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marcos_garcia

Os Trapalhões

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Fbdooito

Nunca achei graça no Didi

Isso porque você nunca viu ele em ''Os Trapalhões''.

Mais é bem provável que ganhe reprise daqui a alguns anos no Canal Viva

Acho muito difícil. Dizem que a Globo parou de exibir os filmes dos Trapalhões para evitar pagar direitos autorais as famílias de Mussum e Zacarias, que começaram a cobrar pela exibição dos personagens após a morte dos atores.

Editado por fbdooito

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muTano

Então é verdade que o Canal Viva estar tendo dificuldade em reprisar programas antigos da TV Globo devido a direitos autorais,

Editado por muTano

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Clark Kent

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Tópico destinado a "Os Trapalhões".

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Se Os Trapalhões existisse atualmente, seria o maior sucesso da televisão, diz Renato Aragão

“É mais uma etapa, um acidente geográfico”, diz Renato Aragão sobre completar 80 anos nesta terça, 13. “São as pessoas que me alertam de que eu fiz 80 anos, eu não percebo que tenho essa idade, que sou um senhor. Na verdade, adquiri foi muita experiência na vida e na carreira”, completa o ator, hoje indissociável do personagem Didi, que integrava o quarteto Os Trapalhões.

O mais novo octogenário do entretenimento chega a esse momento ainda se desafiando. Depois de décadas a fio como um ícone da televisão e do cinema, Aragão fez sua estreia no teatro ano passado, ao lado do amigo e colega de Os Trapalhões Dedé Santana. No último fim de semana, enquanto estava no palco durante o musical Os Saltimbancos Trapalhões, ganhou uma homenagem capitaneada pela filha adolescente, Lívian, que o deixa emocionado até agora. “Não desconfiei de nada! Armaram com todos os artistas, com a TV Globo. Na história, minha filha faz papel de menino e depois se revela como mulher. Nessa hora de se revelar, ela veio falar que ia homenagear uma pessoa que faz aniversário, entrou bolo, não sabia de nada”, conta, ainda contente. “Nunca pensei em fazer teatro. De repente fui encarar esse desafio. E está indo muito bem, estão aceitando muito. Gostei muito desse presente de aniversário.”

Aragão, acima de tudo, se mostra lisonjeado com o carinho do público. “Talvez seja o Didi mais do que eu. Ele completa 55 anos, já se misturou com o Renato Aragão, me dá força. E o público também me dá força. É uma responsabilidade muito grande ter passado pelas três gerações que o Didi passou”, afirma. “Não posso dizer que vou me aposentar. Até pode ser. Mas não agora.”

Ao longo de 2014, Aragão deu muitos sustos no público, virando manchete por causa de problemas de saúde graves relacionados a um infarto e a uma infecção urinária. Segundo ele, sua inquestionável fé, sempre demonstrada ao longos dos anos, é uma das razões para não se deixar abater. “É o que me dá animo de alcançar mais uma idade. Não sei mais quanto tempo vou viver depois dos 80, mas não tenho medo de nada. Cuido da alimentação, da saúde, que é para ter uma longevidade, mas não sei quem é que calcula isso”, diz.

Lembrando a importância de Didi Mocó para a própria carreira e para a história do humor no Brasil, Aragão justifica o sucesso do personagem com as características mais marcantes dele. “Não sei se é a ingenuidade, aquele humor simples, que não quer ofender ninguém – por mais que haja um policiamento. É humor limpo, família.” O tema, inevitavelmente, o faz cair na entrevista recente que deu para a revista Playboy e que foi motivo de muito debate nas redes sociais. Na entrevista, ele afirma que, antigamente, homossexuais, negros e gordos não se ofendiam da forma como acontece atualmente.

“Isso tudo não foi dito. Alguém não leu tudo. É que eu fazia uma brincadeira com o Mussum: ‘Ô, Paraíba’, ‘Ô, Negão’. Não era para ofender uma classe”, reforça, tentando “justificar” que “a ofensa era entre eles”. “O sucesso se tornou o oitavo pecado capital”, declara. “Você não pode fazer sucesso que as pessoas começam a inventar. Nunca tentei ofender ninguém. Ao contrário, eu quero é conquistar! Deus me livre fazer uma piada que vai afastar qualquer alguém. Eu amo os negros, homossexuais, os gordos.”

