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Estádios do Brasil e do Mundo

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Em 22/08/2020 às 08:47, E.R disse:
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https://www.terra.com.br/esportes/lance/alexandre-campello-presidente-do-vasco-anuncia-parceria-para-reforma-de-sao-januario,9543a7722a8a6b39ce23aa41f879e033oyld7bkm.html

O presidente do Vasco, Alexandre Campello, anunciou uma parceria para colocar em prática o projeto de modernização e reforma de São Januário.

O dirigente revelou a assinatura de um memorando de entendimento com a WTorre Empreendimentos Imobiliários, "reunindo diversos conceitos sobre a parceria, que possui aspectos financeiros e operacionais importantes para a continuidade e robusteza do Projeto", conforme PDF divulgado pelo clube que destaca 14 pontos para sanar as dúvidas dos torcedores.

-  Desde o começo dessa gestão, buscamos maneiras de reformar e ampliar São Januário. Criamos um projeto arquitetônico, a partir do Sergio Dias e sua equipe. A ideia foi levada ao Conselho de Beneméritos, que aprovou e gostou. Preservamos a fachada. Então, após o projeto, passamos a buscar viabilizar a parte financeira para colocar a obra de pé. Então, buscamos a melhor parceria, quem tem experiência na área. Fomos atrás da W Torre e assinaremos agora esse memorando de entendimento.

O começo da construção do 'novo São Januário' está prevista para o segundo semestre de 2021 e conclusão em 21 de agosto de 2023, com custo total de R$ 275 milhões.

O Vasco cederá o direito de uso, por tempo determinado, e em contrapartida à parte das receitas que serão obtidas, primordialmente, com os patrocínios, camarotes, cadeiras especiais e ingressos.

Um dos principais aspectos do projeto será a ampliação da capacidade de São Januário de 22.000 para 43.200 lugares.

Além disso, haverá a preservação da Fachada, Cobertura, Tribuna de Honra e Capela como elemento arquitetônico e arquibancada popular coberta nos setores atrás dos gols.

 

Vixe, a WTorre até hojr não terminou o Allianz Parque, era pra ter restaurantes, Museu, um monte de coisa que até hoje eles só enrolam e não entregam. Pelo menos é muito bom ver jogo lá saudades, aliás.

  • 1 mês depois...
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A infraestrutura dessas arenas é ANIMAL! Torço para que cada vez mais clubem adotem este tipo de estádio...

  • 1 ano depois...
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O ESTADO DE S.PAULO

Portugueses que migraram para o Brasil e estabeleceram um novo lar na cidade de São Paulo encontraram no Canindé uma maneira de voltar às suas origens e seguir conectados com seu passado, povo e cultura.

O estádio, que completa 50 anos hoje, serviu não só como um local para receber jogos de futebol, mas também para reunir a comunidade lusitana, que buscava na cidade uma nova oportunidade de vida.

Antes de se tornar a casa da Portuguesa, em 1956, o terreno pertencia a uma associação de esportes da comunidade alemã, que o vendeu ao São Paulo à época da Segunda Guerra Mundial. O clube tricolor usava o local para treinamento e o terreno foi adquirido pela diretoria da Portuguesa.

A Portuguesa buscava um lugar para chamar de seu e usou parte do valor da venda de Julinho Botelho no pagamento. Para erguer o estádio, também contou com a ajuda de torcedores, que doaram materiais de construção.

“Meu pai, que era dono de um bar, me colocou de sócio em 1963. Eu morava ali na Consolação e, quando havia jogos no Pacaembu, eu ia aos domingos à tarde com ele. O estádio começou a ser construído em 1968 e a colônia se uniu. Meu pai se reuniu com amigos para trazer sacos de cimento ao estádio toda semana. Cada um tinha uma lista de coisas para comprar”, conta o aposentado Artur Cabreira, que ocupa o cargo de vice patrimonial da Portuguesa e é colaborador do museu histórico do clube. “Se pudesse, eu moraria aqui”, acrescenta Artur Cabreira, que virou amigo do ídolo Ivair e diz cogitar jogar suas cinzas no estádio.

