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Estádios do Brasil e do Mundo

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O Pacaembu passará a ter grama sintética quando for reinaugurado, em 2024.

De acordo com Eduardo Barella, CEO da Allegra Pacaembu, empresa que adquiriu a concessão do local, as obras já avançaram a 40%. A previsão de reinauguração do complexo está mantida para janeiro do ano que vem – a intenção é que a partida de reabertura seja a final da Copinha, tradicionalmente disputada no estádio no dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo.

– Nosso campo será de grama sintética e para isso buscamos benchmarking (estudo de mercado) fora do Brasil, na Europa e nos Estados Unidos – diz o CEO, ao ge.

O Allianz Parque, estádio do Palmeiras, é citado como exemplo.

Assim como o Pacaembu pretende fazer, o Allianz Parque tem shows como importante fonte de receita. O piso sintético tem manutenção mais simples em situações como essa – o estádio do Palmeiras fez a troca da grama natural pela sintética em 2020.

– Já temos bem encaminhado esse tema. O campo continuará na mesma localização, até porque não estamos fazendo nenhuma intervenção significativa nas torres de iluminação. Não vamos ter mais o alambrado. A distância (da arquibancada para o campo) vai permanecer a mesma. Mas na lateral, estamos retomando a pista de atletismo, que terá seis raias, e a área entre a arquibancada e no antigo gradil vamos rebaixar em um metro, vai ter como um “fossinho”.

As arquibancadas laterais foram demolidas para escavação e construção de estrutura que terá bares e sanitários. Elas depois serão reconstruídas com a mesma geometria anterior, atendendo exigências de órgãos de preservação de patrimônio, já que o Pacaembu é tombado.

Abaixo da arquibancada laranja, à esquerda da entrada principal do estádio, ficará uma arena de e-sports.

Do outro lado, onde era a arquibancada manga, sob a marquise, serão instalados camarotes.

Assim como antes da reforma, o local onde ficavam as arquibancadas verde e amarela, na curva da ferradura, continuarão sem cadeiras. A capacidade total do estádio será de cerca de 26 mil torcedores.

As cores das arquibancadas vão mudar. A concessionária está analisando as opções entre cores terrosas – que remetem aos primeiros anos do estádio, mas que também cumprem a função de não identificar o estádio a clubes específicos, uma preocupação da empresa que tenta vender o novo Pacaembu como um estádio para todas as torcidas.

Nesse sentido, a administração do estádio tem apresentado um plano de negócios a clubes de futebol da elite para tentar atraí-los.

A ideia é que o estádio deixe de cobrar o aluguel para jogos e se torne sócio dos clubes no dia da partida, dividindo custos e receitas – desde a bilheteria até a venda de alimentos, bebidas e ativações de patrocinadores.

Equipes paulistas, como o Santos, que tem projeto de reforma da Vila Belmiro, Palmeiras e São Paulo, que frequentemente alugam seus estádios para shows, são clientes óbvios, mas a intenção é seduzir clubes de outros estados – o ge apurou que o Cruzeiro demonstrou interesse, e que times como Flamengo e Bahia estão nos planos.

Uma previsão conservadora é de que o Pacaembu receba cerca de 20 partidas de futebol por ano, mas com planos de ampliar esse número.

O futebol ainda será a principal atividade do Pacaembu.

Para 2024, porém, já estão contratados 80 shows que serão realizados no local.

– A previsão é ter 800 shows em dez anos. Eles serão realizados no centro de eventos e convenções, localizado no edifício multifuncional e em demais espaços do complexo.

– Hoje estamos com aproximadamente 40% de avanço das obras, estamos agora finalizando toda a parte que envolve movimentação de terra. Demolição, fundações, contenções. E agora, em abril, vamos começar a subir as estruturas de pré-moldados do edifício principal – afirma o CEO, sobre o prédio que substituirá o Tobogã, lance de arquibancadas demolido em 2021.

