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Victor235

YOUTUBE

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AikoMD
3 minutos atrás, Chapolin disse:

Agora a data de quando o vídeo foi postado no YT não aparece mais :ermm: Achei estranho isso, prefiro com a data mesmo :P

Na verdade, a data está aparecendo apenas com os vídeos que forem com resolução widescreen (é que nem aquela resolução de TVs em HD).

Também prefiro com a data aparecendo, que é uma das coisas que gosto de ver, além dos comentários de vídeo. :P

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Chapolin

@BrendoCH Meio idiota isso de aparecer apenas nos vídeos com resolução "widescreen", mas enfim... :P 

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Yoshi Toupeira

Na verdade, aparece em vídeos com formato 4:3 também, só que você precisa aumentar a resolução do seu monitor (ou diminuir o zoom da página)

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AikoMD

Nem tinha testado essa de diminuir o zoom da página.

Tá na cara que isso é puro desleixo desse pessoal do youtube, em não perceberem que o player de vídeo do youtube em 4:3 fica com bem menos espaço.

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Yoshi Toupeira

Pois é, fizeram essa mudança nas coxas. E foi uma mudança bem desnecessária, na minha opinião.

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Yoshi Toupeira

Não sei se vocês já perceberam mas o YouTube adicionou recentemente uma função muito interessante: a fila de espera.

Se você usa players de música sabe o que é isso, e no YouTube funciona semelhantemente. É como se fosse uma playlist temporária. 

Enquanto você assiste um vídeo, você clica no botão miniplayer e pesquisa por outro vídeo. No vídeo que você deseja adicionar à fila. clique nos três pontos verticais e depois em "Adicionar à fila". Também funciona na parte onde aparecem vídeos recomendados, na lista de inscrições, em canais específicos e em qualquer lugar onde tiver esses benditos três pontinhos.

dSRFj5mm_o.png

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E.R
NOTÍCIAS

https://www.otempo.com.br/superfc/cruzeiro/cruzeiro-quadruplica-receita-no-youtube-e-aponta-recorde-com-centavos-celestes-1.2367820

Durante sua explanação sobre a atual situação do Cruzeiro, o presidente Sérgio Santos Rodrigues comemorou o crescimento do clube com ações no campo digital. Algumas melhorias já são sensíveis, como o aumento da receita com o canal do Cruzeiro no YouTube.

“Temos hoje quatro vezes mais receita no YouTube em relação ao mês de maio. Ou seja, a gente quadruplicou a receita com isso em dois meses. O retorno sobre investimento de 4.000% na live que teve do treino, a cada R$ 1 investido, nós ganhamos R$ 4.000 a mais só proporcionando aquela transmissão do treino do rachão, com venda de propriedades comerciais. E um crescimento exponencial no TikTok e YouTube, que são redes sociais hoje que mais crescem e que vemos possibilidade de monetização futura”, disse o presidente do Cruzeiro. 

Hoje, o canal do Cruzeiro no YouTube possui 340 mil inscritos, enquanto o TikTok tem mais de 227 mil seguidores.

 

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,youtube-remove-11-4-milhoes-de-conteudos-inadequados,70003411328

O YouTube anunciou nesta terça-feira  que removeu 11,4 milhões de vídeos da plataforma no mundo todo nos últimos meses, por violações de suas políticas.

Segundo a empresa, a maioria das remoções foram relacionadas à segurança infantil (3,8 milhões de vídeos), seguida de conteúdos de spam, informações enganosas e golpes (3,2 milhões de vídeos).

Os números fazem parte do relatório de transparência do segundo trimestre de 2020, divulgado pelo YouTube. 

O serviço de vídeos afirma que 95% dos conteúdos excluídos foram denunciados por meio de sistemas automáticos — 42% deles sem nenhuma visualização na plataforma antes da remoção e 33% com até 10 visualizações.

Além disso, o YouTube diz que removeu mais de 2 bilhões de comentários por violação de suas diretrizes — aqui a empresa também inclui postagens filtradas como prováveis spams que não foram aprovadas pelos criadores de conteúdo.

