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Ayrton Senna

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  • Este é um post popular.

O Rica Perrone postou em seu blog hoje, um texto muito bonito sobre o Senna, e quis trazer ele pra mostrar a vocês:

http://www.ricaperrone.com.br/wp-content/uploads/2014/03/senna01-650x424.jpg

Para alguns jovens Ayrton pode não passar de um ex-piloto famoso, de um tricampeão, como Piquet e Lauda. Para os mais velhos, talvez, seja uma consequência do ótimo Emerson e do que o Brasil já havia construído no automobilismo. Para toda uma geração, que hoje tem cerca de 30 anos, este sujeito foi o ídolo maior de um país.

A morte mais dolorida de alguém que você sequer conheceu. O domingo mais triste da história de um país.

Aquele sujeito corajoso, ousado, com a postura de vencedor que contradiz o jeitão brasileiro de ser, deixava de erguer nossa bandeira aos domingos pro mundo todo aplaudir.

Era nosso orgulho, nosso filho mais querido.

Havia quem não gostasse, claro. Mas eram raros. Ainda são.

Ayrton ultrapassou o limite entre um ídolo do esporte e um ícone nacional. Era um exemplo ao brasileiro de que não éramos os "coitadinhos", que nem sempre foi bem aproveitado.

Vencia na marra, perdia buscando seu limite. Errava, acertava, mas se bancava. O que prometia fazer, fazia. Não engolia qualquer ordem, não aceitava condições e foi buscar, através de talento e força de vontade um lugar de destaque dos mais difíceis já vistos na F-1.

Chegar lá e bater seu companheiro é pra muitos. Ganhar de um companheiro mais forte, pra poucos. Desbancar um campeão mundial como Alain Prost, ganhar a equipe e se tornar o principal piloto com ele do lado, não é pra qualquer um. E ele fez.

Talvez por ter existido Senna, cobrem tanto de Rubens e Massa. Talvez não. É óbvio que sim.

Jamais imaginariam do Ayrton uma atitude como a de deixar o companheiro passar na última curva e se fazer de vítima no pódio. Ele não faria.

Ganharia a corrida, seria demitido, brigaria com o mundo... mas coitadinho, jamais!

É o anti-brasileiro, paixão do povo que adora ser coitado, e que nunca aceitou esta condição.

Hoje ele faria 54 anos.

Comentarista, dono de equipe, manager do Bruno, empresário, presidente da república, técnico do Corinthians, comentarista da Globo, vendedor de maçã na feira, sei lá o que ele estaria fazendo. Mas, estaria fazendo com brilhantismo.</p>

Jamais aceitou a condição de "mais um", muito menos a de derrotado. Perdia inconformado, e ao invés de apenas lamentar, buscava reverter.

E revertia.

Parou o mundo com sua morte. Fez jovens e senhores, juntos, sentarem na calçada chorando a perda de um desconhecido aqui no Brasil. Seu caixão passou para todos aplaudirem. As empresas pararam, as pessoas saíram nas ruas e não teve um hipócrita pra dizer: "Onde já se viu? Pra que tudo isso?". Hoje, pra qualquer outro, teria.

Para Senna, não teve. Pois nem o mais azedo dos sujeitos seria capaz de discutir a importância de alguém que consegue fazer o que ele fez neste país.

Foram dias de verdadeiro velório nacional. Quem não se lembra não imagina como era entrar num ônibus segunda-feira de manhã e ver pessoas chorando, do nada, sem um motivo aparente.

Ver as pessoas, ricas ou pobres, na rua com uma bandeirinha nas mãos saudando a última passagem dele, que lentamente, incoerente a sua vida, passava por nós nas avenidas de São Paulo.

Ayrton foi o que jamais tivemos, o que jamais teremos novamente e um exemplo mal aproveitado.

Nos ensinou que não somos inferiores, e que podemos, desde que não aceitemos qualquer coisa. Ensinou, ensinou, ensinou, e poucos aprenderam.

Hoje seria um domingo qualquer. Já sem ele nas pistas, mas, não tão longe de todos nós.

