Ir para conteúdo

Netflix , Amazon Prime Video, HBO Max e Paramount +

Featured Replies

Postado
NOTÍCIAS

O prejuízo da Globo com a Copa do Mundo foi surpreendente para muitos. Afinal, após vender mais de R$ 1 bilhão em publicidade no evento e bater recordes de audiência, o esperado era que no mínimo não perdesse dinheiro. 

Mas como a Globo fechou o segundo contrato mais caro do mundo com a FIFA (Federação Internacional de Futebol) para ter a Copa do Mundo, só perdendo para os Estados Unidos (que tem 117 milhões de habitantes a mais que o Brasil e é a maior economia do mundo), o lucro se tornou um sonho distante para a emissora carioca.

Mas é difícil resistir à tentação. O futebol, assim como os grandes eventos esportivos ao vivo, é uma espécie de canto da sereia. A mais recente vítima foi a Paramount. A empresa fez um lance tão alto pelo pacote de streaming da Libertadores que a Globo nem teve chance de ir para uma segunda rodada na disputa. Enquanto a Globo oferecia algo na casa dos R$ 35 milhões, a Paramount teria arrematado por R$ 50 milhões. Procurada, a plataforma de streaming não comentou. Após chegar atrasada na corrida do streaming com o Paramount+, para cortar caminho e crescer na América Latina, a Paramount fez uma aposta alta no futebol ao comprar a Libertadores, mesmo sabendo que teria grandes chances de perder dinheiro.

Ao lado da ESPN, a Paramount foi a maior compradora na licitação de clubes da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) para a América do Sul. A Globo fechou apenas a transmissão em TV aberta.

Os novos acordos devem gerar para a Conmebol US$ 1,14 bilhão (R$ 7,3 bilhões) no total com os direitos da competição de clubes no Brasil e nos territórios de língua espanhola da América Latina. Isso representa um aumento de US$ 350 milhões (R$ 1,8 bilhão) em relação à negociação anterior.

O problema é que a conta dos direitos esportivos não está fechando. Diversas empresas que adquiriram direitos de transmissão a peso de ouro enfrentam crescentes dificuldades para lucrar com suas aquisições e começam a repensar os valores pagos.

A Paramount, assim como a Globo na Copa do Mundo, terá um prejuízo considerável com a Libertadores, já que não alcançou as metas de venda estabelecidas para a competição.

Com os jogos também sendo mostrados em cada vez mais plataformas, as chances de recuperar o investimento caem drasticamente, já que a audiência se torna mais fragmentada e os anunciantes querem pagar menos por ter menos garantias de retorno.

Grandes competições ao vivo seguem sendo um ímã de audiência e anunciantes, mas, como em qualquer negócio, quando oferta e demanda se tornam desequilibradas, surgem distorções.

Nos últimos anos, com a chegada de dezenas de plataformas de streaming, a demanda disparou e a oferta de grandes campeonatos premium seguiu a mesma. Então, os preços das competições dispararam, alimentados pela disputa entre as empresas de streaming, incluindo as bem capitalizadas gigantes de tecnologia que também entraram no segmento.

Antes da Paramount, a Meta (dona do Facebook) era a dona do pacote digital da Libertadores. Na visão de muitos, a compra dos direitos da Libertadores pela Meta foi um dos piores negócios já realizados pela gigante de redes sociais, que pagou muito acima do valor de mercado e não conseguiu vender bem as cotas comerciais.

Depois de mais de uma década de juros baixos e capital fácil, agora as empresas estão diante de um novo cenário. As big techs viram seu faturamento encolher, e os grupos de mídia perdem receita na TV aberta e paga, além de verem o prejuízo no streaming disparar.

Para piorar, a previsão é de retração econômica global nos próximos meses. Duros cortes de custos, inclusive nas big techs, já estão acontecendo.

As únicas duas grandes plataformas de streaming que não dão prejuízo atualmente são a Netflix e a Discovery+. Os executivos da Netflix já disseram que gostariam de transmitir grandes campeonatos ao vivo, mas que os preços atuais são inviáveis e resultam em prejuízo. 

Já a Discovery+ tem apenas 20 milhões de assinantes, mas, ao priorizar reality shows e eventos mais segmentados de baixo custo, como corridas de ciclismo e carros antigos, foge das competições mais caras e se torna rentável.

Não parece ser coincidência que as duas únicas grandes plataformas de streaming que dão lucro não transmitam grandes campeonatos esportivos tradicionais ao vivo.

