Ir para conteúdo

Netflix , Amazon Prime Video, HBO Max e Paramount +

Featured Replies

Postado
NOTÍCIAS

Horas depois da Warner Bros. Discovery informar, via assessoria de imprensa, que pretende fundir os streamings HBO Max e Discovery+, a empresa revelou, durante um relatório a acionistas, mais alguns detalhes dessa fusão.

De acordo com o informe compartilhado nesta quinta-feira, as plataformas devem se unir a partir da metade de 2023.

De acordo com o planejamento revelado nesta tarde, os dois streamings se unirão aos poucos em cada território, começando pela América do Norte, onde a fusão acontecerá entre junho e agosto do ano que vem.

Entre setembro e novembro de 2023, a mudança começará a chegar a usuários da América Latina.

Em 2024, será a vez da Europa e da Ásia receberam a "nova" plataforma. Depois disso, a Warner Bros. Discovery buscará alcançar outros territórios. Até lá, os catálogos de ambas devem passar por adaptações para melhor se encaixarem nas novas diretrizes da empresa.

Entre outras coisas, esse período de adaptação de conteúdo inclui a exclusão de algumas produções, originais ou não, da HBO Max, que receberá, em contrapartida, programas da Magnolia Network, emissora da Discovery, e a chegada de alguns títulos da CNN, canal de notícias da Warner, à Discovery+.

A união dos streamings não é a primeira grande mudança promovida pela Warner Bros. Discovery desde a fusão das gigantes do entretenimento. Nos últimos meses, diversos dirigentes importantes da Warner deixaram cargos de chefia.

A nova administração também tem revisto sua política de lançamentos, tendo cancelado o filme da Batgirl, cujas filmagens já haviam sido concluídas.

Fonte : https://www.omelete.com.br/series-tv/hbo-max-discovery-plus-fusao-detalhes/

 

  • 3 semanas depois...
Postado
NOTÍCIAS

FbGY357XgAAoZMi?format=jpg&name=small

O filme "Elvis" vai chegar na HBO Max no dia 2 de setembro de 2022.

FbMfU2eUUAAAyrz?format=jpg&name=medium

 

Editado por E.R

Postado
NOTÍCIAS

A 6ª temporada da série "The Crown", produção da Netflix vai mostrar a transição do príncipe William de adolescente para jovem adulto, de forma que dois atores vão interpretá-lo.

Os nomes são Rufus Kampa e Ed McVey, ambos estreantes em TV ou cinema.

Rufus Kampa viverá William durante a turbulenta época ao redor da morte da princesa Diana, em 1997, enquanto Ed McVey ficará responsável por mostrar um William mais velho no serviço militar, na faculdade e nos primeiros estágios do relacionamento com Kate Middleton.

A atual duquesa de Cambridge, Kate Midlleton, será interpretada por outra novata, Meg Bellamy.

Todos os três atores têm experiência prévia no teatro britânico, e foram escolhidos após extensivas rodadas de teste empreendidas pela produção de The Crown. 

Os novos episódios chegam em novembro de 2022 à Netflix.

Já a 6ª temporada, que será a última da série, ainda não tem data de estreia definida.

Fonte : https://www.omelete.com.br/netflix/the-crown-william-kate

 

  • 2 semanas depois...
Postado
NOTÍCIAS

A Netflix estuda abandonar as maratonas de episódios, mais conhecida como binge watching.

De acordo com o site Puck News, a Netflix pode começar a lançar semanalmente novos episódios de uma série.

O movimento é similar ao que sempre fizeram canais de televisão e também concorrentes em streaming, como HBO Max, Disney+ e Amazon Prime. 

A novidade pode significar um impulso nas finanças da Netflix, que vem encolhendo o número de usuários neste ano.

Ao adotar o formato de episódios semanais, a Netflix pode reter melhor os usuários, que se veem obrigados a esperar o fim de uma série até cancelar a assinatura, algo que pode demorar meses.

Atualmente, é possível assinar o serviço às vésperas de um lançamento, assistir a tudo em um final de semana e, na segunda-feira seguinte, interromper o plano.

