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Amistosos e notícias da seleção brasileira


E.R

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Na falta de um tópico para o melhor jogador do mundo vai aqui mesmo.

 

 

 

NOTÍCIAS

CAMPANHA IMPERIALISTA

Neymar é absolvido de todas as acusações farsescas na Espanha

Os ex-presidentes do Barcelona envolvidos no caso, assim como o pai e a mãe de Neymar, também foram inocentados.

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Craque da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain, Neymar e outros réus que estavam sendo acusados de fraude pela transferência do jogador brasileiro do Santos ao Barcelona em 2013 foram absolvidos de todas as acusações que receberam.

A empresa de investimentos DIS, que tinha 40% dos direitos de Neymar quando ele jogava no brasileiro, foi quem deu entrada na ação.

A organização alegou que foi prejudicada durante a transferência e pediu uma pena de cinco anos de prisão para Neymar, além de uma multa de R$149 milhões de euros, o equivalente a R$835 milhões para os outros acusados. Essa solicitação foi rejeitada.

Luis Garcia Canton, promotor do caso, tinha pedido ao tribunal, em outubro, a absolvição de todos os réus, já que “não havia o menor indício de crime”.

Os ex-presidentes do Barcelona envolvidos no caso, assim como o pai e a mãe de Neymar foram inocentados.

A ação contra o atleta brasileiro havia se intensificado nas vésperas da Copa do Mundo. O fato de que, poucos dias após a eliminação do Brasil, ela foi terminada, mostra que se tratava de uma grande perseguição contra o craque e a Seleção.

  https://causaoperaria.org.br/2022/neymar-e-absolvido-de-todas-as-acusacoes-farsescas-na-espanha/

 

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NOTÍCIAS

A SERVIÇO DO IMPERIALISMO

Qualquer coisa é motivo para rebaixar o futebol brasileiro

Imprensa capitalista se esforça para manipular a realidade e atacar a Seleção

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Um dos maiores adversários da Seleção Brasileira nas copas do mundo é a imprensa nacional. Melhor seria dizer imprensa colonial, pois sua função é transmitir aqui as ideias produzidas nos países imperialistas.

E sobre o futebol, essas ideias são escancaradamente anti nacionais. Temos a impressão que como o futebol é um assunto mais popular, onde cada brasileiro tem um palpite sobre qualquer coisa, as opiniões da imprensa aparecem como casuais, sem conteúdo político. Explicando melhor: se a imprensa defende a privatização da Petrobrás e a entrega do petróleo brasileiro, ficará claro que se trata de uma política entreguista. Já no futebol, os absurdos falados aparecem apenas como meras opiniões.

Assim como no caso do petróleo, as posições da imprensa sobre o futebol tem o mesmo conteúdo entreguista. E aqui, não se pode confundir a propaganda superficial ufanista de uma parte da imprensa – principalmente a televisiva – com o objetivo imediato de lucrar com os eventos relacionados ao futebol. A política geral da imprensa, no entanto, é totalmente entreguista.

Na Copa, essa política fica mais escancarada, pois é o campeonato mais importante do mundo, portanto, o momento em que a pressão política e econômica imperialista é mais intensa.

A impressa nacional expressa essa pressão com uma verdadeira campanha contra a Seleção. Isso não é novidade. Há muito tempo, as mesmas ideais são repetidas por jornalistas e cronistas esportivos. Basta conhecer um pouco da história da crônica esportiva brasileira e saberemos que tudo o que é dito hoje já foi falado pelo menos 70 anos atrás.

Sempre que o Brasil é derrotado, essa campanha se intensifica, já que a derrota no futebol parece – apenas parece – corroborar a campanha. Quando o Brasil perdeu a Copa de 50, houve uma avalanche de ideias negativas sobre o futebol brasileiro. Criaram a ideia de que não éramos os melhores. Foi preciso que o Brasil ganhasse em 58 e 62 para que o futebol arte se afirmasse enquanto tal diante do futebol força europeu. Mas mesmo nessa época, com os melhores jogadores da história, a derrota de 66 abriu novamente o esgoto jornalístico contra o Brasil. Em 70, até que o Brasil fosse campeão, os ataques contra a Seleção eram constantes.

Entre 70 e 94, com a sequência de derrotas, ganhou força novamente a ideia de que a Seleção e o futebol brasileiro estavam ultrapassados. Hoje, muitos olham a Seleção magistral de 1982 como uma das melhores do mundo, apesar de não ter vencido, mas na época, a avacalhação foi total. Os jornalistas abutres usaram o fracasso de 82 e 86 para dizer, com ainda mais “autoridade”, que o Brasil deveria copiar os europeus.

Quando o Brasil perdeu em 1998 a final para a França, novamente uma avalanche de elogios aos europeus e avacalhação geral contra o Brasil. O pentacampeonato em 2002 amorteceu as críticas, mas por pouco tempo. Estamos, agora, num período similar ao que vivemos entre 70 e 94.

A imprensa ignora o “óbvio ululante” como dizia Nelson Rodrigues. Essa expressão, embora pareça ser de um torcedor, é muito precisa. Esse óbvio é a habilidade indiscutível do jogador brasileiro, algo inegável pelos números, pela quantidade, pela qualidade, mas também é óbvio para qualquer um que vê o espetáculo. Ele é negado pela imprensa nacional, que está programada para elevar o europeu e rebaixar o brasileiro.

A eliminação do Brasil nessa Copa trouxe à tona as ideias de sempre, requentadas, com cheiro de naftalina, contra o futebol brasileiro. De um modo geral, se pudermos resumir essas ideias em uma só seria assim: “não somos mais o melhor futebol do mundo”.