A gigante Disney, líder mundial nos investimentos em conteúdo, já anunciou mudanças. Bob Iger, CEO da empresa, sugeriu que o chefe da ESPN, Jimmy Pitaro, e todas as empresas do grupo terão de ser mais seletivas sobre acordos esportivos no curto prazo.

Bob Iger diz que não planeja cortar investimentos na ESPN (que tem a maior parte de seus contratos de longo prazo), mas isso não significa que haverá dinheiro extra ou que os contratos que terminarem serão renovados se subirem de valor.

Em junho de 2022, a Disney não renovou os direitos de streaming das partidas de críquete da Indian Premier League (IPL). Quem levou os direitos do torneio foi a Viacom18, uma joint-venture criada na Índia que tem como donos o grupo indiano Reliance e a Paramount. O campeonato de críquete é um fenômeno na Ásia. Quando a Disney levou a IPL para sua plataforma em 2019, ganhou cerca de 4 milhões de novos assinantes logo no início da temporada. Sem a IPL, a Disney perdeu 2,4 milhões de assinantes no último trimestre de 2022. Foi a primeira queda em sua história.

Após perder mais de R$ 52 bilhões com seu streaming desde o lançamento do Disney+ em novembro de 2019, a empresa decidiu dar um basta à sangria e cortará custos e produções. A Disney divulgou dias atrás que demitirá 7.000 funcionários e cortará US$ 5,5 bilhões (R$ 28,6 bilhões) em custos. Bob Iger disse que a empresa esperava economizar US$ 3 bilhões em conteúdo, mas acrescentou que "não em esportes". No entanto, pagar mais pela IPL não parece ser uma opção viável.

A nova posição da Disney de cortar custos ocorre quando o mundo da mídia está se preparando para uma nova negociação de direitos com a NBA (National Basketball Association). Será uma das maiores do mundo.

A Disney compartilha os direitos dos jogos da NBA com a Warner Bros. Discovery. A Warner também vive uma situação delicada, a companhia luta para reduzir uma dívida de mais de R$ 275 bilhões e tem cancelado produções e realizado sucessivas demissões desde que foi comprada pela Discovery.

Como a NFL (National Football League), recentemente, assegurou aumentos expressivos dos valores de acordos de direitos com todas as principais empresas de mídia e com a Amazon, a expectativa é de que a NBA queira o mesmo.

O último contrato de direitos da NBA foi avaliado em mais de US$ 2 bilhões (R$ 10,4 bilhões) por ano e expira após a temporada 2024/2025. Mas as mensagens até o momento não são positivas.

O CEO da Warner, David Zaslav, disse a investidores em novembro que sua empresa "não precisa ter a NBA", embora tenha renovado os contratos de todos os seus principais analistas de basquete.

Bob Iger disse que gostaria de ter a NBA, mas que a Disney precisava ser mais cautelosa para fechar acordos de direitos esportivos. A ESPN já está presa a acordos de longo prazo com a NFL e a SEC (Southeastern Conference, que reúne 14 universidades e detém variadas modalidades, incluindo parte da badalada liga de basquete universitário).

Além disso, comentários na imprensa afirmam que a NBA tem a a expectativa de triplicar o valor de seus direitos, indo dos atuais US$ 25 bilhões (R$ 130,3 bilhões) para US$ 75 bilhões (R$ 391,1 bilhões).

NBC, Apple e Amazon, três players que operam plataformas de streaming que dão prejuízo, estariam interessadas em obter os direitos da NBA.

Todos querem esportes. Mas quem transmite ganha menos com a crise na mídia, e quem vende os direitos exige cada vez mais, já que os esportes estão entre as poucas atrações que ainda são audiência certa.

Observar os resultados das empresas de mídia ajuda a entender o tamanho do problema. A Paramount divulgará o balanço completo de 2022 somente em 16 de fevereiro, mas, nos nove primeiros meses do ano passado, quando acelerou seu crescimento no streaming, os custos dispararam, e o lucro despencou, mesmo com a empresa faturando muito mais com o streaming. A receita do Paramount+ quase dobrou no terceiro trimestre, enquanto seus negócios diretos ao consumidor, que incluem o principal serviço de streaming, assim como o Pluto TV.

