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Amistosos e notícias da seleção brasileira


E.R

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Brasil e Espanha vão se enfrentar em um amistoso em março do ano que vem.

O encontro fará parte da primeira data Fifa de 2024, que acontecerá entre os dias 18 e 26 de março de 2024.

Não há ainda, porém, o dia e o local exatos do confronto. 

Fonte : https://ge.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2023/06/05/selecao-brasileira-vai-enfrentar-a-espanha-em-amistoso-em-2024.ghtml

 

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Ainda tão nessa de Ancelotti? O JJ outro dia ae já deu a letra, só n entende quem n quer! O Mister vem aí, galera! :jumpy:

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Acho que a CBF não quer o Jorge Jesus, senão já teriam contratado ele.

Se o Ancelotti não vir (mais provável) acho que vão contratar algum técnico que está empregado (ex : Fernando Diniz).

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Estou de saco cheio dessa CBF! Porque não contratem o J. Jesus mesmo. Se querem estrangeiro!

Já temos uma escola portuguesa no nosso futebol, desde desse que citei.

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7 hours ago, E.R said:

Se o Ancelotti não vir (mais provável) acho que vão contratar algum técnico que está empregado (ex : Fernando Diniz).

Bicho, agr tu falou uma coisa q me deixou pensativo outro dia.. Vi um podcast do Romário com um cabra chamado Garotinho - pensei até q era o Antony!!!! Uma bosta de podcast viu, o apresentador n sabe conduzir, interrompe a todo momento o raciocínio do convidado, mistura os assuntos, enfim, mas como era o Baixola, assisti aquela joça - e qdo saiu esse assunto, o Romário citou o Fernando Diniz, ou seja, será q nos bastidores já tá rolando a notícia? :ponder:

Eu particularmente acho o Fernando Diniz outra porcaria.. Prefiro muito mais JJ ou Abel.. :closedeyes:

3 hours ago, Baixinho said:

Estou de saco cheio dessa CBF!

Entra na fila, mermão! :seta:

Editado por tokufan4
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Brasil 4 x 1 Guiné

 

Chapolin Gremista
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4 X 1

Seleção Brasileira goleia Guiné, mas CBF insiste na bagunça

A desordem instaurada pela CBF complica a vida do escrete nacional

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ASeleção Brasileira goleou a Guiné por 4 x 1 neste sábado (17), em partida amistosa disputada no Estádio Cornellà-El Prat, em Barcelona. Os gols foram marcados por Joelinton, Rodrygo, Éder Militão e Vinícius Júnior. A Seleção entrou com Ederson, Danilo (Vanderson), Militão, Marquinhos, Ayrton Lucas, Casemiro, Joelinton (Bruno Guimarães), Paquetá (Raphael Veiga), Vinicius Junior (Rony), Richarlison (Pedro), Rodrygo (Malcom).

As novidades na escalação foram Joelinton, que abriu o placar no primeiro tempo e foi um dos melhores jogadores da partida, e Ayrton Lucas, lateral-esquerdo do Flamengo que começou no lugar de Alex Telles. Ederson começou no gol após Alisson sofrer um trauma no dedo durante treinamento.

No entanto, o resultado de 4 x 1 não explica a partida. Até a metade do primeiro período, o Brasil estava sem nenhuma criatividade. A falta que faz Neymar é nítida. O craque da camisa 10 da Seleção é o principal rompedor de barreiras defensivas adversárias — além de principal goleador, melhor driblador, enfim, um gênio da bola. Sem Neymar, a Seleção cai de produtividade, ainda mais em um dia em que Paquetá, que virou a referência na armação, estava pouco inspirado.

Aos 25 minutos do primeiro tempo, o Brasil marcou em uma jogada de bola parada. Rodrygo cruzou, a bola desviou em Casemiro, bateu no goleiro adversário e sobrou para Joelinton, em sua estreia no escrete nacional, abrir o placar. Logo em seguida, a defesa guineense foi pressionada por Richarlison e Rodrygo recuperou a bola, entrando na área adversário como um raio e chutando com frieza para marcar o segundo gol.