O esforço para provar essa tese sem base na realidade é tão grande que o Uol/Folha de S. Paulo, quando a Argentina se classificou para a final no dia 13 de dezembro, não perdeu tempo e publicou uma matéria com o título: “Argentina iguala Brasil em número de finais em Copas do Mundo”. Para chegar nessa conta, o jornalista forçou a barra dizendo que na Copa de 50 o Brasil não foi à final porque o regulamento daquele campeonato previa um quadrangular final, em que todos jogam contra todos.

O que chama a atenção não é a realidade da informação, mas o esforço para rebaixar a Seleção. Uma imprensa verdadeiramente nacional poderia dizer, por exemplo, que, a Argentina foi para a final e, se ganhar, ficará a duas Copas de igualar o Brasil. Mas a vontade de avacalhar o futebol brasileiro é tão grande que o jornalista forçou uma informação para elogiar os argentinos.

É interessante também que não dizem que o Brasil foi roubado, que o Brasil foi a seleção que mais sofreu com a violência dos adversários. Apenas que “não somos mais os melhores”. Escondem a realidade para comprovar a tese. Não dizem que, apesar de tudo isso, nenhuma seleção tem mais títulos que o Brasil, nenhuma seleção tem os números que o Brasil tem, liderando em quase todos os quesitos. Não falam porque estão orientados a rebaixar o futebol brasileiro.

O ex-jogador Casagrande, por exemplo, afirmou que a Argentina é a melhor seleção da América do Sul e que o Brasil está “se distanciando das grandes seleções”. Fizemos um artigo sobre essa colocação, mas grosso modo, ambas as afirmações de Casagrande só servem para avacalhar o futebol brasileiro, elas não têm sequer base na realidade, a não ser o resultado específico dessa Copa.

A avacalhação também aparece na tentativa de desvincular o jogador e a Seleção do povo brasileiro. A Folha de S. Paulo publicou matéria, em 4 de agosto deste ano, dizendo que, segundo o DataFolha, a “Copa do Mundo não provoca interesse em 51% dos brasileiros”. Falaram isso em agosto e em novembro e dezembro, durante a Copa, o povo parou para ver o Brasil jogar. É ou não é uma manipulação grosseira da realidade para atacar essa cultura popular brasileira? Ao menos serve para mostrar que essas pesquisas realmente não servem para nada.

A ideia de que o povo não se identifica com a Seleção foi repetida várias vezes, pela direita e pela esquerda pequeno-burguesa. Tudo é parte de uma campanha feroz contra a cultura nacional, o futebol. E por quê?

O motivo é relativamente simples: querem desvalorizar nosso futebol para continuarem vindo aqui para comprar os talentos brasileiros a preço de banana para lucrar na Europa. O Brasil é o País que tem mais jogadores jogando em outros países. E no caso da Copa do Mundo, precisam pressionar os jogadores e o povo para evitar que o Brasil, que tem o melhor futebol do mundo, vença muitas copas, o que seria um prejuízo para os países imperialistas.

 

https://causaoperaria.org.br/2022/qualquer-coisa-e-motivo-para-rebaixar-o-futebol-brasileiro/

 

 

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Casagrande só se importa com política, ele tá se lixando para a seleção brasileira, ainda mais se a seleção tiverem jogadores com pensamento político contrário ao dele.

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Eu sou contra técnico estrangeiro, chega a ser um desrespeito com os profissionais brasileiros.

 

 

NOTÍCIAS

 

FORA OS TÉCNICOS ESTRANGEIROS

Técnico estrangeiro é um afronte ao futebol-arte

A pressão para se colocar um técnico estrangeiro como treinador da seleção brasileira, é uma iniciativa que visa subjugar nosso futebol e enfraquecer o nosso futebol arte

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Depois da eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo do Catar, a pressão sob o treinador Tite cresceu muito, usando ele como cortina de fumaça para atacar de forma geral todos os treinadores brasileiros e ampliar a campanha de estrangeirização do futebol brasileiro. Se fosse um crítica para derrubar Tite, até poderia fazer algum sentido, mesmo que golpista, porém o próprio treinador já anunciou sua saída antes mesmo do início da copa.

Diversos jogadores e treinadores já se colocaram contra esta pressão. O primeiro ponto é a perda enorme para o nosso futebol, visto que temos muito mais técnica, do ponto de vista do jogo em si, que qualquer seleção. A influência do futebol europeu, um futebol frio e com uma técnica apenas tática, poderia levar aos longos do anos, em uma derrocada e até mesmo uma simplicidade deste, tornando ainda mais difícil o Brasil ser campeão.

O ex-jogador Rivaldo, uma dos melhores jogadores de meio campo da sua época, pentacampeão em 2022, usou suas redes sociais para realizar uma dura crítica à possibilidade de termos um técnico estrangeiro na seleção a partir do ano que vem. Com uma classe de um jogar do seu nivel Rivaldo coloca:  “Trazer um treinador estrangeiro não é certeza que seremos campeões mundiais. Até porque se fosse certeza, acredito que o treinador estrangeiro gostaria de ser campeão mundial pelo seu país e alegrar sua nação”. Rivaldo, em um discurso típico de um brasileiro concluem: “Os estrangeiros sem dúvidas são muito bons treinadores também, mas a Seleção é nossa nação e tem que ser dirigida por alguém que tenha sangue brasileiro correndo nas veias”. Nada mais acertado do ex-jogador brasileiro.