“Eu fui quem mais sofreu preconceito na vida como comediante e ator”, continua. “Eu sempre fui discriminado por fazer esse tipo de humor [mais simples]. Não liguei para isso, quanto mais criticavam, mais aumentava a bilheteria. O povo sempre teve carinho comigo e me defendeu. Alguém que ofende tem que ser criticado mesmo. Nem queria falar sobre esse assunto porque as pessoas gostam de levantar polêmica. Mas vou repetir mais uma vez: eu nunca ofendi negros, homossexuais, gordos, nem ninguém. Levantaram essa lebre contra mim.”

Quando os papéis se invertem e Aragão fala sobre se sentir ofendido por outras pessoas, é ele quem se revolta ao lembrar da repercussão da história-triste-que-virou-meme “no céu tem pão", um vídeo compilando as diversas ocasiões em que Renato Aragão narrou o episódio verídico de uma criança que, antes de morrer de fome, perguntou se no céu havia pão. E Aragão ainda não perdoou.

“Esse pessoal é muito maldoso, isso foi uma realidade que aconteceu. Deviam ir passar fome lá no Nordeste, ver uma seca...", diz Aragão, irritado. "Dois anos seguidos de seca e teve uma criança que falou isso para a mãe porque não tinha o que comer. Que maldade, que sacanagem, fiquei muito triste com isso, as pessoas ficarem zombando do falecimento de uma pessoa com fome.”

Saudade
Nenhum tópico passa pela boca do ator sem que ele lembre da saudade que tem d’Os Trapalhões. Sempre categórico em afirmar que jamais retomaria o grupo sem Mussum e Zacarias, que morreram em 1994 e 1990, respectivamente, ele tenta imaginar como seria o programa da trupe hoje, uma época em que o humor é recebido de uma forma completamente diferente. E não se acanha em dizer: “Seria o maior sucesso da televisão hoje”. Mesmo em outros tempos? “Eu poderia sofrer preconceito, como sofremos”, diz, afirmando que seria tudo igualzinho. “O nordestino sofrido, o galã da periferia, que é o Dedé, o “negão” da mangueira, o Mussum, e aquele menininho mineiro que não queria crescer [Zacarias]. Era a cara do Brasil.”

Ele ainda lembra com nostalgia de uma das encenações preferidas daquele período. “Não sei contar piada, eu sei encenar piada. O Didi é sempre Didi, o que muda é a situação em volta dele. O que foi mais marcante para mim são aqueles clipes que fazia. Sidney Magal, Maria Bethânia, Ney Matogrosso”, relembra, afirmando que adoraria fazê-los de novo.

Passado e futuro
Se o legado de Renato Aragão após mais de meio século de carreira é imensurável e difícil de resumir, o aniversariante não tem dificuldade em apontar com precisão de onde vem a inspiração pessoal.

“Os maiores de todos os tempos? Oscarito, no Brasil. Universalmente, o [Charles] Chaplin. Eles são gênios. É a única definição que posso te dar. São gênios inimitáveis.” Já nos dias de hoje, Aragão reforça o apreço que tem pelo trabalho do grupo Porta dos Fundos. Eles são muito bons, maravilhosos! Falam tanto palavrão... é isso que digo quando falo que é pesado. Porque eles não precisam falar, são muito bons. Estão começando um novo marco de humor”, crava.

Rolling Stone

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Helenaldo

Os Trapalhões só se Resumia a Mussum e Zacarias, Depois que Ambos Morreram Tudo Acabou.

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Raposa31

'Renato Aragão diz: Eu era viciado em Chaves
"Eu era viciado no Chaves. Achava ele um gênio porque ele naquela cenariozinho pobre, naquela vila, botava asas para funcionar. Todo dia tinha um tema diferente. Eu sou fã dele por isso, ele escrevia aquilo tudo, jogava água, se fingia de criança. Era um mito de ator e autor", detalhou o humorista.

