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EDUCAÇÃO


Marcos Albino

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Chapolin Gremista
NOTÍCIAS

PARTICIPE CONOSCO!

AJR está na Bienal da UNE

Você que é do Rio de Janeiro ou estará na Bienal, aproveite a oportunidade e conheça de perto da AJR e seus militantes.

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AAliança da Juventude Revolucionária (AJR), coletivo de juventude do Partido da Causa Operária (PCO), está marcando presença na décima terceira Bienal da UNE, um evento que ocorre organizado pelo movimento estudantil a partir de hoje até domingo no Rio de Janeiro.

A AJR está marcando presença com uma série de materiais programáticos, como também as mais recentes edições da revista Juventude Revolucionária, a nossa revista mensal que tem como objetivo discutir os mais recentes acontecimentos nacionais e internacionais com o enfoque a juventude, além de temas polêmicos e culturais. Além disso, a AJR estará acompanhada da tradicional Loja do PCO, com inúmeros materiais, livros, canecas, camisetas e demais produtos das linhas revolucionárias do Partido da Causa Operária.

Em todos os dias do evento, os militantes da AJR estarão marcando presença distribuindo as suas mais recentes publicações, e discutindo sobretudo o problema central do momento que é a mobilização nas ruas em defesa do governo Lula.

Por isso, você que é do Rio de Janeiro ou estará na Bienal, aproveite a oportunidade e conheça de perto da AJR e seus militantes. Adquira nossa revista e participe conosco da atividade!

https://causaoperaria.org.br/2023/ajr-esta-na-bienal-da-une/

 

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NOTÍCIAS

GREVE DE FORTALEZA MOSTRA

A saída é parar toda a Educação para garantir o piso

Prefeito do PDT, como milhares de outros, quer dar o calote e tenta humilhar e roubar os professores oferendo 0,81% de reajuste

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Oprefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), tentou aplicar o golpe nos professores municipais, como vem fazendo milhares de chefes dos executivos municipais e estaduais em todo o País.

Ele foi à imprensa burguesa anunciar que o reajuste do piso salarial dos professores da rede pública de ensino da capital cearense estaria garantido e que não haveria motivos para a greve do professorado.

Por conta do que estabelece a Lei Federal do Piso Nacional do Magistério (Nº 11.738/2008), e de acordo com decreto assinado pelo Ministério da Educação do governo Lula, o piso dos professores da rede de ensino básico de todo o País passou a ser de R$4.420 a partir de 1º de janeiro passado. Trata-se de um reajuste de 14,95% sobre o piso vigente até dezembro, o que corresponde – como determina a legislação – ao mesmo aumento que os governos locais receberam na verba repassada por aluno do ensino fundamental.

Os prefeitos e governadores estão recebendo com aumento de 14,95%, mas querem dar o calote nos professores.

Segundo denunciou a direção do  Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do Ceará (Sindiute), o prefeito Sarto não atendeu nenhuma das reivindicações do magistério municipal.

Após a reunião com a Prefeitura Municipal de Fortaleza, realizada na terça-feira (dia 31), a presidenta do Sindiute, Ana Cristina Guilherme, explicou que, de fato, “o Prefeito propôs reajuste de 0,81%, não aplicando os 14,95% na referência inicial, que é o nível médio”  (Portal da CUT, 1/2/23).

O valor do piso dos professores já é uma miséria, fica longe do valor estabelecido pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio Econômicos) como sendo o salário mínimo necessário, até mesmo para trabalhadores sem qualquer qualificação profissional, que deveria ser de cerca de R$6.500, para cumprir o que estabelece;ece a Constituição Federal (Art 7). Ele evidencia o quanto a Educação ‘só é uma prioridade para os políticos burgueses quando se trata de conquistar o voto do povo trabalhador. Passadas as eleições, é só ataque aos professores e ao ensino público.

O golpe que o prefeito pedetista quer aplicar é comum em várias regiões do País. Os governos inimigos da educação tentam burlar o cumprimento da Lei (contando muitas vezes com a ajuda do judiciário e da maioria dos partidos da direita), aplicando o valor do piso apenas no vencimento total pagos aos docentes. Assim afirmam que pagam o piso, quando o valor é pago como salário final e apenas para uma parcela da categoria. Isso acontece em quase todo o País. É o que faz também o governo do Estado mais rico da federação São Paulo.

Muitos governantes também não cumprem com a jornada da “Lei do Piso” que estabelece que os professores devem ter jornada máxima de 40horas aulas, sendo um terço em atividades extraclasse, ou seja, fora da sala de aula.