O Paramount+ chegou a surpreendentes 46 milhões de assinantes, impulsionado pelos esportes, principalmente a NFL e o futebol internacional. Mas a Paramount registrou um lucro de US$ 231 milhões (R$ 1,2 bilhão), abaixo dos US$ 538 milhões (R$ 2,8 bilhões) no mesmo trimestre do ano anterior. Custos e despesas aumentaram 11,5%. O crescimento de receitas e custos em boa parte se deu pelos investimentos no streaming.

Mesmo crescendo o número de assinantes em ritmo mais rápido de que os concorrentes, a Paramount nos últimos meses também se viu forçada a cortar. Nos últimos dias, anunciou o cancelamento de diversos shows no Showtime, seu canal concorrente da HBO, e irá integrar o Showtime ao Paramount+ para cortar custos. Também irá concentrar sua produção em torno de spin-offs de suas séries de maior sucesso no streaming como Dexter e Yellowstone.

Com mais conteúdo do Showtime dentro do Paramount+, a expectativa da empresa é de que consiga atrair mais usuários gastando menos. 

Surpreendentemente, quem talvez esteja em uma situação ainda mais desafiadora seja o streaming da Amazon, o Prime Video. 

Após comprar o estúdio MGM por US$ 8 bilhões (R$ 41 bilhões), produzir a série mais cara da história (Os Anéis de Poder) e investir mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões) por ano para ter o Thursday Night Football pelos próximos 11 anos, a Amazon viu sua margem de lucro despencar. O lucro operacional da Amazon diminuiu para US$ 12,2 bilhões (R$ 63,3 bilhões) em 2022, em comparação com US$ 24,9 bilhões (R$ 129,8 bilhões) em 2021. 

O Prime é um dos culpados. Os investidores também questionam até que ponto a oferta de streaming retém os assinantes da Amazon Prime, já que o maior benefício parece ser as entregas em menor tempo e sem custo, e não os filmes e séries.

Certamente há sinais positivos. O Thursday Night Football terminou a temporada no Prime com média de idade mais jovem de qualquer pacote de transmissão da NFL desde 2013 e audiência 11% maior em relação à última temporada entre jovens de 18 a 34, segundo a Nielsen Media Research.

O faturamento da Amazon também ajuda a diluir as perdas de seu streaming, mas a pressão de investidores para que a gigante de e-commerce melhore suas margens de lucro tem aumentado.

Nos Estados Unidos, a notícia de que a Diamond Sports Group, uma coleção de 19 redes esportivas regionais (RSNs) que fazem negócios usando a marca Bally Sports, planeja entrar em concordata na próxima semana mostra os crescentes riscos deste mercado. O grupo controla os direitos de transmissão local de mais de 40 times da NBA, NHL e MLB, e sua falência é um golpe no modelo de rede a cabo que impulsionou os esportes nos últimos 50 anos. Vale lembrar que a margem de lucro do streaming é muito mais baixa em comparação à TV a cabo.

A Diamond é do Sinclair Broadcast Group, que comprou os RSNs em um acordo de US$ 9,6 bilhões (R$ 50 bilhões) em dívidas em 2019. Desde então, a empresa tem lutado para salvar o negócio, mas a rápida saída dos consumidores do cabo dificulta uma solução.

Com os grandes compradores de direitos esportivos cortando custos para fugir de prejuízos, o poder de negociação das ligas tende a cair. Mas um potencial substituto para o dinheiro das das gigantes de mídia são os grandes fundos de investimento internacionais.

Os fundos Apollo Global Management, Carlyle Group e o banco J.P. Morgan já manifestaram o interesse de investir em um braço de mídia da liga italiana de futebol que tivesse as transmissões das competições.

No Brasil, duas ligas reúnem os principais times do país atualmente. A Libra tem 18 times, a Liga Forte Futebol tem 26 times. O Mubadala, fundo de Abu Dhabi, investiu mais de R$ 4,75 bilhões na Libra. A Liga Forte Futebol assinou com  fundo Serengeti e LCP Corretora por R$ 4,85 bilhões. Nos dois casos, os investidores ficaram com 20% das respectivas ligas, e agora elas tentam chegar a um acordo para transmitir os campeonatos com todos os clubes.

Investir em esportes se tornou um grande negócio. Entre 2002 e 2021, o retorno médio do preço de uma equipe da NBA foi de 1.057%, em comparação com o retorno médio de 458% das 500 maiores empresas americanas, de acordo com estimativas do PitchBook.

Outros esportes também ofereceram retornos sólidos. O PitchBook estima que os clubes da Major League Baseball ofereceram um retorno de preço de 669% de 2002 a 2021, e a National Hockey League retornou 467%.