Fonte : https://www.estadao.com.br/link/empresas/netflix-estuda-abandonar-maratonas-de-episodios-em-lancamentos-de-series/

 

  • 2 semanas depois...
Postado
NOTÍCIAS

Fdb_3_iXkAELhOz?format=jpg&name=360x360

A quinta temporada da série "The Crown" vai estrear no dia 9 de novembro de 2022 na Netflix.

 

  • 3 semanas depois...
Postado
NOTÍCIAS

O ESTADO DE S.PAULO

A Netflix anunciou que terá anúncios publicitários em sua plataforma. Os comerciais serão exibidos em uma nova modalidade de assinatura, que terá preços mais baixos.

O plano “Básico com anúncios” vai custar R$ 18,90 por mês e será lançado em 3 de novembro de 2022 em 12 países, incluindo o Brasil (os outros são Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México e Reino Unido).

Os anúncios serão de 15 ou 30 segundos, exibidos antes e durante séries e filmes – nunca nos finais.:down:

Isso, porém, pode mudar, pois a empresa diz que o formato está previsto para o momento de lançamento. Serão exibidos em média de 4 a 5 minutos de anúncios por hora.

Além da publicidade, o novo plano terá limitações. Alguns filmes e séries não estarão disponíveis por conta de restrições de licenciamento – o conteúdo produzido pela companhia, como a série Stranger Things, permanece disponível.

Em evento para jornalistas, Greg Peters, diretor financeiro da Netflix, disse que, em média, o catálogo será reduzido em 10%, mas a disponibilidade de programas vai variar em cada país.

Também não será possível fazer download para assistir aos programas offline. A qualidade de vídeo será de até 720p, a mesma do plano básico sem anúncios – que é a opção mais barata hoje, por R$ 25,90 por mês.

Os outros planos da companhia permanecem iguais em recursos e valores.

Embora Reed Hastings, CEO da Netflix, tenha sempre se posicionado contra publicidade, a guinada tenta reverter o ano ruim da Netflix. Em 2022, a empresa registrou perda de assinantes pela primeira vez em 11 anos – nos dois primeiros trimestres do ano, a perda foi de 1,2 milhão de assinantes.

Para cortar custos, a Netflix demitiu 450 pessoas em todo o mundo.

“A Netflix tem um desafio maior do que outras empresas de streaming, pois ela não tinha catálogo. Para manter os assinantes, ela precisa produzir muito conteúdo. É preciso investimento sistemático e massivo, o que faz a conta não fechar apenas com assinaturas”, diz Márcio Rodrigo, professor de cinema e audiovisual da ESPM.

Hoje, a Netflix possui 220 milhões de assinantes, mas viu o crescimento de concorrentes como Disney+, HBO Max e Amazon Prime.

Agora, a Netflix espera atrair 43 milhões de usuários até o terceiro trimestre de 2023 com o novo plano, segundo o Wall Street Journal.

Ainda segundo a publicação, a Netflix espera ter 4,4 milhões de usuários globalmente até o fim de 2022, sendo 1,1 milhão em território americano.

Segundo o documento, a métrica de “usuários únicos” é diferente da de “assinantes únicos”, já que, no modelo de baixo custo, mais pessoas devem dividir uma única conta. Portanto, os números costumam ser maiores para essas projeções.

O movimento atual da Netflix na busca por publicidade não é solitário. As empresas deixaram de buscar o crescimento da base de usuários e passaram a focar na lucratividade.

A Disney+ anunciou em março que terá um plano com publicidade – a expectativa é de que a estreia ocorra em dezembro.

Há rumores também de que a Apple estuda o formato para o Apple TV+.

 

Postado
NOTÍCIAS

O ESTADO DE S.PAULO

A Netflix anunciou que, desde ontem, é possível ao cliente transferir o histórico de preferências de conteúdos entre contas na plataforma.

A novidade possibilita ao usuário que, mesmo que ele mude seu login de acesso no serviço, ele poderá carregar consigo as listas de favoritos, progressos de episódios e filmes já salvos anteriormente.

A novidade foi anunciada apenas alguns dias depois de a empresa revelar a chegada de seus planos com anúncios no Brasil.

De acordo com a Netflix, essa é uma maneira de evitar que o usuário perca os conteúdos já salvos no seu perfil caso precise mudar de conta – uma espécie de “portabilidade”, para levar as preferências depois de um “rompimento” ou de uma mudança com uma assinatura dividida (entre amigos, namorados ou na inclusão de algum novo membro da família).