Acertadamente, os professores de Fortaleza resolveram continuar em greve, mais de 70% deles já estavam paralisados ontem. Eles têm nova assembleia marcada para o dia de hoje (2/2)., na ETI Filgueiras Lima.

Por experiência própria os professores da Capital sabem que a greve é o único caminho para arrancar o atendimento dessa e demais reivindicações da categoria.

Foi assim no ano passado, quando os docentes cearenses deram o exemplo para todo o País e conquistaram com sua greve os 33,24% de reajuste. Está sendo assim este ano, novamente.

No exato momento em que Enquanto o prefeito de Fortaleza propõe menos de 1% de reajuste salarial, roubando escancaradamente os professores, mais de 80 prefeituras do Ceará, já acusaram que vão aplicar o reajuste de 14,95%, ou seja, cumprir a Lei.

Essa luta deve ser seguida pelos professores de todo o País. Está na hora da CNTE e os poderosos sindicatos dos trabalhadores da Educação de todo o País (APEOESP, APP, Sinteute- MG, APP, Cepergs, Sepe/RJ etc.), convocarem uma mobilização nacional pelo pagamento do piso e reajuste de 15% para todos os trabalhadores da Educação.

É nas ruas e com greve que os inimigos da Educação podem ser derrotados. Parar toda a Educação para exigir o pagamento do piso e demais reivindicações dos educadores.

https://causaoperaria.org.br/2023/a-saida-e-parar-toda-a-educacao-para-garantir-o-piso/

 

 

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CUBA

Nas salas de aula cubanas, muito se faz com pouco

"Os professores dominicanos sempre foram seguidores e admiradores da política educacional desenvolvida pela República de Cuba"

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«Os professores dominicanos sempre foram seguidores e admiradores da política educacional desenvolvida pela República de Cuba e gostaríamos que em algum momento pudéssemos ter os indicadores de eficiência e qualidade educacional que este país exibe hoje para o mundo, mesmo com todas as limitações econômicas que está experimentando».

Foi o que disse Aura Heredia, secretária para os Assuntos Internacionais da Associação Dominicana de Professores (ADP), o Sindicato Único de Trabalhadores da Educação da República Dominicana, em uma entrevista com o Granma Internacional, durante o Congresso Internacional de Pedagogia 2023.

Destacou que Cuba é, por excelência, um dos países da região latino-americana onde mais se investe em pesquisa; «neste sentido, em meu país estamos enfrentando grandes desafios no campo da educação».

A líder da delegação dominicana — formada nesta ocasião por 72 professores — salientou que há muito tempo as duas ilhas estão unidas por um forte vínculo educacional, de pesquisa, científico, familiar e histórico.

«Nossa delegação participou de várias versões do Congresso Internacional de Pedagogia, de fato, sabendo que nossa delegação é hoje a protagonista da 18ª edição deste evento nos dá grande satisfação, pois é um espaço onde nós, como educadores, estamos debatendo temas de pesquisa científica para melhorar nossos sistemas de ensino», disse.

Refletiu que na República Dominicana vivem uma realidade diferente; com mais ferramentas a que Cuba não tem acesso, ainda têm muitas desvantagens, enquanto Cuba é um exemplo, porque nas salas de aula cubanas, com pouco, muito é feito.

Sobre as principais estratégias utilizadas para melhorar o sistema educacional dominicano, Herrera detalhou a revisão do corpo docente, a modificação dos currículos e da Lei de Educação deste país caribenho.

Destacou que, apesar das modificações, os professores dominicanos estão muito preocupados porque 4% do produto interno bruto é destinado ao orçamento da educação, mas quando os indicadores de qualidade, promoção e eficiência são avaliados, não há correlação entre o investimento e os resultados obtidos.

Por sua vez, Angel Francisco Cuello, secretário da ADP, agradeceu a solidariedade promovida pelo Comandante-chefe Fidel Castro Ruz, Líder Histórico da Revolução Cubana, para o qual seu país dispunha de pessoal qualificado para a formação de professores.

Acrescentou que é dever dos educadores das duas nações continuar percorrendo o caminho da solidariedade na educação, para que a República Dominicana possa alcançar realizações tangíveis na educação, como fez Cuba.

Os delegados da terra de Máximo Gómez presentes ao evento ratificaram que enquanto houver Pedagogia, eles continuarão participando deste evento.

Fonte: Granma

https://causaoperaria.org.br/2023/nas-salas-de-aula-cubanas-muito-se-faz-com-pouco/

 

 

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Chapolin Gremista
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DIRETO DA LAPA

A Bienal da UNE e a decadência do movimento estudantil

Primeiras impressões dos militantes da AJR de um dos mais importantes eventos da juventude brasileira

A União Nacional dos Estudantes é uma das mais importantes organizações populares do Brasil. Ela unifica todas as organizações das universidades brasileiras.

