A Paramount citou exemplos de outros países e pediu uma aprovação de fusão com a Warner sem qualquer restrição no Brasil ao Cade (Conselho de Administração de Defesa Econômica). Advogados da Paramount que representam a empresa na ação dizem que Austrália e China aprovaram a fusão sem qualquer restrição por entender que não haveria falta de concorrência, tanto no mercado audiovisual de televisão, como no cinema. A Paramount defende que continuará investindo no mercado brasileiro. Como exemplo, afirmou que não tem a intenção de se desfazer de seus ativos esportivos listados em parte da venda, como a TNT Sports e os canais lineares da Warner na TV por assinatura. Nos documentos, a Paramount incluiu uma fala do órgão regulador da Austrália, que aprovou o negócio no início de junho de 2026. "As empresas respeitosamente entendem que a decisão proferida na Oceania constitui um importante precedente persuasivo em favor da aprovação da operação no Brasil, cujas condições concorrenciais são análogas àquelas observadas na Austrália", defendem Paramount e Warner. Caso o Cade aprove a fusão entre Paramount e Warner no Brasil, a empresa passará a ter três dos mais relevantes direitos de transmissão de futebol no Brasil : a Libertadores, a Copa Sul-Americana e a UEFA Champions League, além do Campeonato Paulista, o maior torneio estadual do Brasil. No início do mês de junho, vale lembrar, a Divisão Antitruste do Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou que aprovou a aquisição de US$ 110 bilhões da Warner pela Paramount. Fonte : https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/outro-canal/2026/06/paramount-nao-vendera-canal-esportivo-e-pede-fusao-sem-restricao-com-warner-ao-cade.shtml
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