Com o título “Portuguêsa inaugura a certeza de ser grande”, o Estadão contava naquele 9 de janeiro de 1972, também um domingo, a história de inauguração do Canindé, num jogo com o Benfica. O jornal dedicou a página 52 e detalhou o passo de emancipação do clube. “Mais do que o estádio do Canindé, a Portuguesa inaugura hoje – em partida internacional contra o Benfica – a certeza de que, de agora em diante, o seu time nunca mais viverá a incerteza de ser apenas um quadro intermediário entre os grandes e os pequenos.”

Cinquenta anos depois, a situação do Canindé parece um disco de fado arranhado, repetitivo. Nos últimos anos, o estádio passou por tentativas fracassadas de leilão e sucessivos aluguéis para eventos como shows, festas de carnaval e festivais de música eletrônica.

É uma forma importante de geração de renda. A Portuguesa aproveita a área como um trunfo financeiro relevante.

Para ajudar o clube a preservar a história do time, da colônia portuguesa e também da cidade, dezenas de torcedores formaram em 2017 o grupo “SOS Canindé”, que contribui com doações para reformas no estádio, desde a compra de materiais até pagamento de mão de obra. Os torcedores ajudaram na pintura do estádio, troca de refletores, revitalização do gramado, reforma de banheiro, dentre outras ações.

A vontade de resguardar a história de um símbolo esportivo e cultural da cidade de São Paulo foi o que moveu o funcionário público Beto Freire, quando protocolou, há alguns anos, o pedido de tombamento do estádio no Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental (Conpresp). Até hoje, após longa tramitação, segue sem desfecho.

“O tombamento vai preservar a história de construção do estádio. Estou fazendo por pessoas que não estão mais aqui e para que as gerações futuras conheçam tudo isso. Com o tombamento, dá para trazer investimentos de cultura, além do esporte, melhorar o que tem ali, que já está sendo local para shows e eventos”, conta Beto Freire, cujos pais portugueses foram doadores do material para construir o estádio e decidiram morar perto do local para ficarem próximos à comunidade lusitana.

Em 2017, o Nacional Atlético Clube conseguiu o tombamento do estádio Nicolau Alayon, localizado na zona oeste da cidade, cujo terreno era cobiçado por empreiteiras.

Mas o presidente da Portuguesa, Antônio Carlos Castanheira, é contrário ao tombamento do Canindé. “Se você tomba o estádio, impossibilita a modernização. O tombamento não deve acontecer não”, diz. Da área de mais de 100 mil metros quadrados do terreno, 45% são da Portuguesa e o restante é cedido pela Prefeitura de São Paulo até o fim de 2092.

Há alguns anos, Antônio Carlos Castanheira tem em mente o objetivo de modernizar a área, e um projeto imobiliário seria a saída encontrada, mas a pandemia do novo coronavírus atrapalhou diretamente o planejamento. O projeto não representa a venda do Canindé, mas uma incorporação.

A segurança jurídica é tratada como ponto fundamental para evitar bloqueios no caixa e atrair possíveis investidores. Depois de negociar um acordo para dívidas trabalhistas, a diretoria espera neste mês conseguir o mesmo na área cível.

“Já estamos conversando com possíveis investidores para a parte imobiliária e também para o clube-empresa. A ideia é fazer uma sociedade com o investidor para explorar a atividade econômica na arena e também ao redor dela, como acontece em outros clubes, fechando um acordo por 20, 30 ou 40 anos. Ainda estamos avaliando. É a melhor localização da cidade para uma arena nova multiúso”, analisa o dirigente, que acredita na viabilidade econômica do local.

A Portuguesa marcou para o dia 15 de janeiro de 2022 a celebração dos 50 anos do Canindé, com uma partida amistosa contra o Volta Redonda,  que terá apresentação do elenco e dos novos uniformes. O clube também vai promover outras atrações e espera reunir um bom número de torcedores no estádio. 

 

  • 5 meses depois...
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https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2022/07/03/vasco-estima-entre-12-e-15-partidas-por-ano-no-maracana-e-oferece-sao-januario-ao-fluminense.ghtml

Em meios às turbulências e litígios pela utilização do Maracanã, hoje sob a gestão de Flamengo e Fluminense, o Vasco emitiu uma nota oficial neste domingo onde afirma que pretende utilizar o estádio somente para seus principais jogos, estimando de 12 a 15 partidas por ano, e oferece São Januário ao Fluminense para compor o calendário.