É o equivalente a CUT do movimento estudantil, com a vantagem de que não há outras centrais que racham o movimento, toda a esquerda está dentro da UNE e não há direita.

Contudo das grandes organizações populares ela se tornou a menos relevante na luta política, muitas vezes é até esquecida, se fala de CUT, MST, CMP e não da UNE. A Bienal da UNE, que está acontecendo no Rio de Janeiro, é um bom evento para compreender essa decadência.

O evento em seu próprio sítio é chamado de “O maior festival estudantil da América Latina” e de fato é um grande evento, jovens de todo o País participam. Na banca da Aliança da Juventude Revolucionária, que a juventude do PCO está organizando todos os dias na Bienal, passaram jovens desde o Rio Grande do Sul até Rondônia. São muitas caravanas, muitos ônibus de estados distantes como Amazonas, Pará, Ceará e Rio grande do Norte, é um evento como poucos na esquerda e que acontece com uma certa frequência. A cada 2 anos há uma Bienal e um Congresso da UNE dessas proporções. Então por que uma assembleia com tanto potencial, com jovens de todo o Brasil, nunca delibera nada de importante para a política nacional?

O principal motivo é que o PCdoB, por meio da UJS, está no controle da UNE há basicamente 40 anos. 

Esse é o motivo por trás da destruição dos eventos nacionais estudantis são represados pela direção da UNE que trama todo tipo de golpe para não cair.  O último deles foi em 2021 quando não chamaram o Congresso em nome da Covid-19, a mesma organização que defendia a volta as aulas generalizadas fez um “Congresso” online para eleger Bruna Brelaz, a mais direitista de todos os presidentes da UNE. O Congresso e também a Bineal presenciais portanto precisam ser desprovidos de qualquer política séria para impedir que essa direção seja subsistida. É assim que terminamos como o evento da Bienal que termina no dia de hoje.

O evento é enorme, tem mais de cinco palcos incluindo um do lado externo em frente aos Arcos da Lapa onde é possível fazer shows para dezenas de milhares de pessoas. A programação tem um grande foco na questão indígena da Amazônia, o que mostra a influência das ONGs imperialistas no movimento estudantil, inclusive a fundação Marinho é uma das financiadoras do evento. 

Para além disso houve uma homenagem à ministra da cultura Margareth Menezes. Aqui vale destacar a questão cultural, o evento não é político em si mas sim cultural, a crítica política é valida, no entanto, pois há diversos debates políticos no evento e nenhum de relevância para os estudantes ou para a luta política nacional. Mas na questão cultural também é o evento é um enorme desperdício. Em vez de ser um foco onde os estudantes podem expressar sua arte, é mais uma expressão do controle dos monopólios sobre a arte.

Há diversos shows de bandas famosas e algumas exposições mas nada muito grande organizado pelos estudantes. O Centro Popular de Cultura da UNE nos anos 1960 continha artistas como o dramaturgo Oduvaldo Viana Filho, o cineasta Leon Hirszman, os músicos Carlos Lyra, Edu Lobo, Nara Leão, Ruy Guerra, Sérgio Ricardo e Geraldo Vandré. Ou seja, era um espaço onde uma nova onda de jovens artistas poderia se projetar e mostrar a vanguarda da arte, algo muito progressista e que passa longe da atual Bienal da UNE. Ela na verdade se assemelha a qualquer festival de música que é controlado pelos grandes monopólios da cultura.

As universidades de todo o Brasil tem cursos de música, teatro, dança, cinema, literatura, belas artes e além disso os demais estudantes todos podem ter uma produção cultural. Mas a UNE não organizou um evento para trazer artistas de todo o Brasil e fazer uma grande exposição democrática que poderia revelar nomes como Geraldo Vandré e Leon Hirszman, ela organizou mais um festival comum com um foco em artistas esquerdistas. É até impressionante a capacidade de desperdício da UNE, é uma política ativa para impedir que o evento levante questionamentos tamanho é o medo da burocracia da UJS que dirige a organização.

A Bienal da UNE portanto é uma expressão da decadência dessa organização que é possibilitada pela paralisia do movimento estudantil. É preciso que por meio da luta dos estudantes, tanto por suas pautas, haja uma reconstrução da UNE pelas bases.

