Postado 2 de Julho de 2015 10 anos Continuando... Cha: Poxa Chimoltrúfia não precisava fazer isso né, pô! Chi: Mas como que não precisava?? Você veio com a premeditação , propósital com propósito de fazer graça comigo , não é animal? Cha: Não , eu juro. Eu só vim procurar o Botijão. Chi: Pois isso não vai ser possível agora , tá? O botijão tá "drumino"... Cha: Mas dormindo a essa hora? Já são onze. Ele tem que trabalhar... Chi: Trabalhar? Mas você é um cínico... Primeiramente porque você sabe muito bem , certezamente, que trabalho não é seu forte nem na China ,nem na "Conchichina" e outra coisica que você esqueceu é que semana passada o Botijão perdeu o emprego dele no "açorgue" da esquina porque o Senhor pediu pra você depenar o frango e aí você brincou com a muié dele, e assim correram com "cês" de lá. Cha: Tá bom Chimoltrúfia, eu sei que eu fiz isso e aquilo, mas como bom amigo eu vim me redimir e arranjei um emprego pra gente. Chi: E emprego de que?? Cha: DE ENGRAXTE!!!! fim do 2° bloco Amanhã tem mais!!!
Postado 2 de Julho de 2015 10 anos Estava arrumando meu quarto esses dias, e achei meu antigo cadernos de fanfics. Além das duas que fiz (que já postei aqui páginas anteriores), encontrei uma inacabada que acredito que foi há 2 anos atrás. Vou ver se dou continuidade, é que já to com um pensamento para outra história.
Postado 3 de Julho de 2015 10 anos Voltando... Chi: Então você quer dizer , daqueles engraxate que engraxa bota, sapato e tudo mais? Cha: Pra quê que eu vou dizer que não, se é sim. Chi: Mas se acha mesmo que isso dá dinheiro? Cha: Mas claro, você não vê esses caras que apresentam na TV? Pois esses eram engraxates quando mais novos, e assim de tanto falar bobeira enquanto engraxavam algum produtor de TV levou eles pra trabalhar lá... Você não vê o Faustão ou o Gugu??? Chi: Pra quê que eu vou dizer que não, se é sim! Aparece o Botijão Bot: [bocejando] Aaaaahhh... Que barulheira é essa? Chaveco e você? O que faz aqui tão cedo? Cha: Cedo??? Mas já são onze... Bot: Por isso. Como me acorda às onze da madrugada? O que que eu vou fazer até a seta das Duas horas? Cha: Bom, vamos trabalhar, né? Bot: Como trabalhar? Se por sua culpa eu perdi o meu e você também o seu emprego? Cha: Olha botijão, mas eu arrumei uns caixotes e graxa. Vamos engraxar pela rua, pô! Bot: Engraxar??? AHAHAHAH Isso cairia bem para um paspalhão como você! Não para uma pessoa culta e cordial como eu. Cha: Ah isso é verdade. Bot: O quê? Cha: Que você é "Gordial"!!! Ahahah Bot: COMO DISSE???! Cha: Não, não! Nada... Bot: Disse sim! E eu ouvi, mas já te faço soltar a língua! Cha: AI!!! Botijão tira o Chapéu de Chaveco , penteia seu cabelo e lhe dá uma bofetada Bot: TOMA!!! E da próxima vez, eu te mato e eu mesmo faço sua autópsia!!! Cha: Tá bom! Mas e aí? Vai trabalhar comigo ou não? Bot: Mas é claro que não!!! Chi: Ah , Botijão você vai sim, porque nois Tamo sem comida em casa e eu é que não vou te sustentar!!! Bot: Mas meu amor... De engraxate? Chi: Sim!! Ou se você preferir vai dormir na rua! Bot: É por isso que eu digo meu amor, vamos ao trabalho... :err: E amanhã mais um pedaço
Postado 24 de Julho de 2015 10 anos Ojalá que Chespirito hubiera grabado este episodio para correr a Florinda del elenco CH. #237 - Doña Florinda se va de la vecindad (1979) Personajes: Roberto Gómez Bolaños - ChavoMaría Antonieta de las Nieves - Chilindrina Florinda Meza - Doña Florinda Rubén Aguirre - Profesor Jirafales Edgar Vivar - Señor Barriga Angelines Fernández - Doña Clotilde Resumen: Debido a los problemas que ocurrieron en la vecindad, como el alejamiento de Don Ramón de la vecindad, deciden culpar a Doña Florinda por no tratar a los vecinos como se merece, y entonces, la Chilindrina le dijo una palabra que la marcó: "Usted es una persona no grata en la vecindad, ya que nunca trató a los vecinos como se merece, y por eso, usted no merece vivir aquí". Entonces, Doña Florinda se aleja de la vecindad sin previo aviso y el Profesor Jirafales quedó triste porque Doña Florinda se fue de la vecindad.
Postado 27 de Julho de 2015 10 anos El regreso de Federico, el marinero (1978)Elenco:Roberto Gómez Bolaños - ChavoCarlos Villagrán - Quico y Don FedericoRamón Valdéz - Don RamónFlorinda Meza - Doña FlorindaRubén Aguirre - Profesor JirafalesMaría Antonieta de las Nieves - ChilindrinaSinopsis: Después de que Doña Florinda retara a su hijo Quico de ver el partido junto con sus amigos y lo llamara de Federico, luego aparece Federico, el marido de Doña Florinda, ya que él había sobrevivido al accidente en su barco. Entonces, Federico deja a su hijo que mire el fútbol sin que Doña Florinda se meta. Entonces, los cinco se ponen a mirar el partido de Defensor vs Danubio hasta que llegó el Profesor Jirafales, y queda con los nervios de punta. Entonces, el profesor retó a un duelo a Federico, y quién termina apanhando es Quico. Al final, el Profesor Jirafales y Federico llegaron a un acuerdo, y ahora el Profesor y Doña Florinda son amigos, manteniendo la relación conyugal con Federico.
Postado 6 de Outubro de 2015 10 anos Estava arrumando meu quarto esses dias, e achei meu antigo cadernos de fanfics. Além das duas que fiz (que já postei aqui páginas anteriores), encontrei uma inacabada que acredito que foi há 2 anos atrás. Vou ver se dou continuidade, é que já to com um pensamento para outra história. Dito e feito. Mostrei as minhas duas fanfics pra minha namorada, ela gostou e me deu um conselho de continuar a que estava inacabada. Então aqui vai pessoal: Título: Botijão, o conquistador Ano: ? Duração: Aproximadamente 13 minutos Elenco: Chespirito -> Chaveco Florinda Meza -> Chimoltrúfia Edgar Vivar -> Botijão Rúben Aguirre -> Sargento Refúgio Maria Antonieta de las Nieves -> Marujinha Angelines Fernandés -> Dona Cotinha Moisés Suaréz -> Seu Cecílio BLOCO 1 Botijão, o conquistador - O episódio tem início com Botijão chorando e conversando com Chaveco em casa – Botijão – Ai, ai, ai – Começa a chorar – Chaveco – Calma Botijão, não é pra tanto né. Botijão – Como não? A minha mulher me deixou e você quer que eu fique feliz?! Chaveco – Ora, você arranja outra. Botijão – Você fala como se eu fosse conseguir... Chaveco – E por que não? Se caras mais feios que você conseguem? [RISOS] Botijão – Olha Chaveco, só não te dou um tapa porque nem pra isso estou com vontade – Chora novamente – Chaveco – Alias Botijão, você só me disse que a Chimoltrúfia te deixou mas não me contou o motivo... Botijão – Pois então, ela disse que estou traindo ela com a tal de Maruja. Chaveco – Sério?! - O cenário é mudado para o restaurante de Letty onde estão o Sargento Refúgio e a Marujinha – Marujinha – Sim. Sargento – Nossa, mas desta vez a Chimoltrúfia passou dos limites nas suas maluquices. Marujinha – Foi o que lhe disse. Sargento – Mas por que ela desconfiou desta traição? - O cenário muda agora para a casa de Dona Cotinha, onde estão ela e Chimoltrúfia – Chimoltrúfia – Eu vi ele acariciando ela pelo pescoço dentro do elevador. D. Cotinha – Puxa, e o que ele disse quando viu você? Chimoltrúfia – Que estava só “abotoando os botão” da blusa dela. D. Cotinha – E você claro que não acreditou não é? Chimoltrúfia – Claro que não, e disse lá mesmo para ele que eu iria embora e não iria voltar. D. Cotinha – Pois fez muito bem, nós não precisamos de nenhum homem! Chimoltrúfia – É... Mas quer saber, eu admito que sinto a “falta da presença” dele. D. Cotinha – Sente falta?! Chimoltrúfia – É claro, fiquei com o Botijão por muito tempo e nós acabamos “se acostumando-se” com a presença um do outro. D. Cotinha – Mas o que você vai fazer? – Chimoltrúfia fez uma cara estranha – - Muda novamente para a casa de Botijão – Botijão – Conquista-la! Chaveco – O quê? Botijão – Claro Chaveco, já disse que não tive culpa no que aconteceu além do mais, já conquistei a Chimoltrúfia uma vez e posso conquista-la novamente. Chaveco – Ah sim, sim, sim. Botijão – E você vai me ajudar! Chaveco – Ah não, não, não. [RISOS] Botijão – O quê?! Chaveco – Digo, como posso te ajudar? Botijão – Você toca violão não é? Pois então está resolvido. Chaveco – Sim, eu sei tocar mas quem vai