Postado 9 de Julho de 2018 7 anos Autor Li o primeiro e único volume de Disney Saga, lançado em fevereiro de 2018 com "A nova história e glória da Dinastia Pato". Enquanto a saga clássica mostrou os antepassados de Patinhas, Donald e sobrinhos, esta nova série mudou o tempo para o futuro, mostrando os descendentes da Família Pato. Quanto ao formato, a ideia de uma linha intermediária entre gibis comuns e os especiais de capa-dura era realmente boa. Este título usa materiais levemente inferiores aos dos gibis de capa-dura mas igualmente bons em qualidade e com preço mais acessível. As páginas brancas destacam as cores dos desenhos e a encadernação lembra a de uma apostila escolar. O terceiro capítulo mostrou que no futuro os patos utilizam um dinheiro que pode ser usado mais de uma vez. A moeda "blip" é recarregada com créditos e pode ser usada infinitamente. O descendente de Patinhas guarda milhares de blips. Qual o sentido disso? Se a moeda funciona desta maneira, como um cartão recarregável com dinheiro que está armazenado "digitalmente", não haveria necessidade alguma de acúmulo de várias moedas. Claro que isso aparece na saga pelo acúmulo de dinheiro físico ser uma característica forte de Patinhas. Na página 84, com o "crossover" de Mickey com Patinhas, acho que ele deveria ter dito "Me esqueci de desligar o transmissor", e não "o teletransporte". Ele já havia se teletransportado, o que ficou ligado foi um telão que transmitia imagens de onde ele estava anteriormente. Apesar de não gostar de histórias futuristas, fiquei intrigado com o que teria acontecido ao Patacôncio na primeira parte. No capítulo final, os elementos que explicam o que teria acontecido foram encadeados de forma lógica, e não de modo forçado como acontece tantas vezes. Encaixou bem toda a saga. Não vou dar spoiler, mas quem for ler, preste atenção nas explicações das páginas 176-177. Por fim, desnecessários os trocadilhos infames que os autores da história disseram na entrevista. E vejam só esta referência à Amazon: -----
Postado 9 de Julho de 2018 7 anos Fiquei com o pé atrás de comprar essa edição, da nova história e glória da Dinastia Pato. Uma porque eu já não gosto da velha e outra porque achei que ela seria daquelas cheias de coisas nonsenses. Vendo seu post até deu uma vontade de comprar, mas parece que essa edição não se acha mais a venda nas bancas por aqui. Depois, me mande por mensagem, o que teria acontecido ao Patacôncio.
Postado 9 de Julho de 2018 7 anos Autor Porque não gosta da velha, Jonas? Comprei no Amazon por vinte reais, há um tempo. Lá vai o spoiler (aqui dá pra esconder): Spoiler O que aconteceu ao Patacôncio perpassa toda a saga. Vou tentar resumir. Lá no início, Patinhas e seus familiares mergulham para recuperar o baú que guarda as moedas da Dinastia Pato, que ficou por anos intocado no fundo do oceano. Chegando no local, escuro, eles veem o Patacôncio próximo ao baú. Patinhas aperta um negócio do submarino, para atingi-lo, e causa um deslizamento. O leitor fica várias páginas sem saber o que aconteceu ao Patacôncio, se ele morreu, se escapou. Os episódios vão acontecendo no futuro e só no final descobrimos que não era o Patacôncio, mas sim o robô do futuro Patandroid, que queria as moedas da Dinastia Pato. Para tentar capturá-las, ele acaba pulando num buraco negro. Era para ser o fim da Dinastia Pato (as moedas se perderam) e o fim do Patandroid (eliminação do vilão). Porém, como "cientistas afirmam que através dos buracos negros se pode viajar no espaço-tempo", não somente no espaço mas também no tempo, isso explica porque as moedas do futuro vieram parar no baú, porque elas puderam ser encontradas no tempo presente, porque o Patacôncio está vivo (o que foi atingido era apenas um robô) e porque a Dinastia Pato continuou, fazendo um "link" entre o passado e o futuro. Não gosto de histórias futuristas, mas a explicação encaixou bem. Geralmente dão explicações com bem menos sentido.