A falência da organização se assemelha ao que existia depois de 1968 com a repressão da ditadura. Com as mobilizações a partir de 1976 a UNE foi reconstruída e passou por um de seus melhores momentos. É isso que a atua conjuntura exige.

https://causaoperaria.org.br/2023/a-bienal-da-une-e-a-decadencia-do-movimento-estudantil/

 

Edited by E.R
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LÍNGUA PORTUGUESA
Substantivos concretos e abstratos
Os graus de concretude ou abstração dependem do discurso

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Nas gramáticas, encontra-se a classificação dos substantivos em concretos e abstratos. De acordo com as definições encontradas na “Nova Gramática da Língua Portuguesa”, de Celso Cunha e Lindley Cintra, as definições são estas: (1) os substantivos concretos designam os “seres propriamente ditos, isto é, os nomes de pessoas, de lugares, de instituições, de um gênero, de uma espécie ou de um de seus representantes”; (2) os substantivos abstratos designam “noções, ações, estados e qualidades, considerados como seres”. Dessa maneira, “Carlos”, “Campinas”, “PCO” e “professor” são substantivos concretos e “liberdade”, “viagem”, “calma” e “beleza” são substantivos abstratos.

Embora aceitas tranquilamente, tais definições apresentam algumas questões. As primeiras delas dizem respeito ao entendimento dos conceitos de “seres propriamente ditos” e das coisas consideradas “como seres”, simplesmente porque nos faltam definições precisas de “ser”. Outra questão está em se considerar a língua, segundo aquelas definições, enquanto simples nomenclaturas. Para compreender melhor esses questionamentos, devemos nos conscientizar de que as palavras nunca aparecem fora de determinado discurso. 

A palavra “caos”, por exemplo, seria classificada enquanto substantivo abstrato, pois ela designa uma noção. Entretanto, vale a pena ler este trecho da “Teogonia”, de Hesíodo, traduzido por Jaa Torrano: (…) / Sim bem primeiro nasceu Caos, depois também / Terra de amplo seio, de todo sede irresvalável sempre, / dos imortais que têm a cabeça do Olimpo nevado, / (…). Na “Teogonia”, narram-se os nascimentos dos deuses gregos; nela, o “Caos” não pode ser lido enquanto simples noção, porque, na cultura grega, o “Caos” é entidade divina.

O mesmo acontece com o substantivo “Deus” ao designar o Deus único da tradição judaico-cristã. A palavra “Deus”, isoladamente, não é substantivo concreto nem substantivo abstrato; todavia, quando aparece na Bíblia, ela ganha os sentidos próprios dessa tradição religiosa. No seguinte trecho do “Gênese”, “No princípio Deus criou o céu e a terra”, o substantivo “Deus” é substantivo concreto, pois, nesse discurso, Deus assume existência concreta; diferentemente, segundo o materialismo histórico, “Deus” pode ser considerado noção abstrata e expressão das ideologias das classes dominantes, sendo, portanto, substantivo abstrato.

Os graus de concretude ou abstração de determinada noção dependem das definições discursivas; se para o filósofo a palavra “vida” traduz noções abstratas, para os biólogos, a “vida” é conceito bastante concreto.

Na próxima coluna de língua portuguesa, estudaremos os substantivos coletivos.

https://causaoperaria.org.br/2023/substantivos-concretos-e-abstratos/

 

 

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Chapolin Gremista
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ARBITRARIEDADE

UNB: reprovações mesmo com apresentação de atestado médico

Diante do abuso, a única forma de confronto é pela organização dos estudantes

AUniversidade de Brasília – UnB fundada em 21 de abril de 1962 por dois docentes Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro… Nesse aspecto temo o personagem docente desde daquela época até hoje se apossando de um poder estatal organizativo e associativo, e criaram todo mecanismo burocrático – leis e normas – para se ocupar de todas as instâncias superiores de forma majoritária, ou seja, maioria entre os pares técnicos, alunos e no decorrer dos com a massa de trabalhadores terceiros que vem só crescendo dentro da universidade devido ao processo de terceirização e sucateamento das universidades.

Em termos numéricos o Conselho Universitário – Consuni é o órgão máximo da Universidade, com funções normativas, deliberativas e consultivas é composto atualmente de 15 membros da comunidade discente, onde apenas 8 estão com representação no conselho e os demais membros atualmente não estão com mandato vigente para serem representados no conselho, é composto por 9 técnicos e um representante da comunidade de Ex-Alunos que na atual formação do conselho não está com mandato vigente para representação. Já para a representação docente temos 71 cadeiras no conselho pleno o conselho da universidade que são ocupadas sem eleição, ou seja, essa cadeira no conselho é uma herança do curso que ele representa e cada diretor dos institutos são privilegiados com esse assento para tratar de tudo na universidade.