A divisão de private equity da PitchBook, em 2021, estimou mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,2 trilhões) em negócios totais no ano de 2020 envolvendo esportes, e cerca de US$ 2 bilhões (R$ 10,4 bilhões) foram gastos na compra de participações acionárias em franquias esportivas nos EUA.

Com os melhores negócios nos Estados Unidos e Europa se tornando mais raros, a América Latina se abre como um novo mercado de oportunidades.

Muita gente imagina os esportes como um negócio isolado, mas cada vez mais eles estão conectados a outros setores, como no caso do streaming, que é uma grande vitrine dos esportes, mas também altamente dependente dele. 

Outro exemplo é o crescente mercado de apostas. A American Gaming Association, grupo comercial que representa a indústria de cassinos, projetou que um recorde de 50,4 milhões de americanos apostaria US$ 16 bilhões (R$ 83,4 bilhões) no Super Bowl deste ano, o dobro da estimativa do ano passado. 

Isso inclui não apenas apostas esportivas legais, que a AGA estima em cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhão), mas também apostas em sites offshore não regulamentados, corretores de apostas e apostas sociais entre amigos ou colegas de trabalho. Se isso for verdade, seria o dobro das estimativas do ano passado.

Mas enquanto os esportes seguirem atraindo uma audiência fiel em um mercado no qual reter a atenção das pessoas é cada vez mais difícil, não espere ingressos mais baratos ou preços menores para qualquer competição.

Fonte : https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/mercado/a-maldicao-do-futebol-no-streaming-esporte-vira-sinonimo-de-prejuizo-97566

 

Postado

 

Postado
NOTÍCIAS

 

 

Postado
NOTÍCIAS

 

 

Postado
NOTÍCIAS

Ao contrário do que pensaria o senso comum, as plataformas de streaming não são um fenômeno das classes sociais com maior poder aquisitivo, nem estão concentradas na Geração Z no Brasil.

Segundo medição da Kantar Ibope Media, que começou a dimensionar o tamanho desse mercado há cerca de um ano, a Classe C é quem mais está conectada ao serviço, cuja faixa etária dominante é de pessoas entre 35 e 49 anos.

“Os dados do Inside Video 2022 mostram alguns indicadores do perfil do consumidor brasileiro no vídeo on-line. O maior consumo está na faixa dos 35 a 49 anos (26%) e de 25 a 34 anos (18%)”, afirmou Adriana Favaro, diretora de desenvolvimento de negócios da Kantar Ibope Media, em entrevista à Máquina do Esporte.

A executiva revelou mais dados surpreendentes a respeito de consumo desse tipo de plataforma audiovisual.

“A classe socioeconômica mais presente é a C (48%), até em função do volume de consumidores, seguida pelas Classes A e B (40%). O estudo mostra também que o preço do fornecedor e um amplo catálogo de filmes e séries são os principais motivos que levam alguém a assinar esse serviço (47%)”, contou a executiva.

Um desafio para a Kantar Ibope medir esse tipo de audiência é que o consumo de produtos no streaming é fluido. O assinante pode assistir ao produto audiovisual que quiser, na hora que quiser, dificultando a medição da audiência. Nada, porém, que não possa ser superado com um ajuste às novas tecnologias.

“As discussões com o mercado para a mensuração crossmedia começaram há cerca de cinco anos no Brasil, a partir de nossas contínuas conversas com diversos players do mercado, agências e anunciantes, emissoras de TV, plataformas digitais e de streaming”, disse Adriana Favaro.

“Começamos a implantar o Focal Meter, um medidor conectado à rede de wi-fi domiciliar capaz de aferir o consumo de vídeo no domicílio, em 2021, e lançamos, em 2022, o Cross Platform View, que fornece esses dados para os nossos clientes”, acrescentou.

A implantação da metodologia pela Kantar Ibope mostrou ser possível estabelecer como o público brasileiro tem consumido os diversos produtos no streaming.

“A Kantar Ibope Media utiliza uma metodologia comparativa com métricas precisas, e atualmente temos tecnologias complementares para reportar todas as visualizações do Painel 2.0. Os aparelhos Focal Meter estão instalados nos roteadores domésticos, medindo tráfego de internet, e os Peoplemeter DIB 6 identificam a audiência de emissoras lineares”, contou a diretora da Kantar Ibope.

