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https://oglobo.globo.com/blogs/panorama-esportivo/post/2022/08/entrevista-o-flamengo-precisa-de-um-estadio-para-chamar-de-seu-diz-eduardo-paes.ghtml

Entrevista com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes :

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Vascaíno, Eduardo Paes é um dos incentivadores do estádio do Flamengo. Apesar de ter sugerido Deodoro, diz que o Gasômetro é um espaço viável e com estrutura para o empreendimento.

Em entrevista, o prefeito explica que a transação entre Flamengo e Caixa não se trata apenas do valor do terreno, mas também do potencial construtivo que influi no valor final. E é onde ele diz que pode ajudar. Esse potencial é determinado pela prefeitura, que define se no local pode-se construir uma casa ou um prédio de 50 andares, caso do Gasômetro. Ele diz que aceita transferir esse potencial para outra região para que a Caixa não tenha perdas.

A cidade do Rio de Janeiro comporta mais um estádio ?

O que eu acho, eu acho que um clube com as dimensões do Flamengo precisa de um estádio para chamar de seu. E o Maracanã tem uma dimensão pública, no sentido amplo da palavra, que vai fazer com que o Maracanã sempre seja de todos os clubes, especialmente dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro. Por exemplo, o que aconteceu com aquele jogo do Vasco, em que o juiz deu uma liminar, graças a Deus, permitindo o Vasco jogar lá. Aquilo é muito fruto da dimensão pública do Maracanã. Então o presidente Rodolfo Landim está absolutamente correto em querer trabalhar para que o Flamengo tenha um estádio para chamar de seu. Me parece isso, que o Maracanã vai ter sempre o Flamengo como protagonista pelo tamanho da sua torcida, pela sua importância, mas o Maracanã vai ser sempre da seleção brasileira, do Vasco, do Botafogo, do Fluminense, ele vai ter sempre essa dimensão pública.

Para a prefeitura qual é o melhor lugar ?

Eu sempre vejo Deodoro como uma solução do ponto de vista burocrático e institucional mais simples. É uma área muito grande que pertence ao Exército Brasileiro com um baixo valor econômico, com baixo potencial construtivo. Por parte da prefeitura não tem o menor problema em ver o estádio ser construído no Gasômetro. Em relação ao Parque Olímpico, ali me parece que o imbróglio é muito maior sobre o ponto de vista do interesse econômico, do valor, então eu desaconselhei o presidente Rodolfo Landim a prosseguir por ali. No caso do Gasômetro, precisa sim da autorização da prefeitura. O potencial construtivo que tem aquela área é da prefeitura. Provavelmente a Caixa vai precisar muito da prefeitura para resolver a situação. Se é pro bem do Rio de Janeiro, pro bem do Flamengo, nós vamos ajudar naquilo que for preciso. Agora é importante que ações sejam tomadas. A Caixa precisa tomar logo essa decisão, encaminhar e quero aqui de público dizer, o que a presidente da Caixa entender necessário para ajudar o Flamengo, a prefeitura vai fazer e ela sabe que precisa muito da prefeitura para isso.

Pode dar exemplo de como a prefeitura poderia ajudar ?

Aquele terreno vale muito, quem comprou foi a prefeitura. É uma operação muito sofisticada no Porto Maravilha. Nós aportamos esse terreno a um fundo imobiliário que é administrado pela Caixa. Ali você tem um potencial construtivo que é o que paga a operação do túnel, a derrubada da perimetral. Então esse potencial construtivo, vai ser uma conta que o Flamengo nunca vai conseguir pagar, vai inviabilizar o estádio. Vai custar muito mais do que a construção do estádio. Então provavelmente o que a Caixa vai nos solicitar é que a gente pegue esse potencial construtivo e transfira para outra área do Rio de Janeiro. E eu quero dizer aqui que eu topo transferir.

E transferiria para onde ?

Aí eu não sei qual o pleito da Caixa. Mas eu transfiro. Vou assinar essa transferência ao lado do presidente Jair Bolsonaro para ajudar o Mengão, autorizando a ele a ceder a área.