Outro ponto que o mostra o quão capacho é a imprensa que faz essa propaganda, é a própria segurança empregatícia. Os técnicos brasileiros devem se aprimorar e dever de garantir que tenhamos formações de novos técnicos regularmente. Do mesmo modo, que é papel fomentar novos “craques brasileiros”, é dever da CBF e do governo, promover a formação de escolas especialistas em técnico de futebol que entendam a nossa situação e explorem o máximo dos nossos jogadores. Trazer mão de obra de fora é uma obstaculização de todo este processo é claramente nada progressista do ponto de vista de desenvolvimento nacional. Devemos desenvolver o nosso futebol com as nossas próprias técnicas, assim, como devemos fazer com nossa economia. É um problema puramente político, onde busca-se trazer para o Brasil o refugo dos treinadores europeus atrás de mercado, enquanto nós, os detentores do melhor futebol, colocamos nossos treinadores em um asilo e não promovemos nenhum incentivo.

Outro ponto fundamental, é que de fato nenhum treinador estrangeiro conseguiu fazer algum trabalho minimamente decente, excluindo Abel do Palmeiras, que já pegou um time pronto. Mesmo Abel, tem um futebol feio de se ver jogar. O Flamengo quase afundou com Paulo Souza, que tinha como grande conquista ter sido campeão israelense de futebol. O Internacional de Porto Alegre trouxe 3 técnicos estrangeiros, e o último, Cacique Medina não foi capaz de passar da primeira fase da Copa do Brasil, precisando Mano Menezes salvar o clube e ser vice-campeão Brasileiro. O ex-técnico português do Corinthians, Vitor Pereira, fez uma campanha mediana com o clube. Agora é o flamengo que aposta em Vitor para 2023, sem nenhum título expressivo.  

E hora de brigarmos pelo nosso futebol e fazermos uma campanha por um técnico brasileiro na seleção, independente de qualquer coisa. O nosso futebol é o melhor do mundo e temos os melhores técnicos. Fora estrangeiros!

https://causaoperaria.org.br/2022/tecnico-estrangeiro-e-um-afronte-ao-futebol-arte/

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Os treinadores brasileiros tem feito um trabalho muito ruim. O nível é tão baixo que o Tite parece ainda ser o melhor treinador brasileiro em atividade, mesmo com a seleção tendo feito participações pálidas nas últimas duas Copas do Mundo.

Tem treinadores estrangeiros que seriam interessante se dirigissem a seleção brasileira : o Guardiola, o Carlo Ancelotti, até mesmo o Jorge Jesus, seria interessante ter um estrangeiro (exceto argentino, que aí sim sou contra, pela rivalidade) comandando a seleção brasileira, já aconteceu em outros esportes como no basquete e no futebol feminino, podia acontecer no futebol masculino também. 

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Esse cara tá demais, não para de encher o saco!

 

NOTÍCIAS

 

PERSEGUIÇÃO A TODO O CUSTO

Até quando elogia, Casagrande ataca Neymar e a Seleção

O cravo e a ferradura de Casagrande e suas receitas e conselhos que jogam contra o futebol brasileiro

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O ex-jogador e agora comentarista e colunista do Uol/Folha de S. Paulo, Walter Casagrande Jr, parece estar cumprindo mesmo um serviço sujo para os detratores do futebol brasileiro. Não é novidade, e já explicamos muitas vezes neste Diário, que a imprensa nacional, guiada pelos interesses imperialistas, esteja voltada a atacar a Seleção Brasileira. O Uol em particular contratou um time de colunistas que passaram a Copa toda encontrando todo e qualquer defeito real ou imaginário para atacar os jogadores. Não há dúvidas: é uma imprensa a serviço do imperialismo europeu contra o Brasil.

E Casagrande provou mais uma vez que o objetivo é atacar os jogadores e o futebol brasileiro do jeito que for possível. Como comentarista esportivo, Casagrande tem a filosofia do zagueiro de torneio da cana: ele dá a botinada na bola para onde o nariz apontar. Mas seu jogo não é apenas feio, é sujo.

No dia 13 de dezembro, em vídeo no canal do Uol, Casagrande voltou a atacar Neymar, mas dessa vez de um jeito muito peculiar. Ele elogia o jogador brasileiro para depois dizer que não deveria ser convocado novamente.

Uma no cravo

Antes de explicar mais essa ideia “genial” do jornalismo brasileiro, é bom lembrar como se comportou Casagrande antes e durante os primeiros jogos da Copa. Casagrande procurou todos os motivos para falar mal de Neymar. Apenas para citar alguns exemplos, ainda em 2021, Casagrande afirmou que Tite “deveria insistir na preparação para a Copa com uma formação sem o Neymar, principalmente nos dois últimos jogos das eliminatórias. Não tenho confiança no desempenho dele na Copa do Mundo. Talvez o Tite precisará desse modelo para chegarmos à final”. Ainda bem que Tite não ouviu Casagrande, já que Neymar foi – e veremos que o próprio Casagrande concorda com isso – apesar da desclassificação, essencial para o time brasileiro.

Quando Neymar, o melhor jogador brasileiro, foi convocado, Casagrande afirmou que Neymar “tem que decidir se vai ser jogador da seleção brasileira ou ser celebridade. Se ele decidir ser jogador de futebol, já é um grande passo. Se ele decidir ficar pintando o cabelo, se jogar no chão para chamar atenção, pular toda hora que alguém encostar nele, igual fez em 2018, não vai dar em nada. Eu acho o seguinte: Neymar é infantil”.

Vejam que as receitas e os conselhos apresentados por Casagrande antes da Copa. Veremos que – e o próprio Casagrande concorda com isso – que essas receitas estavam todas erradas.

Quando a Copa começou, Casagrande também não poupou Neymar, omitindo a realidade do primeiro jogo contra a Sérvia, quando Neymar teve participação fundamental no primeiro gol que serviu para abrir a retranca adversária, Casagrande falou o absurdo de que Neymar não jogou nada.