No Conselho de administração – CAD ( órgão que delibera sobre a matéria administrativa, econômica, financeira, de planejamento e orçamento, de gestão de pessoas e sobre relações sociais, de trabalho e de vivência, em conformidade com a programação anual de trabalho e diretrizes orçamentárias) os docentes tem 63 cadeiras de 75 vagas, os estudantes de graduação tem 3 vagas e os estudantes de pós-graduação tem 2 vagas, já os técnicos que são os principais responsáveis e executores das tarefas administrativas que são tratadas no CAD tem apenas 7 representações que são formalizadas por meio de eleição na universidade.


Já o CEPE que trata do ensino, pesquisa e extensão são 73 representações, 10 representações da graduação, no qual apenas 4 tem mandato vigente e 2 membros discentes da pós-graduação no qual estão sem representação, pois não há mandato vigente para representação desse grupo. No mais as 61 cadeiras são ocupadas pela burocracia. Ou seja, a pirâmide de representação nos conselhos é completamente invertida e quem mais sofre com essa estrutura dos conselhos e dos órgãos de discussão dos regimentos e das tratativas diversas dentro da universidade são os alunos e em seguida os técnicos pela situação de classe.


Atualmente o censo de alunos na UnB em 2022 contabilizou 50 mil alunos na universidade, já a equipe de corpo técnico na universidade está com mais de 3200 técnicos e os servidores docentes se somam em pouco mais de 2800 servidores. No entanto todos os conselhos são ocupados majoritariamente por docentes que levam as questões da universidade de maneira burocrática e contra os interesses da maioria. O descaso é tanto que pipocam casos de suicídios, adoecimentos psicológicos, abandono dos cursos. Além de um descontentamento geral nas relações de trabalho entre servidores técnicos pela precarização do trabalho.


Desde a sua fundação a universidade sempre teve maioria expressiva de docentes nos conselhos superiores que tratam de regimentos, normas de funcionamento, assuntos políticos, sociais e econômicos. Todos os assuntos trabalhistas não só de servidores docentes (“professores”), mas também de servidores técnicos foram elaborados, desenvolvidos, dimensionados, supervisionados, geridos e controlados pelos docentes. Toda conduta da comunidade foi elencada em direitos e deveres que emanados da autonomia universitária transformam a universidade no habitat natural desta casta social que se instalou e procurou se firmar e fortalecer em todas as universidades federais.

 

O absurdo da vez é a arbitrária reprovação de alunos por falta mesmo com a apresentação de atestado médico. Há em seu regimento interno uma determinação de que “atestado não abona falta má, justifica” criou uma cultura delinquente entre os docentes de decidir se “concede” ou não o abono de faltas aos alunos de acordo com interesses próprios. Relatos são os mais variados da “árdua” defesa feita pelos alunos nas salas, sozinhos, com esses servidores docentes.

Conforme entendimento do nosso próprio ordenamento jurídico e sob a luz da constituição é ilegal essa prática e citando a Advogada Secretária Geral da comissão de direitos humanos da OAB/DF “Segundo entendimentos recentes e uniformes do Tribunal Regional Federal 1ª Região- Brasília-DF, reprovar um aluno por faltas, mesmo que estas tenham sido justificadas com atestado médico, é uma prática ilegal, abusiva e desproporcional, ainda mais se o aluno obtém média para aprovação na disciplina.


Se uma instituição negar o abono de faltas, reprovando o aluno por esse motivo, está confrontando até mesmo a Constituição Federal, pelos princípios da razoabilidade, proporcionalidade e dignidade. Inclusive, segundo o artigo 6º da Lei 605/49, até mesmo quem está trabalhando não pode ser prejudicado em seu trabalho e remuneração se justificar suas faltas com atestado médico, segundo a súmula nº 15 do TST.

Após a evolução das sociedades e dos centros urbanos e consequentemente da organização operária, a criação da LDB pressionada pelo formalismo burocrático deveria prever algum número para formalizar a reprovação do aluno e de lá é oriundo o valor de 25% de faltas no ano letivo garantem a reprovação sem rendimento do aluno, no entanto lá não dá a discricionariedade de reprovar o aluno quando suas faltas são justificada. Lembrando que na própria LDB atualizada não é mais esse percentual que garante a reprovação do aluno e sim 30% de faltas.

É portanto, uma ilegalidade desabonar um atestado com intuito de descontinuar o aprendizado ou a permanência do aluno na universidade sendo extrapolado o entendimento como uma ação que visa ferir inclusive o Art. 3º da LDB que trata da igualdade de condições para o acesso e permanência na escola e toda a LDB traz um rol de dispositivos legais que visam garantir essa permanência o que é contraditório a essa cultura da universidade mas principalmente da UnB de fazer questão de reprovar por falta mesmo havendo menção para passar nas matérias.