cantar? Botijão – Eu é claro Chaveco – Se for assim, só vamos atrair maritacas. Hihihi [RISOS] Botijão – Olha Chaveco, eu não queria mas você pediu e vai levar – Puxa o pente – Com licença... PAFT! - Chaveco dá um giro de 360º com o tapa – Botijão – E não exagere! E da próxima vez, eu tranco você num quarto com 100 maritacas. Chaveco – Quer saber Botijão? Eu estava te ajudando. Botijão – M-Mas, ajudando como?! Chaveco – Ora, você não sabe que a Chimoltrúfia parece uma maritaca quando tá cantando? [RISOS] Botijão – Eu vou te... – Batem na porta – Botijão – Você foi salvo – Vai atender – - Na porta estava a Marujinha e o Sargento Refúgio – Botijão – Ah, oi. Marujinha e Sargento – Oi Botijão. Marujinha – Sinto muito pelo o que aconteceu. Botijão – Relaxe, você não teve culpa. Sargento – Ainda bem que você pensa dessa forma Botijão. Marujinha – E eu estou pensando em ir falar pra Chimoltrúfia o que aconteceu. Botijão – Melhor não, a Chimoltrúfia não vai querer conversar contigo, pelo contrário acho que é mais fácil ela querer te bater. Marujinha – Eu sei, e é por isso que eu vou com o Sargento. Sargento – Eu? Marujinha – Claro. Sargento – Então é melhor eu ir chamar reforço. [RISOS] - O Bloco termina com um close em Chaveco – BLOCO 2 - Agora estamos novamente na casa de Dona Cotinha – D. Cotinha – Você devia se arrumar mais sabe Chimoltrúfia. Chimoltrúfia – Está insinuando que eu sou desarrumada? D. Cotinha – Anh, o que é que você acha? – Tom irônico – Chimoltrúfia – Pois fique sabendo Dona Cotinha que não é preciso se arrumar uma pessoa que a própria natureza já fez com perfeição. [RISOS] D. Cotinha – Claro, mas se... – Chimoltrúfia interrompe e completa: - Alias, isto só serve pras velhas como a senhora e não para uma gatona como eu. [RISOS] D. Cotinha – Acho que o Botijão é que saiu ganhando nessa separação. Chimoltrúfia – O que você disse, que disse, que disse? D. Cotinha – Não, nada. - O cenário muda para a entrada da Casa de Dona Cotinha, onde estão Marujinha e Sargento Refúgio – Sargento – Olha Marujinha, não consegui o reforço que eu queria com o delegado por isso não me responsabilizo pelo o que acontecer. - Marujinha olha estranha pra ele e completa: - Sargento, pra que serve esse uniforme de polícia se você é um grande medroso? Sargento – Medroso? Quem? Marujinha – Ora, você! Medo de encarar a Chimoltrúfia! Sargento – Estufando o peito – Pois sabia que eu nunca fugi da raia! E mais, queria só que a Chimoltrúfia se atreve-se a bater em você. - Chimoltrúfia fala mais alto dentro da casa e isso deixa o Sargento com medo fazendo-o se esconder atrás de Marujinha – Sargento – Ai meu Deus. [RISOS] Marujinha – Eu sabia... Você não merece ser chamado de Sargento! - Sargento sai de ficar atrás de Marujinha e completa: - E pensar que antes eu nem era Sargento. Marujinha – Boa! Conseguiu ser Sargento por puro esforço então. Era o que antes? Sargento – Falando com uma voz triste – Cabo. [RISOS] Marujinha – Desapontada – Quer dizer então que você foi rebaixado de Cabo pra Sargento? Sargento – Sim. Marujinha – E por que? Sargento – Eu estava na delegacia e o Delegado disse: Prenda o primeiro idiota que encontrar! Marujinha – E??? Sargento – Eu prendi o delegado. [RISOS] Marujinha – Fala rindo – Claro, oh Sargento, não fique mal. E vamos falar com a Chimoltrúfia certo? Sargento – Certo. - Batem na porta – D. Cotinha – Bateram na porta e a essa hora? - D. Cotinha vai atender e quando abre fica olhando pra Marujinha e completa: - Ah, é você. Marujinha – Sim, sou eu. D. Cotinha – Sim, é ela. - Marujinha e Sargento entram na casa – Marujinha – Suponho que eu não esteja sendo inoportuna. D. Cotinha – Supõe mal, porque suponho que veio falar com a Chimoltrúfia. Marujinha – Supõe bem. Suponho que ela esteja aí. D. Cotinha – Supõe mal e mesmo que ela tivesse, duvido que ia querer falar com você! Marujinha – Hum... Suponho que tenha algum bom motivo. D. Cotinha – Supõe bem e suponho que você já o tenha suposto! Marujinha – Supõe mal. [RISOS] D. Cotinha – Mas que cínica você é! Marujinha – Supõe bem. [RISOS] D. Cotinha – Vem pra cá falar com a Chimoltrúfia depois do que você fez com ela?! Sargento – Ora, mas a Chimoltrúfia já conseguiu fazer sua cabeça Dona Cotinha? D. Cotinha – Contou o que é verdade. Todos os homens são iguais, não me admira que ela tenha sido traída. Marujinha – Acontece Dona Cotinha que estão me acusando de ter sido amante do Botijão. D. Cotinha – E? Sargento – Como “e”? E pensar que a minha Marujinha iria se envolver com um cara como o Botijão. Marujinha – Exato! Sargento – Com um cara casado! Marujinha – Fala sem tanta vontade – É, né... [RISOS] - O cenário muda para a casa de Botijão, onde estão ele e Chaveco com o violão – Botijão – E pensar Chaveco que há muito tempo não fazíamos uma serenata para alguém. Chaveco – Fale por si só. Hihihi Botijão – Ah não me diga? E para quem você já fez isso? Chaveco – Ora, pra dona da farmácia. Botijão – Ah claro, isso deve ser verdade. Já imagino que tipo de músicas você tocou pra ela. Músicas bonitas que expressam sentimentos verdadeiros. – Fala com voz apaixonada - Chaveco – Não, pedindo dinheiro mesmo né. [RISOS] Botijão – Que?! Quem mais ia fazer uma serenata pedindo dinheiro? Chaveco – Ora, você não vai fazer isso com a Chimoltrúfia? Botijão – Claro que não, não irei pedir dinheiro pra ela! Chaveco – Tudo bem, eu mesmo peço. [RISOS] Botijão – Não, nunca! Afinal, não sei porque você pediria dinheiro pra alguém visto que ganha um salário lá no hotel. Chaveco – Um salário que não dá pra nada. Acho que é capaz de me pagarem mais pra me ouvir tocar do que pelo que trabalho no hotel. Botijão – Só se for por pena. – Fala rindo – [RISOS] Chaveco – Pode até ser, mas se fosse no caso da Chimoltrúfia, era ela que ia ter que pagar para que os outros a ouvissem cantar. – Fala rindo – [RISOS] Botijão – Tirando o pente do bolso – Tem certeza disso? Chaveco – Não, claro que não. Botijão – Ainda bem. – Põe novamente o pente no bolso – Chaveco – Nem pagando alguém ia querer escutar. Hihihi Botijão – Você vai ver, vem cá! Vem cá! - Sai atrás de Chaveco; Cenário muda novamente para a casa da Dona Cotinha – Sargento – Mas enfim Dona Cotinha, onde está a Chimoltrúfia? - De repente, ouve-se no local Chimoltrúfia cantando, ou melhor, gritando – Sargento – Tapando os ouvidos – Deixa, já sei a resposta. [RISOS] Marujinha – Incrível como mesmo tendo perdido o marido, ela se põe a “cantar” toda alegremente. D. Cotinha – Mas é claro... Que mulher precisa de homem? Sargento – O quê?! Falando mal dos homens de novo Dona Cotinha? – Batendo forte na mesa – Por que a senhora sempre joga a culpa pra cima dos homens?! D. Cotinha – Porque são assim! Por exemplo, nunca vi o Botijão fazer uma prova de amor para a Chimoltrúfia. - Do lado de fora da casa, lá embaixo estão Chaveco com o violão e Botijão – Botijão – Muito bem Chaveco. Hora de entrar em cena. Chaveco – Tudo bem Botijão, mas em que tom serão as músicas que você quer? Botijão – Tom? Como assim? Chaveco – Faz um cara estranha – Não, deixa... A música é em “Lá maior” ou “Lá menor”? Botijão – Ahh, entendi. Chaveco – Finalmente! Botijão – É “Lá” no violão – Apontando para o violão – [RISOS] Chaveco – Tô sentindo que vai ser uma longa noite – - O Bloco acaba com um close em Chaveco – BLOCO FINAL - Estamos agora mais uma vez na casa da Dona Cotinha, e enquanto os três estavam discutindo, Chimoltrúfia sai do banheiro e vai até onde estão os outros – Chimoltrúfia – Olha Dona Cotinha porq... – Interrompe a fala após ver que Marujinha estava lá e completa com o tom de voz mais alto: - O quê que você tá fazendo aqui?! Sargento – Calma Chimoltrúfia. – Se levanta fazendo sinais com as mãos – Ela veio aqui com a melhor das intenções. Chimoltrúfia – Que melhor das intenções o quê! Eu sabia que a Marujinha era safada mas até esse ponto... – Fala seguida de risos – Sargento – Como se atreve a difama-la dessa forma?! Chimoltrúfia – Ora Sargento, essa daí já deve ter namorado com Deus e o mundo. Sargento – Marujinha, o que você tem a dizer sobre isso? Marujinha – Bem, como toda mulher, eu já namorei um ou outro