Esses exemplos são importante para entender a nova grande argumentação e o novo grande conselho de Casagrande: “Neymar não deveria voltar para a Seleção”. Mas antes de falar isso, Casagrande até elogia Neymar:

“Era uma questão muito desconfortável para o Neymar como comportamento. Ele se comportou bem, tentou jogar. Foi para o jogo contra a Croácia e marcou um golaço, mas o Brasil foi eliminado. No geral profissionalmente ele foi ok, foi bem”

Esse e outros elogios a Neymar poderiam mostrar que Casagrande admitiu ter “queimado a língua”. Neymar jogou bem e se “comportou bem” contrariando o que tudo o que Casagrande afirmou. Mas não é assim.

Outra na ferradura

Na verdade, os elogios de Casagrande é puro oportunismo. Ficou tão óbvio que Neymar foi essencial para o time, que ele jogou bem, que ele jogou para o coletivo, que ele “deu o sangue” como se diz no futebol que Casagrande não consegue negar isso. E diante de toda essa obviedade, que contraria frontalmente tudo o que Casagrande falou até agora, restou ao comentarista inventar qualquer motivo para falar mal de Neymar:

“Não tem que continuar. Tem que começar do zero. É influência negativa da geração anterior. Temos que formar uma nova geração de jogadores de futebol como cidadãos. Pode colocar Casemiro e Marquinhos na transição. Eles podem ajudar na formação de uma nova geração de cidadão brasileiro jogador de futebol”

Como dissemos logo no início deste texto, tudo é motivo para atacar os jogadores brasileiros, o futebol brasileiro e Neymar. Casagrande elogia, mas critica. A grande lógica de Casagrande: “Neymar, melhor jogador brasileiro, jogou bem na Copa, mas não deve voltar para a Seleção”. O comentarista tira da cartola um argumento que sequer faz sentido. Se Neymar jogou e se comportou bem, como o próprio Casagrande admite, qual seria a “influência negativa?

Mais ainda, o que significa “começar do zero”? Casagrande esqueceu que o futebol brasileiro existe há mais de cem anos. São argumentos totalmente sem lógica que servem tão somente para atacar o futebol e Neymar.

E depois de ver todos os seus conselhos e receitas genais serem desmentidos pelo futebol na Copa, Casagrande insiste em novo conselho, dessa vez no campo da moralidade. Ele quer “jogadores de futebol cidadãos”. Devemos admitir a beleza dessas palavras, elas tocam em nossas corações. Casagrande propõe convocar “cidadãos”.

Ele não sabe e nem perde tempo de explicar o que seriam esses “cidadãos”. Antes de mais nada, é preciso dizer que não é elegante chamar os jogadores de “não cidadãos”, Casagrande deveria se colocar no lugar dele e parar de julgar moralmente as pessoas, as boas maneiras dizem que isso não é elegante.

Quem vence a Copa são os craques, não os “cidadãos”

Mas deveríamos então perguntar: quem ganha Copa são “cidadãos” ou bons jogadores de futebol? Nem precisamos responder. A proposta de Casagrande é ridícula. Vale falar qualquer coisa desde que seja para detratar o futebol brasileiro. Não à toa, Casagrande acha os técnicos estrangeiros melhores e defende o italiano Ancelotti para técnico da Seleção. Ele deveria explicar por que, se a Itália tem técnicos tão bons, sua seleção não participa da Copa há duas edições.

Se por cidadãos Casagrande quer dizer pessoas de “bom comportamento”, seja lá o que isso significa, alguém deveria lembrá-lo que o Brasil não foi pentacampeão com esse tipo de jogador. Romário seria um “cidadão”? E Ronaldo? E Ronaldinho Gaúcho? E Garrincha? Pelé? Da nossa parte, todos esses foram gênios e é isso o que importa, nem concordamos com os ataques pessoas contra eles. Mas se levarmos em conta o ponto de vista de Casagrande, todos eles foram acusados de “não serem cidadãos”, seja lá o que quer dizer isso. E o jogador Casagrande, convocado para a Copa de 1986, era “bom cidadão”? Deixamos aqui para as pessoas responderem, já que diferente do comentarista Casagrande, não nos importa o moralismo, mas o futebol.

Por fim, ainda é preciso falar uma coisa sobre o último conselho de Casagrande. O pior erro que a CBF poderia cometer era “começar do zero”. Se fosse possível, sabemos que não é tão simples assim, a Seleção deveria manter a maior parte dos jogadores dessa Copa para a próxima. A Seleção precisa de jogadores com experiência, capazes de aumentar a pressão, as maracutaias da arbitragem.

Os jogadores não precisam ser “cidadãos”, eles precisam ter consciência do que acontece na Seleção, os interesses políticos e econômicos envolvidos. Eles precisam saber que a imprensa brasileira está voltada a atacar os jogadores, portanto, resistir à enorme pressão. Para ter essa consciência, a experiência é muito importante.

https://causaoperaria.org.br/2022/ate-quando-elogia-casagrande-ataca-neymar-e-a-selecao/

 

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Graças a Deus, o Neymar vai continuar na seleção brasileira, rumo à Copa 2026. Ele é o melhor jogador do time tecnicamente, e é muito querido pelo grupo de jogadores.

Agora que o Thiago Silva vai se aposentar da seleção, o Neymar deveria virar o capitão da seleção brasileira.