A ferramenta também poderá ser utilizada durante a mudança entre os próprios planos da plataforma.

Para migrar o perfil de uma conta para outra, é preciso acessar o menu principal, localizado no topo da tela, e selecionar a opção “transferir perfil”.

O site ou aplicativo vai solicitar que o usuário informe os dados da nova conta e a nova senha. Depois disso, é só aguardar que o perfil seja transferido.

A Netflix afirmou que a ferramenta vai chegar gradativamente e que os usuários que já tiverem a opção disponível serão avisados por email a respeito dessa possibilidade. Ainda será possível ativar ou desativar o recurso nas configurações da conta.

Após meses de rumores, a Netflix anunciou na última semana que terá anúncios publicitários em sua plataforma. Os comerciais serão exibidos em uma nova modalidade de assinatura, que terá preços mais baixos.

O plano “Básico com anúncios” vai custar R$ 18,90 por mês e estará disponível a partir do dia 3 de novembro em 12 países, incluindo o Brasil (os outros países são Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México e Reino Unido).

Nos planos que incluem publicidade, os anúncios terão de 15 ou 30 segundos e serão exibidos antes e durante as séries e os filmes – nunca no final. Isso, porém, pode mudar com o tempo, pois a empresa diz que esse formato está previsto para o momento de lançamento.

 

Postado
NOTÍCIAS

Nesta terça-feira, a Netflix divulgou seus resultados do terceiro trimestre de 2022 e disse que a partir do próximo ano, quem compartilhar sua senha da Netflix com pessoas que não vivam no mesmo endereço vão ter de criar subcontas e pagar para que amigos ou familiares usem as contas originais. 

A empresa ainda não anunciou quais serão os preços das subcontas em cada país. 

A ideia da Netflix é que uma parcela dos usuários que hoje compartilham senhas, no futuro migrem para o plano com publicidade ou se tornem pagantes, aumentando a receita da empresa.

Fonte : https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/mercado/netflix-vai-combater-compartilhamento-de-senhas-no-brasil-veja-detalhes-91092

 

  • 2 meses depois...
Postado
NOTÍCIAS

A multinacional Paramount já decidiu que o Brasil será um dos três países que mais receberão investimentos neste ano para expandir a plataforma Paramount+, um serviço de streaming de filmes, séries e programas por assinatura.

“Todos os nossos indicadores no Brasil e na América Latina estão indo na direção certa, aplicamos nossa estratégia em 2022 de maneira bem sucedida para que 2023 seja de crescimento sustentável”, diz Marco Nobilli, vice-presidente da Paramount e responsável pelas operações internacionais do Paramount+, ao Valor.

O executivo italiano, que já trabalhou no escritório brasileiro da Microsoft e tem passagens por Amazon e Netflix, diz que hoje o Brasil é um dos cinco principais mercados da companhia, tanto na plataforma paga Paramount+ como na gratuita Pluto TV.

A partir de 2023, o plano é “transmitir eventos esportivos ao vivo com a Copa Libertadores e Copa Sul-Americana e também oferecer filmes sob demanda, o que vai ajudar a sustentar esse crescimento que vimos em 2022”.

Por conta desses investimentos, Marco Nobilli acredita que a operação brasileira deve crescer acima da média global da empresa.

Ao fim do terceiro trimestre, a Paramount+ chegou a 46 milhões de assinantes no mundo. As receitas de serviços de “streaming” da Paramount subiram 38% em um ano, para US$ 1,22 bilhão. O serviço ainda não gera lucro e exige investimentos mais pesados para sua expansão. A plataforma está próxima de completar dois anos.

O executivo acredita que a Paramount+ vai continuar a crescer no Brasil. “Nossos levantamentos mostram que o brasileiro assina em torno de três a quatro serviços de ‘streaming’ e como é uma opção barata de entretenimento não passa ainda por perigo de contração”, diz o executivo.

Questionada pelo Valor, a empresa não informou quanto planeja investir na operação brasileira.

