Postado 29 de Maio de 2015 11 anos Autor Sem Bernardinho, mas com Serginho, Brasil estreia com vitória suada na Liga As mãos, que costumam ser tão expressivas à beira da quadra, estavam mais contidas. Saíam do queixo para fazer alguma anotação, vez ou outra eram levadas à cabeça ou aplaudiam. Bernardinho acompanhou a estreia do Brasil na Liga Mundial de vôlei de uma das cabines do Mineirinho, em Belo Horizonte. Murilo, também cumprindo suspensão imposta pela Federação Internacional (FIVB), estava logo ao lado. De lá, os dois viram a seleção perder o primeiro set contra a Sérvia, reagir, sofrer na quarta parcial e garantir uma vitória, de virada, no tie-break: 3 a 2, parciais de 24/26, 25/17, 25/22, 26/28 e 15/11. As outras 19 vezes em que haviam se enfrentado na competição, os sérvios só conseguiram três triunfos. O oposto Leandro Vissotto foi o maior pontuador da partida, com 18 pontos. Lucarelli apareceu na sequência com 16 acertos. Uros Kovacevic e Marko Ivovic marcaram 17 para os sérvios.http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2015/05/sem-bernardinho-mas-com-serginho-brasil-estreia-com-vitoria-suada-na-liga.html
Postado 28 de Fevereiro de 2016 10 anos Sem perder sequer um set, Rio vai à final do Sul-Americano e mira o tri Comandadas do técnico Bernardinho atropelam argentinas do Villa Dora na semifinal O Rio de janeiro ficou muito próximo do terceiro título do Sul-Americano de clubes de vôlei - o segundo consecutivo. Neste sábado, as comandadas do técnico Bernardinho atropelaram as argentinas do Villa Dora por 3 sets a 0 na semifinal da competição - parciais de 25/14, 25/13 e 25/16. Sem perder sequer um set em La Plata, o Rio se garantiu na decisão deste domingo, às 19h (de Brasília), contra o vencedor do duelo entre as peruanas do San Martin e as anfitriãs do GELP, que medem forças ainda na noite deste sábado. - Cometemos alguns erros no início do jogo, mas foi importante termos retomado o controle rapidamente, para frear o ímpeto argentino. Elas estão jogando em casa, sem responsabilidade, o que poderia ser perigoso. Então nos concentramos melhor, conseguimos controlar o placar e tivemos mais tranquilidade para desenvolver o nosso jogo - contou a líbero Fabi. As argentinas só conseguiram equilibrar o confronto até o segundo tempo técnico do primeiro set. Depois disso, as comandadas de Bernardinho impuseram seu ritmo e confirmaram o favoritismo sem sustos. - A final é outra expectativa, ainda não sabemos quem será o adversário, mas entraremos em quadra com a mesma seriedade e comprometimento de sempre. Sabemos que vale a vaga para o Mundial, e nós viemos aqui em busca disso. É um campeonato internacional, uma oportunidade de unir ainda mais o time, então queremos aproveitar da melhor forma possível, pois queremos muito esta vaga no Mundial - disse a bicampeã olímpica. Bernardinho comandou as meninas do Rio de Janeiro na Argentina (Foto: Fernando Maia/MPIX) Fonte: Globoesporte Link: http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2016/02/sem-perder-sequer-um-set-rio-vai-final-do-sul-americano-e-mira-o-tri.html
Postado 16 de Abril de 2018 8 anos https://globoesporte.globo.com/volei/noticia/renan-dal-zotto-divulga-lista-com-os-dez-primeiros-convocados-do-ano-para-selecao.ghtml O técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto, divulgou, nesta sexta-feira (13), a lista com os dez primeiros convocados do ano. Foram convidados o levantador Carísio, o oposto Felipe Roque, o líbero Rogerinho, o ponteiro Honorato e o central Pingo, todos do Minas Tênis Clube (MG), o oposto Abouba, do Lebes Canoas (SP), o ponteiro Léozinho, do JF Vôlei (MG), o central Matheus dos Santos e o ponteiro Victor Cardoso, o Birigui, ambos do Vôlei UM Itapetininga (SP), e o ponteiro Djalma, que está no voleibol italiano.
Postado 30 de Setembro de 2018 7 anos E a final do Mundial de Vôlei Masculino 2018 será Brasil x Polônia.
Postado 19 de Outubro de 2018 7 anos . Final do Mundial de Vôlei Feminino 2018 será entre Itália e Sérvia - https://globoesporte.globo.com/volei/noticia/egonu-e-boskovic-definem-e-italia-e-servia-farao-a-final-do-mundial.ghtml
Postado 23 de Março de 2019 7 anos . Alison fecha parceria com Álvaro no vôlei de praia, mirando a corrida olímpica - https://globoesporte.globo.com/pb/volei-de-praia/noticia/com-acordo-costurado-por-ricardo-alison-fecha-parceria-com-alvaro-mirando-corrida-olimpica.ghtml
Postado 8 de Maio de 2019 7 anos (via Zé Carioca # 1913, lançado em agosto de 1991 - mais no tópico de gibis)
Postado 7 de Julho de 2019 7 anos Merece ser elogiada a boa campanha do Brasil na Liga das Nações 2019 de vôlei feminino.