A base do time deverá ser a mesma da Copa 2022, com algumas alterações, as aposentadorias do Daniel Alves e do Thiago Silva, a possível saída do Gabriel Jesus (espero) e chegada de novos jogadores como Gustavo Scarpa (Nottingham Forest), Danilo (Palmeiras), Gilberto (Benfica) ou Emerson Royal (Tottenham), Luan Cândido (Bragantino), Endrick (Palmeiras), João Paulo (Santos).

Mas a base titular do time deverá ser formada por atletas que foram titulares na Copa 2022, com uma ou outra exceção.

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Eu concordo com o E.R., tem que ter uma continuidade, não é porque perdeu que tá tudo errado. Neymar capitão é uma boa ideia, afinal de contas ele já mostrou o quanto amadureceu nessa copa, ele é de fato uma liderança não apenas técnica como tática, como mostrou a orientação dele no jogo contra a Croácia que ele disse para os atletas não subirem ao ataque, tá certo que infelizmente Fred não ouviu, mas Neymar mostrou que fez a sua parte.

Quanto ao técnico estrangeiro eu sou radicalmente contra, temos bons técnicos, não precisa se aventurar com gringo. Uma ideia que já nasce dando errado. 

 

NOTÍCIAS

SE FOR BRASILEIRO, SE APOSENTA

Imprensa perdoa qualquer “crime” de técnico estrangeiro

A imprensa faz campanha para um treinador estrangeiro na seleção. Uma campanha de caráter golpista que visa destruir o nosso futebol

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A eliminação inesperada pela Seleção Brasileira contra a Croácia, despertou os ânimos do setor golpista. Essa imprensa já “apaixonada” por tudo que é estrangeiro, sonhando que São Paulo vire Miami, agora tem sua tara nos técnicos. Nada mais prostituído e ridículo.

A campanha contra os os técnicos brasileiros, já vem sendo desenvolvida faz alguns anos, coincidentemente com o golpe de estado de 2016. O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, é o motivo das graças deste setor. Nenhuma crítica e só elogios. Mesmo o time tendo sido preparado por Mano Menezes, Felipão e Wanderlei Luxemburgo, nada vale, é o português que a imprensa gosta. Logicamente, até porque o currículo de Abel é “muito bom”: treinou o Sporting Club Braga, que a maioria dos leitores deste jornal desconhece, e o PAOK, um clube grego com sede na Macedônia.

Mas é Tite, o campeão mundial com o Corinthians, de fato o último campeão mundial sul-americano, que querem atacar. A acusação mais recente é de nepotismo, pois o treinador colocou seu filho, Matheus Bacchi, como assistente técnico. O ponto aqui é o nepotismo. A prática de empregar familiares ou amigos é uma prática real dentro do capitalismo. A própria ideia de propriedade privada por si só, seria um nepotismo na sua raiz. No sistema privado existe um conluio de pequenas famílias que comandam os bancos e a comunicação do Brasil, como Itaú e Globo. Falando do estado burguês, todo o congresso brasileiros é comandado por um grupo pequeno de famílias financiadas. A acusação de nepotismo para qualquer cidadão brasileiro, ainda mais Tite, que não possui nenhuma rede de comunicação, é ridícula, visto que o capitalismo na sua essência é a proteção da propriedade.

Contudo, a imprensa brasileira faz campanha ardente por Carlo Ancelotti, Italiano, atualmente treinador do Real Madrid. O treinador Italiano, possui diversas acusações, como também de nepotismo. Seu filho, Ancelotti Jr, assumiu como assistente de seu pai quando os dois estavam no Bayern de Munich na Alemanha, em 2017.

Neste fato, a imprensa demonstra seu interesse imperialista de apoiar a qualquer custo um treinador estrangeiro. Um treinador de fora, poderá não somente, descaracterizar o nosso futebol arte, como também, em um processo mais longo, literalmente colocar o futebol brasileiro em um segundo plano.

O italiano Ancelotti pode colocar o filho, Abel Ferreira pode não ter currículo nenhum, Jorge Jesus pode também sem nenhum título expressivo. A imprensa golpista brasileira canta como Tim Maia: vale tudo, só não vale treinador brasileiro e nem jogador como Pelé.

https://causaoperaria.org.br/2022/imprensa-perdoa-qualquer-crime-de-tecnico-estrangeiro/

 

Editado por Chapolin Gremista
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Esse negócio de nepotismo aí não tem nada a ver, o Tite levou o filho dele pra trabalhar na seleção brasileira nessa Copa do Mundo, o Dorival Júnior tinha o filho dele trabalhando no Flamengo esse ano, o Cuca sempre leva o irmão pra trabalhar com ele (estava trabalhando junto com ele no Atlético-MG), e isso não é crime.

 

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Casagrande sem vergonha, ganha pra falar mal do futebol brasileiro!

 

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DEFESA DO FUTEBOL NACIONAL

Merecidamenete rico, só o jogador de futebol, o resto são ladrões

dirigente marxista apontou a hipocrisia de críticos como o ex-jogador Casagrande, que critica os hábitos de consumo dos jogadores e nada fala do próprio patrão

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Durante a transmissão da Análise Política da Semana, o presidente nacional do PCO, Rui Costa Pimenta, criticou a campanha de ataques contra os craques brasileiros. “Rigorosamente falando, se tem uma pessoa que é merecidamente rica, é o jogador de futebol. O resto são todos uns ladrões”

O dirigente marxista apontou a hipocrisia de críticos como o ex-jogador Walter Casagrande, colunista do portal Uol, de propriedade da Folha de São Paulo, que critica os hábitos de consumo dos jogadores e nada fala do próprio patrão, “uma das pessoas mais ricas do País”, lembrou Rui Costa Pimenta, “um banqueiro, um inimigo do povo, que vive de explorar o sofrimento da população. Mas ninguém fala do banqueiro, falam do jogador de futebol”, concluiu Rui.

https://causaoperaria.org.br/2022/merecidamenete-rico-so-o-jogador-de-futebol-o-resto-sao-ladroes/

 

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Depois que a Copa 2022 acabar hoje, o Brasil deverá começar janeiro de 2023 no TOP 3 do ranking da FIFA, provavelmente junto com Argentina e França nas 3 primeiras colocações do ranking da FIFA.