Há a preocupação com a infraestrutura no entorno do Gasômetro, receio de que a cidade pare em dia de jogo.

Você tem metrô perto, tem trem perto, você tem o VLT chegando, vai ter um super terminal ali na frente. É óbvio, que como todo estádio não comporta muito carro. Mas essas coisas você consegue evitar.

Mas hoje mesmo sem estádio há problemas naquela região.

É um lugar que para se chegar vai ter que ser através do transporte público.

Não é ruim para o desenvolvimento da cidade que haja tantos estádios em um raio tão pequeno ? Naquela região já tem o Maracanã, São Januário e também o estádio do São Cristóvão.

Ao contrário, a gente entende que quanto mais concentrada for a cidade melhor vai ser a cidade. Tanto que nós estimulamos. Tem todo um programa de revitalização da Zona Portuária, tem empreendimentos residenciais sendo lançados ali, vai ter o programa Reviver Centro. Quanto mais você evita deslocamento pela cidade, melhor. Deodoro tem uma vantagem que é ter trem, BRT e a Transolímpica. Mas ali também é uma área boa.

Mas um estádio traz transporte, investimento imobiliário, mexe com a economia. Concentrar tudo em uma região não é perder a oportunidade de desenvolver outras áreas ?

Aí vamos entrar em uma discussão urbanística. Nosso direcionamento todo é de consolidar o Centro do Rio de Janeiro que é a área com mais estrutura, mais transporte e que as pessoas deixaram de investir, residir. Todo nosso governo tem esse foco muito importante para recuperação da zona central da cidade. E São Cristóvão é uma dessas regiões, tem um potencial enorme. Eu tenho certeza que ali com uma solução inteligente, o deputado Pedro Paulo está ajudando nisso com o Rodolfo Landim, você tem como modelar um super empreendimento de um shopping center junto com o estádio, dá pra fazer alguma coisa direito.

Todo mundo está se mobilizando para ajudar o Flamengo, pelo menos verbalmente. O que o clube teria que dar como contrapartida ?

Por pare da prefeitura nós estamos plenamente de acordo, não há nenhum tipo de exigência. A única coisa importante aqui é que a Caixa não cobre pela área, porque ela é uma área valorizada. Eu acabei de pagar em um pequeno trecho do terreno R$ 50 milhões para a Caixa. Então eu imagino que com o potencial construtivo que tem ali vai custar muito. O mais importante é que eu possa transferir o potencial construtivo.

Já tem algum projeto por parte da prefeitura ou o Flamengo já apresentou algo ?

Estudo da prefeitura sobre o que pode acontecer ali já tem vários. Ali é uma área que a gente sempre projetou na operação do Porto Maravilha, ali você pode fazer quase 50 andares de prédio, grande shopping center, já era uma área prevista para ter esse tipo de movimento. Por isso que estou dizendo que não é um problema o Flamengo construir um estádio ali. A gente já tinha a visão e a previsão de que ali seria uma área muito adensada e com muito uso.

A Barra ainda não foi descartada ainda.

Eu estou à disposição do Flamengo para ajudar. De novo, são negociações privadas. A Avenida Ayrton Senna é uma avenida que tem uma infraestrutura de transportes, liga direto com a Linha Amarela, liga direto com a Transolímpica, Transoeste, Zona Sul, quer dizer, de fato é uma região central da cidade.

E a questão de estádio para o Fluminense ?

Não há nenhum pleito ainda do Fluminense em relação a estádio. Eu tenho a melhor relação com o presidente Mario Bittencourt, então vamos aguardar.

Também há projetos para outros clubes do Rio ?

O que integra essa cidade ? O que faz o sujeito atravessar o túnel ? São duas instituições, escolas de samba e clube de futebol. Eu, por exemplo, nasci na Zona Sul. Mas o que me fez conhecer a cidade quando eu era garoto era assistir jogo do Vasco contra o Bangu, em Moça Bonita; contra o Olaria, na Rua Bariri; contra o Campo Grande, no Ítalo Del Cima; isso que me fazia circular pela cidade. E ir na Portela, ir a Oswaldo Cruz e Madureira. Então é muito importante que a gente possa ter esses clubes da Zona Oeste, do subúrbio, em condições. A Portuguesa tem um estádio incrível, super confortável e bonito, então a gente está doando esse material das Olimpíadas. Eu estou trabalhando para ajudar o Campo Grande, mas tem sempre a dificuldade burocrática. Eu tenho uma ótima relação com o pessoal do Olaria, então o que eu puder fazer para ajudar esses clubes, eu vou ajudar.