Fonte : https://valor.globo.com/empresas/noticia/2023/01/05/paramount-prepara-investimento-no-brasil-em-meio-a-cenario-global-de-incertezas.ghtml

 

Postado
NOTÍCIAS

A série de Halo, da Paramount+, baseada na popular franquia de games homônima da Microsoft, fez sua estreia em 2022 e embora com inúmeras ressalvas por parte das críticas e dos fãs, a produção foi a série mais assistida do serviço de streaming da Paramount.

Novos episódios para a série de Halo já se encontram em produção.

Fonte : https://www.comboinfinito.com.br/principal/halo-serie-foi-a-mais-assistida-no-paramount-em-2022/

 

Postado
NOTÍCIAS

O comentarista Paulo Vinícius Coelho é o novo reforço do time de colunistas do UOL. 

PVC deixará suas funções nos Canais Globo e estreará em fevereiro no UOL. 

Ele também será comentarista na Paramount, emissora que vai transmitir a Libertadores a partir deste ano.

Fonte : https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2023/01/19/pvc-deixa-globo-e-e-o-novo-reforco-do-uol.htm

 

Postado
NOTÍCIAS

O aumento no consumo de conteúdo nos serviços de streaming é uma realidade no Brasil, algo que já vem chamando a atenção do mercado publicitário e, principalmente, dos executivos das emissoras de TV.

A medição de audiência do tópico CRS (vídeo sem referência : audiência proveniente de internet, VOD, Pendrive/Notebook, conteúdo de TV não monitorado ou consumido depois de 7 dias de transmissão) já ultrapassa os canais pagos SBT, Record TV, Band e Rede TV. E houve um crescimento significativo no decorrer de 2022.

O streaming cresceu 11% na média/dia (07h às 24h) em 2022. No ano passado, o CRS marcou 8,4 pontos de média, o equivalente a 20% de share.

Em 2021, foram 7,6 pontos, 17,2% de share. O maior crescimento aconteceu no horário nobre (18h às 24h), justamente a faixa onde as emissoras de TV aberta investem pesado em programas inéditos e seus melhores produtos e formatos. Nesse período, no ano passado o streaming fechou com 10,5 de média, o equivalente a 19% de share, somente abaixo da Globo.

No ano anterior, foram 9,3 de média, o que corresponde a 15,9% de share. Esse aumento de 3,1 ponto percentual é significativo, afinal a única emissora que cresceu no horário nobre foi a Band (24%) porque tirou a programação religiosa e investiu no Faustão na Band.

A Globo se manteve praticamente estável, com queda de 4%.

É esse aumento da audiência do streaming no horário nobre que deixa muito claro a mudança de comportamento do telespectador. As pessoas buscam mais conteúdo, diversidade e a possibilidade de assistir o que quer na hora que quer.

É um grande desafio para a TV aberta que não tem como flexibilizar horários, impondo uma grade a seu público. Logo, a solução é a televisão convencional investir em novos formatos, em histórias mais envolventes e sair do lugar comum. E isso não significa necessariamente colocar mais dinheiro ou gastar sem planejamento. É apenas achar a forma mais eficiente para prender a atenção do telespectador. 

Fonte : https://www.noplaynews.com.br/post/streaming-cresceu-em-2022-mais-do-que-a-tv-aberta

 

Postado
NOTÍCIAS

A Netflix não esconde sua ambição de roubar espectadores e anunciantes da TV. O plano, como o anúncio de resultados feito em janeiro mostrou, após ajustes no conteúdo e cortes no orçamento nos últimos meses, parece estar funcionando.

A Netflix divulgou que superou sua própria previsão de ganhos de assinantes no último trimestre de 2022, adicionando quase 7,7 milhões de novos clientes. O número foi 70% superior ao que a empresa havia previsto, 4,5 milhões. O sucesso da série "Wandinha", e de filmes como "Glass Onion", ajudaram no resultado.

A receita da Netflix também superou ligeiramente sua projeção, sugerindo que o novo plano baseado em publicidade lançado no último trimestre não gerou uma grande redução entre os assinantes atuais de planos mais caros.

A Netflix também projetou que a receita do primeiro semestre de 2023 cresceria cerca de 4% em comparação ao mesmo período do ano passado. O número é o dobro do aumento de 2% registrado no quarto trimestre. A empresa prevê que o aumento de assinantes e do lucro devem seguir crescendo nos próximos meses.