“Ao contar com a capacidade de revisão humana muito reduzida devido à covid-19, fomos forçados a fazer uma escolha entre a possível subexecução ou a potencial aplicação excessiva. Escolhemos usar a tecnologia para ajudar em parte do trabalho normalmente realizado pelos revisores. O resultado foi um aumento na quantidade de vídeos removidos do YouTube: mais que o dobro da quantidade de vídeos removidos no trimestre anterior”, disse a empresa em comunicado nesta terça. 

Especificamente no Brasil, a plataforma removeu cerca de 981 mil vídeos.

Trata-se do terceiro país com mais conteúdos excluídos do YouTube : os Estados Unidos lideram o ranking, com aproximadamente 2 milhões de vídeos removidos, seguido da Índia, com 1,4 milhão.

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://olhardigital.com.br/noticia/youtube-music-implementa-ia-na-criacao-de-playlists/106763

O YouTube Music empregará o uso de inteligência artificial na montagem de playlists.

O objetivo é auxiliar os usuários a montarem listas "perfeitas", com base em seus gostos musicais.

Para gerar uma sequência de músicas ideal, a ferramenta vai utilizar de diversas fontes de informação.

Por exemplo, o cruzamento de dados do próprio usuário, como histórico de gêneros mais ouvidos e frequência de uso da plataforma, com dados da playlist criada, como seu título e músicas adicionadas manualmente. 

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://olhardigital.com.br/noticia/youtube-testa-recurso-aplauso-para-canais-receberem-doacoes-dos-usuarios/

O YouTube lançou o botão “aplauso”, que permite ao usuário fazer uma doação em vídeos públicos. 

Para aqueles que conseguirem acesso ao recurso, ele aparece em forma de botão ao lado do “não curti”. 

 

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E.R
NOTÍCIAS

 

--

 

 

Edited by E.R

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E.R
NOTÍCIAS

https://portaldobitcoin.uol.com.br/youtuber-brasileiro-zangado-ainda-nao-recuperou-canal-11-anos-de-trabalho-sumiram/

zangado.jpg

Mais de 48 horas depois de ter sido hackeado, o youtuber Zangado ainda não conseguiu retomar o seu canal na plataforma.

Por meio das redes sociais, ele disse que estava focado nas ajudas técnicas para o canal para que voltasse o quanto antes.

Também na tarde de hoje, sua empresária confirmou por meio da assessoria que já está em contato com a direção do Youtube Brasil e aguarda as providências.

Zangado teve seu canal com 4,2 milhões de seguidores hackeado um dia depois de comemorar 11 anos de atividade no Youtube no último dia 30.

No lugar do seu canal, os hackers subiram um fake da Fundação Ethereum, instituição fundada pelo líder global do Ethereum, Vitalik Buterin.

Por meio da falsa conta, os hackers fazem transmissões simulando distribuição gratuita de criptomoedas, um golpe crescente nos últimos meses. Nos vídeos que estão sendo postados de forma criminosa, os fãs de Zangado comentam para que devolvam o canal : “Canal Roubado” e “Ladrão”.

A empresária de Zangado, Fernanda Domingues, exaltou a ajuda que a equipe tem recebido. “Nesse momento nós agradecemos o apoio dos fãs e as centenas de influenciadores que twitaram pedindo ajuda do Team YouTube esta noite”, disse.

Zangado também enviou um comentário e agradeceu a ajuda dos fãs :

“Está sendo difícil demais ver 11 anos de trabalho desaparecer em um instante, mas sabemos que há como recuperar o canal e com o apoio de vocês (fãs) eu vou superar esta crise. Obrigado aos influenciadores que usaram suas redes sociais para me apoiar e a todos que torcem por mim. Como eu sempre digo : sem vocês eu não existiria”.

Zangado é o personagem criado pelo engenheiro civil Thiago Silva, que optou por seguir sob anonimato usando uma máscara, confirmou a assessoria. Segundo a nota, ele deixou a profissão há alguns anos para viver dos seus vídeos.

 

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Andy

Falando em YT, estou desde o início da manhã upando um vídeo de 5 Gigabytes, e o upload estava sendo feito bem lentamente, bem lentamente, bem lentamente. Só agora há alguns minutos que começou a normalizar.

Ps: a minha internet é de 50 MB, mas como uso Wi-Fi, a velocidade cai consideravelmente. Só que hoje de manhã estava mais lenta que uma internet de 10 MB.