Mais detalhes em: https://vizinhancadochaves.wordpress.com/2014/12/09/ch-na-midia-renato-aragao-diz-eu-era-viciado-em-chaves/
Editado por Frank Drebin
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Gota Magica

comente aqui coisas relacionadas a Renato Aragão

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em 19 de janeiro de 2017 ira lançar nos cinemas o filme 

Os Saltimbancos Trapalhões - Rumo a Hollywood que é uma espécia de reboot e continuação do filme de 1981

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Editado por Gota Magica

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Cleberson

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Depois que Mauro Faccio Gonçalves (1934-1990), o Zacarias, morreu, nenhum de seus colegas de Os Trapalhões entrou em contato com sua família. Em entrevista à edição de hoje (2) do programa Domingo Show, da Record, Marli Gonçalves, irmã de Gonçalves, revelou que Renato Aragão, Dedé Santana e Antonio Carlos Gomes, o Mussum, não acompanharam o sofrimento do amigo no fim da vida e nunca tiveram qualquer atitude em relação à sua memória. Gonçalves morreu magro, aos 57 anos.

"Depois que ele morreu, sumiu todo mundo. Pessoal que ligava para nossa mãe, sumiu. Ela tentou conversar com todos [os antigos amigos], ninguém atendeu mais. Eles [Os Trapalhões] vieram no dia do velório, deram os pêsames, mas o público não viu. Ficaram uma hora, mais ou menos, se despediram e foram embora. Nunca mais. Acabou. Depois da morte dele, o programa do Didi perdeu muita graça", desabafou Marli. 

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Carlos Dias, ex-produtor e melhor amigo de Gonçalves, afirmou que o humorista não tinha boas relações com os colegas de Os Trapalhões. "Eles [os atores de Os Trapalhões] não se davam mais. Mauro não se dava mais com Renato Aragão", contou. Apenas Mussum tinha uma relação mais próxima com o ator.

Gonçalves atuou em Os Trapalhões até o fim de 1989. No ano seguinte, ele morreu em decorrência de uma insuficiência respiratória _que na época também um eufemismo para Aids, hipótese nunca confirmada no caso de Zacarias.

Segundo a família, o ator vinha apresentando problemas de saúde desde que decidiu tomar remédios para emagrecer sem acompanhamento médico. O humorista perdeu 20 quilos.

As irmãs contaram a Geraldo Luis que o comediante disse a elas que havia feito regime para um filme de Os Trapalhões e que não pediu ajuda para tratar doença alguma. A única evidência que Gonçalves deu sobre seu sofrimento foi quando disse à irmã Vilma, em seu último aniversário, que sabia que "estava perto de ir".

Para o amigo Carlos Dias, Gonçalves estava triste e insatisfeito com a trajetória em Os Trapalhões.

"Ele não queria ser mais Trapalhão, queria se dedicar à religiosidade dele. Tinha montado na mansão um consultorio médico para a comunidade de Jacarepaguá, construiu [a casa] na parte pobre por isso. Ele se entregou a remédios tarja preta", contou.

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Eterno Zacarias
Marli e Vilma são duas dos dez irmãos que Mauro Gonçalves teve. Todos continuam vivendo em Sete Lagoas, cidade natal da família, no interior de Minas Gerais. Gonçalves chegou a trabalhar como vendedor de sapatos, funcionário de uma fábrica de café e bancário, até que começou a carreira de comediante em 1955, em um programa humorístico da rádio local.

Gonçalves era tímido, mas Zezé Gonçalves, irmão do comediante, conta que ele sempre sonhou com o sucesso como ator. "O sonho dele era galgar os degraus da fama", disse.

A carreira de Gonçalves na televisão começou em programas de calouros da TV Excelsior e da TV Itacolomi. Ele chegou a participar também de A Praça da Alegria, da Record, onde Renato Aragão conheceu seu talento e o convidou para fazer parte de Os Trapalhões. Zacarias foi o personagem mais bem-sucedido de sua carreira.