Todavia, o Brasil continuou sem criatividade. Além da ausência de Neymar, os jogadores não estavam entrosados e o time não criava absolutamente nada. A Guiné, que tentava pressionar, arrancou um gol de cruzamento aos 36 minutos. O gigante Guirassy (aliás, todos os jogadores de Guiné pareciam imensos) subiu entre Marquinhos e Ayrton Lucas e diminuiu para o time africano.

Acabou o primeiro tempo e o Brasil não convencia ninguém. No segundo tempo, o time voltou melhor. Antes do segundo minuto, em cruzamento de Paquetá, Militão deu uma bonita cabeçada, tirando a bola do goleiro e ampliou para o Brasil. Mesmo com a melhora, o desempenho brasileiro não era dos melhores: três gols, dois em cruzamento e um com recuperação de bola na área adversária. Nada de jogadas criadas e bem jogadas da época de Tite.

Durante a maioria do jogo, a Seleção Brasileira não driblava e tinha dificuldades em continuar as jogadas. De fato, não parecia um time brasileiro, o que é inclusive um problema que o futebol nacional tem que enfrentar. Com a pressão do imperialismo, os times nacionais não apenas contratam técnicos europeus, como adotam o estilo de jogo europeu, de cruzamentos, de evitar os dribles, etc. Isso, de certa forma, está influenciando negativamente nossos jogadores e treinadores.

Todavia, após as substituições e chegando no final da partida, o Brasil melhorou muito o rendimento. Finalmente chegaram os dribles. Vinícius Júnior se soltou e começou a ir para cima dos zagueiros adversários. Um exemplo disso é a jogada que levou ao quarto gol. Danilo, Malcom e Bruno Guimarães tabelaram pela direita, o atacante entrou e sofreu um pênalti. Vini chutou e marcou, ampliando para 4 x 1.

O treinador interino da Seleção Brasileira, que pelo visto ficará até 2024, Ramon Menezes, técnico do Sub 20, demorou muito para realizar as substituições. Pedro e Malcom só entraram no terço final. Vanderson e Rony entraram faltando dois minutos. Jogo amistoso é para testar os jogadores. O menino Vanderson, que estreou pela Seleção, com certeza não foi colocado à prova.

Ancelotti, estádio vazio e CBF

Mas, pelo visto, Ramon ficará até janeiro ou junho do próximo ano. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em sua jornada para avacalhar a Canarinho, ainda insiste em trazer um técnico europeu. Neste sábado, foi informado que a CBF dá como certa a contratação do italiano Carlo Ancelotti, seja para o fim deste ano ou para o meio de 2024, quando termina seu contrato com o Real Madrid. Enquanto isso, a Seleção ficará no “Deus nos acuda”, ao invés de se preparar de forma eficiente para as Eliminatórias e Copa América de 2024. No dia 30 de junho, o presidente Ednaldo Rodrigues fará um pronunciamento para explicar como será o período de transição enquanto o treinador italiano não chega.

Falando em avacalhação, a CBF tem de rever imediatamente os contratos que colocam a Seleção Brasileira para jogar em outros países que não o Brasil. Os amistosos têm que acontecer em solo nacional para trazer a Seleção para perto do povo e não afastá-la ainda mais. Os jogadores, em sua maioria, já jogam em times europeus. Agora, nem mesmo o escrete nacional joga no país. O resultado disso tudo, somado à campanha internacional do imperialismo contra a Seleção Brasileira? O estádio em Barcelona estava vazio. Algumas poucas pessoas e os fantasmas assistiam enquanto o melhores jogadores do mundo atuavam…

Enfim, era de se esperar a bagunça orquestrada pela CBF — instituição que nos últimos anos foi vítima de um intenso ataque judicial. Em março, a confederação nacional decidiu disputar apenas um jogo na Data Fifa: contra o Marrocos, quando a Seleção, jogando na casa dos adversários, perdeu por 2 x 1. Ao invés de aproveitar a oportunidade para testar mais jogadores e entrosar as peças principais, apenas uma partida foi disputada. Isso também foi consequência da incapacidade da CBF em escolher um treinador oficial. 