 

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https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/flamengo/noticia/2022/08/flamengo-vice-juridico-diz-que-estadio-proprio-precisa-caber-mais-de-100-mil-para-ter-setor-popular.ghtml

O projeto do estádio próprio segue na pauta do Flamengo.

Nesta quinta-feira, o vice-jurídico Rodrigo Dunshee voltou a falar sobre o assunto. Em entrevista ao "Charla Podcast", o dirigente respondeu a perguntas sobre uma arena que possa receber 100 mil pessoas ou mais. 

Ao justificar esta capacidade, ele vinculou a criação de um setor popular ao tamanho da instalação.

Para o dirigente, estádios menores não permitem a cobrança de ingressos mais baratos. Ele destacou a importância da arrecadação com bilheteria ao dizer que ela ajuda na manutenção de uma equipe fortalecida.

"Os Estados Unidos só estão fazendo estádios para 100 mil, 120 mil pessoas. Com um estádio pequeno você acaba precisando elevar o preço dos ingressos. Não dá para fazer uma área mais popular, que é importante ter. Não tem como cobrar só valor baixo. Não tem como... Querer ter Arrascaeta, Gabigol, todo nosso time, e cobrar (valor baixo). Eu entendo a torcida reclamar. Mas, assim, não dá. Se tiver um estádio de 100 mil, 120 mil pessoas, dá para ter um espaço mais popular. Dá para ter", disse Rodrigo Dunshee.

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Atualmente, o clube negocia com a Caixa Econômica Federal a aquisição do terreno onde funcionava o Gasômetro, no Centro do Rio de Janeiro. 

Somente após esta etapa é que a diretoria vai se dedicar a elaboração de uma arena.

"Existe uma vontade política de reconhecer que o Flamengo faz jus a esse espaço. O prefeito (Eduardo Paes) já reconheceu que ajudará, o Governo Federal também manifestou interesse. Estamos falando com a Caixa Econômica Federal, que é a gestora de um fundo que é dono do terreno", explicou o dirigente.

"O Flamengo está negociando a compra desse terreno por um valor razoável, e isso está caminhando. O presidente Rodolfo Landim está tocando isso pessoalmente com a presidente da Caixa, que é a Daniella (Marques). Sei que está conversando, que terá mais uma reunião. Está caminhando".

A preferência pelo Centro do Rio de Janeiro passa pela capacidade de fazer receitas com o estádio. Como o Flamengo pretende faturar com bilheteria e aluguel de camarotes, o entendimento é de que precisa escolher um local que seja bem aceito pelo público de maior poder aquisitivo. O terreno em Deodoro, inicialmente sugerido pelo prefeito Eduardo Paes, esbarrou justamente nesta questão. Localizado na Avenida Brasil, longe do Centro, não foi recebido com empolgação no clube.

"O presidente Rodolfo Landim falou comigo esses dias que tem que pensar grande. É preciso novas fontes de receita. Naming-rights, camarotes, cadeiras, e outras que não posso falar aqui, podem ser feitas para gerar receitas novas, mas o que o presidente falou é que o Flamengo precisa ter um estádio grande", continuou o dirigente.

Apesar de todos estes planos, o Maracanã também segue na pauta. De acordo com o dirigente, o foco atual é a licitação do estádio, aberta pelo Governo do Estado. A arena própria seria um plano para médio e longo prazo.

"Estádio é uma coisa que demora quatro, cinco anos para ser feito. Agora estamos muito focados na licitação do Maracanã. São duas coisas que vão andar paralelas. Uma coisa não exclui a outra. O Rio de Janeiro tem quatro grandes times. O Vasco tem um estádio pequeno. O Flamengo e o Fluminense não têm estádio, e o Botafogo está usando um estádio municipal, que é olímpico e eles mesmo não acham maravilhoso. Então, tem espaço para o Maracanã e mais um".