"Acho que ele viveu o tempo que tinha que viver. Ele veio com a missão de alegrar o povo de Sete Lagoas. Fez muita gente feliz", disse a irmã Vilma, emocionada.

Didi ou melhor Renato Aragao Podre como sempre, só ver como ele trata quem chama ele de Didi fora da tv

Editado por Cleberson

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Homessa

Por acaso,pus na Record e assisti a reportagem até o fim.Lamentável,saber que havia desavenças entre o elenco dos melhores programas de humor de todos os tempos:Chaves e Os trapalhões.

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Helenaldo

Eu nem sabia que tinha essa entrevista, quando colocarem no youtube vou ver depois, longe de querer defender o Renato Aragão, ate porque sempre discordei do fato do cache ser maior para ele, sendo que todo mundo ali fazia a mesma coisa e deveria ganhar igual, mas essa historia ai que a família do Zacarias falou ta muito mal contada, já li algumas reportagens sobre a morte dele ha uns anos atras e o que se dizia nelas por exemplo e que foi o próprio Zacarias que tinha proibido as visitas na época que ele tava internado, essa do velório por exemplo, li uma reportagem em que dizia que tanto o Renato, quanto o Dedé e o Mussum foram para sete lagoas no dia do enterro dele, e no dia que ele morreu o próprio Renato e o Dedé foram no hospital assim que souberam da morte, o Mussum dizem que estava fora do rio e só soube já no fim do dia, e possível sim que a relação dele com os demais do grupo jã não fosse boa, ate porque o grupo tinha se separado em 1984, mas dizer que eles não acompanharam o sofrimento do Zacarias no fim da vida, acho um pouco forçado e com relação a memoria do Zacarias, queria saber como a família quer preservar se eles mesmo junto com a família do Mussum barraram a reprise dos trapalhões no começo da década de 2000, por isso que não deu as caras ate hoje no viva.

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Cleberson
28 minutos atrás, Helenaldo disse:

Eu nem sabia que tinha essa entrevista, quando colocarem no youtube vou ver depois, longe de querer defender o Renato Aragão, ate porque sempre discordei do fato do cache ser maior para ele, sendo que todo mundo ali fazia a mesma coisa e deveria ganhar igual, mas essa historia ai que a família do Zacarias falou ta muito mal contada, já li algumas reportagens sobre a morte dele ha uns anos atras e o que se dizia nelas por exemplo e que foi o próprio Zacarias que tinha proibido as visitas na época que ele tava internado, essa do velório por exemplo, li uma reportagem em que dizia que tanto o Renato, quanto o Dedé e o Mussum foram para sete lagoas no dia do enterro dele, e no dia que ele morreu o próprio Renato e o Dedé foram no hospital assim que souberam da morte, o Mussum dizem que estava fora do rio e só soube já no fim do dia, e possível sim que a relação dele com os demais do grupo jã não fosse boa, ate porque o grupo tinha se separado em 1984, mas dizer que eles não acompanharam o sofrimento do Zacarias no fim da vida, acho um pouco forçado e com relação a memoria do Zacarias, queria saber como a família quer preservar se eles mesmo junto com a família do Mussum barraram a reprise dos trapalhões no começo da década de 2000, por isso que não deu as caras ate hoje no viva.

No caso do Zacarias, você tem até razao, mais esse nao é o unico caso que mostra o egoismo do Renato, como por exemplo o Dedé passando dificuldades quando a Globo mandou ele embora e tendo que trabalha com o Beto Carreiro e o Renato nao fez nada pra ajudar o "Amigo", ou mesmo no caso que ele pediu demissao de funcionario de um lugar ai pq a pessoa chamou ele de Didi inves de Renato, enfim,

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Helenaldo
3 minutos atrás, Cleberson disse:

No caso do Zacarias, você tem até razao, mais esse nao é o unico caso que mostra o egoismo do Renato, como por exemplo o Dedé passando dificuldades quando a Globo mandou ele embora e tendo que trabalha com o Beto Carreiro e o Renato nao fez nada pra ajudar o "Amigo", ou mesmo no caso que ele pediu demissao de funcionario de um lugar ai pq a pessoa chamou ele de Didi inves de Renato, enfim,