homem... Sargento – Viram? – Fala todo satisfeito mas Marujinha completa: - Mas não mais de 20. [RISOS] - Sargento fica com o olhar estranho mas mesmo assim completa: - Se ela namorou muitos homens não importa, sendo que... – É interrompido por Chimoltrúfia: - Importa sim, afinal namorar com 21 pessoas é demais! D. Cotinha – Mas Chimoltrúfia, ela disse que foram 20 e não 21. Chimoltrúfia – Sim, mas o Botijão vale por 2. [RISOS] - Marujinha vê Dona Cotinha rindo e completa: - De que você tá rindo ein? Foram 20, já que não tive nada com o Botijão. Alias Dona Cotinha, acho que você nunca namorou com alguém. – Fala toda orgulhosa – D. Cotinha – Ah não é? Diga para ela Chimoltrúfia, com quantos eu já namorei. Chimoltrúfia – Sem contar aquele que trocou a senhora por um burro? [RISOS] Sargento – Hahaha, um burro mas como isso é possível? Chimoltrúfia – Sim, ele disse que preferia ficar com a primeira coisa que passasse na frente dele do que com a Dona Cotinha, e como um burro passou primeiro... [RISOS] D. Cotinha – Olha Chimoltrúfia, não precisamos de mais explicações e diga quem mais namorou comigo. Chimoltrúfia – Ah sim – Começa a pensar -... Mais nenhum. [RISOS] - Marujinha começa a rir, Dona Cotinha fica com a cara estranha e o Sargento completa: - Finalmente entendi o porquê da Dona Cotinha ter tanta raiva dos homens, visto o que seu único namorado fez com ela. D. Cotinha – Não, ele não foi o único. Mas você tem razão, por causa dele não consigo confiar nos homens – Senta numa das cadeiras – E lhe digo mais Chimoltrúfia, o Botijão já fez alguma prova de amor a você? Chimoltrúfia – Fala meio desapontada e sentando em uma das cadeiras – Não. D. Cotinha – Olha aí, só prova que tenho razão: homem nenhum nos merece. - Sargento fica de cara feia e Marujinha suspira dizendo: - Ai. - Cenário muda novamente para Botijão e Chaveco – Botijão – Muito bem Chaveco, que banda você sugere que toquemos? Chaveco – Bem, tem os “Demônios da Garoa”, “Os iguais”... Botijão – Hahaha, Chaveco, quantos anos você tem? Chaveco – Por que? Botijão – Como “por que”? Essas bandas que você citou são muito velhos. Chaveco – Sim, assim como a Chimoltrúfia. [RISOS] - Botijão com olhar furioso completa: - Olha aqui, a Chimoltrúfia não é nenhuma coroa! Chaveco – Mas também não é nenhuma cocotinha. Hihihi... Por isso acho que a idade... - É interrompido por Botijão que diz: - Já chega Chaveco, CALA A BOCA. E começa a tocar aí. - Chaveco faz o que ele pede, sendo que pega o violão ao contrário e começa a tocar na parte de trás do corpo do violão – [RISOS] Botijão – Chaveco, não me faça te dar um tapa! – Vira o violão do jeito certo – Chaveco – Ah, agora sim. - Chaveco põe se a cantar: - Saying I Love You, is not the words... ♫ - Botijão olha perplexo pra Chaveco, o cenário muda novamente para a casa da Dona Cotinha, de onde se escuta a voz de Chaveco: – ... I want to hear from you... ♫ Chimoltrúfia – Mas que agôro é esse Dona Cotinha? D. Cotinha – Não sei, vou olhar pela janela. - Quando olha pela janela fica surpresa e completa: - Nossa, é o Chaveco cantado pra MIM! – Fala com os olhos brilhando – [RISOS] - Os outros no local ficam surpresos; Cenário retorna para onde estão Botijão e Chaveco; Este continua a cantar: - How easy... ♫ - Mas para por conta que Botijão continua com o olhar perplexo e completa: - O que foi Botijão? Botijão – Só não sabia que você mesmo com essa voz cavernosa sabia essa música. [RISOS] Chaveco – Pois sei sim, sendo que é melhor você cantar porque senão daqui a pouco a Dona Cotinha vai achar que estou fazendo uma serenata pra ela! - Cenário muda para a casa da Dona Cotinha – D. Cotinha – Existem! Homens românticos existem! – Fala com os olhos brilhando – Chimoltrúfia – Dona Cotinha, as chances do Chaveco fazer uma serenata pra você são as mesmas do Botijão fazer uma para mim né. - Cenário muda novamente para onde estão Chaveco e Botijão – Botijão – Chaveco, você conhece aquela música... - Antes de falar é interrompido por Chaveco: - Você era tudo o que eu mais queria... ♫ [RISOS] Botijão – Não Chaveco, uma música que me traduza de uma forma diferente... Chaveco – Pondo-se a tocar – Havia um elefante que andava numa floresta sem fim... ♫ [RISOS] Botijão – Não Chaveco! Uma música que prove que eu e a Chimoltrúfia queremos ficar juntos... Chaveco – Uma rã, que era vaidosa, viu no campo uma vitela, admirou sem tamanho e quis ser igual a ela... ♫ [RISOS] Botijão – Chaveco, não me faça quebrar esse violão na sua cabeça! Chaveco – E então, pô? Que música? Botijão – Uma música que prove pra ela que eu estou aqui fora, para cantar a ela os mais românticos versos! Chaveco – O mais importante é que ela saiba que você está aqui fora? Botijão – Isso. Chaveco – Pondo-se a tocar – Eu já sei que estou de fora... ♫ Botijão – Aee! – Fala sorridente – [RISOS] Chaveco – No dia que eu for embora eu, sei que você vai choraaar... ♫ Chaveco e Botijão – CHORAR E CHORAR! CHORAR E CHORAR! ♫ - Cenário muda para a casa da Dona Cotinha – D. Cotinha – Ai meu Deus, começou novamente! – Fala com brilho nos olhos – [RISOS] Chimoltrúfia – Não sei não, acho que também estou ouvindo a voz do Botijão – Fala pensativa – D. Cotinha – Oh Chimoltrúfia, o Botijão nunca faria isso e mais... - Interrompe porque escuta mais alto a voz de Chaveco: - Dizer que de mim jamais gostou... ♫ - Ela completa: - Tenho que descer pra ouvir isso! – Sai da casa – Chimoltrúfia – Ei, espere! Marujinha – É melhor irmos com ela. Sargento – Tem razão Marujinha, vamos Chimoltrúfia? Chimoltrúfia – Tá bom né... - Todos saem da casa – - Dona Cotinha chega primeiro que os outros e vai ao encontro de Chaveco e Botijão que continuaram a cantar, ela completa: - Meu amor! Muito obrigado pela serenata! – Sai com os braços abertos – Chaveco – An? O quê? Ô Botijão, você vai deixar ela fazer isso comigo?! – Sai correndo, deixa o violão com Botijão que começa a rir – - De repente Chimoltrúfia, Marujinha e Sargento Refúgio chegam no local. Chimoltrúfia olha pra Botijão e diz: - O que você tá fazendo aqui seu... – Mas quando vê que tá com o violão na mão, percebeu que ele tava fazendo serenata pra ela, Chimoltrúfia completa: - Botijão! Você fez uma serenata pra mim? - Botjão olha pro violão na sua mão e diz: - Ah sim, sim. [RISOS] Botijão – Queria voltar com você, foi tudo um mal entendido, acho que a Marujinha já explicou isso também. A serenata foi uma prova de amor um tanto quanto diferente. Chimoltrúfia – Ai Botijão, essa foi a melhor coisa que você já fez pra mim. Então acho que podemos sim esquecer aquele assunto. Sargento – Puxa, ainda bem. Marujinha – Sim. - O cenário agora muda para o Hotel Boa Vista, onde está Seu Cecílio, Chaveco, Botijão, Chimoltrúfia e Marujinha – Seu Cecílio – E então tudo terminou bem não é? Chaveco, Botijão e Chimoltrúfia – Sim. Marujinha – Não! – Fala desapontada e deitando no sofá da recepção – Chimoltrúfia – Mas por que não, Marujinha? Até porque você não gostou de ter sido acusada por mim. Marujinha – Não Chimoltrúfia, não é isso. Chimoltrúfia – E então? Marujinha – É que depois que o Sargento Refúgio viu que a serenata do Chaveco e do Botijão deu certo... Ele não sai de debaixo do meu quarto cantando! – Fala estressada – - Cenário muda para fora do hotel, onde está o Sargento Refúgio cantando: - Eu já sei que estou de fora... ♫ [RISOS] - O episódio termina com um close em Sargento Refúgio, sobe os créditos e fim - Feito por: Don_aCHiles
Postado 7 de Outubro de 2015 10 anos Muito bom, @Don_aCHiles. Parabéns cara Editado 7 de Outubro de 2015 10 anos por Carey Mahoney
Postado 7 de Outubro de 2015 10 anos Dito e feito. Mostrei as minhas duas fanfics pra minha namorada, ela gostou e me deu um conselho de continuar a que estava inacabada. Então aqui vai pessoal: Título: Botijão, o conquistador Ficou muito boa, Parabéns! Ainda a pouco quando vi esse tópico aqui, me lembrei que estava escrevendo um "episódio do Chaves", só que isso faz 10 anos, lembro que tinha 2 folhas de caderno escritas frente e verso. Se tratava de um episódio final para a série (pra variar), mas eu esqueci as folhas na parte de baixo da carteira da escola.