 

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O Pacaembu passará a ter grama sintética quando for reinaugurado, em 2024.

De acordo com Eduardo Barella, CEO da Allegra Pacaembu, empresa que adquiriu a concessão do local, as obras já avançaram a 40%. A previsão de reinauguração do complexo está mantida para janeiro do ano que vem – a intenção é que a partida de reabertura seja a final da Copinha, tradicionalmente disputada no estádio no dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo.

– Nosso campo será de grama sintética e para isso buscamos benchmarking (estudo de mercado) fora do Brasil, na Europa e nos Estados Unidos – diz o CEO, ao ge.

O Allianz Parque, estádio do Palmeiras, é citado como exemplo.

Assim como o Pacaembu pretende fazer, o Allianz Parque tem shows como importante fonte de receita. O piso sintético tem manutenção mais simples em situações como essa – o estádio do Palmeiras fez a troca da grama natural pela sintética em 2020.

– Já temos bem encaminhado esse tema. O campo continuará na mesma localização, até porque não estamos fazendo nenhuma intervenção significativa nas torres de iluminação. Não vamos ter mais o alambrado. A distância (da arquibancada para o campo) vai permanecer a mesma. Mas na lateral, estamos retomando a pista de atletismo, que terá seis raias, e a área entre a arquibancada e no antigo gradil vamos rebaixar em um metro, vai ter como um “fossinho”.

As arquibancadas laterais foram demolidas para escavação e construção de estrutura que terá bares e sanitários. Elas depois serão reconstruídas com a mesma geometria anterior, atendendo exigências de órgãos de preservação de patrimônio, já que o Pacaembu é tombado.

Abaixo da arquibancada laranja, à esquerda da entrada principal do estádio, ficará uma arena de e-sports.

Do outro lado, onde era a arquibancada manga, sob a marquise, serão instalados camarotes.

Assim como antes da reforma, o local onde ficavam as arquibancadas verde e amarela, na curva da ferradura, continuarão sem cadeiras. A capacidade total do estádio será de cerca de 26 mil torcedores.

As cores das arquibancadas vão mudar. A concessionária está analisando as opções entre cores terrosas – que remetem aos primeiros anos do estádio, mas que também cumprem a função de não identificar o estádio a clubes específicos, uma preocupação da empresa que tenta vender o novo Pacaembu como um estádio para todas as torcidas.

Nesse sentido, a administração do estádio tem apresentado um plano de negócios a clubes de futebol da elite para tentar atraí-los.

A ideia é que o estádio deixe de cobrar o aluguel para jogos e se torne sócio dos clubes no dia da partida, dividindo custos e receitas – desde a bilheteria até a venda de alimentos, bebidas e ativações de patrocinadores.

Equipes paulistas, como o Santos, que tem projeto de reforma da Vila Belmiro, Palmeiras e São Paulo, que frequentemente alugam seus estádios para shows, são clientes óbvios, mas a intenção é seduzir clubes de outros estados – o ge apurou que o Cruzeiro demonstrou interesse, e que times como Flamengo e Bahia estão nos planos.

Uma previsão conservadora é de que o Pacaembu receba cerca de 20 partidas de futebol por ano, mas com planos de ampliar esse número.

O futebol ainda será a principal atividade do Pacaembu.

Para 2024, porém, já estão contratados 80 shows que serão realizados no local.

– A previsão é ter 800 shows em dez anos. Eles serão realizados no centro de eventos e convenções, localizado no edifício multifuncional e em demais espaços do complexo.

– Hoje estamos com aproximadamente 40% de avanço das obras, estamos agora finalizando toda a parte que envolve movimentação de terra. Demolição, fundações, contenções. E agora, em abril, vamos começar a subir as estruturas de pré-moldados do edifício principal – afirma o CEO, sobre o prédio que substituirá o Tobogã, lance de arquibancadas demolido em 2021.