Inglaterra, Holanda, Portugal, Croácia, Bélgica, Espanha e até mesmo a Itália (que não jogou a Copa do Mundo) deverão estar no TOP 10 do ranking da FIFA.

Ficar bem posicionado no ranking da FIFA é muito importante para ser cabeça de chave na próxima Copa do Mundo, em 2026.

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TÉCNICOS ESTRANGEIROS

Um pretexto para desmoralizar o futebol nacional

Campanha após eliminação do Brasil vem com o objetivo de apresentar o brasileiro como um completo incompetente

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Aqueles que, já bem antes da Copa do Mundo, falavam que a Seleção Brasileira era ruim, agora entraram com uma nova campanha: a seleção brasileira precisa de um técnico estrangeiro! Não por coincidência, a campanha ganhou força no último jogo do Brasil no torneio, quando o Partido da Imprensa Golpista (PIG) deixou um pouco de lado a campanha contra o craque Neymar Jr. – que fez um belíssimo gol – e começou a criticar duramente o técnico Tite. O gaúcho, finalmente, acabou sendo apontado como o grande responsável pela eliminação da seleção. Uma canalhice, uma vez que os responsáveis pela eliminação foram os sabotadores, a começar pela própria imprensa, que a todo tempo jogaram contra o time de seu próprio País.

Um dos porta-vozes da campanha é ninguém menos que Walter Casagrande (ou seria Big House?), um dos maiores inimigos do futebol nacional. O comentarista disse com todas as letras que o italiano Carlo Ancelotti, atual comandante do Real Madrid, seria o “ideal”! Segundo ele, o gringo acabaria com o “esquema de amiguinhos” que existiria na CBF. Como se no Real Madrid, um dos clubes mais ricos do planeta, apenas o “mérito” contasse para definir o comandante da equipe…

A campanha serve apenas para desmoralizar o futebol brasileiro. Se a seleção contrata um técnico estrangeiro, a própria Confederação Brasileira de Futebol está dizendo que os brasileiros são incompetentes. Ou, pelo menos, os técnicos – o que já é um começo. Afinal, não há como fazer como a seleção francesa, holandesa, alemã ou espanhola, que importa os jogadores das colônias. A maioria dos “craques” das seleções europeias são trazidos dos países pobres como se fossem uma commodity. Os cartolas europeus fazem uma ligação para os técnicos africanos e, no mesmo instante, recebem uma safra de jogadores, com a papelada pronta para ser “naturalizados”.

O técnico estrangeiro, ao menos, na impossibilidade de o Brasil importar jogadores, serve para mostrar que profissionais oriundos de países “civilizados”, desenvolvidos e “organizados” são muito superiores aos “selvagens” brasileiros. É uma jogada política. Aqueles que fazem a campanha querem enfiar na cabeça de todo mundo que o futebol brasileiro não existe, que é algo decadente, do qual todos deveriam ter vergonha.

Hoje, o brasileiro é tão incompetente que não pode comandar sua própria seleção. Amanhã, a mesma desculpa aparece para comandar o seu petróleo e a Floresta Amazônica.

https://causaoperaria.org.br/2022/um-pretexto-para-desmoralizar-o-futebol-nacional/

 

 

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Messi nunca desistiu de ser campeão pela Argentina - Neymar tem que seguir o mesmo exemplo de seu amigo e continuar jogando pela seleção brasileira.

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PERSEGUIÇÃO CONTRA A SELEÇÃO

Folha de S. Paulo quer Neymar deprimido até 2026

Independentemente do que fazem os jogadores brasileiros, lá estará a imprensa capitalista para atacá-los

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Quando o assunto é a Seleção e os jogadores brasileiros, não há nada que possa acontecer que não será usado para atacá-los.

Quando o Brasil perdeu da Croácia, especulou-se sobre o choro dos jogadores. “Será que é verdadeiro?” Sobre Neymar, chegaram a dizer que seu choro era “individualista”. Em 2014, falavam que o choro dos jogadores era uma demonstração de fraqueza.

Por outro lado, se os jogadores não choram, são acusados de mercenários e indiferentes ao sentimento do povo. Tudo é motivo para falarem mal da Seleção, mesmo que esses motivos sejam o exato oposto um do outro.

Não há dúvida que estamos diante de uma perseguição política com uma campanha orquestrada contra a Seleção. Quem orienta essa política é a imprensa capitalista, ela produz notícias e opiniões para atacar os jogadores.

A Folha de S. Paulo publicou a seguinte matéria no seu portal: “Neymar dá festa em mansão após dizer que perda da Copa deixou psicológico destruído”. Qual seria o problema desse artigo?

A notícia não diz abertamente, mas pretende mostrar que Neymar e outros jogadores, na verdade, não estão nem aí para a Copa. No fim das contas, seria tudo fingimento.

Primeiro é importante ressaltar quem está tão preocupado com o que pensam os jogadores. A Folha, através de um de seus órgãos na internet, o Uol, foi durante a Copa o principal detrator da Seleção Brasileira. Quase todos os colunistas esportivos do Uol, entre eles, Casagrande, Milly Lacombe, Juca Kifouri, Mauro César estavam dedicados a perseguir cada detalhe, real ou inventado, que pudesse servir contra a Seleção. É puro cinismo da Folha essa preocupação sobre se os jogadores estão ou não com o psicológico abalado. Na verdade, é mais do que cinismo, trata-se de uma matéria que mantém a linha de ataques que a Folha está fazendo contra a Seleção. Como jornalismo, essa reportagem não deve ser levada a sério; como análise dos acontecimentos, menos ainda.

