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Netflix , Amazon Prime Video, HBO Max e Paramount +

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O narrador Galvão Bueno fechou acordo com a Amazon Prime Video e será a voz do streaming nas transmissões do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil a partir de 2025.

Fonte : https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/outro-canal/2024/11/galvao-bueno-assina-com-a-amazon-e-sera-voz-do-streaming-no-brasileirao-em-2025.shtml

 

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Muito boa a série sobre Ayrton Senna na Netflix.

E o Gabriel Leone tá perfeito, até a voz dele está parecida com a voz do Ayrton.

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Esse vídeo só mostra o porque esses usuários da cultura LGBT, são tudo fantoches. Quando chega em países do Oriente Médio, na China, Cuba entre outros, essas empresas lacradoras como Disney e Netflix só abaixam as calças e ficam de quatro.

É o famoso: "lacração no ocidente, censura ou coisas sem lacração no oriente".

Não é a primeira vez que isso acontece, e não será a última também.

Editado por Chapolin

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  • 2 semanas depois...
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O Amazon Prime adicionou (Acho que foi recentemente) As Aventuras de Tintin em seu catálogo*, e infelizmente como era de se imaginar está com a re-dublagem :(

Ainda assim cliquei no primeiro episódio (Já esperando que seria com a re-dublagem) torcendo pra que fosse com a dublagem original da Herbert Richers, mas não, quando ouvi a narração do título: "O Caranguejo das Pinças de Ouro", já tirei e confirmou o que já era óbvio, tá com a re-dublagem.

 

*Foram adicionados episódios das temporadas 1 e 2, da terceira até agora nada, ou pelo menos não vi por lá.

Editado por Chapolin

  • 4 meses depois...
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A Warner Bros Discovery voltou atrás e, após um ano e meio, vai voltar a chamar seu streaming de HBO Max. 

O anúncio aconteceu no Upfront da empresa, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira. 

Ainda não há uma data exata para a troca de nome no Brasil.

Fonte : https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/outro-canal/2025/05/warner-muda-de-ideia-apos-um-ano-e-streaming-max-voltara-a-se-chamar-hbo-max.shtml

 

  • 1 mês depois...
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Um dos maiores conglomerados de conteúdo do mundo, a Paramount está em processo de diminuir seus investimentos na América Latina como um todo.

O objetivo é focar mercados onde a Paramount tem lucro.

O novo direcionamento vem sendo adotado desde que a Skydance comprou a Paramount no ano passado por US$ 8 bilhões (R$ 43,9 bilhões na cotação atual).

Um reflexo disso já pode ser sentido no campo dos direitos de transmissão de futebol. A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) e a agência FC Diez Media foram avisadas informalmente de que a Paramount não entrará nas negociações pelos direitos de transmissão da Libertadores e da Copa Sul-Americana para o ciclo ente 2027 e 2030.

O atual contrato para exibição de jogos no Paramount+ acaba ao fim de 2026.

No Brasil, a operação até se pagou, mas houve forte prejuízo em outros países. Isso fazia com que o montante gasto com as competições não compensasse para a empresa.

Fonte : https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/outro-canal/2025/06/paramount-nao-renovara-libertadores-e-tenta-vender-tvs-abertas-para-deixar-a-america-latina.shtml

 

  • 2 meses depois...
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  • 3 meses depois...
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A Netflix anunciou na manhã desta sexta-feira acordo de compra dos estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões (382 bilhões de reais).

Fonte : https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2025/12/05/warner-bros-discovery-negocia-venda-exclusiva-para-netflix-apos-empresa-fazer-maior-proposta-diz-agencia.ghtml

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12 minutos atrás, E.R disse:

A Netflix anunciou na manhã desta sexta-feira acordo de compra dos estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões (382 bilhões de reais).

Fonte : https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2025/12/05/warner-bros-discovery-negocia-venda-exclusiva-para-netflix-apos-empresa-fazer-maior-proposta-diz-agencia.ghtml

  • 2 semanas depois...
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O chamado projeto de lei do Streaming, defendido por alguns artistas, quer fazer a cobrança de um imposto sobre as plataformas de streaming e big techs.