A página 35 do manual do estudante diz “IMPORTANTE: Atestados médicos e documentos comprobatórios de justificativas de faltas dão direito à realização de atividades avaliativas que você venha a perder, mas essas ausências justificadas também são levadas em consideração como ausências efetivas para o cômputo da frequência mínima obrigatória.” Uma clara afronta à razoabilidade que um servidor tem de fazer jús, que o mesmo não está investido em desabonar um atestado médico apenas para garantir nessa situação sua “liberdade de docência” se isto está significando opressão aos alunos e toda comunidade acadêmica por esse capricho docente.


Diante do abuso, a única forma de confronto é pela organização dos estudantes. Abaixo a norma que garante a reprovação do aluno mesmo que justificada por atestado médico. Um claro abuso legal, mas nitidamente um claro ornamento jurídico pra agraciar os fetiches dessa burocracia docente contra os estudantes.

https://causaoperaria.org.br/2023/unb-reprovacoes-mesmo-com-apresentacao-atestado-medico/

 

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O governo de São Paulo tem a intenção de ampliar o ensino profissionalizante dentro da escola pública com qualidade.

Só 9% dos estudantes da rede estadual estão na educação profissionalizante oferecida pelas Escolas Técnicas do estado, conhecidas como Etecs. 

Apesar da atual baixa porcentagem, mais de 50% dos estudantes gostariam de aderir a esse tipo de ensino público profissionalizante no Ensino Médio.

Fonte https://www.gazetadopovo.com.br/sao-paulo/sp-quer-mais-portugues-e-matematica-e-menos-panfletagem-no-ensino-publico/

Tem que ampliar o ensino profissionalizante no Brasil.

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EDUCADORES

Sindicato dos professores do DF aprova indicativo de greve

Trabalhadores da educação de Brasília avançam luta por reivindicações da categoria

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AAssembleia Geral do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), realizada nesta terça-feira (14), reuniu professoras, professores e orientadores educacionais para discutir o calendário de mobilização da campanha salarial. Na ocasião, a categoria aprovou indicativo de greve e convocou nova assembleia para dia 26 de abril. 

De acordo com o sindicato, os salários dos profissionais do magistério público estão congelados há oito anos, o que implica na desvalorização da carreira. 

De março de 2015 a janeiro de 2023, tendo como referência o INPC-IBGE, a inflação acumulada é de 57,5%. Neste período o reajuste obtido pelos profissionais do magistério público do DF foi de 9.5% em média. Com isso, a perda inflacionária imposta a professores e orientadores educacionais é de cerca de 30.5%.

“São oito anos que os nossos salários estão defasados e pela primeira vez a gente está abaixo do piso nacional sendo que o Distrito Federal sempre foi uma referência. Tudo isso demonstra um grande descaso no qual o GDF está lidando com os nossos salários, nós estamos com uma perda salarial gigante, um empobrecimento da categoria. Para se ter ideia, nós estamos com um grande problema que são pessoas superendividadas com o BRB por conta dessa falta de uma política de reajustes que o GDF não vem aplicando nesses últimos anos”, explica Letícia Montandon, diretora da Secretaria de Imprensa do Sinpro-DF. 

Outras reivindicações levantadas pela categoria na assembleia dizem respeito à desigualdade entre os vencimentos das diversas carreiras do ensino superior do GDF e à valorização salarial das aposentadas e aposentados.

Além disso, foi destacada a importância da nomeação imediata de todos os aprovados do último concurso para magistratura pública, inclusive do cadastro de reserva, e da realização de novo concurso para atender às defasagens da rede pública de educação. Os servidores defendem ainda que o governo garanta a proporção de 300 estudantes por orientador educacional e a diminuição da superlotação das salas de aula. 

A Assembleia foi conduzida por três mulheres, as diretoras do Sinpro Luciana Custódio, Berenice Darc e Márcia Gilda, em alusão ao Dia Internacional das Mulheres, celebrado em março. O encontro aconteceu no dia em que o Sinpro-DF comemora 44 anos de existência.


Assembleia desta terça (14) foi conduzida por três diretoras do Sinpro-DF, em alusão ao Dia Internacional da Mulher / Divulgação/Sinpro-DF

Na ocasião, foi definido, também, um calendário de mobilização, que prevê uma série de atividades e encontros para discutir as reivindicações da categoria e manter a pressão sobre o governo. Nesta segunda-feira (13), representantes do Sindicato foram recebidos pelo secretário de Economia do GDF, Ney Ferraz. O encontro marcou a retomada da negociação com o governo para discutir a carreira do magistério público.