Na conta dos atuais gestores do estádio, seria viável liberar o Maracanã para o Vasco somente em 10% dos jogos do clube como mandante. Isso significa permitir o uso da arena em cerca de cinco jogos.

Na nota, o clube afirma ainda que busca um entendimento entre os clubes interessados em participar da licitação pela concessão do estádio. O Vasco ressalta que se trata de um "equipamento público" e argumenta que "não faz sentido realizar jogos com 10 mil ou 15 mil espectadores no Maracanã e deixar de fora partidas com potencial de 70 mil torcedores", citando diretamente a deste domingo, contra o Sport.

Vasco dando a entender que a torcida do Fluminense não consegue lotar o Maracanã - o que não deixa de ser uma verdade

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https://oglobo.globo.com/blogs/panorama-esportivo/post/2022/07/flamengo-pode-conseguir-terreno-para-construir-estadio-em-deodoro-sem-custos.ghtml

Na reunião entre Eduardo Paes e o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, o prefeito sugeriu que o estádio do clube seja construído em Deodoro. 

O terreno sugerido ao Flamengo pertence ao Exército e é necessário que sua propriedade seja transferida. 

Eduardo Paes colocou algumas possibilidades na mesa para o clube adquirir o espaço sem que tenha custos.

A primeira delas é que Prefeitura e União façam uma troca de terrenos. Ou seja, a área de Deodoro passa para a Prefeitura e os quartéis — que são pouco — seriam transferidos para terrenos do município em outros pontos da cidade. A segunda opção seria a própria prefeitura comprar a área. Em ambos os casos, o terreno seria cedido ao Flamengo.

Em contrapartida, caberia ao Flamengo não apenas construir o estádio, mas fomentar a região. 

Uma das hipóteses é a construção de um shopping que seja maior do que os que já existem nos bairros próximos a Deodoro.

A Prefeitura tem interesse no desenvolvimento da região de Deodoro. Próximo do local escolhido para o possível estádio, o governo irá inaugurar um terminal rodoviário para o BRT da TransBrasil, uma obra lançada por Eduardo Paes ainda no seu primeiro governo.

 

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https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/renato-mauricio-prado/2022/07/09/flamengo-sonha-com-estadio-em-terreno-do-governo-federal-no-gasometro.htm

Várias opções de lugares para o estádio do Flamengo estão sendo estudadas (Parque Olímpico, Deodoro e a área da antiga Terra Encantada), mas o principal objeto de desejo de Rodolfo Landim e seus pares é um terreno do União, no Gasômetro - localização excepcional em termos de acesso, com trem, metrô, Avenida Brasil e os túneis que ligam a Zona Sul ao centro.

A prefeitura do Rio de Janeiro tentou comprar essa área, mas o assunto acabou sendo esquecido.

 

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https://oglobo.globo.com/blogs/panorama-esportivo/post/2022/07/flamengo-recebe-aval-da-uniao-para-construir-estadio-em-deodoro.ghtml

O Flamengo já tem o aval da União para construir o seu estádio em um terreno do Exército em Deodoro.

Apesar da liberação e da vontade da Prefeitura para que a obra avance no local, o próprio clube está resistente.

A própria União não se opôs a liberar outro terreno na cidade. O Flamengo deseja encontrar um local mais central, para que atenda a torcedores de todas as regiões.

Na semana passada, o presidente do Flamengo Rodolfo Landim, esteve em Brasília e se encontrou com Arthur Lira, presidente da Câmara. 

Na Gávea, o estádio em Deodoro foi visto com ressalvas. Sócios veem a maior distância da região central e o fator segurança como um empecilho para o deslocamento dos grupos que frequentam o dia a dia do clube e normalmente moram próximos da sede. Entre os sócios-torcedores a resistência é menor.

O ideal seria no Gasômetro.

  • 2 semanas depois...
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https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/flamengo/noticia/2022/07/estadio-do-flamengo-no-gasometro-entenda-o-projeto-favorito-da-diretoria.ghtml

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Na busca por tirar do papel o projeto de um estádio próprio, o Flamengo definiu seu alvo : o terreno do antigo Gasômetro do Rio de Janeiro, no Centro da cidade.

