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TRANSPORTE PÚBLICO

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77 novos ônibus devem começar a circular nas próximas semanas no Rio de Janeiro, com uma diferença que muda a lógica da operação de ônibus atual na cidade.

Pela primeira vez em anos, os veículos não pertencem às empresas concessionárias, mas à própria prefeitura do Rio de Janeiro, que passa a ter uma frota sob seu controle direto.

Equipados com ar-condicionado e sistema de GPS, os coletivos entram em circulação como parte de uma estratégia para tentar reorganizar o sistema de transporte da cidade, historicamente marcado por falhas na prestação de serviço e dificuldade de fiscalização.

A distribuição dos ônibus será feita em diferentes regiões da cidade.

A aquisição foi viabilizada por meio de um acordo judicial firmado entre a prefeitura e os consórcios ligados à Rio Ônibus.

Fonte : https://diariodorio.com/prefeitura-passa-a-ter-frota-propria-e-coloca-77-novos-onibus-nas-ruas-do-rio/

Edited by E.R

  • 5 weeks later...
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A partir do dia 30 de maio de 2026, os ônibus municipais do Rio de Janeiro não vão aceitar mais pagamento em dinheiro.

Com a mudança, o acesso aos modais será feito exclusivamente pelo Jaé ou pelo Riocard, neste último caso apenas para usuários do Bilhete Único Intermunicipal (BUI).

Também nesta data, a integração do Bilhete Único Carioca será feita exclusivamente pelo cartão Jaé preto.

O cartão avulso do Jaé (verde) deixará de ser aceito nas integrações tarifárias do Bilhete Único Carioca (BUC) e do Bilhete Único Margaridas (BUM).

A decisão da Prefeitura do Rio de Janeiro de extinguir o pagamento em dinheiro nos ônibus municipais tem gerado debates sobre os impactos para milhões de passageiros que utilizam diariamente o transporte público.

A mudança, de acordo com a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), faz parte do processo de modernização do sistema de transporte público municipal.

Em entrevista para O DIA, o professor Victor Hugo Abreu, especialista em planejamento de transporte urbano e docente da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), alerta que a medida pode trazer desafios, sobretudo para pessoas em situação de vulnerabilidade social, idosos, turistas e passageiros com pouco acesso a meios digitais ou a cartões eletrônicos.

Para ele, embora a modernização do sistema de bilhetagem represente um avanço operacional, porém é fundamental garantir alternativas acessíveis para que nenhum usuário seja impedido de utilizar o transporte público.

"Parte da população ainda utiliza o dinheiro físico como principal meio de pagamento no cotidiano, especialmente trabalhadores informais, desempregados e pessoas que não possuem conta bancária ou smartphone", observa o especialista.

O professor da UFRJ analisa que há risco de dificultar o acesso ao transporte para esse público, especialmente durante o período de transição. "Idosos podem enfrentar dificuldades de adaptação tecnológica, turistas podem não conhecer previamente o funcionamento do sistema Jaé, e usuários de baixa renda podem encontrar obstáculos relacionados à aquisição e recarga dos cartões. Em cidades com elevado fluxo turístico, como o Rio de Janeiro, a eliminação completa do pagamento em espécie exige uma rede ampla e eficiente de pontos de atendimento e recarga para evitar exclusão temporária de passageiros", explica.

Para que a medida seja compatível com o direito à mobilidade urbana, o professor da Escola Politécnica da UFRJ avalia que é necessário implementar mecanismos efetivos de inclusão e acessibilidade. "O transporte público é um serviço essencial e não pode criar barreiras desproporcionais de acesso. Portanto, a substituição do dinheiro físico precisa ser acompanhada por políticas públicas que garantam ampla distribuição de cartões, facilidade de recarga, atendimento presencial, canais acessíveis de suporte e alternativas para usuários sem acesso digital. Caso contrário, existe o risco de ampliar desigualdades no acesso ao transporte coletivo", alerta.

O engenheiro civil do setor de Transporte da Universidade Federal Fluminense (UFF), Levi Salvi, também aponta que alguns idosos ainda têm dificuldades em lidar com tecnologia e pessoas de baixa renda não têm acesso a rede bancária de cartões eletrônicos de pagamento.

Levi Salvi entende que a medida pode ser polêmica em alguns aspectos, pois o acesso ao transporte público é um direito de todos, e o pagamento com dinheiro em espécie no Brasil é garantido por lei. Por outro lado, ele esclarece que existe a possiblidade de uso do dinheiro em espécie para recarga do bilhete eletrônico, que seria um argumento para cumprir este direito.

Fonte : https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2026/05/7250458-o-que-dizem-os-especialistas-sobre-fim-da-circulacao-de-dinheiro-nos-onibus-no-rio.html

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O Ministério Público do Rio de Janeiro instaurou um inquérito civil para investigar a decisão da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro de encerrar o pagamento em dinheiro das passagens nos ônibus municipais do Rio.

A Secretaria Municipal de Transportes determinou que os coletivos deixarão de aceitar dinheiro em espécie a partir do dia 30 de maio de 2026.

Na mesma data, a integração do Bilhete Único Carioca passará a ser realizada exclusivamente por meio do cartão Jaé preto.