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E.R

Disney apagou todos vídeos do canal do FOX Sports Brasil no YouTube. Lamentável.

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E.R
NOTÍCIAS

https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/midias-sociais-censura-terca-livre-renata-barreto-carlos-ramalhete/

A ofensiva das chamadas Big Techs contra a liberdade de expressão na internet teve três novos capítulos recentes no Brasil envolvendo figuras conhecidas ou veículos de comunicação, mostrando que a discussão sobre a natureza dessas empresas e as regras que elas devem seguir é tão urgente por aqui quanto nos Estados Unidos, onde o então presidente Donald Trump se tornou, dias atrás, o usuário mais importante a ter suas contas apagadas em várias mídias sociais.

A economista Renata Barreto teve sua conta no Instagram (que pertence ao Facebook, de Mark Zuckerberg) suspensa temporariamente, e ficou impedida de realizar lives.

No próprio Facebook, o colunista da Gazeta do Povo, Carlos Ramalhete teve sua conta suspensa pela terceira vez, episódio que ele relatou em sua coluna mais recente.

E o YouTube (pertencente ao Google) cancelou definitivamente as contas do site Terça Livre, defensor do governo federal.

Tudo isso em um espaço de poucos dias – a ação contra o Terça Livre ocorreu na última quarta-feira, dia 3 de fevereiro de 2021.

Cada caso é grave à sua maneira, mas o mais surreal, ou bizarro, é certamente o de Renata Barreto, que fez seu relato à colunista Cristina Graeml, da Gazeta do Povo. A economista havia compartilhado duas notícias, uma da própria Gazeta e outra da CNN Brasil, sobre o anúncio, feito pelo ditador venezuelano Nicolás Maduro, do surgimento de um medicamento contra a Covid-19. Ela não compartilhara as notícias para endossar a solução mágica, mas para criticar o bolivariano; mesmo assim, o Instagram classificou as postagens da economista como “notícia falsa e perigosa”, embora estivesse fora de qualquer dúvida o fato de que Nicolás Maduro realmente havia dito ter nas mãos a cura para o coronavírus. Os tuítes do ditador sobre o tema, aliás, podem ser vistos tranquilamente sem nenhum tipo de aviso sobre a ausência de comprovação científica da eficácia do Carvativir, “las gotitas milagrosas de José Gregório Hernández”. Renata ainda contou que já sofreu uma suspensão maior, de três meses, sob a alegação de “discurso de ódio” por ter simplesmente mostrado que parte do governo da Palestina era dominado por uma organização terrorista, o Hamas.

Carlos Ramalhete mostrou, em sua coluna, como compartilhamentos sem nenhum tipo de intenção daninha acabam considerados perigosos não por pessoas, mas por algoritmos, aos quais se dá o enorme poder de decidir quem pode e quem não pode publicar em cada plataforma.

Os algoritmos também têm um papel relevante no caso de Renata Barreto; a economista soube que seu perfil já é naturalmente “vigiado” pelo Instagram por receber muitas denúncias, mostrando que as máquinas são simplesmente incapazes de diferenciar avisos sobre violações reais de uma campanha difamatória de denúncias organizada por militantes insatisfeitos com as opiniões publicadas em determinado perfil, uma limitação que, aparentemente, os humanos por trás das decisões não parecem interessados em sanar.

Por fim, há o caso, também bastante grave, do banimento do Terça Livre do YouTube, após nova ação da milícia digital Sleeping Giants Brasil, especializada em chantagear anunciantes de sites que propagam aquilo que os chantagistas consideram fake news ou discurso de ódio – um conceito bastante arbitrário, já que é praxe do Sleeping Giants poupar um lado do espectro ideológico, por mais mentiroso ou desrespeitoso que seja.

A plataforma de vídeos YouTube, em nota oficial, não foi capaz de explicar o que, exatamente, os responsáveis pelo site haviam feito – o que é o costume em muitos casos de suspensão ou banimento, quando usuários não recebem nenhuma informação sobre o que havia de ofensivo em suas postagens, isso quando chegam a saber qual foi o texto específico que motivou a punição. “Todos os conteúdos no YouTube precisam seguir nossas diretrizes de comunidade. Contamos com uma combinação de sistemas inteligentes, revisores humanos e denúncias de usuários para identificar conteúdo suspeito e agimos rapidamente sobre aqueles que estão em desacordo com nossas políticas. O YouTube também se reserva o direito de restringir a criação de conteúdo de acordo com os próprios critérios (...)”, diz a nota.