O Flamengo terá que negociar com a Caixa Econômica Federal, mas recebeu apoio do deputado federal Pedro Paulo e do grupo político de Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro.

A situação está longe de ser simples. A área é a mais valorizada de toda a região do Porto Maravilha, e a Caixa teria empreendimentos economicamente mais vantajosos com a construção de prédios comerciais ou mesmo residenciais.

Por isso, os dirigentes do Flamengo precisarão ser "criativos" para apresentar um modelo de negócios em que a área seja rentabilizada de outras maneiras.

— O Flamengo precisa demonstrar para a Caixa, na negociação, que isso é um negócio vantajoso para ela. Na medida que você vai construir um estádio e não prédios comerciais e residenciais, o clube precisa montar um "real estate", seja com investimento imobiliário, shopping ou centro comercial, precisa ser inventivo para construir aquilo. O custo que tem construir aquele terreno. Só o espaço custará ao menos R$ 400 milhões — declarou o deputado federal Pedro Paulo, ao telefone, para O GLOBO.

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A ideia é que a nova arena tenha características mais verticais, para abrigar o máximo possível de torcedores em um espaço de 86 mil m². A inspiração é o Signal Iduna Park, estádio do Borussia Dortmund, clube de futebol da Alemanha.

Mesmo com muitas possibilidades de transporte público, terrenos adjacentes podem ser cedidos para construções que façam parte do complexo rubro-negro, seja com a construção de centros comerciais e shoppings ou mesmo estacionamentos, aos moldes do que o Palmeiras fez com o Allianz Parque.

O antigo Gasômetro é um dos pontos mais centrais de toda a cidade do Rio de Janeiro, perfeita para a chegada de torcedores de qualquer lugar da Região Metropolitana.

— Poucos pontos conseguem unir tantos modais de transporte na cidade, é um local de fácil acesso e deslocamento, com grandes avenidas no entorno como a Avenida Brasil, Francisco Bicalho, Radial Oeste e a Ponte Rio Niterói. Do lado de onde o Flamengo pretende erguer seu estádio, a Prefeitura está construindo um entroncamento de BRTs e VLTs, o Terminal Intermodal Gentileza. Além disso, fica do lado da rodoviária, bem perto do aeroporto Santos Dumont, dos trens da Supervia e do metrô. Não à toa, é a parte mais valorizada do Porto Maravilha, por isso ganhou maior aumento de gabarito para atrair a indústria civil e empreendimentos imobiliários — adicionou o deputado federal.

Pedro Paulo tem se empenhado no projeto junto à Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (CDURP), que opera a região portuária. Ele obteve o apoio do prefeito Eduardo Paes no pleito do Flamengo.

O clube ainda fez algumas demandas ao Governo do Estado para a licitação do Maracanã, que participará em parceria com o Fluminense. Embora tenham oferecido uma solução mais simples em Deodoro, a Prefeitura não viu o Flamengo se entusiasmar com a opção, por considerar distante do Centro e da Zona Sul, que abriga a sede social do clube, na Gávea. Apesar disso, o local não está descartado.

— Todo lugar tem seu desafio. O mais simples seria Deodoro, que não é desprezível no acesso ao transporte, por exemplo. Se discutiu a Terra Encantada, mas aquele terreno também tem um potencial construtivo enorme, uma área muito adensada e que deve ser destinada a edificações residenciais. Outras áreas na Barra da Tijuca também foram oferecidas ao Flamengo, mas do ponto de vista ambiental e de construção, o clube prefere o antigo Gasômetro — opinou Pedro Paulo.

 

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O Flamengo segue determinado em construir um estádio próprio. 

O alvo do clube é o terreno do antigo Gasômetro, no Porto Maravilha. 

Em entrevista, a presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, abriu o jogo e afirmou que pediu um estudo de viabilidade técnica e financeira para dar o aval ao Flamengo.