O mais importante, no entanto, é compreender a ideia que está por detrás da reportagem da Folha. Será mesmo que um jogador profissional está interditado de receber pessoas em sua casa depois de uma derrota? É preciso explicar também a falsificação da matéria da Folha. A manchete induz o leitor a acreditar que Neymar teria dado uma balada em sua casa, regada a bebida, mulheres etc. No entanto, ao ler a própria matéria da Folha temos a impressão de que não houve nada mais do que uma confraternização entre amigos. Se a Folha não fosse um jornal venal, programado para atacar a Seleção, a manchete dessa mesma matéria poderia ser: “Neymar recebe amigos em sua casa após derrota na Copa”.

Copiando a imprensa golpista, o portal Brasil 247 replicou a “denúncia” de modo ainda mais distorcido: “Após dizer que perder Copa deixou psicológico ‘destruído’, Neymar dá festa de arromba em mansão”. Nem os jornalistas da Folha nem quem replicou o artigo no 247 estiveram na casa da irmã de Neymar, mas eles parecem saber exatamente como foi a festa. No artigo do 247, a festa já virou “de arromba”.

Mas com exceção da manipulação da opinião pretendida pela Folha, replicada por Brasil 247, a verdade mesmo é que pouco importa qual foi o tipo de festa dada por Neymar. A questão é saber se: 1) o jogador tem direito de fazer isso dias depois da derrota; 2) isso quer dizer que o jogador não ficou realmente abalado pela derrota.

É óbvio que o jogador tem o direito de fazer o que ele quiser após a derrota. Segundo a própria matéria da Folha, o que aconteceu foi que Neymar recebeu seus amigos, alguns deles jogadores da Seleção, na casa de sua irmã. Qual seria o problema? Até quando o jogador profissional deve ficar de luto por uma derrota? Quem mede o tamanho do luto do jogador, a Folha de S. Paulo? No final das contas, é uma acusação que não tem pé nem cabeça.

Sobre o segundo ponto: a “festa” na casa de Neymar mostra que o choro dos jogadores eram lágrimas de crocodilo? Eis outra acusação absurda! Como saber o que passa dentro da cabeça de uma pessoa? A Folha tem esse poder? Vejamos um exemplo: um torcedor que ficou muito triste com a derrota de seu time não pode dar uma festa na sua casa? A Folha virou fiscal da tristeza alheia?

São coisas que servem apenas e tão somente para reforçar a campanha contra a Seleção Brasileira.

A única coisa que se pode exigir dos jogadores é que joguem bola e que suas atitude não atrapalhem essa função que eles têm. A não ser que se prove o contrário, Neymar e os jogadores brasileiros jogaram bem e foram injustiçados pela derrota, fruto de roubalheira da arbitragem e de um vacilo pontual no jogo. É isso.

O que está passando pela cabeça dos jogadores, o que cada um está realmente sentindo não tem como saber. Mas sabemos, por exemplo, que Neymar jogou muita bola no último jogo e estava nitidamente incomodado pela derrota, assim como foi perceptível na maioria dos jogadores.

Além de tudo, a imprensa golpista quer que os jogadores brasileiros fiquem deprimidos até a próxima Copa. Qual seria a medida? Ficar deprimido ou “psicologicamente abalado” como disse Neymar não fará esses jogadores jogarem melhor, não fará com que eles tragam a próxima Copa. Para o povo brasileiro e os amantes do bom futebol, é isso o que importa. E se é isso, não queremos os jogadores deprimidos, mas com condições de jogar com alegria e criatividade.

https://causaoperaria.org.br/2022/folha-de-s-paulo-quer-neymar-deprimido-ate-2026/

 

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Eu sou contra essa ideia, respeitem os treinadores brasileiros!

 

 

NOTÍCIAS

NADA DE GUARDIOLA E ANCELOTTI!

Técnico estrangeiro é o caral*##o!!

A desmoralização dos técnicos brasileiros é parte geral da campanha contra o futebol nacional

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Os abutres do futebol brasileiro agora colocaram em marcha a campanha em defesa de um treinador estrangeiro para a seleção. Com a saída de Tite do comando da equipe, o lobby para que Pep Guardiola, Carlo Ancelotti, Abel Ferreira, Jorge Jesus ou algum outro europeu (ou discípulo latinoamericano de europeu) assuma a seleção nacional ganhou novo impulso, e nunca essa possibilidade se mostrou tão real como no presente momento.

O ataque contra os técnicos brasileiros não começou hoje, é verdade. Obsoletos, ultrapassados, incompetentes etc. ― os adjetivos que a imprensa burguesa nacional, principal porta-voz da campanha contra os técnicos brasileiros, vão daí para pior. Há vários anos, mais de uma década pelo menos, basta assistir a algum programa de debate esportivo na TV para se deparar com a campanha. Se fôssemos fazer uma pesquisa mais profunda, talvez chegássemos à conclusão de que essa campanha é ainda mais antiga e que Nelson Rodrigues já falava do tema nos anos de 1960 e 1970. Ainda faremos essa pesquisa.