Fonte: Brasil de Fato

https://causaoperaria.org.br/2023/sindicato-dos-professores-do-df-aprova-indicativo-de-greve/

 

 

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REPRESSÃO

Reitoria da UFRJ quer polícia para reprimir os próprios alunos

Não há propósito de garantir a segurança dos estudantes, só abre espaço para que o aparato de repressão possa reprimir atividades como Assembleias e manifestações

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Como a onda de violência cresce em toda a cidade do RJ e em todo o Brasil, reitoria e alunos se queixam de tiroteio, assalto recorrente aos arredores da universidade.

Alguns membros da UFRJ,se reuniram com o comandante do 17 BPM da ilha do governador nessa terça feira 13,para criarem um novo plano de segurança para o campus da ilha do fundão,após um aluno de engenharia de produção ter sido agredido nos corredores da universidade.

Parece ironia. Como estamos cansado de presenciar , as ações da policiais Militar dentro da universidade são truculentas e junto com a reitoria da UFRJ fazem uma parceria de opressão contra os próprios alunos. O histórico de árduas repressões contra os alunos são memoráveis de extensos conflitos. Sabemos que a presença de policiais dentro das universidades é ilegal, sendo completamente inaceitável que a polícia militar receba total permissão para circular no interior de uma universidade.

Isso não tem nenhum propósito de garantir a segurança dos estudantes, trata-se de garantir mais liberdade para a repressão como acontece em qualquer lugar conde a polícia atua, abrindo espaço para aparato de repressão possa reprimir atividades dentro da da universidade como Assembleias e manifestações, por exemplo. A ação da polícia não tem nenhuma eficácia na questão da segurança pública ,sendo o braço armado assassino do estado que cometem os maiores crimes sociais, aprofundando os assalto, roubos, mortes em consequência da crise. Não passando a polícia de uma instituição falida, fascista, corrupta e inimiga do povo que deve acabar .

E imprescindível que os alunos precisam discutir e se unir ,achar meios eficazes , propostas mais concretas . A ação em conjunta com a polícia, é assinar a própria condenação

https://causaoperaria.org.br/2023/reitoria-da-ufrj-quer-policia-para-reprimir-os-proprios-alunos/

 

 

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MEC

Governo precisa acabar com o Novo Ensino Médio, fruto do golpe

Estudantes se manifestaram esta semana nas ruas e Ministério da Educação chama diálogo

 

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No dia 15, o ministro da edução, Camilo Santana, se pronunciou em suas redes sociais de maneira oficial promovendo canais de diálogo com o governo com o objetivo de reavaliar o Novo Ensino Médio, após novas ondas de protestos.
O programa é uma representação da política do regime golpista. Sendo implementado em 2017, um ano após o golpe de Estado e ainda sob o comando de Michel Temer, o programa surgiu para “flexibilizar” os currículos nas escolas, o que na prática, serviu para uma brutal destruição do já fragilizado ensino público brasileiro.
O ministro informou que o Ministério da Educação (MEC) abriu uma consulta pública para discutir o tema e que será debatido com o movimento estudantil. Fato é que o fim do novo ensino médio é uma das principais revindicações do movimento estudantil e dos professores para o governo eleito.
A luta contra a medida vem desde 2017, diversas manifestações já foram realizadas. Agora, apesar das manifestações terem sido pequenas e controladas sobretudo por uma esquerda de orientação golpista e contra Lula, os atos demonstraram uma importante tendência de mobilização, que deve ser aproveitada para impulsionar a luta real do movimento estudantil e pressionar o governo eleito para adotar as revindicações dos estudantes.
O Novo Ensino Médio é produto do interesse dos capitalistas golpistas, destacando-se neste caso sobretudo o grupo Lemann, que atuou diretamente ao lado de Michel Temer e que agora busca se infiltrar no governo Lula como forma de tentar manter seu controle sobre os assuntos ligados a educação.
O Novo Ensino Médio serviu para prejudicar ainda mais a educação nacional, como também, promover um fortalecimento das escolas da iniciativa privada. Um verdadeiro crime contra a população pobre brasileira. A medida ataca tanto os profissionais da educação como os estudantes, promovendo uma verdadeira destruição no ensino.
Por isso, é necessário que o governo revogue todas as medidas tomadas pelo regime golpista. É preciso por um fim no Novo Ensino Médio.

https://causaoperaria.org.br/2023/governo-precisa-acabar-com-o-novo-ensino-medio-fruto-do-golpe/

 

 

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NOTÍCIAS

Uma pesquisa realizada pelo Observatório da Alimentação Escolar identificou que 56% dos estudantes têm na alimentação escolar a sua principal refeição do dia.