— O Flamengo quer construir um estádio na região do Gasômetro, no Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. A Caixa administra e faz a gestão de um fundo imobiliário que é proprietário daquele terreno. Existe um interesse do Flamengo em fazer alguma transação imobiliária para que a gente venda o terreno para eles e eles construam o estádio lá. Pedi estudos de viabilidade técnica e financeira dentro da governança do banco. A Caixa tem atuado como gestor desse fundo que está no Porto Maravilha. Todos os projetos de revitalização daquela região do Porto Maravilha no Rio de Janeiro existe um engajamento grande e o interesse fincaneiro do banco nisso. Já foram pedidos os estudos de viabilidade. Tem um outro terreno perto, parece que das Forças Armadas. Eu recebi, junto com alguns vices-presidentes, o presidente do Flamengo e alguns assessores na semana passada, mas a gente tem que ver a viabilidade técnica e financeira - disse em entrevista ao programa de TV, Direto ao Ponto.

Fonte https://colunadofla.com/2022/07/presidente-da-caixa-solicita-estudo-de-viabilidade-para-flamengo-construir-estadio-no-gasometro/

 

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DIOGO DANTAS - O GLOBO

Ciente de que terá que desembolsar alto valor pelo terreno do Gasômetro, o Flamengo estipulou um teto de não mais de R$ 250 milhões a serem pagos à Caixa Econômica Federal.

A principal desconfiança é sobre a baixa atratividade imobiliária da região, mesmo com as obras de infraestrutura de transportes que a Prefeitura do Rio pretende inaugurar.

Fontes do Flamengo entendem que a presença de um estádio aliado a outros empreendimentos não necessariamente vão revitalizar a área.

E que os dias de jogos demandariam um aparato enorme de segurança para regular o trânsito e conter possíveis casos de violência.

Diante desse cenário e dos custos apresentados, ainda não estão descartados, por exemplo, terrenos em Niterói, Deodoro, na Avenida Brasil e o do antigo parque Terra Encantada, na Barra da Tijuca.

O que mais perdeu força foi o do Parque Olímpico da Barra da Tijuca em função em dívidas das empresas que detém o terreno.

Todos os outros espaços oferecem vantagens financeiras, ainda que não sejam a menor opção logística.

Deodoro e Niterói teriam terrenos doados ou quase de graça.

Por isso, o Flamengo mantém a intenção de um estádio próprio sem abrir mão do Maracanã. A ideia é preservar a concessão mesmo sem a autonomia desejada e, em paralelo, seguir buscando solução definitiva.

 

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https://oglobo.globo.com/blogs/panorama-esportivo/post/2022/08/entrevista-o-flamengo-precisa-de-um-estadio-para-chamar-de-seu-diz-eduardo-paes.ghtml

Entrevista com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes :

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Vascaíno, Eduardo Paes é um dos incentivadores do estádio do Flamengo. Apesar de ter sugerido Deodoro, diz que o Gasômetro é um espaço viável e com estrutura para o empreendimento.

Em entrevista, o prefeito explica que a transação entre Flamengo e Caixa não se trata apenas do valor do terreno, mas também do potencial construtivo que influi no valor final. E é onde ele diz que pode ajudar. Esse potencial é determinado pela prefeitura, que define se no local pode-se construir uma casa ou um prédio de 50 andares, caso do Gasômetro. Ele diz que aceita transferir esse potencial para outra região para que a Caixa não tenha perdas.

A cidade do Rio de Janeiro comporta mais um estádio ?

O que eu acho, eu acho que um clube com as dimensões do Flamengo precisa de um estádio para chamar de seu. E o Maracanã tem uma dimensão pública, no sentido amplo da palavra, que vai fazer com que o Maracanã sempre seja de todos os clubes, especialmente dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro. Por exemplo, o que aconteceu com aquele jogo do Vasco, em que o juiz deu uma liminar, graças a Deus, permitindo o Vasco jogar lá. Aquilo é muito fruto da dimensão pública do Maracanã. Então o presidente Rodolfo Landim está absolutamente correto em querer trabalhar para que o Flamengo tenha um estádio para chamar de seu. Me parece isso, que o Maracanã vai ter sempre o Flamengo como protagonista pelo tamanho da sua torcida, pela sua importância, mas o Maracanã vai ser sempre da seleção brasileira, do Vasco, do Botafogo, do Fluminense, ele vai ter sempre essa dimensão pública.

Para a prefeitura qual é o melhor lugar ?