Atualmente, porém, ainda não é possível aferir quantos clientes consomem determinado produto audiovisual, seja filme, série, documentário ou transmissão esportiva ao vivo, que têm sido um trunfo no Brasil por parte de plataformas populares como Amazon Prime Video e YouTube.

“O Cross Platform View ainda não fornece granularidade sobre um programa específico. Ele avalia o consumo por faixa horária dessas plataformas”, explicou.

“Pode-se fazer alguma correlação entre um evento, como uma partida de futebol transmitida pela plataforma, por exemplo, e a audiência daquele momento, mas não é possível dizer a audiência exata do evento”, ponderou.

Se tem roubado muito público das transmissões televisivas mais tradicionais, as plataformas de streaming ainda estão longe de dominar a audiência entre o público brasileiro, mesmo considerando que algumas estejam disponíveis gratuitamente, como YouTube e Pluto TV.

"As emissoras lineares de TV (incluindo televisão aberta e fechada) são responsáveis por 79% do tempo de consumo de vídeo em casa, e os serviços de streaming por 21%, de acordo com o estudo Inside Video 2022, lançado pela Kantar Ibope Media em maio passado, com dados do Brasil"

Fonte : https://maquinadoesporte.com.br/midia/kantar-ibope-mostra-que-classe-c-e-publico-senior-dominam-a-audiencia-do-streaming/

 

Postado

 

Postado
NOTÍCIAS

Audiência de serviços de vídeos e streamings no Brasil :

1. YouTube - 14,71 %
2. Netflix - 4,38 %
3. Globoplay - 0,78 %
4. Amazon Prime Video - 0,51 %
5. HBO Max - 0,36 %
6. Disney + - 0.22 %
7. Twich - 0,18 %

Fonte : https://www.uol.com.br/splash/noticias/ooops/2023/03/10/veja-ranking-de-ibope-dos-servicos-de-streaming-no-brasil.htm

 

Postado
NOTÍCIAS

https://www.uol.com.br/splash/noticias/ooops/2023/03/02/exclusivo-tv-aberta-e-paga-ainda-tem-76-do-ibope-no-brasil.htm

Audiência (TVs, serviços de streaming e serviços de vídeos) :

1. Globo - 33,7 % 
2. Streaming + Youtube - 21,8 % 
3. TV por assinatura - 9,1 %
4. Record TV - 10,6 %
5. SBT - 8,3 % 
6. Band - 2 % 
7. RedeTV - 0,7 %

 

Postado
NOTÍCIAS

gabriel-leone.jpg

O ator Gabriel Leone fará o papel de Ayrton Senna na minissérie da Netflix que vai contar a história do piloto de Fórmula 1.

— É uma honra poder interpretar um dos maiores ídolos nacionais, não só do esporte, mas um ícone que inspirou o nosso povo e os amantes de velocidade do mundo todo. Contar essa história para milhões de pessoas de vários países com a Netflix é uma grande responsabilidade e será um dos maiores desafios da minha carreira — afirmou o ator.

A irmã do piloto, Viviane Senna, opina sobre a escolha :

— Ele tem muito potencial para transmitir com fidelidade a personalidade única do Ayrton, principalmente daquele que a gente, como família, conheceu, fora das pistas.

A produção, em seis episódios, começará mostrando o início da carreira automobilística de Ayrton Senna, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford.

A história seguirá com os marcos da trajetória dele, incluindo o tricampeonato da Fórmula 1, até chegar ao trágico acidente em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino.

Fonte : https://oglobo.globo.com/kogut/series/noticia/2023/03/gabriel-leone-sera-ayrton-senna-em-minisserie-da-netflix-um-dos-maiores-desafios-da-minha-carreira.ghtml

 

  • 4 semanas depois...
Postado
NOTÍCIAS

O novo streaming da Warner Bros. Discovery se chamará apenas Max, e unirá os conteúdos da HBO Max e do Discovery. 

O anúncio foi feito pelo CEO da empresa, David Zaslav, em apresentação para a imprensa.

O novo serviço será lançado nos Estados Unidos no dia 23 de maio de 2023. 

Ainda não foi divulgada uma data exata para o Brasil, mas ele deve chegar à América Latina no segundo semestre deste ano, entre os meses de setembro e dezembro de 2023. 

O processo de transição será facilitado para quem já assina a HBO Max, não sendo necessário criar outra conta. Perfis, histórico de produções assistidas e dados pessoais serão todos transmitidos para a nova plataforma. 