Fonte : https://ge.globo.com/sp/futebol/noticia/2023/03/10/pacaembu-chega-a-40percent-das-obras-e-tera-grama-sintetica-veja-fotos-de-como-esta-o-estadio.ghtml

 

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O ESTADO DE S.PAULO

O São Paulo tem convivido com críticas ao Morumbi. O estádio é palco de jogos e shows, incluindo os de bandas famosas, como o Coldplay. Foram as apresentações dos britânicos que reavivaram as críticas à infraestrutura no entorno da casa do São Paulo e no interior dela.

Há relatos e cenas registradas pelos fãs do Coldplay que revelam pontos de alagamento dentro e fora do estádio, desmaios em aglomerações, fãs instalados em locais improvisados e confusão nas arquibancadas, além da dificuldade de chegar ao Morumbi.

Alagamentos, sobretudo nas ruas que cercam o Morumbi, e transtornos no acesso são problemas históricos.

Existe antiga dificuldade de escoamento da água nas arquibancadas, fato que voltou a ser observado durante os shows do Coldplay.

Em nota enviada ao Estadão, o São Paulo citou algumas iniciativas feitas para atenuar problemas relacionados às inundações no complexo social e no estádio: “Construímos um muro de 4,5 metros de altura, que ajuda a evitar que a água entre no complexo do Morumbi. Recuperamos uma galeria, que passa embaixo do estádio, e temos diversas bombas que ajudam a tirar a água em excesso, que entra no clube e no estádio em dias de chuva torrencial. Contamos com um sistema de comportas em todas as entradas e internamente, em salas com potencial para inundações”, enumerou.

O São Paulo destacou adotar uma série de medidas preventivas que, assegura, reduziram “drasticamente os efeitos das chuvas dentro do clube”.

Durante seus mais de 60 anos, o Morumbi passou por algumas pequenas reformas. Há estudos, mas não um projeto definido, para modernizar o estádio, segundo apurou o Estadão.

Para se enquadrar no padrão exigido pela Conmebol e receber jogos da Copa América 2019, foi necessária uma reforma. As principais obras foram a ampliação dos vestiários e a construção de um novo túnel de acesso ao gramado para que os dois times subissem juntos.

Fora do estádio, a urbanização da região do Morumbi tem influência direta para as enchentes. Ao Estadão, a Prefeitura afirmou que a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) trabalha na contratação das obras de combate às enchentes na bacia do Córrego Antonico.

Essa intervenção, diz a gestão municipal, “vai minimizar os recorrentes alagamentos na Avenida Jules Rimet, Praça Alfredo Gomes e todo entorno do Estádio do Morumbi”.

O projeto ainda terá a licitação publicada e o investimento previsto é de R$ 152,5 milhões. A expectativa é de que as obras comecem neste primeiro semestre. 

 

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  • 7 months later...
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O Vasco apresentou um plano oficial de reforma do estádio de São Januário. 

É o mesmo enviado à Prefeitura do Rio de Janeiro para o avanço do projeto de lei de transferência do potencial construtivo, assinado na terça-feira pelo prefeito Eduardo Paes. 

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Ao todo, o novo complexo de São Januário terá capacidade para 47.838 torcedores. 

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É mais que o dobro dos 21.880 lugares atuais. Eles seriam divididos da seguinte forma: 32.743 nas arquibancadas, 10.258 nas cadeiras, 1.130 nos espaços lounges, 378 nos camarotes coletivos, 210 nas frisas, 133 nos camarotes tradicionais e 123 nas tribunas.

A ideia seria fazer a inauguração em abril de 2027.

Fonte : https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/vasco/noticia/2023/11/09/setores-sem-cadeiras-e-quase-50-mil-lugares-vasco-apresenta-projeto-de-reforma-de-sao-januario-enviado-a-prefeitura.ghtml

 

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  • 3 weeks later...
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O Flamengo e a Caixa Econômica Federal deram início às negociações sobre a construção do estádio no time na região do Gasômetro, na zona portuária do Rio de Janeiro.

O presidente do clube, Rodolfo Landim, e o vice-presidente de Fundos de Investimento da Caixa, Sérgio Bini, além de advogados e assessores, participaram de uma reunião, na quarta-feira, no escritório do banco na região, para tratar do assunto.