Enquanto parte da direita se opõe à medida, alegando que ela encarecerá as assinaturas para os consumidores, grande parcela da classe artística defende a cobrança como forma de fortalecer a produção nacional.

Lula (PT), pressionado pela classe artística, tenta evitar novos desgastes diplomáticos com os Estados Unidos. O país é a sede de gigantes do setor, como Netflix, HBO Max, Disney+ e Amazon Prime Video, que terão seus interesses comerciais diretamente afetados pela proposta.

Na última versão do parecer do senador Eduardo Gomes, a alíquota da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) foi fixada em 3 % sobre a receita bruta das plataformas de streaming.

Para as big techs, como YouTube e Meta, a alíquota seria de 0,8 %.

Porém, o Conselho Superior de Cinema defendeu a adoção de uma alíquota mínima de 12%, abrangendo todas as receitas do serviço, incluindo publicidade, assinatura e vendas avulsas.

Já o relatório do Grupo de Trabalho do VoD (Video on Demand), vinculado ao ministério da Cultura, sugeriu 4 %.

Lula, por sua vez, apresentou a proposta de uma alíquota única de 3 % para todos os serviços.

Nas redes sociais, o ator Wagner Moura pediu que Lula “ficasse atento” à proposta, defendendo que a alíquota de 4% seria uma porcentagem muito baixa diante do potencial do setor. “O Brasil é o segundo maior mercado onde os streamings fazem mais dinheiro no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para esse mercado, essa é uma taxação muito pequena”, criticou o ator, indicado ao Globo de Ouro pelo filme "O Agente Secreto".

Por outro lado, Giuliano Miotto, advogado e CEO do Instituto Liberdade e Justiça, posiciona-se totalmente contrário à taxação. “O PL do Streaming é um enorme retrocesso regulatório e tributário, que prioriza os interesses da indústria audiovisual brasileira, que já recebe inúmeros incentivos, sobre os princípios do livre mercado, da livre iniciativa, da eficiência econômica e liberdade de escolha do consumidor. No fim, quem vai pagar a conta são os usuários”, afirma.

Ian Maldonado, cineasta e documentarista, reconhece que leis de incentivo podem ser positivas, mas alerta para o risco de distorções. “É claro que qualquer taxação acaba refletindo no consumidor final, o que é péssimo. Mas, se bem equilibrada, pode funcionar. Existe um grande desconhecimento sobre as leis de incentivo, que podem ser boas, desde que não sejam corrompidas para contemplar apenas projetos alinhados a uma agenda ideológica”, destacou.

A proposta também impõe outras exigências às plataformas, como a inclusão de pelo menos 10% de produções nacionais nos catálogos e a obrigatoriedade de manter esses conteúdos disponíveis de forma permanente e contínua.

O cineasta JosiasTeófilo acredita que esse tipo de burocracia afetará pouco a experiência do usuário, que já está acostumado a encontrar conteúdos de baixa qualidade nas plataformas de streaming. “Apenas uma pequena porcentagem do conteúdo produzido no audiovisual é realmente boa. A Netflix internacional produz um monte de lixo e, ali no meio, uma pequena porcentagem presta. Isso é no mundo inteiro, e o mesmo acontece com as produções nacionais”, conclui.

Fonte : https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/artistas-pressionam-lula-taxacao-streaming/

Editado por E.R

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47 minutos atrás, E.R disse:

O chamado projeto de lei do Streaming, defendido por alguns artistas, quer fazer a cobrança de um imposto sobre as plataformas de streaming e big techs.

Enquanto parte da direita se opõe à medida, alegando que ela encarecerá as assinaturas para os consumidores, grande parcela da classe artística defende a cobrança como forma de fortalecer a produção nacional.

Lula (PT), pressionado pela classe artística, tenta evitar novos desgastes diplomáticos com os Estados Unidos. O país é a sede de gigantes do setor, como Netflix, HBO Max, Disney+ e Amazon Prime Video, que terão seus interesses comerciais diretamente afetados pela proposta.