Pois e, porem ai no caso do funcionário eu concordo com você, mas no caso do Dedé, a unica coisa que eu posso dizer e se ele chegou no ponto que estava na época foi por irresponsabilidade dele mesmo, pois convenhamos né, mesmo que o Renato levasse 50% dos lucros na bilheteria dos filmes, e recebesse mais na globo, o que o Dedé e os outros dois ganhavam era muito bom também, o que faltou mesmo foi cabeça para empregar bem esse dinheiro, o Dedé mesmo disse em uma entrevista no domingo espetacular que ele ajudou muito as pessoas e quando foi depois essas mesmas pessoas viraram as costas pra ele, e que muitas vezes foi preciso pegar grana emprestada com o Renato pra pagar as contas, esse que foi o grande problema não só dele, como do Mussum e do Zacarias, ganhavam bem mas não sabiam empregar o dinheiro.

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Cleberson
Agora, Helenaldo disse:

Pois e, porem ai no caso do funcionário eu concordo com você, mas no caso do Dedé, a unica coisa que eu posso dizer e se ele chegou no ponto que estava na época foi por irresponsabilidade dele mesmo, pois convenhamos né, mesmo que o Renato levasse 50% dos lucros na bilheteria dos filmes, e recebesse mais na globo, o que o Dedé e os outros dois ganhavam era muito bom também, o que faltou mesmo foi cabeça para empregar bem esse dinheiro, o Dedé mesmo disse em uma entrevista no domingo espetacular que ele ajudou muito as pessoas e quando foi depois essas mesmas pessoas viraram as costas pra ele, e que muitas vezes foi preciso pegar grana emprestada com o Renato pra pagar as contas, esse que foi o grande problema não só dele, como do Mussum e do Zacarias, ganhavam bem mas não sabiam empregar o dinheiro.

Sim, o fato é que nunca saberemos realmente a verdade sobre essas brigas dos Trapalhoes e Chespirito, pq cada um fala algo, a imprensa sensacionalista aumenta, distorce e edita o que convem, enfim.

O Fato é que nós como fa o melhor que fazemos é admirar e gostar da pessoa como artista, esquecendo o seu lado pessoal, pq se nao nos decepcionamos muito.

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Homessa

Acho justo o Renato receber mais, pois eram um dos redatores.Se por acaso postarem no youtube, vou assistir novamente, pois houve um falatório aqui em casa durante a reportagem e certas coisas não ouvi direito.

 

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Helenaldo

Acabei de assistir essa reportagem do domingo show sobre o Zacarias, posso dizer que foi uma entrevista relativamente boa, tirando claro a edição sensacionalista ao extremo da record, o acervo do Carlos Dias e muito interessante, principalmente as filmagens do velório e do enterro dele, que pelo que sei so tinha passado esse material no globo reporter que fizeram sobre ele na época, contudo essa reportagem ainda tem alguns furos, sendo o mais grave deles quando a irmã do Zacarias disse que a morte dele poderia ter sido por causa de algum vírus que ele contraiu quando gravou na serra pelada, sendo que esse filme em questão havia sido rodado em 1982 e não em 1989, talvez ela tenha se confudido e queira ter dito pedra da gávea que no caso foi usado como locação para os trapalhões na terra dos monstros de 1989, e pelo video que foi mostrado na entrevista realmente notava-se que a relação dele com o Renato Aragão ia mal das pernas, alias agora a dúvida que fica, será que vai ter uma reportagem dessas sobre o Mussum? Ah e sobre a morte dele, se não fosse o relato da irmã dele falando da visita da mãe dele dias antes da morte dele até hoje eu iria pensar que realmente tinha sido aids.

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Cleberson
10 horas atrás, homessa disse:

Acho justo o Renato receber mais, pois eram um dos redatores.Se por acaso postarem no youtube, vou assistir novamente, pois houve um falatório aqui em casa durante a reportagem e certas coisas não ouvi direito.

 

Ta completo a reportagem nessas 2 partes, ou falta algo ?

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