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Netflix , Amazon Prime Video, HBO Max e Paramount +

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Um dos maiores conglomerados de conteúdo do mundo, a Paramount está em processo de diminuir seus investimentos na América Latina como um todo.

O objetivo é focar mercados onde a Paramount tem lucro.

O novo direcionamento vem sendo adotado desde que a Skydance comprou a Paramount no ano passado por US$ 8 bilhões (R$ 43,9 bilhões na cotação atual).

Um reflexo disso já pode ser sentido no campo dos direitos de transmissão de futebol. A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) e a agência FC Diez Media foram avisadas informalmente de que a Paramount não entrará nas negociações pelos direitos de transmissão da Libertadores e da Copa Sul-Americana para o ciclo ente 2027 e 2030.

O atual contrato para exibição de jogos no Paramount+ acaba ao fim de 2026.

No Brasil, a operação até se pagou, mas houve forte prejuízo em outros países. Isso fazia com que o montante gasto com as competições não compensasse para a empresa.

Fonte : https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/outro-canal/2025/06/paramount-nao-renovara-libertadores-e-tenta-vender-tvs-abertas-para-deixar-a-america-latina.shtml

 

  • 2 months later...
  • 3 months later...

A Netflix anunciou na manhã desta sexta-feira acordo de compra dos estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões (382 bilhões de reais).

Fonte : https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2025/12/05/warner-bros-discovery-negocia-venda-exclusiva-para-netflix-apos-empresa-fazer-maior-proposta-diz-agencia.ghtml

12 minutos atrás, E.R disse:

A Netflix anunciou na manhã desta sexta-feira acordo de compra dos estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões (382 bilhões de reais).

Fonte : https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2025/12/05/warner-bros-discovery-negocia-venda-exclusiva-para-netflix-apos-empresa-fazer-maior-proposta-diz-agencia.ghtml

  • 2 weeks later...

O chamado projeto de lei do Streaming, defendido por alguns artistas, quer fazer a cobrança de um imposto sobre as plataformas de streaming e big techs.

Enquanto parte da direita se opõe à medida, alegando que ela encarecerá as assinaturas para os consumidores, grande parcela da classe artística defende a cobrança como forma de fortalecer a produção nacional.

Lula (PT), pressionado pela classe artística, tenta evitar novos desgastes diplomáticos com os Estados Unidos. O país é a sede de gigantes do setor, como Netflix, HBO Max, Disney+ e Amazon Prime Video, que terão seus interesses comerciais diretamente afetados pela proposta.

Na última versão do parecer do senador Eduardo Gomes, a alíquota da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) foi fixada em 3 % sobre a receita bruta das plataformas de streaming.

Para as big techs, como YouTube e Meta, a alíquota seria de 0,8 %.

Porém, o Conselho Superior de Cinema defendeu a adoção de uma alíquota mínima de 12%, abrangendo todas as receitas do serviço, incluindo publicidade, assinatura e vendas avulsas.

Já o relatório do Grupo de Trabalho do VoD (Video on Demand), vinculado ao ministério da Cultura, sugeriu 4 %.

Lula, por sua vez, apresentou a proposta de uma alíquota única de 3 % para todos os serviços.

Nas redes sociais, o ator Wagner Moura pediu que Lula “ficasse atento” à proposta, defendendo que a alíquota de 4% seria uma porcentagem muito baixa diante do potencial do setor. “O Brasil é o segundo maior mercado onde os streamings fazem mais dinheiro no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para esse mercado, essa é uma taxação muito pequena”, criticou o ator, indicado ao Globo de Ouro pelo filme "O Agente Secreto".

Por outro lado, Giuliano Miotto, advogado e CEO do Instituto Liberdade e Justiça, posiciona-se totalmente contrário à taxação. “O PL do Streaming é um enorme retrocesso regulatório e tributário, que prioriza os interesses da indústria audiovisual brasileira, que já recebe inúmeros incentivos, sobre os princípios do livre mercado, da livre iniciativa, da eficiência econômica e liberdade de escolha do consumidor. No fim, quem vai pagar a conta são os usuários”, afirma.

Ian Maldonado, cineasta e documentarista, reconhece que leis de incentivo podem ser positivas, mas alerta para o risco de distorções. “É claro que qualquer taxação acaba refletindo no consumidor final, o que é péssimo. Mas, se bem equilibrada, pode funcionar. Existe um grande desconhecimento sobre as leis de incentivo, que podem ser boas, desde que não sejam corrompidas para contemplar apenas projetos alinhados a uma agenda ideológica”, destacou.

A proposta também impõe outras exigências às plataformas, como a inclusão de pelo menos 10% de produções nacionais nos catálogos e a obrigatoriedade de manter esses conteúdos disponíveis de forma permanente e contínua.

O cineasta JosiasTeófilo acredita que esse tipo de burocracia afetará pouco a experiência do usuário, que já está acostumado a encontrar conteúdos de baixa qualidade nas plataformas de streaming. “Apenas uma pequena porcentagem do conteúdo produzido no audiovisual é realmente boa. A Netflix internacional produz um monte de lixo e, ali no meio, uma pequena porcentagem presta. Isso é no mundo inteiro, e o mesmo acontece com as produções nacionais”, conclui.

Fonte : https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/artistas-pressionam-lula-taxacao-streaming/

Edited by E.R

47 minutos atrás, E.R disse:

O chamado projeto de lei do Streaming, defendido por alguns artistas, quer fazer a cobrança de um imposto sobre as plataformas de streaming e big techs.