Na última versão do parecer do senador Eduardo Gomes, a alíquota da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) foi fixada em 3 % sobre a receita bruta das plataformas de streaming.

Para as big techs, como YouTube e Meta, a alíquota seria de 0,8 %.

Porém, o Conselho Superior de Cinema defendeu a adoção de uma alíquota mínima de 12%, abrangendo todas as receitas do serviço, incluindo publicidade, assinatura e vendas avulsas.

Já o relatório do Grupo de Trabalho do VoD (Video on Demand), vinculado ao ministério da Cultura, sugeriu 4 %.

Lula, por sua vez, apresentou a proposta de uma alíquota única de 3 % para todos os serviços.

Nas redes sociais, o ator Wagner Moura pediu que Lula “ficasse atento” à proposta, defendendo que a alíquota de 4% seria uma porcentagem muito baixa diante do potencial do setor. “O Brasil é o segundo maior mercado onde os streamings fazem mais dinheiro no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para esse mercado, essa é uma taxação muito pequena”, criticou o ator, indicado ao Globo de Ouro pelo filme "O Agente Secreto".

Por outro lado, Giuliano Miotto, advogado e CEO do Instituto Liberdade e Justiça, posiciona-se totalmente contrário à taxação. “O PL do Streaming é um enorme retrocesso regulatório e tributário, que prioriza os interesses da indústria audiovisual brasileira, que já recebe inúmeros incentivos, sobre os princípios do livre mercado, da livre iniciativa, da eficiência econômica e liberdade de escolha do consumidor. No fim, quem vai pagar a conta são os usuários”, afirma.

Ian Maldonado, cineasta e documentarista, reconhece que leis de incentivo podem ser positivas, mas alerta para o risco de distorções. “É claro que qualquer taxação acaba refletindo no consumidor final, o que é péssimo. Mas, se bem equilibrada, pode funcionar. Existe um grande desconhecimento sobre as leis de incentivo, que podem ser boas, desde que não sejam corrompidas para contemplar apenas projetos alinhados a uma agenda ideológica”, destacou.

A proposta também impõe outras exigências às plataformas, como a inclusão de pelo menos 10% de produções nacionais nos catálogos e a obrigatoriedade de manter esses conteúdos disponíveis de forma permanente e contínua.

O cineasta JosiasTeófilo acredita que esse tipo de burocracia afetará pouco a experiência do usuário, que já está acostumado a encontrar conteúdos de baixa qualidade nas plataformas de streaming. “Apenas uma pequena porcentagem do conteúdo produzido no audiovisual é realmente boa. A Netflix internacional produz um monte de lixo e, ali no meio, uma pequena porcentagem presta. Isso é no mundo inteiro, e o mesmo acontece com as produções nacionais”, conclui.

Fonte : https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/artistas-pressionam-lula-taxacao-streaming/

Esse jornal da gazeta do povo, é ligado a extrema direita

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A informação tá correta, o Wagner Moura quer mais imposto para o setor do streaming e quem pagará a conta final são os assinantes desses serviços.

A sorte é que o governo não aceitou um aumento tão alto que nem o Wagner Moura queria.

Mas qualquer aumento de imposto sempre cai no colo das pessoas comuns, as empresas sempre vão repassar o imposto para o consumidor.