Assim fica difícil.

https://causaoperaria.org.br/2023/selecao-brasileira-goleia-guine-mas-cbf-insiste-na-bagunca/

 

 

 

Mozer da Silva Reis
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A CBF tem que planejar bem pra ver se vale mesmo a pena demorar muito tempo pra se escolher um treinador,com risco de acabar atrapalhando o ciclo pras próximas competições,a Copa América do ano que vem e,principalmente,a Copa do Mundo de 2026.Isso sem falar que,se o Ramon Menezes continuar como interino da seleção principal,a seleção olimpica fica sem tecnico pras Olimpiadas de 2024.Enfim,tem que ser tudo de caso pensado.

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Terceira derrota seguida para uma seleção africana, teve a derrota para Camarões na Copa do Mundo também. Um vexame !

E ainda tem gente que acha que a simples volta do Neymar vai resolver tudo.

Brasil não tem lateral direito, não tem centroavante como antigamente (só jogadores medianos de camisa 9), situação muito difícil.

 

Mozer da Silva Reis
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Seja quem for o próximo tecnico da seleção,terá que promover uma bela "escavadura" pelo futebol brasileiro e outros mercados para renovar alguns nomes,não dá pra continuar mais com alguns jogadores.A maioria deles não era nem pra estar na seleção,mas a questão é:quem convocar?Parece que é um problema crônico de formação.Não surgem mais gerações de craques como surgia antigamente.Uma pena.Próximo tecnico vai ter trabalho árduo pela frente.

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No ataque, talvez seja o caso de jogar sem centroavante, fazer um ataque com Neymar, Vinicius Júnior e Rodrygo, com o Neymar mais centralizado.

E só usar um centroavante (tipo o Richarlison) no segundo tempo.

 

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Vitor Roque e Martinelli vão ter que ter mais chance na seleção brasileira, nem que seja para ficar na reserva do Richarlison.

São garotos jovens, com qualidade técnica, com mobilidade também, ao contrário de alguns atacantes pesadões que jogaram sob o comando do Ramon.

Chapolin Gremista
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BRASIL 2 X 4 SENEGAL

Derrota da Seleção Brasileira para Senegal está na conta da CBF

Derrota é um resultado direto da avacalhação que a CBF, com o Sr. Ednaldo Rodrigues, está realizando com a Canarinho

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Juca Simonard, do Zona do Agrião

Mais uma derrota para a Seleção Brasileira após a Copa do Mundo. A goleada contra Guiné, por 4 x 1, no sábado (19), foi apenas uma fantasia na realidade da Canarinho atualmente. Após a derrota, no início do ano, contra Marrocos (2 x 0), agora foi a vez da Seleção perder para Senegal.

Nos últimos quatro confrontos contra seleções africanas (Camarões, Marrocos, Guiné e Senegal), o Brasil perdeu três. Dos três jogos da Data Fifa esse ano, os brasileiros perderam duas. A única vitória foi contra o time fraco da Guiné. Aliás, como foi destacado nesse Diário, mesmo goleando, a Seleção não jogou muita coisa quando venceu.

Nessa terça (20), em Lisboa, a Seleção começou à frente, mas acabou perdendo por 4 x 2 contra os senegaleses, no Estádio José Alvalade. 

A Canarinho entrou em campo sem alguns jogadores importantes, como Casemiro e Rodrygo. No lugar, estavam Bruno Guimarães e Malcom, que até jogaram bem.

No início da partida, antes de sair o primeiro gol, a Seleção estava boa. Parecia que não ia jogar como contra a Guiné. A maioria das jogadas passavam por Vinícius Júnior, que parecia inspirado.

Aos 10’ do primeiro tempo, Bruno Guimarães deu uma linda invertida para Vini, que estava livre no corredor esquerdo. O atual camisa 10 da Seleção (na ausência de Neymar) realizou um cruzamento extraordinário para Paquetá, que marcou, abrindo o placar para a Canarinho.

O Brasil continuou pressionando. Logo em seguida, Malcom deu uma linda enfiada para Richarlison, deixando-o sozinho, na cara do gol. O camisa 9 da Seleção perdeu a chance de ampliar o placar. Menos de um minuto depois, Vini gingou dentro da área adversária, tomou um pisão do zagueiro senegalês e o juiz marcou pênalti. No entanto, a marcação da penalidade foi anulada por impedimento do ponta brasileiro na origem do lance.