Fonte : https://ge.globo.com/sp/futebol/noticia/2023/03/10/pacaembu-chega-a-40percent-das-obras-e-tera-grama-sintetica-veja-fotos-de-como-esta-o-estadio.ghtml

 

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O ESTADO DE S.PAULO

O São Paulo tem convivido com críticas ao Morumbi. O estádio é palco de jogos e shows, incluindo os de bandas famosas, como o Coldplay. Foram as apresentações dos britânicos que reavivaram as críticas à infraestrutura no entorno da casa do São Paulo e no interior dela.

Há relatos e cenas registradas pelos fãs do Coldplay que revelam pontos de alagamento dentro e fora do estádio, desmaios em aglomerações, fãs instalados em locais improvisados e confusão nas arquibancadas, além da dificuldade de chegar ao Morumbi.

Alagamentos, sobretudo nas ruas que cercam o Morumbi, e transtornos no acesso são problemas históricos.

Existe antiga dificuldade de escoamento da água nas arquibancadas, fato que voltou a ser observado durante os shows do Coldplay.

Em nota enviada ao Estadão, o São Paulo citou algumas iniciativas feitas para atenuar problemas relacionados às inundações no complexo social e no estádio: “Construímos um muro de 4,5 metros de altura, que ajuda a evitar que a água entre no complexo do Morumbi. Recuperamos uma galeria, que passa embaixo do estádio, e temos diversas bombas que ajudam a tirar a água em excesso, que entra no clube e no estádio em dias de chuva torrencial. Contamos com um sistema de comportas em todas as entradas e internamente, em salas com potencial para inundações”, enumerou.

O São Paulo destacou adotar uma série de medidas preventivas que, assegura, reduziram “drasticamente os efeitos das chuvas dentro do clube”.

Durante seus mais de 60 anos, o Morumbi passou por algumas pequenas reformas. Há estudos, mas não um projeto definido, para modernizar o estádio, segundo apurou o Estadão.

Para se enquadrar no padrão exigido pela Conmebol e receber jogos da Copa América 2019, foi necessária uma reforma. As principais obras foram a ampliação dos vestiários e a construção de um novo túnel de acesso ao gramado para que os dois times subissem juntos.

Fora do estádio, a urbanização da região do Morumbi tem influência direta para as enchentes. Ao Estadão, a Prefeitura afirmou que a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) trabalha na contratação das obras de combate às enchentes na bacia do Córrego Antonico.

Essa intervenção, diz a gestão municipal, “vai minimizar os recorrentes alagamentos na Avenida Jules Rimet, Praça Alfredo Gomes e todo entorno do Estádio do Morumbi”.

O projeto ainda terá a licitação publicada e o investimento previsto é de R$ 152,5 milhões. A expectativa é de que as obras comecem neste primeiro semestre. 

 

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  • 7 meses depois...
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O Vasco apresentou um plano oficial de reforma do estádio de São Januário. 

É o mesmo enviado à Prefeitura do Rio de Janeiro para o avanço do projeto de lei de transferência do potencial construtivo, assinado na terça-feira pelo prefeito Eduardo Paes. 

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Ao todo, o novo complexo de São Januário terá capacidade para 47.838 torcedores. 

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É mais que o dobro dos 21.880 lugares atuais. Eles seriam divididos da seguinte forma: 32.743 nas arquibancadas, 10.258 nas cadeiras, 1.130 nos espaços lounges, 378 nos camarotes coletivos, 210 nas frisas, 133 nos camarotes tradicionais e 123 nas tribunas.

A ideia seria fazer a inauguração em abril de 2027.

Fonte : https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/vasco/noticia/2023/11/09/setores-sem-cadeiras-e-quase-50-mil-lugares-vasco-apresenta-projeto-de-reforma-de-sao-januario-enviado-a-prefeitura.ghtml

 

  • 3 semanas depois...
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RENAN MOURA - RÁDIO GLOBO

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O Flamengo e a Caixa Econômica Federal deram início às negociações sobre a construção do estádio no time na região do Gasômetro, na zona portuária do Rio de Janeiro.

O presidente do clube, Rodolfo Landim, e o vice-presidente de Fundos de Investimento da Caixa, Sérgio Bini, além de advogados e assessores, participaram de uma reunião, na quarta-feira, no escritório do banco na região, para tratar do assunto.

O Flamengo demonstrou interesse em comprar o terreno, que pode ser pago à vista ou parcelado, de acordo com pessoas que participaram do encontro.