Editado por E.R

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  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Bugiga em Fórum Social
    Minha fanfic de um possível Toy Story 6 (que montei com a ajuda da inteligência artificial do Google) : O filme abre com Andy adulto estacionando o carro em frente à casa de Bonnie. No banco de trás está seu filho pequeno, de apenas 4 anos. Andy decidiu fazer uma visita de surpresa. Bonnie agora é quase uma adolescente e não liga mais para o quarto de brinquedos. Ao receber Andy, ela é simpática, mas demonstra total desinteresse pelo baú. Andy explica que seu filho está na fase de começar a brincar e pergunta se poderia pegar Woody de volta para o filho, e Bonnie diz que ele pode pegar quantos brinquedos quiser, então, Andy decide recuperar os seus quatro brinquedos favoritos de infância : Woody, Buzz, Jessie e o cavalo Bala no Alvo. Andy abre o baú e reencontra Woody, Buzz, Jessie e Bala no Alvo. É um momento emocionante de silêncio e troca de olhares entre o Andy adulto e o Woody. Andy pega apenas esses quatro para completar a coleção do filho, agradece Bonnie e vai embora. No fundo do baú, os brinquedos restantes (Rex, Slinky, Hamm, Sr. e Sra. Cabeça de Batata) assistem à cena. Eles sentem a dor dupla de ver os quatro líderes partindo e de terem sido descartados por Andy. Poucos dias após a saída de Andy, a mãe de Bonnie decide limpar o quarto de vez para transformá-lo em um ambiente de adolescente. A mãe de Bonnie junta todos os brinquedos restantes, coloca-os em um saco preto e os deixa na calçada para a coleta de lixo/reciclagem. Já na casa do Andy, Woody e o grupo descobrem (talvez através de um brinquedo vizinho) o destino cruel que aguarda os antigos amigos. Mesmo sabendo que agora pertence ao filho de Andy, Woody não consegue dar as costas para sua antiga família. Woody, Buzz e Jessie organizam missões noturnas secretas saindo da casa de Andy para rastrear o caminhão de lixo e interceptar os brinquedos antes que eles entrem nas máquinas de trituração e reciclagem da cidade. Enquanto a missão de resgate acontece nas sombras, o filho de Andy assiste no streaming os desenhos do Rodeio do Woody. Ele percebe que falta um personagem para a coleção ficar idêntica à da TV : o vilão Mineiro (Stinky Pete). Para fazer a vontade do filho, Andy consegue comprar um Mineiro original em um brechó. Só que o Mineiro continua com a mesma personalidade amarga de Toy Story 2. Ao ver que Woody está arriscando a segurança do quarto para salvar brinquedos "comuns e descartados" da reciclagem, Stinky Pete começa a sabotar os planos de Woody por pura maldade e rancor do passado. Woody ignora as provocações do Mineiro. Ele sabe que os brinquedos de Bonnie não podem voltar para o Andy. O objetivo de Woody evoluiu : ele quer guiar o grupo do Rex e do Slinky até uma creche comunitária ou orfanato em um bairro muito pobre, garantindo que eles vão para os braços de crianças que realmente precisam e vão valorizá-los. No clímax, as sabotagens do Mineiro quase fazem o plano de Woody falhar na usina de reciclagem. Porém, Buzz e Jessie conseguem derrotar Mineiro. Mineiro quase morre na usina de reciclagem, mas é salvo por Buzz e Woody, e acaba se arrependendo das maldades que fez. Woody consegue, no último segundo, desviar os brinquedos da reciclagem e deixá-los na entrada do centro comunitário carente. O filme mostra crianças carentes sorrindo e abraçando o Rex, o Slinky, o Garfinho e os outros brinquedos que pertenciam à Bonnie. Na cena final, vemos Andy brincando junto com o filho com os brinquedos Woody, Buzz, Jessie, Bala no Alvo, Mineiro e outros brinquedos novos comprados pelo filho de Andy. O nome do filho de Andy é John, em homenagem ao criador da franquia Toy Story.
  2. Green Jerry
    Green Jerry respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    10/06/2026 - Manhã Nova Mutum: 11:00 Rometa e Julieu - parte 2 (1975) 11:22 Criando caso / Ratos e ratoeiras (1977) Obs.: Usei o site CXTv para poder anotar, pois no MT Play agora só tem uma rádio
  3. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Victor235 em Venda da Esquina
  4. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Andy em Games
  5. Raphael
    Raphael respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    Eu também gostava bastante da vinheta da Copa de 2022, a música martelava na minha cabeça. Também gostava muito da música da entrada em campo, dava até arrepio de ouví-la vendo as bandeiras gigantes das duas seleções que disputariam as partidas: E eu só vou assistir na Globo porquê gosto da musiquinha de gol deles, dá muita animação ouví-la, espero que não a mudem neste ano:

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