Postado 7 de Outubro de 2015 10 anos Ficou muito boa, Parabéns! Ainda a pouco quando vi esse tópico aqui, me lembrei que estava escrevendo um "episódio do Chaves", só que isso faz 10 anos, lembro que tinha 2 folhas de caderno escritas frente e verso. Se tratava de um episódio final para a série (pra variar), mas eu esqueci as folhas na parte de baixo da carteira da escola. Obrigado Lote. Tenta fazer agora de novo. Acho um bom passatempo, e já estou desenvolvendo outra história, aproveitar que estou em greve kkk (apesar de achar que vai acabar logo ). Muito bom, @Don_aCHiles. Parabéns cara Valeu parceiro.
Postado 3 de Novembro de 2015 10 anos Estava arrumando meu quarto esses dias, e achei meu antigo cadernos de fanfics. Além das duas que fiz (que já postei aqui páginas anteriores), encontrei uma inacabada que acredito que foi há 2 anos atrás. Vou ver se dou continuidade, é que já to com um pensamento para outra história. Mais uma vez: Dito e feito! Agora vou parar de escrever, mas quando entrar em férias volto a escrever fanfics. Espero que gostem: Título: A casa de fantasmas Ano: ? Duração: Aproximadamente 17 minutos Elenco: Chespirito -> Chaveco Florinda Meza -> Chimoltrúfia Edgar Vivar -> Botijão Carlos Pouliot -> Seu Lúcio Moisés Suaréz -> Laércio Juan Antonio Edwards -> Valter Ramiro Orcí -> Roberto Gustavo del Castillo -> Chabas BLOCO 1 A casa de fantasmas - O episódio começa com Botijão lendo o jornal na sala de sua casa e Chimoltrúfia cantando – Botijão – Meu amor? - Chimoltrúfia continua a cantar: E nós amávamos... Botijão – Chimoltrúfia? - Chimoltrúfia continua a cantar: E nos gostávamos... - Botijão berra: Chimoltrúfia!!! Chimoltrúfia – Ai Botijão, por que você tá gritando assim? Botijão – Gritando?! Eu tava era falando baixo se comparado com seus berros de agora a pouco! [RISOS] Chimoltrúfia – Olha aqui Botijão, todo homem ia adorar ter uma mulher que alegrasse a manhã de suas casas com o suave canto de suas vozes. Botijão – Hum... Tenho que por um anúncio na porta. Chimoltrúfia – Anúncio? E pra que? Botijão – Para avisar que aqui nessa casa precisa-se de uma mulher assim. Hahaha. [RISOS] - Chimoltrúfia pega Botijão pela gola da camisa e o levanta: Botijão, não me diga que você vai me trair porque senão eu te corto fora... Botijão – Não, não, não! Era brincadeira amor – Respondendo antes dela completar – [RISOS] Chimoltrúfia – Rum, é bom mesmo. Mas Botijão se você tava me chamando agora a pouco é porque queria alguma coisa não é? E então? O que foi? Botijão – Ah sim – Senta de novo na cadeira – Olha esse anúncio aqui no jornal. Chimoltrúfia – Espera aí – Se abaixa pra ler e completa: Botijão! – Fala surpresa – Botijão – Viu só? Não é incrível?! Chimoltrúfia – Sim! Como essa mulher ganha 500 reais pra cantar em uma apresentação e eu que canto muito mais não ganho nada – Cruza os braços – [RISOS] Botijão – Pondo a mão na cara – Não meu amor, é essa outra notícia – Apontando no jornal – Chimoltrúfia – Ahh ta – Pega o jornal – Oxe, que estranho. Botijão – Não é? E olha que... - Botijão interrompe a fala porque batem na porta – Chimoltrúfia – Já vai... - Chimoltrúfia abre a porta e lá está Chaveco: Ah, oi Chaveco, entra. Chaveco – Oi Chimoltrúfia – Entrando na casa – Botijão – Chaveco, venha cá. Tenho algo a te mostrar. Chimoltrúfia – Vai lá Chaveco, enquanto isso te faço um café – Vai à cozinha – Chaveco – Obrigado viu – Senta em uma das cadeiras – Diz Botijão. Botijão – Olha essa nota aqui no jornal. Chaveco – Deixa eu ver – Pega o jornal – NOSSA! Botijão – Viu só? Não é incrível?! Chaveco – Sim. Palmeiras ganhou de 4x0 do São Paulo!!! [RISOS] Botijão – Não Chaveco! Não é essa notícia! Será que você só pensa em futebol?! Chaveco – Escuta aqui seu ingrato, vim aqui hoje pra te chamar pra assistir Palmeiras e Fluminense hoje à noite, o Palmeiras vai decidir a partida... - É interrompido por Chimoltrúfia que volta da cozinha com o café e diz: E então Botijão? Já mostrou o anúncio ao Chaveco? Botijão – Não, mas agora sim. Olha Chaveco, o anúncio é esse aqui. – Mostrando a ele o jornal – Chaveco – Olha só. Mas pra que esse cara ia pagar para alguém ir dormir na casa dele? Botijão – Chaveco, você não leu tudo. Continua lendo. Chaveco – Deixa eu ver – Começa a ler – Medo de fantasmas? Chimoltrúfia – Ai Botijão, essa parte eu também não tinha lido. Botijão – Pois é a parte mais importante. Esse sujeito quer pagar para alguém dormir na casa dele por medo dela ser mal-assombrada. Chaveco – Ah que isso Botijão faz favor, quem acredita nesse tipo de coisa? Botijão – Hum... Pois saiba Chaveco, que essa também é mal-assombrada. Chimoltrúfia – Não! Botijão – Sim! Chimoltrúfia – Não! Botijão – Sim! Chimoltrúfia – Sim! Botijão – Não! Quer dizer... Sim! Aconteceu há muito tempo, um velho carpinteiro era dono dessa casa até que um dia ele morreu de forma inesperada – Nessa fala a câmera vai se aproximando gradativamente ao rosto de Botijão, de modo que apenas ele é o foco – Até que... – Olha pros lados – Onde está o Chaveco? Chimoltrúfia – Apontando para a porta aberta – Saiu correndo. [RISOS] Botijão – E é por que não acreditava ein? Hihihi Chimoltrúfia – Quem ia acreditar numa história dessa Botijão? Botijão – Hum... E você não acredita? Chimoltrúfia – Claro que não. E mais: Melhor a gente ir indo senão o Seu Lúcio vai reclamar da nossa demora. Botijão – Certo, certo... Pois foi um lado bom o Chaveco sair correndo, quem sabe assim ele chega cedo ao trabalho. – Fecha a porta – [RISOS] - Já no hotel de Seu Lúcio, chega um hóspede – Valter – Bom dia! Seu Lúcio – Bom dia cavalheiro! Valter – Quero um quarto por favor. Seu Lúcio – Claro, assine aqui por favor – Entrega o cartão a ele e chama Chaveco apertando a campainha – - Chaveco chega na recepção e completa: Já vai Seu Lúcio, o que manda? Seu Lúcio – Tem que subir as malas do senhor aqui para o 312. Chaveco – Ah claro – Ao pegar as malas, Chaveco olha pro rosto do hóspede – Ah... é você?! Valter- Nos conhecemos? Chaveco – Ora, mas é claro. Você colocou um anúncio no jornal esses dias? Valter- Ah sim, por que? Tem interesse? Chaveco – Bom, não sei meu senhor. Vamos subir pro seu que conversamos sobre isso. Valter – Claro. - Chaveco e Valter saem da recepção e entram no elevador – Chaveco – Ô Botijão queremos ir pro 3º andar. - Botijão não presta atenção e fica de cabeça baixa para uns papéis – Chaveco – Botijão, quê que você tá fazendo aí? Botijão – Estou calculando se o elevador consegue subir com esse peso. - Chimoltrúfia subitamente entra no elevador – Botijão – Que ótimo, tenho calcular de novo. Chaveco – Vamos Botijão, o senhor quer subir logo né? Botijão – Já terminei. Agora sim: Não podemos subir. Chimoltrúfia – E por que não? Botijão – Porque passou o peso mais ou menos 1 kilo e meio. - Chaveco ao ouvir empurra Chimoltrúfia do elevador – Chaveco – Menos 1 kilo e meio – Aperta o botão do elevador e as portas se fecham – [RISOS] - O bloco termina com uma cara de surpresa de Botijão – BLOCO 2 - Já no andar de cima, as portas do elevador se abrem – Botijão – Então é por isso? Seu tio lhe uma casa como herança sendo que você só pode recebe-la se passar uma noite naquele lugar não é? Valter – Exato. Chaveco – E qual é a herança? Valter – A própria casa e o terreno. Botijão – Entendo, e você não conseguiu por ter medo de fantasmas. Valter – Sim, e olha que não acredito nessas coisas. Chaveco – Que nem eu! – Fala orgulhoso – Botijão – Hahaha. Sim, claro Chaveco. Mas olha, não há problema nisso que você falou? Porque é você que tem que passar uma noite na casa não é? Valter – Na verdade, pode ser um conhecido. E como acabei de conhecer vocês... Tá valendo. [RISOS] Botijão – Sim, claro. Então hoje irei pra sua casa acompanhado da minha esposa e do Chaveco, enquanto isso você fica aqui no hotel. Chaveco – Nós vamos? Botijão – Sim, ou está com medo? Chaveco – Não, claro que não. Valter – Então está certo. Agradeço a vocês! – Sai do elevador – Chaveco e Botijão – Tchau! Chaveco – Bom, vamos descer né Botijão? Botijão – Não tão rápido. – Se levantando – Primeiro, vamos acertar aquele empurrão seu lá na Chimoltrúfia – Puxa o pente e as portas de elevador se fecham e mesmo fechado se escuta o tapa que Botijão dá em Chaveco... PAFT! – [RISOS] - Estamos agora na rua 47, onde estão Botijão, Chaveco e Chimoltrúfia indo em direção à casa de Valter – Chimoltrúfia – É essa a casa Botijão? Botijão – Com o jornal na mão mas lendo o endereço – É sim. Chaveco – Ô Botijão, será que não dá pra gente voltar? Botijão – Não! Alias, por que você iria querer voltar? Tem algo mais importante pra fazer?! Chaveco – Ora, hoje é o jogo do Verdão! Botijão – Ah Chaveco, e o que isso tem de mais? Se tem jogo toda semana. Chaveco – Acontece Botijão que tenho dinheiro apostado nesse jogo e se o Palmeiras vencer eu tenho que sair correndo buscar minha grana. Chimoltrúfia – Tá, tá, tá. Deixem de discutir e vamos entrar logo. Botijão – Claro, as mulheres primeiro. Chaveco – Deixa comigo. – Indo em direção a porta – [RISOS] Chimoltrúfia – Ô Chaveco, ele disse “mulheres”, ou seja, eu. Chaveco – Ah, eu entendi os melhores. [RISOS] Chimoltrúfia – Vamos nós 3 logo. - Chaveco e Botijão concordam e os 3 entram na casa; Chimoltrúfia se aproximando e entrando dentro da casa e ao andar grita: TEM ALGUÉM AQUI? - E dá de cara com um senhor de aspecto assombroso, com olheiras na cara parecendo-se com o mordomo da casa que responde gritando: SIM!!! [RISOS] Botijão – Desculpe, mas não sabíamos que tinha alguém aqui na casa. Pelo menos o senhor Valter não mencionou nada – Senta numa cadeira – Roberto – Eu sou empregado da casa há 200 anos. Chimoltrúfia – Nossa, como se faz pra viver tanto? [RISOS] Chaveco – Ô-ô-ô Chimoltrúfia, você não entendeu? Ele disse 200 anos! – Sentando no sofá – Chimoltrúfia – E daí Chaveco? Quer dizer que ele tá bem conservado, – Pegando no rosto de Roberto – e olha que... Espera, 200 anos? Vive aqui há 200 anos? Roberto – Bem, não posso dizer que “vivo” aqui. [RISOS] Roberto – Estou aqui há 200 anos, posto que eu... morri em 1870. Chaveco – Tá ouvindo isso Botijão?! – Fala surpreso – Botijão – Hahaha, e você acredita? Roberto – É verdade... E morri assassinado nesse sofá – Aponta pro sofá onde Chaveco está – - Chaveco dá um salto e pula pro colo de Chimoltrúfia – [RISOS] Roberto – Parece que ainda me lembro... – Nesse momento, Chaveco desce do colo de Chimoltrúfia e fica em pé – Daquele cara com boné preto – Chaveco tira o boné preto da cabeça – Daquela jaqueta preta – Chaveco tira a jaqueta preta – E daquela camisa de presidiário – Chaveco tira a camisa -.... [RISOS] Roberto – E então – Aumenta o tom de voz – Ele estava ali! – Apontando pra onde está sentado o Botijão – Aquele animal gordo atirando em mim! Chaveco – Ah não, parece um animal gordo mas é só o Botijão. [RISOS] Botijão – Se levanta – Sim? Chaveco – Sim. - Botijão puxa o pente e dá um tapa em Chaveco – Botijão – E não exagere! E com mais uma piada dessa, teremos dois mortos nessa casa! Chimoltrúfia – Dois? Botijão – Sim, para fazer companhia a esse senhor aí. [RISOS] Roberto – Bem, e se vocês não precisam de mais nada eu me retiro. – Sai pelas escadarias do casarão – Chimoltrúfia – Ô Botijão, há pouco tempo fugiu um louco do manicômio não será esse cara aí? Botijão – Eu não sei, ao menos esse parece inofensivo. Acho que vou dar uma olhada na casa, estou com fome. Chimoltrúfia – Está bem Botijão, vou com você. Chaveco – Espera, vão me deixar sozinho nessa casa?! Botijão – Ah Chaveco, não está com medo né? Chaveco – Não, claro. Só fico preocupado em vocês se perderem. [RISOS] Botijão – Sim, claro. Mesmo assim não vamos demorar. – Sai com Chimoltrúfia na escuridão na casa que só está iluminada por velas; Chaveco senta no sofá e ao seu lado está um senhor com aparência “morta” com um capacete na cabeça – Chaveco – Boa noite. Chabas – Boa! - Chaveco se assusta com o rosto do homem e se levanta com o susto – Chabas – Que houve? Chaveco – Não, nada. Só não sabia que havia outra pessoa nessa casa. Chabas – Compreendo, afinal, acabei de voltar de Marte. Chaveco – É, e... [RISOS] Chaveco – De onde? Chabas – De Marte, sabe aquele lugar vermelho? Chaveco – De Ma.. Ah sim, sim, a boate chamada Marte que fica do outro lado. Chabas – Pois é, do outro lado do sistema solar, tentei ajudar os marcianos mas sem sucesso. Chaveco – Ah, eu também sou um marciano. Chabas – Você? Chaveco – Claro, sempre frequento aquela boate. Chabas – Mas eu me refiro ao planeta vermelho. Chaveco – O que fica lá no céu? Chabas – Aham, alias, não viu nenhum marciano voando por aqui num disco? [RISOS] Chaveco – Marcianos? Chabas – Unrum. Chaveco - ... De que cor ein? [RISOS] Chabas – Verde, com olhos pretos. E com uma placa do estado da Paraíba na traseira. [RISOS] Chaveco – Não, não vi não. Chabas – Ah, mas se vir manda um beijo. Chaveco – De sua parte. [RISOS] Chabas – Thauzinho! - Chaveco acena com as mãos, e Chabas vai embora; Estamos agora na cozinha, também apenas iluminada por velas onde estão Chimoltrúfia e Botijão – Botijão – Nossa, parece até que teve uma briga aqui dentro. Chimoltrúfia – Uma briga? Parece mais que um animal acabou com essa cozinha. Botijão – Olhar malicioso – Já ouvir falar no Lobisomem, meu amor? Chimoltrúfia – Claro, ele tava com a gente agora a pouco. [RISOS] Botijão – Fala do Chaveco? Hahaha. - Chaveco chega a cozinha e diz: Eu o que? Chimoltrúfia – Ora, o Botijão tava falando do Lobisomem e eu disse que conhecia um que é você – Botijão ri – Chaveco – Ora, eu não sou Lobisomem nenhum não, meu. Botijão – Mas com um cara dessas Chaveco... [RISOS] Chaveco – Oxe, só por que minha barba tá pra fazer? Botijão – Não só por isso Chaveco mas por essas crateras que você tem na cara. Chaveco – Peraí meu, mas que crateras? Botijão – Crateras, que crateras?! Sua cara é mais esburacada que sovaco de mamute. Chaveco – Ou seja, um sovaco igual ao teu né? [RISOS] Botijão – Que você disse?! Chimoltrúfia – Tá, tá, tá... Mas completa o que você ia falar pra mim Botijão. Botijão – Tem aquela lenda do Lobisomem. - Botijão começa a falar e enquanto ele fala Chaveco presta atenção numa coluna da cozinha, em que se vê uma mão parecida com a do Lobisomem – Botijão - ... Dizem que ele aparece... – Neste momento, Chaveco puxa a manga da camisa de Botijão – Botijão – Que é Chaveco? Chaveco – Olha ali – Apontando para a coluna, sendo que nesse momento a mão já não está lá – Botijão – Não há nada ali. Chaveco – É, acho que foi uma ilusão “ótima”. Botijão – Ilusão o que? Chaveco – Ótima, ilusão ótima. Botijão – Ótica! [RISOS] Chimoltrúfia – O que são isso de ilusões “opticas”? Botijão – Ai meu Deus. [RISOS] Botijão – Ilusão ÓTICA. Ou seja, imaginar algo que não existe. Chaveco – O nome disso é esquizofrenia. Hihihi [RISOS] Botijão – Não Chaveco, na ilusão você apenas confunde algo que na verdade não ocorre. Entende? Chimoltrúfia – Ahh, como aquela cadeira que tá mexendo sozinha? Botijão – É, e... – Botijão olha e fica surpreso – [RISOS] Chaveco – Isso não é nada hein. Porque até agora a pouco eu tava falando com um sujeito meio louco. - Chabas chega no local – Chabas – Eu? Chaveco – Sim. - Chaveco se assusta com a cara de Chabas – [RISOS] Botijão – Ah, mas ainda bem que o senhor veio. Conhece o mordomo dessa casa? - Chabas começa a rir descontroladamente e Botijão segue ele – Chabas – Hahaha, mas é brincadeira.