O Flamengo demonstrou interesse em comprar o terreno, que pode ser pago à vista ou parcelado, de acordo com pessoas que participaram do encontro.

O terreno foi avaliado em R$ 250 milhões, mas ainda não há projeto pronto sobre o tamanho do estádio e outros tipos de investimentos que podem agregar receitas, como shopping, prédio comerciais, edifício garagem, dentre outros.

Ficou acertado que o Flamengo e representantes da Caixa marcarão uma nova reunião para dar continuidade às negociações.

Foi sugerido ao time apresentar um documento, um termo de compromisso sobre as intenções do Clube. Esse documento daria segurança às partes envolvidas.

O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, disse ao GLOBO em novembro que pode prosseguir com o projeto de construção estádio do Flamengo se for o negócio for rentável para o banco.

Fonte : https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2023/12/01/flamengo-e-caixa-se-reunem-e-avancam-em-negociacoes-para-construcao-de-estadio-no-gasometro.ghtml

 

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Por conta de dívidas trabalhistas, a Justiça do Rio de Janeiro marcou para o dia 29 de janeiro de 2024, a cargo do leiloeiro Fabiano Ayupp, a venda do estádio do Olaria, na Rua Bariri. O lance inicial é de R$ 72 milhões.

Fonte : https://oglobo.globo.com/blogs/ancelmo-gois/post/2023/12/estadio-do-olaria-na-rua-bariri-berco-de-romario-tem-nova-data-para-ir-a-leilao.ghtml

 

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  • 4 months later...
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Flamengo e Vasco negociam com a prefeitura do Rio de Janeiro a autorização de obras e se seus planos se concretizarem poderão ter estádios separados por poucos quilômetros.

O Flamengo deseja comprar um terreno na altura do viaduto do Gasômetro, em São Cristóvão. 

Já o Vasco aguarda avançar na Câmara do Rio de Janeiro um projeto de lei de ampliação da capacidade de São Januário. 

O Flamengo não fala abertamente sobre a negociação e jamais apresentou publicamente um projeto de estádio — não se sabe, por exemplo, quanto de capacidade a arena teria — mas busca a ajuda do prefeito Eduardo Paes (PSD) para viabilizar a compra.

O terreno tem 86.592 m² e é de propriedade do fundo de investimento mobiliário do Porto Maravilha, gerido pela Caixa.

A prefeitura comprou parte do terreno da Caixa para a construção do terminal Gentileza, conexão entre ônibus, VLT e BRT, inaugurado em março. 

Mas o desejo do Flamengo tem obstáculos. O preço do terreno é um deles, pois o fundo da Caixa pede mais de R$ 2.000 por metro quadrado.

A Caixa afirmou em nota que os ativos do fundo estão disponíveis e que dialoga com o mercado, mas não comentou o interesse do Flamengo.

Outro obstáculo é a contaminação do solo do terreno no Gasômetro com níveis altos de metais pesados.

Em reunião recente com o Eduardo Paes, o Flamengo apresentou a ideia de ceder o potencial construtivo da sede da Gávea, localizada, na verdade, na Lagoa, para reduzir o custo do terreno do Gasômetro.

O deputado federal Pedro Paulo (PSD) se considera um padrinho político da ideia e diz que deseja fazer a "Cidade do Flamengo" na região próxima ao Porto Maravilha.

"Existe uma vocação de entretenimento ali. Poderíamos criar potencial de turismo fazendo uma espécie de distrito do futebol, com um polo de museus. Teríamos um triângulo onde estão também o Maracanã e São Januário", afirmou o deputado federal.

Ex-presidente do Flamengo entre 2013 a 2018, o deputado federal Eduardo Bandeira de Mello (PSB) associa a pressa do clube em adquirir o terreno ao ano eleitoral. Eduardo Bandeira de Mello é oposição ao grupo de Rodolfo Landim no Flamengo. A eleição no clube acontece em dezembro.

