo plano de assinatura da Netflix com anúncios publicitários deve ser lançado no início de 2023.

No entanto, o novo modelo não dará acesso a todas as produções do atual catálogo da Netflix. De acordo comTed Sarandos, co-CEO da Netflix, a redução do catálogo nos planos com anúncios deve acontecer por conta dos contratos com os estúdios detentores dos direitos das produções, que não previam a exibição de anúncios publicitários junto aos conteúdos. 

Segundo a revista Variety, Sarandos disse: “Hoje, a grande maioria dos conteúdos que as pessoas assistem na Netflix pode ser incluída no plano com anúncios. Há alguns títulos que não, e estamos conversando com os estúdios”.

Nesta semana, a Netflix revelou que perdeu 1 milhão de assinantes entre abril e junho , chegando a uma perda total de 1,2 milhão de assinantes em 2022.  

Fonte : https://link.estadao.com.br/noticias/cultura-digital,netflix-assinatura-com-propagandas-devera-ter-catalogo-reduzido,70004118942

 

  • 2 semanas depois...
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https://www.chippu.com.br/noticias/por-que-warner-bros-discovery-cancelou-batgirl-hbo-max-david-zaslav-removendo-filmes-demissoes-discovery-plus

Quando a chocante notícia do cancelamento súbito do filme "Batgirl" saiu, muitas foram as razões elencadas para justificar a decisão.

Tabloides disseram que as notas de uma exibição de teste foram horrorosas (aparentemente falso), outros relatos sugerem o desejo da Warner Bros. Discovery de amenizar sua dívida (provável), mas há algo acima disso tudo.

David Zaslav parece não gostar do HBO Max.

O HBO Max era o projeto do coração de Jason Kilar, CEO da antiga WarnerMedia que foi removido depois da fusão da empresa com a Discovery para formar o novo aglomerado de mídia comandado por David Zaslav.

Jason Kilar foi responsável pelo polêmico "Projeto Pipoca", através do qual todos os filmes da Warner Bros. lançados em 2021 nos EUA tiveram estreia simultânea no cinema e streaming. Ele também aprovou a produção do Snyder Cut de Liga da Justiça e direcionou as forças da empresa para o serviço decolar. O resultado foi palpável. O crescimento do HBO Max superou as expectativas e a plataforma, hoje, é vista como uma das melhores do mercado.

Mas David Zaslav não parece enxergar a plataforma assim. Ele parte de uma perspectiva mais conservadora. Grandes filmes. Grandes nomes. Grandes lançamentos. Sua vontade para a DC Comics inclui blockbusters, Todd Phillips e bilheterias bilionárias, e Batgirl certamente foi vítima dessa nova visão menos arriscada. Contudo, outros movimentos do CEO sugerem que o cancelamento não foi algo fora da curva, e sim o sintoma de uma condição maior.

Além de cancelar Batgirl, a WB Discovery também desistiu de uma continuação da animação Scoob e o remake de House Party produzido por LeBron James (este está pronto e teria sido lançado no dia 28 de julho, mas não foi), ambos destinados ao HBO Max.

Filmes originais do serviço, como Convenção das Bruxas e Charm City Kings, foram removidos da plataforma, ajudando o estúdio a economizar mais uns trocados.

Isso foi apenas o começo, mais filmes e séries serão removidos e 70% dos empregados do HBO Max devem ser demitidos por conta da fusão com o Discovery+.

Tudo isso aponta para uma direção clara. David Zaslav e sua equipe não pretendem tratar o HBO Max da mesma forma que seus antecessores. Na verdade, o serviço não parece ser uma de suas prioridades.

A Warner Bros. Discovery deve realizar sua reunião com acionistas às 17h30 e revelar seus novos planos de negócio. Um deles é a fusão do HBO Max com o Discovery+. Ainda não sabemos qual serviço será incluído no outro, ou se haverá mudança no preço da assinatura como consequência dessa decisão, mas ainda existirá um serviço de streaming no qual filmes da DC e séries da HBO serão lançados. O nome pode mudar, mas isso não.

Este serviço, porém, dificilmente receberá o tipo de investimento visto no HBO Max nos últimos dois anos, e muito menos algo como a Disney ou Netflix têm feito para construir suas plataformas.

Não seria surpresa ver o app se tornando basicamente a versão digital dos canais HBO (este continuará fazendo suas séries e até assumirá a produção de alguns originais do HBO Max) e Discovery, com a adição do lançamento dos longas-metragens da Warner Bros. Pictures depois de sua janela de 45 dias no cinema (isso se essa janela não mudar, claro).

Lançamentos simultâneos ? Originais ? Blockbsuters diretamente para streaming ? Tudo isso deve diminuir ou até cessar. Mas por que ?

Hollywood gosta de tirar conclusões imediatas. Este ano, dois acontecimentos abalaram o estado da indústria e estão mudando o curso das coisas. O sucesso de Top Gun : Maverick é o primeiro.

A Paramount (com muita influência de Tom Cruise, claro) decidiu não lançar o blockbuster no streaming durante a pandemia e adiou sua estreia, originalmente marcada para 2020, dois anos. O resultado foi aprovação quase unânime e inacreditáveis US$ 1.3 bilhão na bilheteria.

Combinados, Batman e o terceiro Animais Fantásticos fizeram US$ 1.1 bilhão. Números como este fortalecem o argumento de que, apesar do sucesso dos serviço de streaming, filmes — especialmente os maiores — ainda fazem mais sucesso se forem para os cinemas.

Paralelamente, as ações da Netflix despencaram por conta dos dois trimestres seguidos nos quais a empresa perdeu assinantes. A crise levou a produtora de Stranger Things e Round 6 a intensificar seus esforços para monetizar o compartilhamento de senhas, a explorar planos mais baratos e com propagandas e até lançar seus maiores filmes primeiro nos cinemas, algo testado em julho com Agente Oculto. O crescimento, pela primeira vez em muito tempo, não parece algo ilimitado. Wall Street não vai mais se impressionar tanto com números de assinantes. Há um teto.

Precipitadas ou não, tais deduções são visíveis no planejamento de David Zaslav e de sua equipe. Conhecido por sua ênfase em dados e números e visão mais engessada do cenário de cinema e televisão, o executivo priorizará decisões econômicas, não criativas (todos fazem isso, mas ele ainda mais) e se isso significar jogar fora um filme praticamente finalizado, como Batgirl ? Então que seja.

Se a morte de Batgirl é um prelúdio para o fechamento do HBO Max ou não, descobriremos na quinta-feira. O serviço como um todo não vai acabar, afinal há milhões de assinantes ali, mas mesmo que seu nome permaneça o mesmo, a plataforma, como é hoje, provavelmente não existirá em 2023. 

 

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