Alvo de críticas de muitos usuários da HBO Max, a parte técnica da Max será aprimorada. A empresa prometeu que a nova plataforma facilitará a busca por títulos, terá uma navegação de 20% a 30% mais rápida, e ainda otimizará os downloads. 

O streaming ainda irá investir em inteligência artificial para entregar aos usuários recomendações personalizadas do que ver depois que eles acabarem um filme ou uma série.  

Fonte : https://www.omelete.com.br/series-tv/warner-oficializa-novo-streaming-max-que-unira-hbo-e-discovery

 

  • 1 mês depois...
Postado
NOTÍCIAS

Na terça-feira, a Netflix anunciou sua campanha de repressão ao compartilhamento de senhas para o Brasil, os Estados Unidos e mais de 100 outros países, alertando os usuários de que suas contas não podem ser compartilhadas gratuitamente com pessoas de fora de suas residências.

No Brasil, a cobrança extra será no valor de R$ 12,90.

Fonte : https://www.uol.com.br/tilt/noticias/reuters/2023/05/23/netflix-amplia-repressao-ao-compartilhamento-de-senhas-em-todo-o-mundo.htm

 

Postado

 

  • 2 semanas depois...
Postado
NOTÍCIAS

Como já era imaginado, o mundo todo – especialmente os brasileiros – rejeitou a nova taxa cobrada pela Netflix para usuários que compartilham suas contas com pessoas que moram em outro endereço.

A medida foi adotada pela Netflix no dia 23 de maio de 2023. No mesmo mês, a Netflix perdeu 3% de seus usuários ativos mensais (MAUs), em comparação com o mesmo mês em 2022.

A Netflix também perdeu espaço para HBO Max e Globoplay, que alcançaram 33% e 15% de crescimento, respectivamente, no mês passado;

A ideia da cobrança de R$ 12,90 (no Brasil) pelo usuário extra veio com a queda nos assinantes.

A taxa foi duramente criticada por inúmeros usuários. O Procon/SP entrou na questão e notificou a Netflix pedindo mais informações sobre a nova cobrança. 

Fonte : https://olhardigital.com.br/2023/06/06/pro/boicote-netflix-perde-clientes-no-brasil-com-cobranca-de-taxa-adicional/

 

  • 5 semanas depois...
Postado
NOTÍCIAS

 

Crie uma conta ou entre para comentar

Atividades

  1. Green Jerry
    Green Jerry respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    27/02/2026 - Manhã Nova Mutum: 11:05 O extrato de energia volátil (1974) TV Alterosa Centro-Oeste: 11:00 Atrasado para o jogo / A construção (1975) TV Sim: Créditos ao SpykingX no Fórum Chaves 11:01 Dando tratos à bola / A vingança (1977) 11:24 Ator de araque / A prometida (1973)
  2. MichaelJackson
    MichaelJackson respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Qual história está passando no Episódio Semelhante (ES)?
  3. gustavo lins
    gustavo lins respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Eu acho que o SBT não está muito preocupado de as pessoas terem acesso ao sinal de rede que gera material pois pot muitos anos o sinal SD que gerava era aberto, quanto a usar internet não é impossível mas perderia bastante a qualidade da imagem para mandar os materiais para as afiliadas, por isso a Globo tem um servidor prviado pra isso, ela manda o arquivo bruto para as afiliadas eexibirem, mas esse sistema é caro para a maioria das empresas... Se comunicar sim, enviar material aí já outra história, aí seria um pouco amador, mas considerando que usavam quadruplex até os anos 90 no SBT então é até possivel, mas não vejo como seria mais prático que gravar no sinal de madrugada...
  4. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    Sorteio das oitavas de final da UEFA Champions League 2025 / 2026 : . Real Madrid x Manchester City . Bayern de Munique x Atalanta . Paris Saint Germain x Chelsea . Liverpool x Galatasaray . Barcelona x Newcastle . Tottenham x Atlético de Madrid . Arsenal x Bayer Leverkusen . Sporting x Bodø/Glimt
  5. Professor Inventivo
    Professor Inventivo respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Internet hoje em dia tem em todo lugar, meu tio tem fibra óptica no meio do sertão da Bahia Por outro lado, se ainda usarem antenas parabólicas com o sistema digital da pra ter uma frequência exclusiva, assim as pessoas comuns não tem acesso e podem gerar o material durante o dia.

Quem Está Navegando 0

  • Nenhum usuário registrado visualizando esta página.

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.