A explicação para o aumento do lucro é que a Netflix vai apertar o cerco para quem compartilha senhas.

Segundo a empresa, os testes na América Latina sugerem que combater o compartilhamento de senhas levou a uma "receita geral melhorada, que é nossa meta com todas as mudanças de planos e preços".

Os bons resultados e perspectiva positiva fizeram as ações da Netflix dispararem na bolsa de valores, chegando a subir mais de 8,5% na sexta-feira. Adicionar 7,7 milhões de assinantes foi positivo, mas fazer isso sem perder dinheiro e podendo ganhar ainda mais animou os investidores.

As ações da Netflix já subiram mais de 48% nos últimos seis meses, período em que a empresa anunciou sua entrada na publicidade, cortou custos, realizou grandes cortes de funcionários e retomou o crescimento de assinantes. Em meio às boas notícias a empresa também adiantou que Reed Hastings, fundador da Netflix, deixará o posto de co-CEO.

Enquanto a Netflix realiza uma transição aparentemente tranquila, voltando a crescer e lucrar, suas principais concorrentes estão em crise. A Warner Bros. Discovery corta custos para pagar sua alta dívida e a Disney passa por uma de suas maiores crises. No final do ano passado a Disney demitiu o CEO, Bob Chapek, por pressão de acionistas, e agora trava uma nova batalha com fundos ativistas que querem ver mais lucro das plataformas de streaming da empresa.

Bob Iger, que voltou da aposentadoria para retomar o posto de CEO da Disney, posição que ocupava antes de Bob Chapek, inclusive já vem sendo pressionado para deixar o cargo.

Nelson Peltz e seu fundo de investimentos Trian, que comprou US$ 900 milhões em ações da Disney (0,5% da empresa), querem que sejam feitos grandes cortes de custos, além de exigirem um assento no conselho da Disney e um plano de sucessão para Bob Iger.

A Trian, em uma apresentação intitulada Restore the Magic (Restaure a Mágica) publicada dias atrás em seu site, descreveu o que vê como erros cometidos pelo conselho da Disney e comparou os retornos dos acionistas da companhia com as principais empresas listadas na bolsa e os competidores do setor durante o mandato de cada diretor. A ideia era mostrar a baixa performance das ações em relação aos competidores.

"Ainda existem vários diretores atuais e membros da administração que supervisionaram e aprovaram algumas das piores falhas estratégicas e de governança corporativa da Disney", escreve a Trian na apresentação.

O fundo cita a compra da 21st Century Fox por US$ 71,3 bilhões, os altos salários dos executivos da Disney e o alto endividamento da empresa como exemplos de má gestão.

A Disney contra atacou Peltz e divulgou na terça-feira uma apresentação de 16 slides defendendo Bob Iger e o conselho. "Nelson Peltz não entende os negócios da Disney", diz o texto que também afirma que Nelson Peltz não deveria receber um assento no conselho.

O acordo com a Fox, disse a Disney, permitiu expandir suas ofertas diretas ao consumidor em todo o mundo e ampliou seu portfólio de propriedades para incluir filmes como "Avatar" e programas de TV como "Os Simpsons". A empresa também observou que as vendas de ativos após a compra reduziram o custo para a Disney para cerca de US$ 57 bilhões.

Mas Bob Iger e Nelson Peltz concordam em um ponto : o streaming da Disney tem problemas e precisa mudar de rota. A Disney perdia mais de US$ 1 bilhão por ano com suas plataformas de streaming desde a estreia do Disney+. Mas em 2022 o prejuízo disparou. Nos primeiros nove meses de 2022 a empresa perdeu mais de US$ 2,5 bilhões com a área. A hemorragia financeira foi uma das razões da demissão de Bob Chapek.

Enquanto a Disney patina, a Netflix projeta um fluxo de caixa livre (a quantidade de dinheiro disponível em uma empresa que sobra após todos os gastos serem quitados) de US$ 3 bilhões para o ano atual. Vale lembrar que além da Netflix, nenhum outro streaming dá lucro e nem deve fazer isso antes de 2025.