Enquanto parte da direita se opõe à medida, alegando que ela encarecerá as assinaturas para os consumidores, grande parcela da classe artística defende a cobrança como forma de fortalecer a produção nacional.

Lula (PT), pressionado pela classe artística, tenta evitar novos desgastes diplomáticos com os Estados Unidos. O país é a sede de gigantes do setor, como Netflix, HBO Max, Disney+ e Amazon Prime Video, que terão seus interesses comerciais diretamente afetados pela proposta.

Na última versão do parecer do senador Eduardo Gomes, a alíquota da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) foi fixada em 3 % sobre a receita bruta das plataformas de streaming.

Para as big techs, como YouTube e Meta, a alíquota seria de 0,8 %.

Porém, o Conselho Superior de Cinema defendeu a adoção de uma alíquota mínima de 12%, abrangendo todas as receitas do serviço, incluindo publicidade, assinatura e vendas avulsas.

Já o relatório do Grupo de Trabalho do VoD (Video on Demand), vinculado ao ministério da Cultura, sugeriu 4 %.

Lula, por sua vez, apresentou a proposta de uma alíquota única de 3 % para todos os serviços.

Nas redes sociais, o ator Wagner Moura pediu que Lula “ficasse atento” à proposta, defendendo que a alíquota de 4% seria uma porcentagem muito baixa diante do potencial do setor. “O Brasil é o segundo maior mercado onde os streamings fazem mais dinheiro no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para esse mercado, essa é uma taxação muito pequena”, criticou o ator, indicado ao Globo de Ouro pelo filme "O Agente Secreto".

Por outro lado, Giuliano Miotto, advogado e CEO do Instituto Liberdade e Justiça, posiciona-se totalmente contrário à taxação. “O PL do Streaming é um enorme retrocesso regulatório e tributário, que prioriza os interesses da indústria audiovisual brasileira, que já recebe inúmeros incentivos, sobre os princípios do livre mercado, da livre iniciativa, da eficiência econômica e liberdade de escolha do consumidor. No fim, quem vai pagar a conta são os usuários”, afirma.

Ian Maldonado, cineasta e documentarista, reconhece que leis de incentivo podem ser positivas, mas alerta para o risco de distorções. “É claro que qualquer taxação acaba refletindo no consumidor final, o que é péssimo. Mas, se bem equilibrada, pode funcionar. Existe um grande desconhecimento sobre as leis de incentivo, que podem ser boas, desde que não sejam corrompidas para contemplar apenas projetos alinhados a uma agenda ideológica”, destacou.

A proposta também impõe outras exigências às plataformas, como a inclusão de pelo menos 10% de produções nacionais nos catálogos e a obrigatoriedade de manter esses conteúdos disponíveis de forma permanente e contínua.

O cineasta JosiasTeófilo acredita que esse tipo de burocracia afetará pouco a experiência do usuário, que já está acostumado a encontrar conteúdos de baixa qualidade nas plataformas de streaming. “Apenas uma pequena porcentagem do conteúdo produzido no audiovisual é realmente boa. A Netflix internacional produz um monte de lixo e, ali no meio, uma pequena porcentagem presta. Isso é no mundo inteiro, e o mesmo acontece com as produções nacionais”, conclui.

Fonte : https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/artistas-pressionam-lula-taxacao-streaming/

Esse jornal da gazeta do povo, é ligado a extrema direita

A informação tá correta, o Wagner Moura quer mais imposto para o setor do streaming e quem pagará a conta final são os assinantes desses serviços.

A sorte é que o governo não aceitou um aumento tão alto que nem o Wagner Moura queria.

Mas qualquer aumento de imposto sempre cai no colo das pessoas comuns, as empresas sempre vão repassar o imposto para o consumidor.

Edited by E.R

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Atividades

  1. matheus153854
    matheus153854 replied to E.R's topic in Fórum Único Chespirito
    Infelizmente é uma tendência ruim do meio CH de gravações mais antigas com o tempo irem sumindo e dando lugares a novas (por exemplo as do SBT 2011-14 mesmo hoje são bem mais díficeis de achar já que o pessoal foi substituindo por mais recentes de lá, do Multishow e da Prime).
  2. Professor Inventivo
    Professor Inventivo replied to Doutor Chimoltrúfio's topic in Fórum Único Chespirito
    Você viu a inauguração de São Paulo, não é verdade? Foi o Andy que subiu a Serra do Mar com o Padre Anchieta nas costas, pois é uma Mula! Volta o Cão Arrependido....
  3. Professor Inventivo
    Professor Inventivo replied to Andy's topic in Todos Atentos Olhando pra TV
    Até meados da década de 2000 eu não lembro de ver Tom & Jerry com dublagem nova. Depois de um tempo pararam de passar e aí a valha sumiu e começou a trocar tudo, só não lembro exatamente quando sumiu e quando voltou.
  4. Pavi
    Pavi replied to E.R's topic in Fórum Único Chespirito
    É porque o termo "Canal 11" em países latinos é um tanto ambígua, já que é (ou era) comum definir assim como Canal 4, Canal 7, etc...
  5. Professor Inventivo
    Professor Inventivo replied to E.R's topic in Fórum Único Chespirito
    Pra mim sendo esse, ou o outro tanto faz. É tudo desse canal 11 aí. Eu falei de uma coisa que vi na Internet há uns 15 anos, não tem como eu ficar lembrando direito se o nº 11 era azul, amarelo, se tinha "paleta de cores", etc (principalmente etc). Além desses também tinha do Canal de Las Estrelas e do Distrito Comédia, televisa e Globo sumiram com quase tudo em 2018 quando lançou os "novos episódios" no MSW. O restante em 2020.

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