Eu sempre vejo Deodoro como uma solução do ponto de vista burocrático e institucional mais simples. É uma área muito grande que pertence ao Exército Brasileiro com um baixo valor econômico, com baixo potencial construtivo. Por parte da prefeitura não tem o menor problema em ver o estádio ser construído no Gasômetro. Em relação ao Parque Olímpico, ali me parece que o imbróglio é muito maior sobre o ponto de vista do interesse econômico, do valor, então eu desaconselhei o presidente Rodolfo Landim a prosseguir por ali. No caso do Gasômetro, precisa sim da autorização da prefeitura. O potencial construtivo que tem aquela área é da prefeitura. Provavelmente a Caixa vai precisar muito da prefeitura para resolver a situação. Se é pro bem do Rio de Janeiro, pro bem do Flamengo, nós vamos ajudar naquilo que for preciso. Agora é importante que ações sejam tomadas. A Caixa precisa tomar logo essa decisão, encaminhar e quero aqui de público dizer, o que a presidente da Caixa entender necessário para ajudar o Flamengo, a prefeitura vai fazer e ela sabe que precisa muito da prefeitura para isso.

Pode dar exemplo de como a prefeitura poderia ajudar ?

Aquele terreno vale muito, quem comprou foi a prefeitura. É uma operação muito sofisticada no Porto Maravilha. Nós aportamos esse terreno a um fundo imobiliário que é administrado pela Caixa. Ali você tem um potencial construtivo que é o que paga a operação do túnel, a derrubada da perimetral. Então esse potencial construtivo, vai ser uma conta que o Flamengo nunca vai conseguir pagar, vai inviabilizar o estádio. Vai custar muito mais do que a construção do estádio. Então provavelmente o que a Caixa vai nos solicitar é que a gente pegue esse potencial construtivo e transfira para outra área do Rio de Janeiro. E eu quero dizer aqui que eu topo transferir.

E transferiria para onde ?

Aí eu não sei qual o pleito da Caixa. Mas eu transfiro. Vou assinar essa transferência ao lado do presidente Jair Bolsonaro para ajudar o Mengão, autorizando a ele a ceder a área.

Há a preocupação com a infraestrutura no entorno do Gasômetro, receio de que a cidade pare em dia de jogo.

Você tem metrô perto, tem trem perto, você tem o VLT chegando, vai ter um super terminal ali na frente. É óbvio, que como todo estádio não comporta muito carro. Mas essas coisas você consegue evitar.

Mas hoje mesmo sem estádio há problemas naquela região.

É um lugar que para se chegar vai ter que ser através do transporte público.

Não é ruim para o desenvolvimento da cidade que haja tantos estádios em um raio tão pequeno ? Naquela região já tem o Maracanã, São Januário e também o estádio do São Cristóvão.

Ao contrário, a gente entende que quanto mais concentrada for a cidade melhor vai ser a cidade. Tanto que nós estimulamos. Tem todo um programa de revitalização da Zona Portuária, tem empreendimentos residenciais sendo lançados ali, vai ter o programa Reviver Centro. Quanto mais você evita deslocamento pela cidade, melhor. Deodoro tem uma vantagem que é ter trem, BRT e a Transolímpica. Mas ali também é uma área boa.

Mas um estádio traz transporte, investimento imobiliário, mexe com a economia. Concentrar tudo em uma região não é perder a oportunidade de desenvolver outras áreas ?

Aí vamos entrar em uma discussão urbanística. Nosso direcionamento todo é de consolidar o Centro do Rio de Janeiro que é a área com mais estrutura, mais transporte e que as pessoas deixaram de investir, residir. Todo nosso governo tem esse foco muito importante para recuperação da zona central da cidade. E São Cristóvão é uma dessas regiões, tem um potencial enorme. Eu tenho certeza que ali com uma solução inteligente, o deputado Pedro Paulo está ajudando nisso com o Rodolfo Landim, você tem como modelar um super empreendimento de um shopping center junto com o estádio, dá pra fazer alguma coisa direito.

Todo mundo está se mobilizando para ajudar o Flamengo, pelo menos verbalmente. O que o clube teria que dar como contrapartida ?

Por pare da prefeitura nós estamos plenamente de acordo, não há nenhum tipo de exigência. A única coisa importante aqui é que a Caixa não cobre pela área, porque ela é uma área valorizada. Eu acabei de pagar em um pequeno trecho do terreno R$ 50 milhões para a Caixa. Então eu imagino que com o potencial construtivo que tem ali vai custar muito. O mais importante é que eu possa transferir o potencial construtivo.