Depois, os brasileiros diminuíram a intensidade e Senegal, uma das melhores seleções africanas, começou a ameaçar pelo flanco esquerdo da defesa brasileira, onde estava Ayrton Lucas. Aos 21’, Diallo aproveitou a sobra em um corte curto de Joelinton, após cruzamento na área brasileira, e mandou uma porrada de primeira na meta brasileira, empatando a partida. Senegal continuou pressionando.

No segundo tempo, o Brasil chegou coletivamente bagunçado. Uma displicência no contra-ataque brasileiro, após erro de passe de Bruno Guimarães, deu a bola a Senegal. O craque senegalês Mané deu uma bonita enfiada para Diallo, que cabeceou para o meio da área e, na tentativa de cortar o cruzamento, o zagueiro Marquinhos acabou marcando contra.

A situação piorou ainda mais. Aproveitando mais uma bagunça na zaga brasileira, Mané marcou um golaço e ampliou para dois gols de diferença. A Seleção até tentou reagir. Durante um escanteio, a bola sobrou para Marquinhos que bateu mal na bola, mas acabou encobrindo o goleiro adversário.

Mesmo com uma intensa pressão no final, a Seleção não conseguiu romper a barreira defensiva adversária e, no contra-ataque, Senegal sofreu um pênalti. Mané converteu. Placar final: Brasil 2 x 4 Senegal.

Algumas considerações importantes do ponto de vista futebolístico. Primeiro, Richarlison está realmente muito abaixo. Quando foi trocado por Pedro, saiu vaiado pela torcida brasileira. Perdeu dois gols claros contra Guiné e Senegal e não conseguia segurar a bola no ataque. 

Segundo, com todo respeito a Vini Jr, que é um craque e o segundo principal homem da Seleção, ele não chega nem perto de Neymar. Os demagogos aproveitaram a lesão do craque nacional e a boa fase do jogador do Real Madrid para tentar afirmar que Vini o tinha ultrapassado como melhor jogador brasileiro em atualidade. Nada mais longe que a realidade.

Mesmo lesionado e sem jogar durante meses, Neymar esteve entre os jogadores com mais participações em gols em toda a temporada europeia. Ele é o cara fundamental para furar a barreira defensiva dos adversários, algo que Seleção não conseguiu fazer contra Senegal, pois buscou sempre jogar pelas pontas.

No entanto, o mais importante é fazer algumas considerações políticas. A derrota nessa terça-feira é um resultado direto da avacalhação que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com o Sr. Ednaldo Rodrigues, está realizando com a Canarinho.

A Seleção está sem técnico. Os três jogos disputados em 2023 foram improvisações com Ramon Menezes, do Sub-20. Aliás, o escrete que disputou as duas últimas partidas foi convocado enquanto Ramon estava na Argentina disputando o Mundial da base, focado em outro assunto.

Essa semana, a CBF confirmou o italiano Carlo Ancelotti para comandar a Canarinho. Uma humilhação: colocar um técnico estrangeiro para treinar o time mais importante do país do futebol, mas também um atestado de incompetência, pois a CBF não optou por um treinador brasileiro formado em seu curso de formação de técnicos. 

O problema, no entanto, vai além. Ancelotti só assumirá o escrete nacional em 2024. Talvez no início do próximo ano, mas provavelmente só no meio do ano, quando acabará seu contrato com o Real Madrid.

Qual ideia a CBF passa para os jogadores? Que os jogos disputados até agora não tinham importância nenhuma. Mas os jogadores também não são apresentados a um plano concreto e a um trabalho de preparação para chegarem prontos às Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, que já começam em setembro, e à Copa América do ano que vem.

Ademais, a CBF realizou contratos espúrios e a Seleção Brasileira não joga mais amistosos no seu país, onde a torcida seria fundamental para ajudar o elenco em um momento conturbado. Nessa Data Fifa, as partidas foram disputadas na Espanha e em Portugal.

É uma avacalhação em todos os níveis o que Ednaldo Rodrigues está realizando. Aliás, Ednaldo só assumiu a CBF após uma intensa campanha contra os dirigentes anteriores — o que faz parte da campanha internacional contra o futebol brasileiro. Após acusações de corrupção, assédio e outras balelas, abriu-se o caminho para o atual incompetente cartola que manda na confederação nacional. 