A desmoralização dos técnicos brasileiros é parte geral da campanha contra o futebol nacional. Ela anda junto com os ataques contra os jogadores brasileiros ― expressos sobretudo na artilharia suja e desonesta contra Neymar ― e contra os clubes brasileiros ― que se traduzem na defesa da sua transformação em “clubes-empresa”, isto é, na entrega integral e definitiva dos clubes para grandes capitalistas. É mais um capítulo da luta do imperialismo contra uma das maiores conquistas e expressões do povo pobre e trabalhador brasileiro.

Os monopólios da imprensa burguesa trabalham para aplainar o terreno para o pouso de um treinador estrangeiro no país. Nos últimos dias, praticamente todos os órgãos da burguesia publicaram matérias afirmando que a seleção brasileira já foi dirigida por estrangeiros. O objetivo evidente é criar o clima de normalidade para a contratação de um estrangeiro, mostrar que não se trata de uma novidade, de uma quebra de tradição. 

As matérias dão conta que o uruguaio Ramón Platero comandou a seleção brasileira no Sul-Americano de 1925. Oficialmente, a CBD, a CBF da época, havia escolhido o brasileiro Joaquim Guimarães como técnico, mas relatórios da entidade indicam que o uruguaio foi quem comandou a equipe no torneio, tendo o brasileiro se tornado diretor técnico. O uruguaio teria dirigido o Brasil por cinco partidas. O português Jorge Gomes de Lima, o popular Joreca, então treinador do São Paulo, dividiu o comando da seleção com o brasileiro Flávio Costa, na época treinador do Flamengo, em dois amistosos festivos em 1944, quando o cargo de treinador estava vago por conta da Segunda Guerra Mundial. Situação semelhante aconteceu com o argentino Filpo Nuñez, treinador do Palmeiras na década de 1960. O Palmeiras, na ocasião, foi escolhido pela CBD para representar o Brasil no festival de abertura do Mineirão, em 1965. 

A única conclusão que podemos tirar das matérias é que, na verdade, a seleção brasileira nunca foi realmente treinada por um técnico estrangeiro. Os três casos mencionados apenas comprovam que estrangeiros assumiram a seleção em circunstâncias absolutamente improvisadas e excepcionais. Amistosos festivos em que a seleção foi representada por um clube (casos de Joreca e Filpo Nuñez) ou situação em que a estrutura da delegação brasileira teve que ser reorganizada de última hora (caso de Platero). Nada sólido, nada definitivo, nada consistente. Tivemos três “lampejos” de técnicos estrangeiros na seleção, e nada mais.

Em Copas do Mundo, o Brasil jamais foi dirigido por um técnico estrangeiro. Os cinco títulos mundiais conquistados foram todos obras de jogadores e treinadores brasileiros. Vicente Feola, Aymoré Moreira, Zagallo, Carlos Alberto Parreira e Luiz Felipe Scolari foram os comandantes das conquistas de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, respectivamente. Desde que o Brasil atingiu o seu apogeu e conquistou seu lugar no topo mais alto do futebol, transformando-o em mais do que um esporte, mas numa arte no sentido legítimo do termo, os técnicos brasileiros foram um dos pilares fundamentais do seu domínio. Na verdade, eram uma manifestação natural do processo de apropriação do esporte criado pelos ingleses pelas massas populares brasileiras. Não é acidental que sejam um dos setores mais atacados pela imprensa venal neste momento.

Ficamos felizes, no entanto, quando vemos que a campanha de avacalhação contra os técnicos brasileiros será enfrentada por gente grande. O craque Rivaldo, o meia canhoto que brilhou na conquista do pentacampeonato em 2002, foi um dos jogadores que se colocou contra a ideia do treinador estrangeiro.
“Eu não concordo e acho uma falta de respeito com os treinadores brasileiros que seja cogitado a contratação de um treinador estrangeiro para nossa seleção. Acredito que temos treinadores capacitados de assumir a seleção brasileira neste momento e fazer um bom trabalho, como: Rogério Ceni, Fernando Diniz, Cuca, Renato Gaúcho e Dorival Jr. Trazer treinador estrangeiro não é certeza que seremos campeões mundiais. Até porque se fosse certeza, acredito que o treinador estrangeiro gostaria de ser campeão mundial pelo seu país e alegrar sua nação, que com certeza a sua seleção precisa mais que o Brasil, porque apenas nós somos penta”, disse o craque do penta em sua conta no Instagram.

O técnico Dorival Júnior, que treinou o Flamengo em 2022 e conquistou a Libertadores e o Brasileirão, foi outro que se postou contra a ideia. O hoje ex-treinador do Flamengo ainda cravou corretamente: “Não ganhamos cinco Copas do Mundo por termos somente grandes jogadores. Sempre tivemos um grande comandante também”. Além disso, Dorival denunciou ainda a sabotagem que o imperialismo europeu promove contra os técnicos brasileiros, proibindo a sua entrada no mercado europeu ao não reconhecer a licença de treinador concedida pela CBF:
“Nosso curso não é reconhecido fora do país. Um preparador, um treinador brasileiro não pode sair fora do país, porque a Uefa não reconhece nossos cursos até hoje. Então nós recebemos profissionais de todo o mundo, e nós não podemos sair. Não podemos ir para Portugal trabalhar. Se alguém vier aqui te convidar, não temos condições, porque a Uefa não aceita a nossa licença até hoje. E não se dá uma resposta.”

A sabotagem contra os treinadores brasileiros é pesada. Assim como no caso de Neymar, em quem a imprensa burguesa joga o seu esgoto e a quem tenta aposentar da seleção, é preciso lançar uma ofensiva em defesa dos técnicos brasileiros, parte indissolúvel da cultura e do futebol brasileiros. Nada de técnico estrangeiro na seleção!!

https://causaoperaria.org.br/2022/tecnico-estrangeiro-e-o-caralo/

 

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