Já tem algum projeto por parte da prefeitura ou o Flamengo já apresentou algo ?

Estudo da prefeitura sobre o que pode acontecer ali já tem vários. Ali é uma área que a gente sempre projetou na operação do Porto Maravilha, ali você pode fazer quase 50 andares de prédio, grande shopping center, já era uma área prevista para ter esse tipo de movimento. Por isso que estou dizendo que não é um problema o Flamengo construir um estádio ali. A gente já tinha a visão e a previsão de que ali seria uma área muito adensada e com muito uso.

A Barra ainda não foi descartada ainda.

Eu estou à disposição do Flamengo para ajudar. De novo, são negociações privadas. A Avenida Ayrton Senna é uma avenida que tem uma infraestrutura de transportes, liga direto com a Linha Amarela, liga direto com a Transolímpica, Transoeste, Zona Sul, quer dizer, de fato é uma região central da cidade.

E a questão de estádio para o Fluminense ?

Não há nenhum pleito ainda do Fluminense em relação a estádio. Eu tenho a melhor relação com o presidente Mario Bittencourt, então vamos aguardar.

Também há projetos para outros clubes do Rio ?

O que integra essa cidade ? O que faz o sujeito atravessar o túnel ? São duas instituições, escolas de samba e clube de futebol. Eu, por exemplo, nasci na Zona Sul. Mas o que me fez conhecer a cidade quando eu era garoto era assistir jogo do Vasco contra o Bangu, em Moça Bonita; contra o Olaria, na Rua Bariri; contra o Campo Grande, no Ítalo Del Cima; isso que me fazia circular pela cidade. E ir na Portela, ir a Oswaldo Cruz e Madureira. Então é muito importante que a gente possa ter esses clubes da Zona Oeste, do subúrbio, em condições. A Portuguesa tem um estádio incrível, super confortável e bonito, então a gente está doando esse material das Olimpíadas. Eu estou trabalhando para ajudar o Campo Grande, mas tem sempre a dificuldade burocrática. Eu tenho uma ótima relação com o pessoal do Olaria, então o que eu puder fazer para ajudar esses clubes, eu vou ajudar.

 

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https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/flamengo/noticia/2022/08/flamengo-vice-juridico-diz-que-estadio-proprio-precisa-caber-mais-de-100-mil-para-ter-setor-popular.ghtml

O projeto do estádio próprio segue na pauta do Flamengo.

Nesta quinta-feira, o vice-jurídico Rodrigo Dunshee voltou a falar sobre o assunto. Em entrevista ao "Charla Podcast", o dirigente respondeu a perguntas sobre uma arena que possa receber 100 mil pessoas ou mais. 

Ao justificar esta capacidade, ele vinculou a criação de um setor popular ao tamanho da instalação.

Para o dirigente, estádios menores não permitem a cobrança de ingressos mais baratos. Ele destacou a importância da arrecadação com bilheteria ao dizer que ela ajuda na manutenção de uma equipe fortalecida.

"Os Estados Unidos só estão fazendo estádios para 100 mil, 120 mil pessoas. Com um estádio pequeno você acaba precisando elevar o preço dos ingressos. Não dá para fazer uma área mais popular, que é importante ter. Não tem como cobrar só valor baixo. Não tem como... Querer ter Arrascaeta, Gabigol, todo nosso time, e cobrar (valor baixo). Eu entendo a torcida reclamar. Mas, assim, não dá. Se tiver um estádio de 100 mil, 120 mil pessoas, dá para ter um espaço mais popular. Dá para ter", disse Rodrigo Dunshee.

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Atualmente, o clube negocia com a Caixa Econômica Federal a aquisição do terreno onde funcionava o Gasômetro, no Centro do Rio de Janeiro. 

Somente após esta etapa é que a diretoria vai se dedicar a elaboração de uma arena.

"Existe uma vontade política de reconhecer que o Flamengo faz jus a esse espaço. O prefeito (Eduardo Paes) já reconheceu que ajudará, o Governo Federal também manifestou interesse. Estamos falando com a Caixa Econômica Federal, que é a gestora de um fundo que é dono do terreno", explicou o dirigente.