O terreno foi avaliado em R$ 250 milhões, mas ainda não há projeto pronto sobre o tamanho do estádio e outros tipos de investimentos que podem agregar receitas, como shopping, prédio comerciais, edifício garagem, dentre outros.

Ficou acertado que o Flamengo e representantes da Caixa marcarão uma nova reunião para dar continuidade às negociações.

Foi sugerido ao time apresentar um documento, um termo de compromisso sobre as intenções do Clube. Esse documento daria segurança às partes envolvidas.

O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, disse ao GLOBO em novembro que pode prosseguir com o projeto de construção estádio do Flamengo se for o negócio for rentável para o banco.

Fonte : https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2023/12/01/flamengo-e-caixa-se-reunem-e-avancam-em-negociacoes-para-construcao-de-estadio-no-gasometro.ghtml

 

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Por conta de dívidas trabalhistas, a Justiça do Rio de Janeiro marcou para o dia 29 de janeiro de 2024, a cargo do leiloeiro Fabiano Ayupp, a venda do estádio do Olaria, na Rua Bariri. O lance inicial é de R$ 72 milhões.

Fonte : https://oglobo.globo.com/blogs/ancelmo-gois/post/2023/12/estadio-do-olaria-na-rua-bariri-berco-de-romario-tem-nova-data-para-ir-a-leilao.ghtml

 

  • 4 meses depois...
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Flamengo e Vasco negociam com a prefeitura do Rio de Janeiro a autorização de obras e se seus planos se concretizarem poderão ter estádios separados por poucos quilômetros.

O Flamengo deseja comprar um terreno na altura do viaduto do Gasômetro, em São Cristóvão. 

Já o Vasco aguarda avançar na Câmara do Rio de Janeiro um projeto de lei de ampliação da capacidade de São Januário. 

O Flamengo não fala abertamente sobre a negociação e jamais apresentou publicamente um projeto de estádio — não se sabe, por exemplo, quanto de capacidade a arena teria — mas busca a ajuda do prefeito Eduardo Paes (PSD) para viabilizar a compra.

O terreno tem 86.592 m² e é de propriedade do fundo de investimento mobiliário do Porto Maravilha, gerido pela Caixa.

A prefeitura comprou parte do terreno da Caixa para a construção do terminal Gentileza, conexão entre ônibus, VLT e BRT, inaugurado em março. 

Mas o desejo do Flamengo tem obstáculos. O preço do terreno é um deles, pois o fundo da Caixa pede mais de R$ 2.000 por metro quadrado.

A Caixa afirmou em nota que os ativos do fundo estão disponíveis e que dialoga com o mercado, mas não comentou o interesse do Flamengo.

Outro obstáculo é a contaminação do solo do terreno no Gasômetro com níveis altos de metais pesados.

Em reunião recente com o Eduardo Paes, o Flamengo apresentou a ideia de ceder o potencial construtivo da sede da Gávea, localizada, na verdade, na Lagoa, para reduzir o custo do terreno do Gasômetro.

O deputado federal Pedro Paulo (PSD) se considera um padrinho político da ideia e diz que deseja fazer a "Cidade do Flamengo" na região próxima ao Porto Maravilha.

"Existe uma vocação de entretenimento ali. Poderíamos criar potencial de turismo fazendo uma espécie de distrito do futebol, com um polo de museus. Teríamos um triângulo onde estão também o Maracanã e São Januário", afirmou o deputado federal.

Ex-presidente do Flamengo entre 2013 a 2018, o deputado federal Eduardo Bandeira de Mello (PSB) associa a pressa do clube em adquirir o terreno ao ano eleitoral. Eduardo Bandeira de Mello é oposição ao grupo de Rodolfo Landim no Flamengo. A eleição no clube acontece em dezembro.

"Enquanto estive na presidência do Flamengo chegamos a avaliar este terreno e havia dificuldades. É preciso que haja um estudo sério, estruturado, com transparência. O que eu acho que não faz sentido é fazer algo às pressas para ganhar uma eleição ou forçar a criação de uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol)", afirma o parlamentar.