Não é impossível que Ednaldo seja um mero capacho de um grupo financeiro maior, cujo interesse nada tem a ver com o êxito da Seleção.

De um jeito ou de outro, é uma avacalhação que não se via há anos no escrete nacional. A última vez que o Brasil havia levado três gols ou mais em um jogo fora na disputa do 3º lugar da Copa do Mundo de 2014, contra a Holanda. Mas, nessa ocasião, o Brasil estava desmoralizado pelo 7 x 1 contra a Alemanha, resultado direto da campanha golpista do “Não Vai Ter Copa”.

O Brasil precisa de um técnico oficial urgente, e que seja um brasileiro! Ednaldo Rodrigues pode fazer as malas e nunca mais pisar na CBF…

 

https://causaoperaria.org.br/2023/derrota-da-selecao-brasileira-para-senegal-esta-na-conta-da-cbf/

 

 

 

Chapolin Gremista
Postado (editado)

 

NOTÍCIAS

Seleção Brasileira é o maior time do mundo

Derrotas da Canarinho servem de pretexto para abutres atacarem o futebol brasileiro. O Real Madrid para chegar perto da Seleção, primeiro, teria que ser maior que o Botafogo

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Os abutres da imprensa burguesa, inimigos históricos da Seleção Brasileira e do futebol nacional, aproveitaram a vergonhosa derrota da Seleção para Senegal na última terça-feira (20) para impulsionar a campanha contra o futebol brasileiro. A colunista Milly Lacombe, do Uol, destacou que o resultado mostrou ao mundo “o que a seleção representa hoje”.

“Time que não atrai, time que avisa que com racismo não tem jogo, mas joga com racismo mesmo assim, time sem conteúdo tático, sem um esquema em campo e que vai aos trancos e barrancos tentando um gol enquanto toma muitos”, comentou Lacombe. Como não poderia deixar de ser, com doses idiotas de identitarismo.

“Para piorar, a camisa amarela está associada aos piores valores humanos faz pelo menos seis anos. Quando decidem jogar com a belíssima camisa preta, em uma manifestação contra o racismo, fazem por meio tempo. Quem pensa nessas ações pela metade?”, continua, destacando pontos que nada tem a ver com a derrota para Senegal.

O mais importante vem depois.

“A seleção brasileira foi acumulando ao longo dos anos bastante capital simbólico. Chegou a ser a mais temida, chegou a ser aquela cujo futebol era imitado, chegou a empilhar craques e a fazer gols históricos. Tudo isso ficou para trás. Hoje sequer temos treinador e a CBF, ao decidir implorar por Ancelotti, dá o real contorno de quem somos: um time que, na melhor das hipóteses, vale tanto quanto o Real Madrid”.

“A CBF parece perdida. Quer surfar a onda das pautas identitárias mas não sabe como fazer para além do slogan. Não apresenta planejamento para o período em que se sujeitou a esperar por Ancelotti. Não fala em como chegaremos até lá, não diz como pretende fazer a renovação, não faz nada que seja transparente. Guiada pelo marketing, em campo some. Para quem ainda curte esse time, o futuro não parece promissor”, conclui.

Primeiro, e acima de tudo, a atual campanha contra a Seleção nada tem a ver com tática. Para Milly, não importa se a Seleção é um “time sem conteúdo tático, sem um esquema em campo e que vai aos trancos e barrancos tentando um gol enquanto toma muitos”. Isso é secundário. O importante, de fato, é atacar o futebol brasileiro. As fracas atuações da Canarinho são apenas um pretexto. Tanto é assim que até em exibições extraordinárias do escrete comandado por Tite, a imprensa ainda assim atacava a Seleção, procurando diminuir a importância das vitórias. 

Segundo, as afirmações sobre o suposto atual tamanho da Amarelinha no mundo não passam de balelas. Na realidade, ao apontar que o time nacional, “na melhor das hipóteses, vale tanto quanto o Real Madrid”, Milly não está sendo nada original. Na verdade, trata-se de uma campanha orquestrada para subvalorizar o futebol nacional. No mesmo dia, no mesmo jornal, o colunista Menon afirmou que “hoje, depois de tantos erros, a seleção brasileira é uma instituição menor que o Real Madrid”.