Diante da medida, a 3ª Promotoria de Justiça de Tutela do Consumidor, do Contribuinte e de Proteção de Dados Pessoais apura se a Secretaria adotou uma prática considerada abusiva ao impor o uso exclusivo do sistema digital “Jaé”, operado pela empresa Bilhete Digital S.A.

O Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou que a Secretaria de Transportes esclareça as razões técnicas e administrativas que embasaram a decisão.

O órgão também pediu informações sobre a existência de alternativas para usuários sem acesso a meios digitais.

Além disso, o Ministério Público oficiou o consórcio Bilhete Digital para detalhar o funcionamento do sistema Jaé, as formas de acesso disponíveis e a quantidade de pontos de recarga oferecidos aos usuários.

A Secretaria Municipal de Transportes e o consórcio têm prazo de dez dias para prestar esclarecimentos.

Fonte : https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/mprj-investiga-fim-do-pagamento-com-dinheiro-nos-onibus-municipais-do-rio/

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O pagamento da passagem com dinheiro em espécie nos ônibus municipais do Rio de Janeiro será prorrogado até o dia 28 de junho de 2026.

A informação foi confirmada pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere em uma postagem nas redes sociais.

"Até lá, avançaremos gradualmente com a implementação do pix, cartões de débito e crédito direto nos validadores nos ônibus, além de mais pontos de recarga em dinheiro", afirmou Eduardo Cavaliere.

A medida foi tomada após a decisão do desembargador José Roberto Portugal Compasso a pedido do Ministério Público.

“O consumidor tem direito à informação adequada e clara. Essas informações devem chegar com antecedência razoável ao usuário para que possa adquirir o cartão eletrônico, tomar conhecimento dos pontos de recarga e planejar sua mudança de hábitos”, afirma um trecho da decisão do desembargador.

Fonte : https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/29/pagamento-em-dinheiro-nos-onibus-do-rio-sera-prorrogado.ghtml

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Prometida há quase 18 anos, a Linha 6-Laranja do metrô, que vai conectar as zonas norte, oeste e central da cidade de São Paulo, deve ser inaugurada em outubro de 2026.

Faltando seis meses para a inauguração do primeiro trecho (entre Brasilândia e Perdizes), cerca de 88 % da obra está pronta.

Para concluir o trabalho a tempo, a concessionária Linha Uni tem estendido os trabalhos nos canteiros até de madrugada.

Ponto final da linha nessa primeira etapa, Perdizes, na zona oeste, já está com 92 % da construção concluída. O prédio de entrada dos passageiros começou a ser erguido e e ganhou vidros.

Na mesma região, a estação Sesc-Pompeia está em 84 %, mas a estrutura já está em pé, envidraçada e em fase de implementação das telhas no teto.

Fonte : https://www.estadao.com.br/sao-paulo/linha-6-laranja-do-metro-como-estao-as-obras-de-cada-estacao-a-6-meses-da-entrega-da-1-etapa/

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A pedra fundamental do Terminal Missões, do BRT Metropolitano, foi lançada no domingo.

O novo equipamento vai ampliar para Duque de Caxias, Guapimirim e Magé a integração entre a Baixada Fluminense e a cidade do Rio de Janeiro.

Com investimento estimado em R$ 46 milhões, ele será construído em uma área entre a Rodovia Washington Luís (BR-040) e a Avenida Brasil.

São João de Meriti e Belford Roxo, já atendidos pelo Terminal Margaridas, também terão os serviços ampliados com o novo terminal.

Ao todo, a iniciativa vai beneficiar aproximadamente 1,4 milhão de passageiros por mês que utilizam o transporte coletivo nessas regiões.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, e o secretário municipal de Transportes, Jorge Arraes, estiveram presentes no lançamento. "A população de Nova Iguaçu, Mesquita, São João de Meriti, Queimados e Nilópolis já está se conectando com o Terminal Margaridas, pagando mais barato e levando menos tempo para chegar ao trabalho. Agora vamos dar um novo passo com o Terminal Missões, que vai conectar Magé, Guapimirim e Duque de Caxias com o Rio de Janeiro, com um terminal completo, seguro e eficiente, que vai permitir que o passageiro chegue no trabalho e volte para casa tranquilo", disse o prefeito.

O equipamento será integrado ao Terminal Gentileza por meio do corredor Transbrasil, com operação dos serviços parador e expresso do BRT, o que garantirá mais previsibilidade, agilidade e conforto aos deslocamentos.

O Terminal Missões será construído pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (SMI) em uma área de aproximadamente 84 mil metros quadrados.

Entre as principais intervenções estão a construção da plataforma do BRT, com 2,7 mil metros quadrados, e de duas plataformas para ônibus alimentadores, que somam 2,3 mil metros quadrados. As estruturas terão cobertura, acessibilidade e conexão direta entre os diferentes ambientes do terminal.

O complexo contará ainda com um edifício de acesso e bilheteria do BRT, com 478 metros quadrados, responsável por organizar a entrada dos passageiros e a circulação interna, além de sanitários públicos.