- Dá um tapa nas costas de Botijão – Botijão – Né isso, Hahaha. – Dá um tapa tão forte nas costas de Chabas que este cai no chão – [RISOS] - Chabas começa a falar: O mordomo... Ele já morreu faz tempo, é. [RISOS] - Botijão que tava rindo para na mesma hora e completa: Morreu? – Fala em voz deprimente – Chabas – Já, foi em 1870. Chaveco – Então, acho que não é o mesmo cara que vimos agora a pouco. Chabas – Bom, ele aparece todas as noites. Chaveco – Mãããee!!! – Sai correndo até a porta de entrada – [RISOS] - Quando abre a porta vê Laércio, o lobisomem que havia visto antes; Chaveco fecha rapidamente a porta – - O Bloco 2 termina com uma cara de assustado em Chaveco – BLOCO FINAL - Chaveco senta no sofá com uma cara de surpreso, Chimoltrúfia e Botijão chegam na sala também – Chimoltrúfia – Olha, mas que conversa doida a desse cara. Botijão – Hum... Me parece que eu já solucionei tudo. O que viemos fazer aqui nessa casa? Chaveco – Passar a noite. Como Valter comentou. Botijão – Pois então, como não sou supersticioso, acredito que tudo que está nos assustando é um plano de alguém para que não passemos a noite aqui. - Laércio escuta toda a conversa de um local que ninguém veja – Chimoltrúfia – Mas se for isso, o que fazemos? Botijão – Só há uma forma: Deixar de acreditar em qualquer coisa por mais estranha que seja, para que terminemos o que o senhor Valter disse. Chaveco – Tá bem, mas pra mim vai ser muito difícil. Botijão – Bom, mas alguém sabe aonde vamos dormir? - Roberto aparecer nas escadarias lá em cima respondendo: No quarto onde faleceu o tio de Valter. Chaveco – Bom, e não teria lugar mais apropriado? Digamos o cemitério onde o enterraram? [RISOS] Roberto – É que aqui em cima é o único lugar em que temos 3 camas. A não ser que você queira dormir aí sozinho. [RISOS] - Chaveco sua frio e completa: Não, estou bem assim. Botijão – Ainda bem, então vamos subir. - Os três concordam e começam a subir as escadas. Chaveco vai na frente e quando chega na porta vê o Lobisomem em sua frente e grita: SOCORRO! - Botijão se assusta e cai na esquina por cima de Chimoltrúfia – [RISOS] - Chaveco e Roberto ajudam Botijão a se levantar e também a Chimoltrúfia, esta levanta com certa dificuldade e com falta de ar – Chaveco – Minha gente, até parece que caiu uma tonelada de manteiga em cima da Chimoltrúfia. [RISOS] - Botijão olha estranho pra Chaveco – Chimoltrúfia – O Chaveco tem razão – Falando ainda com dificuldade – Que uma tonelada o que, foram duas toneladas! Chaveco – Mesmo assim temos que subir – Chaveco começa a subir e quando tenta vê o Lobisomem na sua frente novamente e grita: Ah não, MAMÃE! – Sai correndo e quando abre a porta da casa vê Valter, e mesmo assim se assusta – Valter – Calma, sou eu – Entra na casa com Chabas, olha para cima vê Roberto e Laércio e completa: Quietos vocês dois! – Saca a arma – Roberto – Ora, o que aconteceu? O que houve? Valter – Achavam que podiam me enganar ein... Esse aqui contou tudo, claro queriam apenas assustar a mim para que eu não cumprisse o que tinha no testamento e vocês ficassem com a casa. Chaveco – Quer dizer que eles estavam apenas assustando a gente? Valter – Além de sobrinho do falecido, eu sou detetive vejam – Mostra o distintivo para Chaveco, Botijão e Chimoltrúfia – Chimoltrúfia – O senhor vai fuzilar eles ou o senhor quer que eu mesma fuzilo?! [RISOS] Laércio – Espere! Você tem razão – Começa tirando o disfarce de Lobisomem – Esse cabelo é falso – Puxa a peruca -, essa barba também é falsa – Puxa a barba – e o nariz também é falso – Puxa o nariz, mas por ser de verdade nada acontece – [RISOS] Roberto – Mas como você desconfiou? Valter – Porque não acredito em fantasmas, mas não podia provar nada sozinho, por isso pedi para esses 3 virem para cá já que também aparentam serem bem corajosos. Botijão – Ah sim, claro. – Olha pra Chaveco – Hahaha. [RISOS] Laércio – É que olhem vivo aqui há muito tempo e não queria que o novo dono vendesse o lugar. Valter – E os outros dois? Roberto e Chabas? Laércio – São meus filhos. Eles nasceram aqui e aqui passaram toda a vida. Valter – Sim, e estão loucos! Laércio – Hahaha, apenas queríamos espantar vocês. Valter – Acho que vão gostar de saber que não ficarei na casa e tampouco irei vende-la. Roberto – É mesmo?! Chabas – Quer dizer que podemos continuar vivendo aqui? Valter – Claro! Laércio – Obrigado! Botijão – Bom, então não vamos receber aquela recompensa não é? Valter – Se engana! Venderei o terreno da casa e a metade desse dinheiro serão para os 3. Minha vida é na capital não preciso de tanto dinheiro assim. Botijão – Sério?! Valter – Sim! Chimoltrúfia – Gritando – Botijão! O esforço valeu a pena. Chaveco – Sim! Valter – Mas tem uma coisa amanhã de manhã sairei da cidade, por isso vocês tem até isso para pegarem o dinheiro. O endereço sairá nos jornais amanhã logo cedo, já que também avisarei ao público que tudo foi resolvido. Chaveco, Botijão e Chimoltrúfia – Certo! – Falam sorridente – - Estamos agora na casa de Botijão, onde ele está lendo o jornal na sala – Botijão – Puxa, espero que a Chimoltrúfia tenha conseguido avisar logo o Chaveco. - Estamos novamente na rua 47, onde vemos Chimoltrúfia com o jornal na mão até que vê o Chaveco e grita: Chaveco! Chaveco! Chaveco – Oi Chimoltrúfia. Chimoltrúfia – Chaveco, Chaveco! Olha isso aqui no jornal – Mostra o jornal a ele – Chaveco – NOSSA! Chimoltrúfia – Vai correndo buscar o dinheiro! Chaveco – Com certeza! – Chaveco sai correndo – - Chimoltrúfia chega em casa e já vai falando com Botijão: Ai Botijão, já avisei ele! Botijão – Vamos ficar ricos, amor! Chimoltrúfia – Vamos sim! - Ambos começam a pular dentro da sala até Chaveco bater na porta; Chimoltrúfia vai atender e completa: Oi Chaveco! – Aparece com muito dinheiro nas mãos – A grana, a grana! Chaveco – O que? Esse dinheiro é meu. Botijão – Não se faça de besta Chaveco! O senhor Valter disse que o dinheiro era de nós 3! Alias foi bom você já ter ido buscar o dinheiro, porque a essa hora ele já deve ter saído da cidade. Chaveco – Peraí, mas de que dinheiro vocês estão falando? Chimoltrúfia – Ah Chaveco, o que tu leu quando eu mostrei o jornal? – Dando o jornal a ele – Chaveco – Ah, isso... Palmeiras ganhou do Fluminense de 3x1. [RISOS] - O episódio termina com um close de decepção em Botijão e Chimoltrúfia, sobe os créditos e fim - Feito por: Don_aCHiles Curiosamente, o mais longo que fiz até agora.