"Enquanto estive na presidência do Flamengo chegamos a avaliar este terreno e havia dificuldades. É preciso que haja um estudo sério, estruturado, com transparência. O que eu acho que não faz sentido é fazer algo às pressas para ganhar uma eleição ou forçar a criação de uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol)", afirma o parlamentar.

Em paralelo, Flamengo e Vasco batalham na licitação para concessão do Maracanã. Flamengo e Fluminense, atuais permissionários, apresentaram proposta que concorre com a parceria entre Vasco e a construtora W Torre.

O Vasco também aguarda a aprovação do projeto de lei para reformar São Januário, inaugurado em 1927. O Executivo enviou à Câmara do Rio de Janeiro uma autorização de operação urbana consorciada.

A reforma de São Januário e do entorno são viabilizadas. As intervenções serão acompanhadas por um conselho consultivo formado por dirigentes do Vasco, vereador, representantes da prefeitura e de associações de moradores.

O projeto prevê a ampliação da capacidade de São Januário de 22 mil para 47 mil .

Cadeiras vão ser trocadas, camarotes serão ampliados e as marquises reformadas.

O projeto arquitetônico prevê a preservação da fachada e da tribuna, onde o ex-presidente da República Getúlio Vargas discursou em cinco eventos do dia 1° de maio.

O Vasco deseja ainda a construção de uma ligação de pedestres de São Januário até a estação de BRT Vasco da Gama, na avenida Brasil.

O projeto está com tramitação atrasada na Câmara do Rio de Janeiro. O texto precisa ser analisado por 17 comissões até entrar na pauta de votação, em dois turnos.

O vereador Pedro Duarte (Novo) é a favor da reforma de São Januário, mas pede alterações no texto. Para Pedro Duarte, vereador declaradamente torcedor do Vasco, é preciso mudar o trecho que vincula a liberação do potencial construtivo ao avanço da obra: o Vasco só poderia receber 50% da venda, por exemplo, se tiver com 40% da reforma concluída.

"Se uma empresa quisesse comprar metade do potencial de uma vez para lançar um grande condomínio, o Vasco não poderia fazer a transferência. Isso atrapalharia as obras e o fluxo de caixa do clube. O modelo de governança não pode dificultar o fluxo."

Fonte : https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2024/04/flamengo-e-vasco-negociam-construcao-e-reforma-de-estadios.shtml

 

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  • 1 month later...
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Avançou várias casas a negociação entre o Flamengo e a Caixa a respeito da construção de um estádio do clube num terreno do banco, no Gasômetro, na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro.

Os presidentes da Caixa e do Flamengo, Carlos Vieira e Rodolfo Landim, se reuniram ontem na sede do banco, em Brasília, e começaram a destravar o nó que impede o fechamento do acordo.

O empecilho reside num ponto chave : o preço do terreno, de 87 mil metros quadrados, pertencente a um fundo de investimentos gerido pela Caixa.

Há meses, o Flamengo pretendia pagar apenas um terço do valor ambicionado pela Caixa. O valor que a Caixa quer é de R$ 450 milhões.

Entre o início das conversas, em fevereiro, e a reunião de ontem houve um fator que contribuiu para destravar o impasse : a decisão da prefeitura do Rio de Janeiro de autorizar a transferência do potencial construtivo da sede social do clube na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Essa decisão precisa ter a aprovação da Câmara dos Vereadores. 

Mas ninguém crê que os vereadores cariocas vetariam uma medida que beneficie o clube mais popular da cidade — e do Brasil.

O potencial construtivo refere-se à quantidade de construção permitida em um terreno de sua propriedade. Esta medida é utilizada para controlar o crescimento urbano, de acordo com o plano diretor de cada cidade. Com a mudança desse potencial construtivo, o Flamengo pode oferecer mais pelo terreno da Caixa.

Há agora um acordo de confidencialidade assinado entre Flamengo e Caixa sobre a transação.

Foi marcada uma nova reunião entre as partes, prevista para terça-feira que vem, na sede da Caixa no Rio de Janeiro, novamente com a presença dos presidentes do banco e do Flamengo.

Fonte : https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2024/05/estadio-do-fla-no-gasometro-clube-e-caixa-comecam-a-acertar-os-ponteiros.ghtml

 

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