Postado 16 de Dezembro de 2019 6 anos https://globoesporte.globo.com/mg/triangulo-mineiro/volei/noticia/fernanda-garay-quebra-nariz-passa-por-cirurgia-e-desfalca-praia-clube.ghtml Fernanda Garay, do Praia Clube, quebrou o nariz e passou por cirurgia nesta sexta-feira, em Uberlândia. A ponteira do time mineiro sofreu a lesão no último jogo do Mundial de Clubes na China e, ao voltar ao Brasil, teve a fratura foi confirmada. O prazo de retorno às quadras ainda não foi informado.
Postado 11 de Julho de 2020 6 anos NOTÍCIAS https://globoesporte.globo.com/volei/noticia/tandara-comemora-volta-ao-osasco-e-identificacao-com-torcida-faz-toda-a-diferenca.ghtml Confirmada como reforço para a próxima temporada, Tandara foi apresentada no Osasco nesta quarta-feira através das redes sociais da equipe. Camila Brait também participou da apresentação.
Postado 9 de Agosto de 2020 6 anos NOTÍCIAS O ESTADO DE S.PAULO As dificuldades para os participantes da Superliga Feminina começaram antes mesmo do primeiro jogo da temporada 2020 / 2021. Com a crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, as equipes do vôlei nacional perderam patrocinadores e receitas relevantes. Isso as fará chegar ao torneio com graves problemas econômicos. Os cortes de investimento no esporte brasileiro já vinham ocorrendo após a realização dos Jogos Olímpicos no Rio, em 2016. E aumentaram com a pandemia, atingindo o vôlei especialmente pelo modelo adotado na consolidação da modalidade desde a década de 1980, quando o seu crescimento se deu calcado no apoio de grandes patrocinadores, como Atlântica, Fiat e Pirelli. A maioria dos times, afinal, tem suas receitas restritas ao que é repassado pelos parceiros. “Esse é o nosso modelo, não temos a negociação do contrato como no futebol. E sempre tivemos patrocínio das empresas. Por sorte temos ajuda das leis de incentivo para as categorias de base”, diz José Roberto Guimarães, líder do projeto do Barueri/São Paulo, ao Estadão. Com esse cenário, a definição dos 12 participantes não pôde seguir os protocolares acessos e rebaixamentos para a próxima temporada. Primeiro, o projeto do Sesc-RJ, capitaneado por Bernardinho e maior vencedor da Superliga, para seguir viabilizado e com uma formação competitiva, se uniu ao Flamengo, deixando a competição com um participante a menos. Sobrou uma vaga, que poderia ser do penúltimo colocado – e rebaixado – Valinhos. A equipe recusou e o lugar foi herdado pelo São Caetano, lanterna da edição anterior e que decidiu atuar mesmo após perder o seu patrocinador principal. No acesso, o Brasília, com a melhor campanha, garantiu presença, mas Itajaí e Bradesco (SP), 2.º e 3.º, respectivamente, não quiseram jogar na elite. Aí o time de São José dos Pinhais completou a relação para o torneio. Foi assim que se garantiu a participação de 12 times, algo visto por especialistas como importante para o torneio ser rentável e atraente, mesmo que a situação competitiva e financeira das equipes não seja a ideal. “Seria ruim ter menos times, pelas entregas aos parceiros, com transmissões e eventos nas praças em que ocorrem os jogos”, diz Beto Ópice, gerente de marketing do Audax/Osasco. Renato D’Avila, superintendente de competições de quadra da CBV avalia que as dificuldades enfrentadas pelos times refletem a crise econômica atravessada pelo país. “O Brasil passou por uma crise econômica recente, que conseguimos superar relativamente bem. Logo em seguida veio a pandemia, com todos os efeitos que vários setores sofreram. Não passaríamos incólumes. Muitos times tiveram dificuldades de renovação de patrocínio e apoio, de continuidade mesmo, e consequentemente, alguns encerraram suas atividades”, comenta. O período em que eclodiu a crise do coronavírus no Brasil – o mês de março – também foi visto como o pior possível, pois se deu quando estava para começar o mata-mata da Superliga da temporada 2019/2020 e forçou o encerramento do torneio sem a realização dos playoffs e a definição de um campeão. “O momento foi prejudicial para a exposição das marcas, e logo no momento auge disso”, lamenta Beto Ópice. Mas assegurar a participação na Superliga não termina com os problemas dos times. Os próximos passos das equipes envolvem a busca de investidores para que as obrigações possam ser cumpridas. O Barueri, de Zé Roberto, perdeu 50% do valor orçado para disputar a próxima Superliga, o que faz o treinador e gestor participar de seguidas reuniões em busca de novos apoiadores para um projeto que tem revelado talentos para o vôlei nacional. “O que não pode é acabar. Investimos em atletas jovens. Não importa a posição, acrescentamos experiência para a garotada, que enfrenta as melhores jogadoras”, diz ele. “As empresas que ajudavam também tiveram cortes. E o nosso orçamento já estava no limite.” Participante de todas as edições da Superliga, o São Caetano chegou a cogitar romper esse histórico, mas se inscreveu no torneio, ainda que reconhecendo dificuldades para ter um time competitivo. A avaliação é de que o esporte se tornou “caro”. “Você precisa de R$ 2 milhões a R$ 2,5 milhões para brigar por uma vaga nos playoffs”, disse o técnico Fernando Gomes. “Temos um time da base. E sempre tem atletas no mercado, jogadoras que estão sem time, voltando de outro país.”
Crie uma conta ou entre para comentar