Postado 23 de Novembro de 2015 10 anos Foi o maior erro o Bolaños criar tantos remakes. Que pelo menos tivesse tido ajuda no roteiro, do que fazer sozinho e criar tanta repetição...
Postado 18 de Dezembro de 2015 10 anos Título: Aqui quem manda sou eu!Ano: ?Duração: Aproximadamente 12 minutosElenco:Chespirito -> ChavecoFlorinda Meza -> ChimoltrúfiaEdgar Vivar -> BotijãoAngelinés Fernadés -> Dona CotinhaRubén Aguirre -> Sargento RefúgioRaúl Padilla -> Delegado MoralesRamiro Orcí -> Horácio BLOCO 1 Aqui quem manda sou eu!- O episódio tem início com Chaveco na cadeia e Sargento Refúgio do lado de fora –Sargento - E então Chaveco, você vai seguir sem dizer nada?Chaveco - Ora Sargento, o que eu tinha pra falar eu já disse: Eu não cometi nenhum crime.Sargento - Ah não me diga e por que então você está de frente as grades de uma cela?Chaveco - Ora, você também está em frente as grandes de uma cela.- Antes que o Sargento pudesse completar a fala, chega Chimoltrúfia ao lado do Delegado Morales e ela dá um tapa em Sargento que o faz cair sentado e com as mãos pregadas nas grades -Sargento - Nossa! O Chaveco tem razão! Quero ver meu advogado! Quero ver meu advogado![RISOS]Chimoltrúfia - Uhhh... O tapa que eu dei afetou até os miolos desse aí.Chaveco - Não exagere né Chimoltrúfia.Sargento - Obrigado Chaveco.Chaveco - Vai afetar o quê? Se esse cara aí não tem nada na cabeça.[RISOS]Sargento - O que foi que você disse Chaveco?Chaveco - Não, desculpe, eu exagerei. Você tem sim coisa na cabeça.Sargento - Exato!Chaveco - Tem titica de camarão nele. Hihihi.[RISOS]Sargento - Agora vai ver - Sargento começa a abrir a cela mas é impedido pelo Delegado que diz:Calma Sargento, você é o culpado.Sargento - Eu e por que?!Chaveco - Como por que? Só pelo fato de me acusarem de roubo, já prova que você não tem nada na cabeça.Sargento - Ora, mas se foi o próprio Delegado que ordenou a sua prisão?Chimoltrúfia - Ah entendi, então você é o burro né Delegado?[RISOS]D. Morales - O que disse?!Chimoltrúfia - Ora Delegado, prender o Chaveco por ele ter cometido um crime é um absurdo!Chaveco - Exatamente, diga porque Chimoltrúfia.Chimoltrúfia - Ah Chaveco, tu é tão burro que nunca conseguiu roubar uma maçã no mercado![RISOS]- Delegado interrompe Chaveco antes mesmo dele falar:Pois você devia estar contente com isso Chaveco, afinal mesmo no mundo da criminalidade você nunca sofreu dano algum por essa fase.Chaveco - Ah não é? Não se lembra da vez que íamos pular uma cerca, e o Botijão caiu em cima de mim?[RISOS]D. Morales - Sim, mas estou me referindo ao dano pe...- Chaveco interrompe o Delegado e diz:Alias, ainda não sei como o elevador do hotel do Seu Cecílio ainda não quebrou por ter que aguentar o Botijão todo dia. Hihihi[RISOS]- Botijão chega no local e diz:Ora seu... Sargento, quanto de pena irei ganhar se eu matar o Chaveco?[RISOS]Sargento - Que isso Botijão, você ia se complicar muito na cadeia!Botijão - Se salvou ein Chaveco - Vira pra Chimoltrúfia - Meu amor! Tive que vir falar com você. Acabo de conseguir um negócio de peso.Chaveco - Por isso que digo que tudo tem que ser proporcional.[RISOS]Botijão - Sargento, e se eu só deixar ele aleijado a vida toda?Sargento - Pois pior ainda! Você ia ter que sustentar esse cara a vida toda, até que ele morra.Botijão - Se salvou de novo. Mas como eu ia dizendo - Vira pra Chimoltrúfia - É um negócio grande! Um negócio redondo!Chaveco - Como tudo no Botijão. Hihihi[RISOS]Botijão - Sargento, e se eu quebrar umas 4 costelas dele?Sargento - Pode parar Botijão... Além disso, não sei como você pode tratar assim o Chaveco levando em consideração a forma como ele está hoje.Chaveco - É isso aí! Eu mesmo quando sei que a irmã do Sargento está triste, eu vou lá consolar ela.[RISOS]- Sargento fica com raiva do comentário e diz pra Botijão:Botijão, e se você quebrar só uns dois dentes dele? - Chaveco olha com cara de surpresa -[RISOS]D. Morales - Calma, um pouco de ordem! Além do mais Chaveco: Nós prendemos você pelo reconhecimento do ladrão feito pela Dona Cotinha.Chaveco - Mas será que até assim aquela véia quer acabar com a minha vida?[RISOS]- Dona Cotinha chega no local e fala:Como disse Chaveco?Chaveco - O que você ouviu. Acusar eu de roubar o seu restaurante?Chimoltrúfia - Ta aí ô, é a primeira mentira da Dona Cotinha.D. Cotinha - Espera aí, eu nunca disse que era dona do restaurante, eu só trabalho lá como garçonete. Chimoltrúfia - Isso sim, mas eu me refiro a outra mentira.D. Cotinha - Qual mentira?!Chimoltrúfia - Ora, você dizer que aquilo é um restaurante, se aquilo lá é uma pensão vagabunda da mais "íntima" categoria!Sargento - Da mais "ínfima" categoria.Chimoltrúfia - O senhor também já comeu lá é?[RISOS]Sargento - Não. Além do mais do que importa essa discussão, se o problema é que o Chaveco roubou o restaurante, suponho que tenha sido por isso que a Dona Cotinha veio.D. Cotinha - Na verdade Sargento, eu vim aqui para dar outra queixa.D. Morales - Olha só, e contra quem?D. Cotinha - O Botijão.- Botijão olha surpreso e diz:Por acaso tá insinuando de que eu roubei também seu restaurante?!D. Cotinha - Não, mas...- Chaveco interrompe Dona Cotinha e completa:Se bem que de qualquer forma ele já tinha dado prejuízo ao restaurante.Botijão - Por que?Chaveco - Porque com um cinturinha dessa a quantidade de alimento pra encher isso dava um baita prejuízo. Hihihi[RISOS]Botijão - Agora eu te mato! - Sargento segura ele -Chaveco - Foi com todo respeito Botijão, oww.Botijão - Você vai ver o respeito. E quero que todos saibam que já larguei há tempos a vida de mão leve, em outras palavras estou alegando que não roubei nenhum restaurante.D. Cotinha - Mas eu não disse que você roubou o restaurante, mas que a dona da farmácia o acausa de te-la roubado!Botijão - An? Mas o que? Isso é um absurdo!D. Cotinha - E ela também o acusa de um pouco de assédio de sua parte. - Botijão faz cara de surpresa e Chimoltrufia de raiva, que faz ela dizer:Chimiltrúfia - Ah é Botijão? - Nesse momento Chimoltrúfia vai bater em Botijão e o cenário foca apenas nas caras de surpresa de Sargento Refúgio e Delegado Morales, encerrando-se o bloco -BLOCO 2- Todas agora estão na recepção da delegacia discutindo -D. Morales - Silêncio! Silêncio!D. Morales - Eu quero que todos tenham ao menos um pouco de compostura!Chimoltrúfia - Ah não, "com gordura" só o Botijão.[RISOS]Chimoltrúfia - Você vai me desculpar viu meu amor, mas é que assim é como tudo tem coisas que eu nem sei, eu tenho ou não tenho razão?Botijão - Claro que não, não tem. Porque o seu Delegado não disse "com gordura" e sim compostura!D. Morales - Exatamente Botijão. Além do mais Dona Chimoltrúfia devo lhe informar que só pelo fato dos socos que deu no seu marido agora a pouco, era o suficiente para eu tê-la encarcerado.Chimoltrúfia - Mas é porque ainda não tinham me "explicado a explicação"!Botijão - Mesmo assim. Duvidar do seu sacrossanto marido é algo que sempre vou me lembrar - Fala com voz triste -Chaveco - Além do mais Chimoltrúfia, como você pode acreditar nisso que a Dona Cotinha disse.Botijão - Obrigado Chaveco.Chaveco - Ia ter até perigo da dona da farmácia dar moral pro Botijão. Hihihi[RISOS]Botijão - Ora essa, e o que você tem que eu não tenho?Chaveco - Pega um papel na mesa e começa a escrever - A diferença de peso é o principal.Botijão - Hum. - Pega o papel - Sargento, quer fazer a conta?Sargento - Sim. - Pega o papel -Chaveco - Não é melhor dar pra alguém que saiba subtrair? [RISOS]Sargento - Olha aqui ô Chaveco, eu sei somar, subtrair, multiplicar e as vezes até dividir! - Fala orgulhoso -[RISOS]D. Morales - Senhores! Não vou permitir mas nenhuma mudança de assunto!Botijão - Está bem delegado mas é que...