Mas, quis a vida que fosse assim. Talvez para que nos lembrássemos com mais força e saudades deste sujeito especial. Talvez porque ele era demais para o mundo em que vivemos.

Ele se foi, deixou mais do que precisava, mais do que devia, e uma gigantesca nação de "viúvas".

Eternamente gratos pelos momentos mágicos de alegria e orgulho aos domingos de manhã, aquelas lágrimas de 1994 não secaram para muitos até hoje.

Sou um deles, admito.

Não terei outro ídolo com Ayrton, porque sua mistura de talento, personalidade, postura e carisma não permitem. E também porque não serei, nunca mais, um garotinho de 15 anos usando o boné da Nacional e idolatrando um cara que dirige um carro de corridas.

Quando resolvi ser jornalista, há muitos e muitos anos, um dos motivos era poder apertar sua mão.

Mas não deu tempo. Sequer o conheci.

Não importa. Não precisei disso para saber quem era.

Onde estiver, provavelmente no lugar mais alto do pódio, espero que esteja feliz, bem e que receba todo carinho deste povo, que mais de 19 anos após sua partida, ainda lembra de você todos os dias com enorme saudades.

"O fato de ser brasileiro só me enche de orgulho", disse Senna, numa entrevista.

E nós dizemos o mesmo, campeão.

-------------------------

:cry2:

Editado por E.R

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Senna tinha orgulho de ser brasileiro. Deixou um grande exemplo para todos aqueles que só sabem reclamar ao invés de tentar mudar a realidade.

E como o tempo voa... este ano completam-se 20 anos daquele trágico 01 de maio :(

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Apesar de não o ter conhecido, sinto saudade dele... Quem me dera ter assistido uma corrida dele. Ele sim corria por amor a pátria... Até hoje dá emoção ouvir a vinheta das vitórias dele.

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Acho que ele não seria comentarista da Globo ><

Enfim, é um exemplo de levar trabalho até a última gota de suor. É um anjo do Brasil :joinha:

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Um fato interessante dele, é que no final de semana da corrida em que ele morreu, outro piloto havia morrido. E ao saber da informação através de sua equipe, quis ficar sozinho, e logo após, pediu para prepararem o carro pra ele entrar na pista. Num pensamento de quê "se é pra um dia eu morrer correndo, que tenha valido a pena" ^_^

  • 6 anos depois...
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https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2020/09/netflix-anuncia-serie-ficcional-sobre-ayrton-senna.shtml

A Netflix e a produtora Gullane trabalham no primeiro drama ficcional sobre o tricampeão da Fórmula 1, Ayrton Senna.

De acordo com o comunicado, a minissérie será gravada em inglês e português e terá oito episódios.

O lançamento está previsto para 2022.

A família Senna tem participação ativa na realização da série.

“É muito especial poder anunciar que contaremos a história que poucos conhecem dele. A família Senna está empenhada em fazer desse projeto algo totalmente único e inédito", disse Viviane Senna.

 

  • 2 semanas depois...
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  • 1 mês depois...
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https://veja.abril.com.br/blog/radar/galvao-bueno-e-reginaldo-leme-celebram-30-anos-de-bicampeonato-de-senna/

ayrton-senna-no-documentacc81rio-_senna-

Galvão Bueno e Reginaldo Leme fizeram uma homenagem a Ayrton Senna.

Os 2 comandaram uma live para falar do título de 1990 do brasileiro, um dos 3 campeonatos conquistados por Ayrton Senna na Fórmula 1

 

  • 9 meses depois...
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  • 4 meses depois...
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Alain Prost e Ayrton Senna - Iron Studios

-

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Editado por E.R

  • 1 ano depois...
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  • 1 ano depois...
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No próximo dia 1º de maio, quando completará 30 anos da morte de Ayrton Senna, o Globoplay vai lançar uma série documental sobre a vida e a carreira do piloto.

"Senna por Ayrton" foi desenvolvida pelo Núcleo de Documentários do Esporte da Globo e apresenta o próprio atleta contando a sua história, em primeira pessoa.

Para conseguir esse resultado, foi feita uma extensa pesquisa em cerca de 150 horas de gravações de entrevistas concedidas pelo tricampeão de Fórmula 1 não apenas para a Globo, mas também para outros veículos de comunicação no Brasil e no exterior.