A Netflix disse nesta semana que já passou da fase de maior fluxo de caixa na construção de seus negócios e agora está focada em gerar forte fluxo de caixa livre. O plano de anúncios e o combate ao compartilhamento de senhas para aumentar a receita são duas prioridades para fazer fazer isso.

Outra estratégia é segurar os custos. Se gigantes como Apple, Google e até players tradicionais como Disney e Paramount têm investido bilhões para terem grandes atrações esportivas ao vivo em seus streamings, a Netflix segue distante do movimento.

Mas não é por falta de vontade. A Netflix chegou a conversar com a Fórmula 1 e donos de direitos de campeonatos de surf e tênis, mas o negócio não andou. Ted Sarandos, co-CEO da companhia, disse em dezembro em uma conferência com investidores que a empresa não se opõe a ter esportes, mas não fechou nenhuma compra de direitos porque a conta não faz sentido e não estão dispostos a perder dinheiro.

"Não vimos um caminho lucrativo para licenciar grandes esportes", afirmou Ted Sarandos, que acrescentou: "Não somos antiesportivos, somos apenas pró-lucro". A Netflix "pode ficar duas vezes maior sem esportes", acrescentou.

A Netflix já conquistou uma grande audiência, disse ele, alegando que 165 milhões de lares assistiram à série coreana Round 6 sem que o programa de TV "tivesse que seguir o Super Bowl".

"Não estamos fazendo essa migração [de um negócio de TV de legado]", disse Ted Sarandos. "Temos lucro no negócio de streaming." Disse o executivo em referência a um comentário de Bob Iger, CEO da Disney, que afirmou em uma conferência em setembro que a TV tradicional "está marchando para um precipício distinto e será empurrada (pelo streaming)".

Neste ano, a Netflix fará sua primeira transmissão de evento ao vivo, tendo o comediante Chris Rock como anfitrião. Em entrevista à Bloomberg, Ted Sarandos também adiantou que ter canais FAST (Free Ad-Supported Streaming TV, canais online gratuitos com anúncios) estão nos planos.

Empresas de tecnologia como Amazon e Apple têm sido agressivas na aquisição de direitos esportivos para suas plataformas de streaming, principalmente nos Estados Unidos, onde o mercado está saturado e crescer é cada vez mais difícil.

A Amazon está pagando bilhões pelos direitos exclusivos do "Thursday Night Football" da NFL no Prime Video, enquanto a Apple fechou acordos para a Major League Baseball e a Major League Soccer no Apple TV+.

Mas Ted Sarandos - embora tenha feito uma ressalva de "nunca diga nunca" sobre a aquisição de direitos esportivos pela Netflix - comentou que a economia dos esportes ao vivo é construída em torno da TV paga e não faz sentido para o streaming.

Mas vale notar que nem os gigantes de tecnologia estão alheios ao novo cenário econômico. Amazon, Google e Microsoft (vista por muitos como uma potencial compradora da Netflix) anunciaram milhares de demissões nas últimas semanas.

A estratégia de comprar grandes eventos, principalmente os esportivos por atraírem grandes audiências, é efetiva para atrair assinantes e ganhar mercado, mas costuma trazer prejuízos. O modelo de compra de esportes na TV se sustentava porque a TV paga ajudava a fechar a conta cobrando caro do assinante.

Em seu plano para se tornar a nova TV a Netflix foge do prejuízo e busca fazer negócios racionais. Segue a mesma cartilha da Globo, que abriu mão de competições e renegociou contratos até mesmo abrindo mão da exclusividade da Copa do Mundo de futebol. Manuel Belmar, diretor-geral de Finanças da Globo, já afirmou que a Globo quer ter todas as grandes competições esportivas, mas não fará loucuras nem terá prejuízos.

Um efeito colateral dessa transformação para TV é a radical mudança de conteúdo. Sai o conteúdo mais artístico e segmentado e entram os arrasa quarteirão. A chegada do plano com publicidade na Netflix deve acelerar essa tendência.

Cada vez mais a Netflix precisa que uma série retenha o público por muito tempo para garantir que mais publicidade seja exibida. A expectativa da empresa é que até 10% de seu faturamento venha de publicidade, algo como mais de US$ 3 bilhões por ano. Uma das razões do cancelamento da série "1899" foi a baixa taxa de pessoas assistindo o conteúdo até o final, além de seu alto custo de produção. 