- Delegado Morales interrompe e fala:CHEGA! Aqui quem manda sou eu!D. Morales - Dona Cotinha, tem certeza que essas informações contra os dois procedem?D. Cotinha - Sim Delegado, no roubo do restaurante eu vi que foi o Chaveco e no da farmácia a própria dona diz ter sido o Botijão.D. Morales - Mas isso não faz sentido... Parecem dois roubos feitos em sequência por duas pessoas improváveis.Chimoltrúfia - Pois é delegado e outra coisa: O senhor não se lembra que quando a Dona Cotinha chegou, o Botijão já tinha chegado também?D. Cotinha - Verdade, e a dona da farmácia disse que o roubo havia acontecido daí vim correndo contar mas o Botijão realmente estava aqui.D. Morales - Olha só, é impossível alguém estar em dois lugares ao mesmo tempo.Botijão - Acho que isso só prova que não cometi nenhum crime não é?- Quando o Delegado ia responder, Chaveco interrompe:Qual é Delegado, acha mesmo que é possível alguém confundir o Botijão? - Pegando na barriga dele -[RISOS]Botijão - Ora seu... - Puxa o pente -D. Morales - Ordem senhores! Aliás Chaveco devo lhe dizer que você não está em condições de fazer piadas. Afinal, sua situação é pior do que a do Botijão.Chaveco - A minha? Por que?D. Morales - Ora, não temos provas que você não efetuou o roubo.Chaveco - Será que minha palavra não vale?D. Morales - Agora você disse a palavra certa. Senhores, vem cá.- Vão todos para outra ala da delegacia, onde está uma máquina com fundo branco e com uma caneta ligada a um sensor -Chimoltrúfia - Que isso ein Delegado?D. Morales - Isso aqui é um detector de mentiras.Chimoltrúfia - Cada porcaria que vocês tem nessa delegacia.Chaveco - A começar pelo delegado. [RISOS]D. Morales - O que disse?!Chaveco - Foi com todo respeito delegado - Fala com um sorriso -Chimoltrúfia - Ah delegado, quem vai acreditar que isso aí consegue identificar quando alguém mente?D. Morales - Pois é isso mesmo, aliás ele nos ajudou em diversos caso até hoje.- Chimoltrúfia faz cara de cética mas concorda:Ah, eu já sabia Delegado... Mas eu só queria testar a máquina para saber se o senhor estava mentindo.[RISOS]- O bloco se encerra com um sorriso no rosto de Chimoltrúfia -BLOCO FINALD. Morales - Bom, com isso vamos conseguir todas as informações que queríamos não é Sargento?Sargento - Sim seu Delegado, mas devo lhe informar que meu turno já acabou.D. Morales - Ah, mas Sargento. Não pode ficar até resolvermos isso?Sargento - Não, porque antes de ir dormir minha mãe afugenta os fantasmas que há na casa com orações, por isso é melhor eu ir logo.[RISOS]D. Morales - Sargento, não me diga que você acredita nessas coisas?Botijão - Hahaha, ei Chaveco, imagina esse aí naquela casa que fomos outros dia?Chaveco - Pois é, ele ia morrer de medo que nem você. - Botijão olha estranho pra Chaveco -[RISOS]D. Morales - De qualquer forma, o Sargento tem razão. Pode ir Sargento.Sargento - Obrigado Delegado. Tchau vocês.Todos - Tchau!- Sargento sai da delegacia e Chaveco diz:Escuta, como esse troço funciona ein Delegado?D. Morales - É simples. Se você falar a verdade essa caneta riscará esse fundo branco em linha reta, mas se for mentira ela irá fazer outro movimento. Quem vai primeiro?Chaveco - Tá falando com você Botijão.Botijão - Não, é com você Chaveco.Chaveco - Que isso, eu insisto.Botijão - Mas pode ir.D. Morales - Chega! Chaveco, senta aí.- Chaveco senta e Delegado diz com voz fria:Eu tenho umas perguntas pra você - Chaveco coloca o sensor na mão -Botijão - Sim, eu também tenho umas perguntas pra você: Você tirou ou não tirou aquela moeda que estava no meu bolso ontem?Chaveco - Não Boti, eu juro que não fiz isso.- A caneta começa a fazer um movimento inclinado no fundo branco por Chaveco está mentindo -Chaveco - Olha pra máquina - Eita![RISOS]- Botijão dá um tapa em Chaveco, mas o Delegado diz:Senhores! Essa máquina está a meu serviço! Assim como tudo que está aqui, veem aquela placa? - Aponta para sua própria mesa, onde tem uma placa que diz: "Aqui quem manda sou eu". –Chimoltrúfia - Certo Delegado, eu já entendi.D. Morales - Que bom, ainda bem. Chaveco, tenho que lhe perguntar uma coisa.- Antes do Delegado completar, Botijão pega o sensor da mão de Chaveco e interrompe:Eu também, tenho algo a lhe perguntar.D. Morales - Botijão! Eu já disse. Aqui quem manda sou! - Sem perceber, Delegado Morales toma o sensor da mão de Botijão e pergunta pra Chaveco:O que você esteve fazendo noite passada as 10 horas?Chaveco - Eu não sei, o que você fez as 10 horas?D. Morales - Eu estive numa reunião.- Como o Delegado estava segurando o sensor, no mesmo momento a caneta faz um movimento inclinado, pelo Delegado estar mentindo -[RISOS]- Chaveco observa que a máquina estava soltando um pouco de fumaça e diz:Essa última pergunta parece ter quebrado a máquina, Delegado.[RISOS]- Delegado disfarça e deixa o sensor atrás da máquina e diz:An... Já chega. A verdade é que eu não acredito que o Chaveco e o Botijão cometeram crimes.Chaveco e Botijão - Que bom, Delegado.D. Morales - Até que se prove o contrário, vocês podem viver em liberdade.- No mesmo momento, Sargento chega com um homem algemado e fala:Descobri tudo Delegado! Quando estava voltando para casa, esse cara ia cometendo outro crime, ele usa múltiplos disfarces para não ser reconhecido. E usou das outras vezes, o do Chaveco e do Botijão que são pessoas honestas, fazendo-o com que o senhor ficasse em dúvida se eles eram ou não culpados.D. Morales - E dessa vez que disfarce usou?Horácio - Me disfarcei de mim mesmo.[RISOS]D. Morales - Meus parabéns Sargento por ter conseguido.Sargento - Mereço uma promoção?[RISOS]- Delegado olha estranho pra Sargento e ele acaba retirando o que disse; Delegado completa:Sendo assim Botijão, Chaveco, estão livres. E você Sargento, vá levar esse cara para a prisão.Sargento - A suas ordens Delegado. - Sai do local para ir até a cela com o ladrão -Chimoltrúfia - Ai que bom que tudo deu certo, e devemos isso tudo ao Sargento e ao Delegado.Chaveco e Botijão - É verdade sim.D. Morales - Não é nada senhores, até porque como diz a placa: Aqui quem manda sou eu.- Sargento volta da cela, e no mesmo momento o telefone toca e ele mesmo atende:Alô? Sim, claro. - Abafa o som do telefone e completa:Seu Delegado, sua mulher tá pedindo a placa dela de volta.[RISOS]- O episódio termina com um close de riso em Chaveco. Sobe os créditos e fim. - Feito por: Don_aCHiles Curiosamente, a mais curta que fiz até agora. Editado 18 de Dezembro de 2015 10 anos por Don_aCHiles
Postado 21 de Dezembro de 2015 10 anos Ninguém leu? :/ Leram sim! Inclusive eu, é que ninguém quer opinar
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