O terminal terá capacidade para receber simultaneamente dez ônibus do BRT e 22 ônibus alimentadores em espaços específicos de apoio às operações.

Fonte : https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2026/06/7270655-pedra-fundamental-do-novo-terminal-do-brt-metropolitano-e-lancada.html

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  1. E.R
    E.R replied to Marcos Albino's topic in Games
    A id Software já teria iniciado o desenvolvimento de um novo DOOM, mesmo após a recente onda de demissões promovida pela Microsoft. A informação faz parte de uma reportagem publicada pelo jornalista Tom Warren, do The Verge. Embora os cortes tenham atingido o estúdio de forma significativa, a id Software estaria nos estágios iniciais de produção de um novo título da série DOOM. A informação reforça apuração anterior de Jason Schreier, da Bloomberg, que afirmou que a Zeni Max continuará investindo em algumas de suas principais franquias mesmo após a reestruturação da divisão Xbox. A própria id Software também comentou recentemente sobre seu futuro após as demissões. Em comunicado oficial, o estúdio afirmou que, apesar dos desligamentos, ainda possui a equipe que seria necessária para continuar desenvolvendo os jogos e a tecnologia que marcaram sua trajetória durante todos estes anos no mercado. A id Software destacou ainda que seu tamanho atual é semelhante ao da época em que produziu DOOM (2016). Fonte : https://meups.com.br/noticias/apesar-da-crise-novo-doom-esta-sendo-feito/
  2. E.R
    E.R replied to Raphael 's topic in Todos Atentos Olhando pra TV
    A coluna obteve, em primeira mão, o nome definido para ocupar a cadeira feminina do Jornal Nacional a partir de setembro de 2027 ao lado de César Tralli : a da jornalista e apresentadora Camila Bonfim. A escolha foi consolidada recentemente pelo conselho do Grupo Globo após uma longa avaliação de nomes do jornalismo da emissora. A escolha de Camila Bonfim também estaria apoiada em critérios técnicos definidos pela direção de jornalismo. Há cerca de 20 anos na Globo, ela construiu carreira na cobertura política em Brasília, ganhou projeção nacional durante a cobertura da Operação Lava Jato entre 2015 e 2017, recebeu diversos prêmios jornalísticos e, em 2021, passou a integrar o time de âncoras da Globo News. Entre os fatores que pesaram na decisão estão sua experiência nos bastidores políticos, a cobertura de crises entre os Poderes, eleições, CPIs e julgamentos de grande repercussão nacional. Se o cronograma hoje desenhado pela Globo for mantido sem alterações, Camila Bonfim assumirá, a partir de setembro de 2027, a bancada do Jornal Nacional ao lado de César Tralli, encerrando um ciclo histórico e inaugurando uma nova fase no principal telejornal do país. Fonte : https://lobianco.ig.com.br/2026-07-13/camila-bonfim-substituira-renata-vasconsellos.html
  3. E.R
    E.R replied to Rodrigo Colorado's topic in Venda da Esquina
    Minions & Monstros (2026) - Vi ontem no cinema, em uma sessão 3-D. É uma grande homenagem ao cinema, citando clássicos como "Tempos Modernos" e "Casablanca" e situação divertidas, inclusive do diretor George Lucas no museu (que dublou sua animação no idioma original do filme). O 3-D é bem utilizado em várias cenas, como uma cena em que os Minions estão dentro de um trem no meio da rua e a luta final contra os monstros. Mesmo com os elogios, apesar da duração curta (1h30 de filme), achei que a duração poderia ser menor ainda, em alguns momentos achei a história arrastada, principalmente depois que o mestre deles passou a ser um robô.
  4. E.R
    E.R replied to E.R 's topic in Terreno Baldio
    Andrey Santos (volante / Manchester United)
  5. Professor Inventivo
    Professor Inventivo replied to Raphael 's topic in Fórum Único Chespirito
    Bom, já chovendo no molhado, mas visto que eu fiz parte do público de 2001 foi o seguinte.... O SBT tentou empurrar uma coisa, dizendo que era outra. Então a gente tinha uma espectativa e quando vimos foi uma decepção. Hoje obviamente conhecemos o programa Chespirito e sabemos que apesar de ter o Chaves e o Chapolin ali, não é a mesma coisa. A pegada é totalmente diferente. Sendo que o SBT colocou a ideia de que seriam "novos" episódios de chaves, então creio que o público pensou que seriam mais episódios ali da mesma época que não tinha sido exibido ainda. Ninguém esperava um "Chaves velho" e o professor Girafales de cabelo branco. E claro, o fator da dublagem pesa bastante quando ficamos 10 ou 15 anos ouvindo a mesma voz. Mas agora é diferente, o público que veio depois assistiu DVDs (com dublagem diferente e até mesmo episódio aleatório do programa chespirito), também viu desenho, assistiu episódio com dublagem diferente (seja no SBT ou na TV a cabo, Internet etc). Então o que o SBT exibir não faz diferença pra eles. E quanto ao público do meu tempo, estamos adultos. Se a gente assistir é só algo novo, alguns vão querer ver e outros vão torcer o nariz porque querem a nostalgia dos episódios manjados.

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