Há ainda depoimentos de amigos e familiares recuperados de vídeos antigos. Segundo a plataforma, não foram gravadas novas entrevistas para a produção. 

"Senna por Ayrton" terá três episódios.

Fonte : https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2024/04/globoplay-lancara-serie-sobre-senna-nos-30-anos-da-morte-do-piloto.shtml

 

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30 anos sem Ayrton Senna.

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Fonte : Revista Caras

 

Editado por E.R

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Muito bom o documentário "Senna por Ayrton", dos pilotos de Fórmula 1 que eu vi, foi o melhor.

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  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Andy em Fórum Único Chespirito
  2. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Mas eu só conto isso para os materiais MAGA, os Herbert Richers se o SBT quiser passar só para a rede ou para o Nordeste, o importante é que passe. Inclusive os episódios que passaram no Nordeste já tirei da minha lista do material que falta passar. A mesma coisa vale para o Chapolin, se alguma afiliada exibir o episódio da despedida nesse ciclo, eu tiro da minha lista do que falta passar. E dos episódios comuns não anuais que tem apenas uma parte só com dublagem MAGA (sem contar os 2 episódios ainda não exibidos no ciclo - peixinhos e o outro), faltam 18 episódios para o SBT exibir no domingo (não estou nem contando mais o Clube, apenas a exibição de domingo mesmo, no Clube do Chaves se o SBT quiser exibir só Chapolin e Chaves Herbert Richers, por mim, tanto faz). O SBT devia exibir esses episódios no domingo, mas prefere reprisar material já exibido na rede em 2025, paciência, né. Pelo menos não preciso acordar cedo no domingo de manhã. Dos episódios não anuais com dublagem MAGA, da temporada de 1979 do Chaves, o SBT já exibiu para a maioria das grandes cidades do Brasil o total de 35 episódios. Dessa temporada de 1979, o SBT só não exibiu para a maior parte das praças na TV aberta, os 3 episódios "O dia de São Valentim", "É duro ser eletricista" e "A fonte dos desejos", exibidos apenas na exibição de segunda a sexta. E, com relação à temporada de 1977, o SBT já exibiu para a maioria das praças o total de 28 episódios. Dos episódios de 1977 que tem apenas uma parte, só "Uma aula de canto" não foi exibida para a maioria das praças no ciclo atual (2024, 2025 e 2026). Tem outros episódios dessa temporada de 1977 que também não foram exibidos, mas como eles fazem parte de sagas de 3 partes, é até compreensível. Eu não sei se o SBT não exibe por má vontade, por incompetência, por burrice, se eles querem saturar a série pra audiência cair e eles poderem botar outra coisa no lugar, se eles gostam de irritar os fãs e ver os fãs reclamando nos fóruns e nas redes sociais, aí eu não faço ideia. Só sei que a última exibição com alguma novidade no SBT foi no dia 25 de junho.
  3. Cleberson
    Cleberson respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Acho péssimo, super injusto uma parte do Brasil por exemplo ver algum material inédito ou mais raro de passar, enquanto outra parte vê as mesmas porcarias manjadas de sempre, sem contar que com isso de sinal diferenciado somos obrigados aguentar as listas do E.R todo fim de semana considerando que tal episódio não vale no ciclo só pq não passou no SBT Rio.
  4. Cleberson
    Cleberson respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Fico na dúvida se agora com o Clube às 12h45 o SBT Brasília e RS que exibiram Chaves local das 12h40 as 13h00, vão enrolar pra já entrar em rede às 12h45, ou se vão manter o Chaves local até 13h00/13h05 entrando na rede apenas no segundo episódio. Segue a dúvida tbm se voltam as exibições diferenciadas para os sinais, ou se seguem unificados.
  5. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Valette em Exibições Internacionais
    Chaves: México - Quarta-feira, 08 de julho de 2026 Horário de Brasília 17:30 - O cãozinho da Bruxa do 71 (1973) 17:57 - Seu Madruga sapateiro - parte 1 (1973)

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