É mera campanha, não passa disso. Na verdade, o setor de esportes do Uol — com figuras como Lacombe, Menon, Casagrande e Juca Kfouri — de nada serve além de ser um meio para divulgar seus interesses escusos contra o futebol brasileiro.

No entanto, para aquele que está sendo influenciado pela campanha venal da imprensa, é preciso dizer o óbvio: o futebol brasileiro é o melhor do mundo e a Amarelinha da Seleção é a camisa mais pesada e mais importante do futebol mundial. 

Menon até questionou: “vocês acham que um treinador qualquer aceitaria trocar o Real Madrid pelo Brasil apenas porque já tivemos Pelé e Garrincha?”

Mas Garrincha e Pelé, que já seriam motivos suficientes para considerar a Seleção a maior equipe do mundo, não são tudo. Primeiro, o Brasil é o único pentacampeão mundial. Segundo, o país revela os melhores jogadores do mundo. Não foram apenas Pelé e Garrincha, foram também Leônidas da Silva, Nilton Santos, Didi, Gerson, Neymar, Zagallo, Ronaldo, Romário, Amarildo, Coutinho, Edu, Ademir da Guia, Ronaldinho, Zico, Roberto Carlos, Domingos da Guia, Jair da Rosa Pinto, Zizinho, Ademir de Menezes, Friedenreich, Feitiço, Jairzinho, Tostão, Paulo Cesar Caju, Carlos Alberto Torres, Cafu, Kaká, Raí, Careca, Sócrates, Palhinha, Clodoaldo, Pepe, e assim segue uma lista extensa.

Na verdade, apenas com brasileiros, poderia se fazer uma lista de 100 jogadores melhores que Cristiano Ronaldo… No entanto, são tantos que fica até difícil nomeá-los todos. 

Isso, sem falar na capacidade que o Brasil tem de revelar jovens craques todos os anos, sempre se renovando com atletas da mais alta qualidade. Os craques da Seleção, nesse sentido, são produto do desenvolvimento do futebol nacional. No Real Madrid, os bons atletas lá estão apenas por causa do poder financeiro imperialista. Acaba o dinheiro, acaba o Real.

Terceiro, o Brasil é o único país que pode montar seleções A, B, C e D e todas elas chegarem favoritas para ganhar a Copa do Mundo. Portanto, não é fácil ser convocado para a Seleção. Apenas os melhores jogadores vão e muito dos melhores também ficam de fora, infelizmente. 

Quarto, a Seleção ainda impõe medo, sim. Do contrário, a maioria dos times não jogaria totalmente fechado contra o Brasil; com jogadores entocados em uma muralha da China com medo de levar gols, na retranca absoluta — como sempre ocorre.

Quinto, os jogadores da Seleção Brasileira são os principais jogadores em qualquer time que jogam no Brasil e no mundo. Claro, pode-se alegar que alguns jogadores, como Richarlison, estão em má fase e outras coisas do tipo. Poder-se-ia, de fato, dar oportunidade a outros jogadores em melhores fases. Mas fase é fase, e Richarlison não é um perna-de-pau, caso contrário não teria feito um golaço como fez na Copa do Catar — o gol mais bonito de 2022. Ou seja, mesmo os que estão mal são craquaços de bola.

Portanto, a Seleção Brasileira é, sim, o melhor time do mundo. 

O Real Madrid para chegar perto da Canarinho, primeiro, teria que ser maior que o Botafogo, o Santos, o Grêmio, o Flamengo, o Palmeiras e outros times brasileiros — que, mesmo sem o investimento do Real, em sua história, tiveram jogadores muito mais importantes para o desenvolvimento do futebol mundial.

Os outros argumentos de Milly de caráter identitário nada tem a ver com futebol e, por isso, nem merecem ser comentados. São apenas mais argumentos para convencer os bitolados de classe média de que a Seleção Brasileira é algo ruim…

O desastre dos últimos jogos da Seleção, resultado direto da avacalhação realizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), servem apenas como pretexto para a imprensa continuar seus ataques ao futebol nacional.

https://causaoperaria.org.br/2023/selecao-brasileira-e-o-maior-time-do-mundo/

 

 

 

Editado por E.R

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