"O Flamengo está negociando a compra desse terreno por um valor razoável, e isso está caminhando. O presidente Rodolfo Landim está tocando isso pessoalmente com a presidente da Caixa, que é a Daniella (Marques). Sei que está conversando, que terá mais uma reunião. Está caminhando".

A preferência pelo Centro do Rio de Janeiro passa pela capacidade de fazer receitas com o estádio. Como o Flamengo pretende faturar com bilheteria e aluguel de camarotes, o entendimento é de que precisa escolher um local que seja bem aceito pelo público de maior poder aquisitivo. O terreno em Deodoro, inicialmente sugerido pelo prefeito Eduardo Paes, esbarrou justamente nesta questão. Localizado na Avenida Brasil, longe do Centro, não foi recebido com empolgação no clube.

"O presidente Rodolfo Landim falou comigo esses dias que tem que pensar grande. É preciso novas fontes de receita. Naming-rights, camarotes, cadeiras, e outras que não posso falar aqui, podem ser feitas para gerar receitas novas, mas o que o presidente falou é que o Flamengo precisa ter um estádio grande", continuou o dirigente.

Apesar de todos estes planos, o Maracanã também segue na pauta. De acordo com o dirigente, o foco atual é a licitação do estádio, aberta pelo Governo do Estado. A arena própria seria um plano para médio e longo prazo.

"Estádio é uma coisa que demora quatro, cinco anos para ser feito. Agora estamos muito focados na licitação do Maracanã. São duas coisas que vão andar paralelas. Uma coisa não exclui a outra. O Rio de Janeiro tem quatro grandes times. O Vasco tem um estádio pequeno. O Flamengo e o Fluminense não têm estádio, e o Botafogo está usando um estádio municipal, que é olímpico e eles mesmo não acham maravilhoso. Então, tem espaço para o Maracanã e mais um".

 

Editado por E.R

  • 3 meses depois...

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  1. E.R
    E.R🛡️ respondeu ao tópico de E.R🛡️ em Games
    A desenvolvedora Insomniac Games só abrirá a pré-venda de "Marvel’s Wolverine" quando mais gameplays forem lançados. O jogo está em desenvolvimento desde 2021. Fonte : https://meups.com.br/noticias/pre-venda-de-marvels-wolverine-mais-revelado/
  2. E.R
    E.R🛡️ respondeu ao tópico de Raphael🛡️🔧 em Fórum Único Chespirito
    Já que as afiliadas do SBT estão reprisando sagas, bem que podiam exibir também a saga "O show deve continuar".
  3. E.R
    E.R🛡️ respondeu ao tópico de Marcos Albino em Venda da Esquina
    Morreu o ator Gerson Brenner aos 66 anos de idade. O ator ficou famoso na novela "Rainha da Sucata" como o personagem Gerson, um dos filhos de Dona Armênia. Depois, fez novamente o personagem na novela "Deus nos Acuda", do mesmo autor Silvio de Abreu. Também trabalhou em outras novelas, como "Olho no Olho" e "Corpo Dourado". Na madrugada de 17 de agosto de 1998, durante uma viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro, o ator foi vítima de um assalto, tendo sido baleado na cabeça ao ser atacado por bandidos que queriam roubar o seu carro. Em razão do ato, passou meses em coma e sofreu diversas sequelas, tais como distúrbios na fala, na motricidade e na capacidade cognitiva, sendo obrigado a abandonar a carreira de ator. Fonte :https://veja.abril.com.br/cultura/morre-gerson-brenner-ator-de-rainha-da-sucata-e-corpo-dourado-aos-66-anos/
  4. E.R
    E.R🛡️ respondeu ao tópico de Beterraba em Terreno Baldio
    LAURO JARDIM - O GLOBO Estão bastante avançadas as negociações avançadas para o Nubank substituir a Allianz Seguros como naming rights da arena do Palmeiras, que desde 2013 é conhecida como Allianz Parque. Na mesa, um contrato de US$ 10 milhões anuais até 2044. Para essa transação fechar, o contrato com a seguradora alemã terá que ser rescindido 18 anos antes do seu término.
  5. E.R
    E.R🛡️ respondeu ao tópico de Victor235 em Venda da Esquina

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