Esta expressão – “nossos próprios critérios” – é a chave da discussão. O que são, afinal, plataformas como Twitter, Facebook, Instagram e YouTube ?

Toda a proteção legal de que essas empresas gozam em vários países, como o fato de não poderem ser legalmente responsabilizadas pelo conteúdo que seus usuários publicam nas plataformas, deriva do fato de elas serem conceituadas como simples intermediários. É o caso, por exemplo, da salvaguarda proporcionada pelo artigo 19 do Marco Civil da Internet: só há responsabilização do provedor ou plataforma se ela desobedecer a ordem judicial de remoção de conteúdo. Mas, nessas condições, as empresas não podem ter “os próprios critérios”, como alega o YouTube, a não ser aqueles definidos pela lei – muito menos critérios nada claros ou transparentes, como ocorre hoje. Remove-se o que claramente constituir crime; de resto, vale o que está escrito no artigo 9.º do mesmo Marco Civil da Internet: “O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação” (grifo nosso), levando-se em consideração, ainda, o artigo 8.º, segundo o qual “A garantia do direito à privacidade e à liberdade de expressão nas comunicações é condição para o pleno exercício do direito de acesso à internet” (grifo nosso).

É plenamente justificado, portanto, remover calúnias, textos racistas ou imagens de pornografia infantil – e ninguém haverá de criticar uma mídia social que atue com rigor nesses casos.

Mas estamos diante de algo muito diferente quando uma plataforma passa a controlar conteúdo com “critérios próprios” sem a menor transparência, cassando a liberdade de expressão de seus usuários sem que eles tenham violado a lei.

Quem passa a violar a lei, nestes casos, é a própria plataforma – e não deixa de ser curioso que Renata Barreto tenha tido seu acesso restaurado após seu advogado enviar uma notificação extrajudicial ao Instagram, um passo anterior à abertura de um processo judicial.

A tendência das Big Techs continua a ser a de querer controlar conteúdos – ou seja, agir como editores ou publishers – enquanto mantêm o status legal de simples intermediários para escapar da responsabilização na Justiça.

Uma postura hipócrita que terá de ser enfrentada mais cedo ou mais tarde pelo Judiciário, seja no Brasil ou em outros países. Mas, supondo que no futuro as empresas assumam de vez seu papel de editores, inclusive sujeitando-se às consequências legais desse fato, o problema estaria resolvido ? Longe disso.

Já está bastante claro que as Big Techs formaram um oligopólio disposto a sufocar a concorrência, como se viu no caso do aplicativo Parler. Para a liberdade de expressão, esse oligopólio assume um caráter ainda mais ameaçador porque ele compartilha de uma cartilha ideológica única.

Se considerarmos que, segundo o artigo 7.º do Marco Civil da Internet, “o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania”, temos um grupo de “sub-cidadãos”, aqueles que podem ter sua voz cassada a qualquer momento ao desagradar a intelligentsia que administra as mídias sociais.

Há alternativa ? Mesmo sob um ponto de vista liberal, há intervenções estatais que são aceitáveis neste caso. Pelo aspecto puramente econômico, a própria existência do oligopólio, uma distorção de mercado, justifica ações que garantam a concorrência – e nos Estados Unidos há diversas ações judiciais pedindo que o Facebook tenha de se desfazer tanto do Instagram quanto do WhatsApp usando como argumento apenas o fomento à concorrência, sem entrar em questões de orientação ideológica por trás da censura a publicações ou contas.

E a preservação do direito à liberdade de expressão – que o Marco Civil da Internet também trata como fundamental em seus artigos 2.º e 3.º, mas é um valor universal que não está protegido apenas pela lei brasileira – também é razão suficiente para uma ação estatal que regule a pretensão de controle de conteúdo das mídias sociais.

Não se trata de fazer das mídias sociais uma “terra de ninguém” onde a regra é o vale-tudo, mas de estimular o senso de responsabilidade dos próprios usuários enquanto se preserva o grande bem da liberdade de expressão.

 

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