Pela mesma razão mais séries devem ser canceladas. Mesmo uma série de sucesso talvez não faça sentido ter uma nova temporada se já existir algo semelhante no catálogo da Netflix para o mesmo público custando menos. Como na TV, o objetivo é atrair um público mais abrangente pelo menor custo.

"Nunca cancelamos um programa de sucesso", disse Ted Sarandos semana passada à Bloomberg. "Muitos desses shows foram bem-intencionados, mas falam para um público muito pequeno com um orçamento muito grande. A chave para isso é que você deve ser capaz de falar com um público pequeno com um orçamento pequeno e um grande público com um orçamento grande. Se você fizer isso bem, você pode fazer isso para sempre.

"House of Cards" e "Orange Is the New Black" foram pioneiras e marcaram território, mas hoje dificilmente funcionariam na nova Netflix.

Desde 2019, à medida que a competição aumentava no streaming, cresceu a reclamação de que os algoritmos passaram a beneficiar os blockbusters e grandes franquias como Stranger Things em detrimentos das produções mais artísticas.

Ironicamente, à medida que a Netflix fica cada vez mais parecida com a TV tradicional, a TV tradicional tenta criar produtos diferenciados para resistir ao apelo das gigantes de streaming. A guerra do streaming virou a guerra da mídia e está longe de acabar.

Fonte : https://www.uol.com.br/splash/colunas/guilherme-ravache/2023/01/23/para-virar-tv-netflix-cancela-series-quer-esportes-e-foge-do-prejuizo.htm

 

Postado
NOTÍCIAS

A Accenture, multinacional de consultoria de gestão e tecnologia da informação, divulgou um relatório que mostra que 77% dos consumidores brasileiros se sentem sobrecarregados com a quantidade de serviços de streaming disponíveis no mercado.

Além do alto índice de brasileiros que se sentem abarrotados pela quantia exacerbada de plataformas para consumo de entretenimento, a pesquisa também identificou outros pontos, tais como: 

- 88 % dos consumidores brasileiros estariam interessados em um único aplicativo que possa fornecer todos os serviços de que precisam em uma plataforma e 57% estariam interessados em pagar por isso;

- 32 % passaram mais de 10 minutos procurando algo que vale a pena assistir; 

- 37 % ficam frustrados por ter que alternar entre diferentes aplicativos para diferentes serviços. 

"Os serviços de streaming independentes enfrentam alguns problemas simples : existe um limite para o que os consumidores estão dispostos a pagar, além de um nível de complexidade e número de opções com os quais estão preparados para lidar", explica John Peters, diretor geral da prática de Mídia e Entretenimento na Accenture.

Fonte : https://www.omelete.com.br/filmes/brasileiros-sobrecarregados-pelos-streamings

 

  • 2 semanas depois...
Postado

 

Crie uma conta ou entre para comentar

Atividades

  1. TIO JOÃO
    TIO JOÃO respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Vai e volta com Chaves no SBT RS
  2. marujita
    marujita respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Chaves no SBT RS - Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026: 13:39 - Abertura (1993) 13:40 - O cachorrinho (1979) OBS: Última exibição em 04 de outubro de 2025. 14:00 - Encerramento (2024) - Cortado.
  3. Green Jerry
    Green Jerry respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    29/01/2026 - Tarde Brasília: 13:17 Parabéns, sargento! / O julgamento / O bandido Mata-Fácil (1973) 13:34 O debilitador potencial (1973)
  4. Green Jerry
    Green Jerry respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    29/01/2026 - Manhã Nova Mutum: 11:05 De médico, Chapolin e louco, todo mundo tem um pouco (1975) Com abertura e sem marca d'água TV Alterosa Centro-Oeste: Sem exibição hoje TV Sim: Créditos ao SpykingX no Fórum Chaves 11:00 Um miado ao cair da noite (1973) 11:23 O estranho e misterioso caso do morto que morreu (1975) TV Norte Boa Vista: Créditos ao Victor SAT no X / Twitter 11:00 A cidade perdida (1976) 11:2? A herança (1977)
  5. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Andy em Venda da Esquina

Quem Está Navegando 0

  • Nenhum usuário registrado visualizando esta página.

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.