Postado 10 de Julho de 2018 7 anos Autor Este é um post popular. - Em "Juntos, mas nem tanto!" (Zé Carioca # 1858, de junho de 1989), além do que já mencionei anteriormente (personagem Seu Minguinho e citação à Constituição de 1988), destaco agora o Nestor se imaginando como cachorro, ao pensar em negar sua casa para Zé Carioca, que havia sido despejado: - Em "Às voltas com o tubarão", Mickey arrebenta fios em baixo da água e não leva choque: No final desta história, um personagem decide morar num hotel. Eu não sabia, mas esta modalidade existe mesmo, sobretudo nos dias de hoje. Chama-se "long stay", ou, ao pé da letra, sistema de longa permanência. Esta tem sido uma forma de alguns hotéis diminuírem a quantidade de quartos que ficam vagos em épocas de baixa demanda. - Histórias que estavam sem imagens correspondentes a este número: @Usagi chan -----
Postado 10 de Julho de 2018 7 anos 12 horas atrás, Victor235 disse: Porque não gosta da velha, Jonas? Comprei no Amazon por vinte reais, há um tempo. Lá vai o spoiler (aqui dá pra esconder): Mostrar conteúdo oculto O que aconteceu ao Patacôncio perpassa toda a saga. Vou tentar resumir. Lá no início, Patinhas e seus familiares mergulham para recuperar o baú que guarda as moedas da Dinastia Pato, que ficou por anos intocado no fundo do oceano. Chegando no local, escuro, eles veem o Patacôncio próximo ao baú. Patinhas aperta um negócio do submarino, para atingi-lo, e causa um deslizamento. O leitor fica várias páginas sem saber o que aconteceu ao Patacôncio, se ele morreu, se escapou. Os episódios vão acontecendo no futuro e só no final descobrimos que não era o Patacôncio, mas sim o robô do futuro Patandroid, que queria as moedas da Dinastia Pato. Para tentar capturá-las, ele acaba pulando num buraco negro. Era para ser o fim da Dinastia Pato (as moedas se perderam) e o fim do Patandroid (eliminação do vilão). Porém, como "cientistas afirmam que através dos buracos negros se pode viajar no espaço-tempo", não somente no espaço mas também no tempo, isso explica porque as moedas do futuro vieram parar no baú, porque elas puderam ser encontradas no tempo presente, porque o Patacôncio está vivo (o que foi atingido era apenas um robô) e porque a Dinastia Pato continuou, fazendo um "link" entre o passado e o futuro. Não gosto de histórias futuristas, mas a explicação encaixou bem. Geralmente dão explicações com bem menos sentido. Ah, prefiro as HQs que se passam no presente. Acho meio chato isso de ficarem mostrando os descendentes e os antepassados, como se toda a geração fosse ter pessoas com as mesmas características. Obrigado pela resposta. -------------- Já essa HQ "Juntos, mas nem tanto" é ótima mesmo. Como comentei esses dias, racho com a parte do filantropo.
Postado 10 de Julho de 2018 7 anos NOTÍCIAS Confira as imagens dos personagens diferentes que aparecem em Zé Carioca # 1904, de abril de 1991 (Na época, o Victor apenas upou as imagens, mas não trouxe o post aqui): - Lourival from B 900006: - Mimi from B 900006: - Seu Matias from B 900006: - Zé Carioca dá um conselho, digamos... : - Matilde and Epaminondas the lions: Editado 10 de Julho de 2018 7 anos por Ramyen Chapatin
Postado 10 de Julho de 2018 7 anos Autor 11 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Ah, prefiro as HQs que se passam no presente. Acho meio chato isso de ficarem mostrando os descendentes e os antepassados, como se toda a geração fosse ter pessoas com as mesmas características. Obrigado pela resposta. Isso fica meio forçado mesmo. Também prefiro histórias que se passem no presente, sem essas coisas futuristas. Mas enfim, como é só ficção mesmo, está valendo. Estamos aqui pra isso 11 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Já essa HQ "Juntos, mas nem tanto" é ótima mesmo. Como comentei esses dias, racho com a parte do filantropo. 21 minutos atrás, Ramyen Chapatin disse: - Zé Carioca dá um conselho, digamos... : Rachei quando vi que você enviou essa imagem no Inducks
Postado 10 de Julho de 2018 7 anos Antigamente a gíria Transa tinha outro significado, eram vários mas significavam algo bom.
Postado 11 de Julho de 2018 7 anos Autor 10 minutos atrás, Usagi chan disse: Antigamente a gíria Transa tinha outro significado, eram vários mas significavam algo bom. Sabemos, mesmo assim ficou engraçado, ainda mais com essa expressão/olhar do Zé Carioca
Postado 11 de Julho de 2018 7 anos Autor Histórias de Zé Carioca # 1511, de outubro de 1980, que estavam sem imagens nacionais no Inducks: Das histórias que já tinham imagens, destaquei o personagem Encrenqueiro e o Peninha vestido de caipira:
Postado 11 de Julho de 2018 7 anos Boa edição. Esses Zés da casa do 1500 são difíceis de aparecer em sebos e em anúncios na internet. Essa HQ do Peninha vestido de caipira é ótima. Conheci ela num dos últimos Zés.
Postado 12 de Julho de 2018 7 anos Autor 16 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Boa edição. Esses Zés da casa do 1500 são difíceis de aparecer em sebos e em anúncios na internet. Essa HQ do Peninha vestido de caipira é ótima. Conheci ela num dos últimos Zés. Não que sejam raros, mas são mais difíceis de aparecer mesmo, principalmente em sebos físicos. Recentemente encontrei alguns anunciados na OLX, um site que nunca havia procurado antes. Aos poucos e em fontes diversas vou encontrando números desta "casa" também.
Postado 13 de Julho de 2018 7 anos @Victor235 Você catalogou todos seus gibis no site "Guia dos Quadrinhos"? Eu pensei em fazer isso com os meus, mas preferi evitar a fadiga Só que agora, esta ideia veio a cabeça novamente.
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