O levantamento também verificou que, para 41% dos estudantes, a quantidade de alimento ofertado é insuficiente.

O levantamento “Conta Pra Gente Estudante – Grande Rio”, realizada em parceria com a Ação da Cidadania, identificou ainda que os alunos da rede pública de ensino são os maiores consumidores da merenda, com 87% de participação.

Quanto à frequência, a pesquisa verificou que 92% dos estudantes recebem alimentação todos os dias.

Enquanto 6% não recebem, o que aponta irregularidade no fornecimento dos alimentos.

Outra reclamação dos estudantes é quanto a diversificação dos alimentos oferecidos nas escolas.

A coordenadora do Observatório da Alimentação Escolar, Mariana Santarelli, lembrou que as prefeituras têm um grande papel no enfrentamento do fome no Brasil, especialmente no que diz respeito a crianças e adolescentes.  

“As prefeituras precisam compreender que a alimentação escolar é a estratégia mais eficiente para o enfrentamento da fome com alimentos saudáveis, e empenhar maiores esforços e recursos públicos para a melhoria da qualidade”, afirmou Mariana Santarelli.

No Estado do Rio de Janeiro foram entrevistados 1.046 estudantes (55%) e seus responsáveis (45%), da rede básica de ensino – incluindo ensino primário/creche (11%), fundamental I (36%), fundamental II (31%), médio (18%) e médio-técnico (4%) – da rede pública estadual (31%) e municipal (67%).

Os municípios fluminenses estudados foram : Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Mesquita, Magé, Guapimirim, Japeri, São João de Meriti, Belford Roxo, Duque de Caxias, Nilópolis, Niterói e São Gonçalo.

Fonte : https://diariodorio.com/pesquisa-revele-que-56-dos-estudantes-do-rio-tem-na-merenda-escola-a-sua-principal-refeicao/

 

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Chapolin Gremista
NOTÍCIAS

CENSURA DITATORIAL

Professor da UFPE é perseguido por adoradores da ditadura militar

Professor da UFPE é censurado por querer mudar o nome de auditório que fazia referência a militares da Ditadura

UFPEpernambuco.jpeg

Oprofessor Évson Malaquias da UFPE está sendo vítima de um processo de perseguição política. A razão do processo foi uma campanha que ele realizou pela mudança do nome do auditório da faculdade, que fazia referência a um militar da Ditadura.

Évson concedeu duas entrevistas ao programa Causa Operária na Rádio Cultura denunciando o ocorrido. Nelas, o companheiro explicou o porquê de sua campanha contra o nome do auditório: para ele, os militares são uma força social reacionária, que, desde a redemocratização, não foram enfrentados por ninguém.

Além disso, o professor citou que a reitoria da UFPE buscava criar uma página de memória aos militares. No entanto, por conta da mobilização universitária, eles recuaram do projeto. Ou seja, aqueles que perseguem o professor Évson são, genuinamente, adoradores da Ditadura Militar.

Depois dessas campanhas, foi formada uma comissão persecutória dentro da UFPE contra o companheiro Évson. O professor classificou tal processo como um lavajatismo no interior da UFPE e ressaltou que se trata de um autoritarismo de tipo ditatorial.

O processo tem todas as características de um processo político. Trata-se de uma perseguição, sem nenhuma base real, unicamente orbitando em torno de ataques pessoais rasteiros. Para se ter ideia do nível a que se chegou, a comissão citou a entrevista do professor ao programa do Eduardo Vasco na Rádio Cultura como prova de que ele teria um “comportamento inadequado”. Também foi citada um artigo que ele escreveu ao Brasil 247 como parte da peça persecutória. Ou seja, é um processo diretamente político.

“Como é que a gente pode chamar isso? Censura”, disse o professor se referindo a citação da entrevista dele ao companheiro Eduardo Vasco no processo. Finalmente, Évson está sendo processado por ter iniciado uma campanha política contra o nome de um auditório, que foi um meio que ele entendeu como correto para combater a ditadura. Como prova dos “crimes” de opinião que ele teria cometido, citaram fatos de sua vida privada, como uma entrevista a uma rádio – algo típico de um Estado ditatorial.

Finalmente, trata-se de um processo fascista, que é levado adiante pelos adoradores da Ditadura Militar. O processo se utiliza do clima reacionário que está em volta do país contra a liberdade de expressão para atacar um cidadão comum: eis o resultado do fortalecimento do aparato persecutório do Estado burguês.

https://causaoperaria.org.br/2023/professor-da-ufpe-e-perseguido-por-adoradores-da-ditadura-militar/

 

 

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