Em paralelo, Flamengo e Vasco batalham na licitação para concessão do Maracanã. Flamengo e Fluminense, atuais permissionários, apresentaram proposta que concorre com a parceria entre Vasco e a construtora W Torre.

O Vasco também aguarda a aprovação do projeto de lei para reformar São Januário, inaugurado em 1927. O Executivo enviou à Câmara do Rio de Janeiro uma autorização de operação urbana consorciada.

A reforma de São Januário e do entorno são viabilizadas. As intervenções serão acompanhadas por um conselho consultivo formado por dirigentes do Vasco, vereador, representantes da prefeitura e de associações de moradores.

O projeto prevê a ampliação da capacidade de São Januário de 22 mil para 47 mil .

Cadeiras vão ser trocadas, camarotes serão ampliados e as marquises reformadas.

O projeto arquitetônico prevê a preservação da fachada e da tribuna, onde o ex-presidente da República Getúlio Vargas discursou em cinco eventos do dia 1° de maio.

O Vasco deseja ainda a construção de uma ligação de pedestres de São Januário até a estação de BRT Vasco da Gama, na avenida Brasil.

O projeto está com tramitação atrasada na Câmara do Rio de Janeiro. O texto precisa ser analisado por 17 comissões até entrar na pauta de votação, em dois turnos.

O vereador Pedro Duarte (Novo) é a favor da reforma de São Januário, mas pede alterações no texto. Para Pedro Duarte, vereador declaradamente torcedor do Vasco, é preciso mudar o trecho que vincula a liberação do potencial construtivo ao avanço da obra: o Vasco só poderia receber 50% da venda, por exemplo, se tiver com 40% da reforma concluída.

"Se uma empresa quisesse comprar metade do potencial de uma vez para lançar um grande condomínio, o Vasco não poderia fazer a transferência. Isso atrapalharia as obras e o fluxo de caixa do clube. O modelo de governança não pode dificultar o fluxo."

Fonte : https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2024/04/flamengo-e-vasco-negociam-construcao-e-reforma-de-estadios.shtml

 

  • 1 mês depois...
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Avançou várias casas a negociação entre o Flamengo e a Caixa a respeito da construção de um estádio do clube num terreno do banco, no Gasômetro, na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro.

Os presidentes da Caixa e do Flamengo, Carlos Vieira e Rodolfo Landim, se reuniram ontem na sede do banco, em Brasília, e começaram a destravar o nó que impede o fechamento do acordo.

O empecilho reside num ponto chave : o preço do terreno, de 87 mil metros quadrados, pertencente a um fundo de investimentos gerido pela Caixa.

Há meses, o Flamengo pretendia pagar apenas um terço do valor ambicionado pela Caixa. O valor que a Caixa quer é de R$ 450 milhões.

Entre o início das conversas, em fevereiro, e a reunião de ontem houve um fator que contribuiu para destravar o impasse : a decisão da prefeitura do Rio de Janeiro de autorizar a transferência do potencial construtivo da sede social do clube na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Essa decisão precisa ter a aprovação da Câmara dos Vereadores. 

Mas ninguém crê que os vereadores cariocas vetariam uma medida que beneficie o clube mais popular da cidade — e do Brasil.

O potencial construtivo refere-se à quantidade de construção permitida em um terreno de sua propriedade. Esta medida é utilizada para controlar o crescimento urbano, de acordo com o plano diretor de cada cidade. Com a mudança desse potencial construtivo, o Flamengo pode oferecer mais pelo terreno da Caixa.

Há agora um acordo de confidencialidade assinado entre Flamengo e Caixa sobre a transação.

Foi marcada uma nova reunião entre as partes, prevista para terça-feira que vem, na sede da Caixa no Rio de Janeiro, novamente com a presença dos presidentes do banco e do Flamengo.

Fonte : https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2024/05/estadio-do-fla-no-gasometro-clube-e-caixa-comecam-a-acertar-os-ponteiros.ghtml

 

Editado por E.R

  • 1 mês depois...
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A demorada obra no Pacaembu, em São Paulo.

 

  • 2 semanas depois...
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Vamos ver se reforma do Estádio de São Januário com capacidade para 58 mil sai.

  • 3 semanas depois...
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